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	Comentários sobre: Existe ‘uma posição revolucionária’ sobre «A Crise do Capitalismo»?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: julio filipe		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/02/130/#comment-19</link>

		<dc:creator><![CDATA[julio filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 04:18:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De facto, urge reagir ao quadro actual. A ideia de um levantamento de poupanças generalizado, além de difícil concretização, implicaria reivindicar um banco integralmente nacionalizado que as recolhesse...
Não foram nem são os trabalhadores os responsáveis pelas crises, nem pela &quot;doméstica&quot; nem muito menos pela mundial. 
Por isso, cabe-nos a nós resistir ao saque dos dinheiros públicos, exigindo que nem mais um cêntimo seja entregue aos bancos; cabe-nos a nós prosseguir com a exigência de aumentos salariais, visto sermos dos mais mal pagos na Europa; cabe-nos fazer a greve - e ocupar as empresas, se necessário - se o patronato quiser despedir-nos; cabe-nos a nós exigir que o Estado invista os recursos de todos nós no interesse comum (mais escolas, hospitais, universidades, habitações, estradas, transportes, mais serviços públicos). Enfim, a nós, verdadeiramente, cabe-nos lutar, sabendo que é o único caminho justo para evitar que, no completar do ciclo, estejamos mais pobres, mais humilhados e mais recuados na relação de forças. 
Desculpem a extensão, mas, ainda mais nos dias de hoje, &quot;não nos basta interpretar o mundo&quot;... 
Saudações fraternas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De facto, urge reagir ao quadro actual. A ideia de um levantamento de poupanças generalizado, além de difícil concretização, implicaria reivindicar um banco integralmente nacionalizado que as recolhesse&#8230;<br />
Não foram nem são os trabalhadores os responsáveis pelas crises, nem pela &#8220;doméstica&#8221; nem muito menos pela mundial.<br />
Por isso, cabe-nos a nós resistir ao saque dos dinheiros públicos, exigindo que nem mais um cêntimo seja entregue aos bancos; cabe-nos a nós prosseguir com a exigência de aumentos salariais, visto sermos dos mais mal pagos na Europa; cabe-nos fazer a greve &#8211; e ocupar as empresas, se necessário &#8211; se o patronato quiser despedir-nos; cabe-nos a nós exigir que o Estado invista os recursos de todos nós no interesse comum (mais escolas, hospitais, universidades, habitações, estradas, transportes, mais serviços públicos). Enfim, a nós, verdadeiramente, cabe-nos lutar, sabendo que é o único caminho justo para evitar que, no completar do ciclo, estejamos mais pobres, mais humilhados e mais recuados na relação de forças.<br />
Desculpem a extensão, mas, ainda mais nos dias de hoje, &#8220;não nos basta interpretar o mundo&#8221;&#8230;<br />
Saudações fraternas.</p>
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		Por: Ivan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/02/130/#comment-5</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ivan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 23:15:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Questionamentos válidos e desabafo compreensível, mas a pergunta que entitula e finaliza o texto tem que ser mais do simplesmente enunciada. Infelizmente, o texto não ajuda a formulá-la em termos, se não precisos, talvez indicativos, ou, ao menos, pontuadores de uma posição de luta, de uma frente a combater. Será que o cerne do problema que a crise coloca é efetivamente a &quot;socialização dos prejuízos&quot;, como se a crise fosse uma manobra globalmente organizada para por em prática uma transferência maciça de recursos públicos para mãos privadas? Ou a crise expõe e dramatiza o ciclo mais rotineiro da reprodução do capital e de seu sistema e que portanto o desafio que coloca para os anticapitalistas seja justamente o de responder à sua total amplitude, ao seu caráter sistemático? Creio que é preciso ir além do que estamos acostumados a responder e buscar uma construção de luta para o que já está diante de nós.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Questionamentos válidos e desabafo compreensível, mas a pergunta que entitula e finaliza o texto tem que ser mais do simplesmente enunciada. Infelizmente, o texto não ajuda a formulá-la em termos, se não precisos, talvez indicativos, ou, ao menos, pontuadores de uma posição de luta, de uma frente a combater. Será que o cerne do problema que a crise coloca é efetivamente a &#8220;socialização dos prejuízos&#8221;, como se a crise fosse uma manobra globalmente organizada para por em prática uma transferência maciça de recursos públicos para mãos privadas? Ou a crise expõe e dramatiza o ciclo mais rotineiro da reprodução do capital e de seu sistema e que portanto o desafio que coloca para os anticapitalistas seja justamente o de responder à sua total amplitude, ao seu caráter sistemático? Creio que é preciso ir além do que estamos acostumados a responder e buscar uma construção de luta para o que já está diante de nós.</p>
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