Nas ruas, nas praças, ninguém nunca mais viu, onde é que foi parar o movimento estudantil?

Nas ruas, nas praças, ninguém nunca mais viu, onde é que foi parar o movimento estudantil?

em 30 ago

Busco refletir aqui sobre problemas circunscritos à Unifesp-Guarulhos a partir de uma experiência única, qual seja: a instauração de uma faculdade de humanidades – ou escola como soe chamar – em meio a periferia de São Paulo. Para tanto, trago uma pletora de pensadores na bagagem que acredito poderem me ajudar a compreender criticamente o fenômeno entendido pela alcunha de movimento estudantil. Buscando fazer um balanço sintético da vida estudantil em três períodos históricos distintos e, ao mesmo tempo, entrelaçados – Os anos de ditadura militar, o período FHC e por fim, os anos sob a égide do governo do Partido dos Trabalhadores – tento compreender as mutações do Movimento Estudantil à luz das transformações do capital. Por Douglas Rodrigues Barros

Parte I

O ensaio presta homenagem aos três estudantes que sucumbiram às dores da vida e resolveram abdicar dela.

Parte II

O curso que tomou a vida político-social no país coloca outras questões que a ação cega, o militantismo verborrágico, a afirmação de identidades e a utopia da inclusão e equidade no interior das relações de produção social do capital são incapazes de responder.

Parte III

Não é à toa que a esquerda tenha se aproximado tanto da direita e hoje se tornou quase indiscernível os pontos de diferença.

Parte IV

Sem a estrutura hierarquizada do capitalismo fordista, passamos para uma época em que a retórica triunfante anti-hierárquica e igualitária de 1968 adentrou as organizações empresariais.

 


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