Gestor à tiracolo

Gestor à tiracolo

em 6 jun

Entre muitos comentários que suscitou o artigo recente do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, passou batido que em sua primeira audiência com a presidência da república ele levava a tiracolo um gestor da McKinsey. Ou, o que é mais provável, o contrário. Segundo Haddad, Marcos Cruz deixou a maior empresa de consultoria do mundo para “organizar as contas” da prefeitura. Isso para sugerir que era o MPL, nos protestos de 2013, a ser manipulado por conspirações internacionais. Passa Palavra


Comentários 3

    • Leo Vinicius

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      jun 6, 2017

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      O flagrante delito é muito bom. Mas possui um erro. No artigo que a Haddad escreveu ele não diz que o MPL foi manipulado por conspirações internacionais. Ele coloca o MPL como estopim de junho. No segundo momento de junho que haveria “gente por trás”, de fora.

    • Operário 2.0

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      jun 7, 2017

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      A observação do Haddad é que o MPL deu o start para a derrubada de Dilma ao criar uma forma de mobilizacao que foi adotada pela direita depois.

      Até hoje falta uma verdadeira análise sobre o que havia no MPL que atraiu os coxinhas. Foi captar gente nas redes sociais sem trabalho de campo duradouro? Foi o apartidarismo? Foi a identidade estética? Foi o predominante perfil branco e classe média universitária? Foi certo antipetismo?

      Por que os coxinhas se identificaram com o MPL-SP e por que acharam que aquela luta era deles?

    • ulisses

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      jun 7, 2017

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      BENEFÍCIO DA DÚVIDA
      Digamos que Haddad não esteja mentindo, o que é menos provável…
      Por que um (marcruz sei lá que nome tenha) “gestor da McKinsey […] deixou a maior empresa de consultoria do mundo para ‘organizar as contas’ da prefeitura”?
      Teria sido por:
      ab) desapego;
      bb) apego… a um mundo sem dinheiro.

      Sonoplastia de gargalhadas e pano rápido!

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