3 respostas para “O ANZOL (64)”

  1. OUTUBRO OU NADA? NO VERÃO, VEREMOS!
    A infinitização do trabalho (entendido como força de trabalho sendo efetuada) está em curso. Nesta panglossiana distopia kapitalista, a subsunção hiperreal do trabalho já não distingue entre mais valia relativa e mais valia absoluta. Tudo é permitido, para rentabilizar o capital fictício da imensa bolha planetária…

  2. OUTUBRO OU NADA? NO VERÃO, VEREMOS!
    A infinitização do trabalho (entendido como força de trabalho sendo efetuada) está em curso. Nesta panglossiana distopia kapitalista, a subsunção hiperreal do trabalho já não distingue entre mais-valia relativa e mais-valia absoluta. Tudo é permitido, para rentabilizar o capital fictício da imensa bolha planetária…

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