DOSSIÊ: Cinema

DOSSIÊ: Cinema

em 18 out

Aqui estão reunidas resenhas e análises publicadas ao longo deste anos sobre filmes que tem lutas sociais e processos revolucionários como temática e também aqueles que a temática suscitou algumas reflexões sobre esquerda, capitalismo e lutas sociais. Por Passa Palavra

Os artigos mais recentes estão em cima, os mais antigos, embaixo.

O recuo conservador à esquerda

Enquanto Tropa de Elite 1 se parece com o raio-X do modelo ético do Brasil contemporâneo, sua continuação soa como um caricatura das posições mais “coxinhas”. Por Acauam Oliveira e César Takemoto

Cinema e Anarquia: Vigo, vulgo Almereyda

O cinema foi se infiltrando nos círculos anarquistas, que, após o repúdio inicial, perceberam que o domínio de suas competências poderia ser de grande utilidade na propaganda das ideias libertárias. Por Rafael Morato Zanatto

Conservadorismo nacional e qualidade estética: Tropa de Elite I e a formação do cinema brasileiro contemporâneo de entretenimento

Como falar da qualidade de um objeto estético que corrobora uma visão que você rejeita? Por Acauam Oliveira

Linha vermelha

Linha Vermelha coloca-nos tudo em dúvida, o que é a verdade e o que é recriado. Por R. Delgado

Dama de Ferro, o filme que legitima uma hegemonia

A trama do filme é a história de uma senhora que não consegue desapegar-se do passado, o seu passado pessoal e seu papel histórico. Por Carla Luciana Silva

“Estômago”, o filme: um retrato da vida cotidiana

Estômago nos leva a refletir sobre a forma trágica com que hostilidades sequentes podem levar à revolta e como a revolta acaba por transformar psicológica, moral e identitariamente as pessoas. Por Ronan

A Fost Sau n-a Fost? Pequeno debate sobre a Revolução

O filme se encerra com o acendimento da última luz que faltava para a iluminação completa da cidade, a da praça do Poder Municipal. Por Tales dos Santos Pinto e Rodrigo Araújo

São Paulo – Sociedade Anônima

O filme de Luís Sérgio Person retrata a São Paulo de meados do séc. XX e aspectos de nossa modernidade inconclusa. O elenco conta com Walmor Chagas e Eva Wilma. Por Paulo Henrique Marçaioli

O que vemos nos filmes «O Ovo da Serpente» e «A Onda»?

Esses dias encontrei um amigo professor com quem não falava há muito tempo. Por eu estar acabando a faculdade – faço o curso de História – e estar um pouco (mentira, é muito) preocupado com minha situação trabalhista após o término do curso, conversamos sobre sua profissão. Por Vitor Augusto Ahagon

Uma (cons)ciência abalada: Nosferatu como problema epistemológico da medicina

À ciência como um todo é feita a crítica de que seu atual instrumental não poderia lidar com uma realidade que se mostra muito mais complexa e misteriosa. Nesse sentido, fechar-se nos pressupostos científicos consagrados (isto é, baseados em argumentos de autoridade) significaria obstar qualquer caminho alternativo a um regime de verdade. Por Victor Vigneron

“A estratégia da aranha”: o mito do traidor e do herói

Os heróis e líderes são o resultado das necessidades que os produzem. E são os conflitos e contradições das épocas subseqüentes que alimentam a mitificação dos indivíduos e do seu papel na época anterior. Cultuar heróis significa alimentar a alienação e sensação de impotência coletiva. Por José de Sousa Miguel Lopes

Avatares e Exterminadores

Que a franquia Exterminador do Futuro contém uma distopia tecnológica é uma obviedade. Que o filme Avatar contém um naturalismo metafísico ingênuo também é uma obviedade. O que não é óbvio são as raízes do sucesso que o segundo está acumulando e a suas conexões “íntimas” com o primeiro. Por Antônio de Pádua Melo Neto.

Pro dia nascer feliz: uma lente sobre a educação

“Pro dia nascer feliz” tem o mérito de abordar o tema da educação sob forma documental. O filme desmascara o shopping-escola mostrado na TV e mostra o abismo que existe entre as escolas de elite e as escolas públicas. Por Ronan

A onda

A confusão do político com o afectivo, que ameaça todos os grupos, constitui o grande risco do totalitarismo. A política exercida com a razão é o antídoto do fascismo, que sempre se apresenta como uma política da emoção. Por João Bernardo

A insustentável engenharia do desejo

Se a pornografia vai para além do sexo, o que sobraria do corpo? Caberia perguntar se a produção pornográfica teria em seu processo de expulsão e submissão do corpo em prol de algo criado exclusivamente pela indústria do pornô algum parentesco com a expulsão do conteúdo humano da circulação de mercadorias em geral. Por Douglas Anfra

Arca Russa: O reino da aparência estética e os impasses histórico-filosóficos

O tempo histórico apresentado por Sokúrov convida, a todos nós que reclamamos por outra sociedade, a não alimentarmos ilusões acerca de nós mesmos. Por Danilo Chaves Nakamura

João Bénard da Costa, “O Senhor Cinema” (1935-2009)

Esperamos que se saiba homenagear João Bénard da Costa, permitindo a continuação da sua obra. Por Passa Palavra


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