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	Comentários sobre: Ganhar ou perder	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: JPC		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JPC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 14:57:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esse livro é muito interessante e devia ser lido por todos quantos se interessem, seriamente e sem palas ideológicas, pelo fenómeno histórico da guerra (que é tão antigo quanto a humanidade) e da sua evolução. Rupert Smith não defende tipos de guerra nem é um arauto belicista, simplesmente faz uma análise lúcida acerca dos novos paradigmas de conflito bélico, que estiveram patentes, por exemplo, na última guerra em Gaza onde o Hamas (e não estou a discutir quem é que tem ou não tem razão, isso é outra conversa bem diferente) se entrincheirou no seio das cidades e da população civil. Sobre estes assuntos, além da obra citada, aconselhava os caríssimos leitores e autores deste interessante site a ler, por exemplo, uma obra seminal do historiador militar inglês John Keegan, &lt;em&gt;Uma História da Guerra&lt;/em&gt; (editada em Portugal pela Tinta da China). Talvez ilumine algumas mentes acerca da natureza, origens e percurso histórico desta prática destrutiva mas infelizmente incontornável. Não por causa dos papões capitalistas, que não os havia na Antiguidade ou na Pré-História, quando a guerra já animava as &quot;hostes&quot; humanas, mas por causa de factores bem mais profundos e complexos. Mas para perceber isso é preciso ler, estudar e pensar objectivamente. Que é algo que não abunda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse livro é muito interessante e devia ser lido por todos quantos se interessem, seriamente e sem palas ideológicas, pelo fenómeno histórico da guerra (que é tão antigo quanto a humanidade) e da sua evolução. Rupert Smith não defende tipos de guerra nem é um arauto belicista, simplesmente faz uma análise lúcida acerca dos novos paradigmas de conflito bélico, que estiveram patentes, por exemplo, na última guerra em Gaza onde o Hamas (e não estou a discutir quem é que tem ou não tem razão, isso é outra conversa bem diferente) se entrincheirou no seio das cidades e da população civil. Sobre estes assuntos, além da obra citada, aconselhava os caríssimos leitores e autores deste interessante site a ler, por exemplo, uma obra seminal do historiador militar inglês John Keegan, <em>Uma História da Guerra</em> (editada em Portugal pela Tinta da China). Talvez ilumine algumas mentes acerca da natureza, origens e percurso histórico desta prática destrutiva mas infelizmente incontornável. Não por causa dos papões capitalistas, que não os havia na Antiguidade ou na Pré-História, quando a guerra já animava as &#8220;hostes&#8221; humanas, mas por causa de factores bem mais profundos e complexos. Mas para perceber isso é preciso ler, estudar e pensar objectivamente. Que é algo que não abunda.</p>
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