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	Comentários sobre: Grécia: «Não temos medo dos despedimentos. Os patrões devem ter medo das greves selvagens»	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: julio filipe		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/02/709/#comment-36</link>

		<dc:creator><![CDATA[julio filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 03:33:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O assassinato de um jovem estudante, desencadeou acções de luta em diversas cidades gregas, mobilizando milhares de jovens. Saudemos a coragem e a determinação desses jovens gregos, em luta contra a repressão policial de um Estado ao serviço do grande capital.
Entretanto, devemos ter em conta que o movimento de revolta e contestação é mais geral. Na verdade, convocadas por sindicatos de classe - sindicatos fieis aos trabalhadores que representam - tiveram lugar grandes manifestações por toda a Grécia, mobilizando centenas de milhares de trabalhadores. Teve lugar uma greve geral, que registou uma das maiores adesões dos últimos anos, paralizando o país. O Partido Comunista Grego, O KKE, intervindo em apoio destas manifestações, convocou ele próprio diversas acções de luta neste período, igualmente com manifestações em várias cidades, com a participação de dezenas de milhares de comunistas e outros activistas de esquerda. Aquando do último genocídio nazi-sionista em Gaza, foram ainda os comunistas que sairam à rua aos milhares, solidários com o povo palestino.
Com este complemento de informação, penso ter ficado mais claro quem está em luta na Grécia, luta que tem travado os propósitos do governo e, simultâneamente, as ambições meramente eleitoralistas do PASOK, co-responsável com os partidos da direita pela grave situação social existente.
Saudações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O assassinato de um jovem estudante, desencadeou acções de luta em diversas cidades gregas, mobilizando milhares de jovens. Saudemos a coragem e a determinação desses jovens gregos, em luta contra a repressão policial de um Estado ao serviço do grande capital.<br />
Entretanto, devemos ter em conta que o movimento de revolta e contestação é mais geral. Na verdade, convocadas por sindicatos de classe &#8211; sindicatos fieis aos trabalhadores que representam &#8211; tiveram lugar grandes manifestações por toda a Grécia, mobilizando centenas de milhares de trabalhadores. Teve lugar uma greve geral, que registou uma das maiores adesões dos últimos anos, paralizando o país. O Partido Comunista Grego, O KKE, intervindo em apoio destas manifestações, convocou ele próprio diversas acções de luta neste período, igualmente com manifestações em várias cidades, com a participação de dezenas de milhares de comunistas e outros activistas de esquerda. Aquando do último genocídio nazi-sionista em Gaza, foram ainda os comunistas que sairam à rua aos milhares, solidários com o povo palestino.<br />
Com este complemento de informação, penso ter ficado mais claro quem está em luta na Grécia, luta que tem travado os propósitos do governo e, simultâneamente, as ambições meramente eleitoralistas do PASOK, co-responsável com os partidos da direita pela grave situação social existente.<br />
Saudações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/02/709/#comment-29</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 01:23:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dá para entender bem o que significa a maleabilidade do trabalho abstrato a que Marx se referia, na unidade de luta desses jovens. A condição de precarização, de mudança constante de emprego e de alternância de emprego e desemprego cria de fato uma situação que coloca os indivíduos na situação de recusar tudo ou nada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dá para entender bem o que significa a maleabilidade do trabalho abstrato a que Marx se referia, na unidade de luta desses jovens. A condição de precarização, de mudança constante de emprego e de alternância de emprego e desemprego cria de fato uma situação que coloca os indivíduos na situação de recusar tudo ou nada.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: André D'Abô		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/02/709/#comment-27</link>

		<dc:creator><![CDATA[André D'Abô]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 21:03:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ação truculenta e raivosa das polícias se dirige preferencialmente aos jovens. Um estudo do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV/USP) aponta que no Brasil, no período de 1980 a 2003, 43,16% das Graves Violações de Direitos Humanos (GVDH) contra crianças e jovens de 0 a 19 anos dizem respeito à violência policial. A polícia brasileira é uma das que mais mata no mundo e os números da violência policial se assemelham a estatísticas de guerra. A guerra por aqui, porém, não diz respeito ao combate ao tráfico de drogas, como alegam as autoridades, mas ao conflito no qual os jovens, pobres e negros são o alvo preferencial da repressão civil.
Eis um momento no qual as juventudes se articulam para resistir à barbárie que o capital sempre exerceu pressão para  implantar nas sociedades, com o aprofundamento das desigualdades. Que esta luta produza uma importante história de resistência  juvenil.
Aqui pelo Brasil, gostaria de destacar a luta diária que nossa juventude (ainda que desarticulada) empreende para sobreviver às décadas de massacre que incidentes como o da Candelária traduzem e expõem de forma dramática.
Espero que o nome do jovem Alexandros Grigoropulos seja lembrado e que os diversos nomes, já esquecidos, dos jovens massacrados no Brasil e em outros países representem sempre a luta por tempos menos sombrios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ação truculenta e raivosa das polícias se dirige preferencialmente aos jovens. Um estudo do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV/USP) aponta que no Brasil, no período de 1980 a 2003, 43,16% das Graves Violações de Direitos Humanos (GVDH) contra crianças e jovens de 0 a 19 anos dizem respeito à violência policial. A polícia brasileira é uma das que mais mata no mundo e os números da violência policial se assemelham a estatísticas de guerra. A guerra por aqui, porém, não diz respeito ao combate ao tráfico de drogas, como alegam as autoridades, mas ao conflito no qual os jovens, pobres e negros são o alvo preferencial da repressão civil.<br />
Eis um momento no qual as juventudes se articulam para resistir à barbárie que o capital sempre exerceu pressão para  implantar nas sociedades, com o aprofundamento das desigualdades. Que esta luta produza uma importante história de resistência  juvenil.<br />
Aqui pelo Brasil, gostaria de destacar a luta diária que nossa juventude (ainda que desarticulada) empreende para sobreviver às décadas de massacre que incidentes como o da Candelária traduzem e expõem de forma dramática.<br />
Espero que o nome do jovem Alexandros Grigoropulos seja lembrado e que os diversos nomes, já esquecidos, dos jovens massacrados no Brasil e em outros países representem sempre a luta por tempos menos sombrios.</p>
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