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	Comentários sobre: Sindicalismo em Portugal &#8211; uma reflexão	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Júlio Filipe		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/02/807/#comment-56</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júlio Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 23:24:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com um título tão abrangente, que anunciava uma avaliação do sindicalismo no plano nacional, e no contexto actual de agudização da luta entre trabalhadores e o sistema capitalista que os explora e humilha, decidi-me a ler o artigo. Aqui venho deixar o registo da minha desilusão, a par da minha resoluta discordância com as &quot;teses&quot; do autor. Um amalgamado de opiniões, dados que não correspondem à realidade, ausência de proposições que correspondessem a tanta avaliação &quot;crítica&quot;, silêncio quanto à brutal envergadura do ataque do governo de serviço contra os direitos dos portugueses - combate ao pacote laboral, à ofensiva patronal dos despedimentos e da redução de direitos contratuais, luta por aumento nos salários, pela revogação da legislação contra os trabalhadores da Função Pública,etc. - e, ao invés disto, afinal, uma preocupação permanente, da primeira à última linha, com indisfarçável contrariedade, a saber: a influência, social e política, na composição numérica dos orgãos de direcção dos sindicatos, dos militantes do PCP - obviamente, o iniludível resultado directo da confiança que neles depositam os trabalhadores.
Pobre, muito vácuo, anti-PCP e pró-radicais (o que será isso?!), com um arremedo informativo &quot;internacional&quot; no final, para se dar ares de pessoa informada. Nos tempos turbulentos que vivemos, um texto destes chega mesmo a ser triste, sobretudo vindo de um sindicalista.
Saudações pró-sindicalistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com um título tão abrangente, que anunciava uma avaliação do sindicalismo no plano nacional, e no contexto actual de agudização da luta entre trabalhadores e o sistema capitalista que os explora e humilha, decidi-me a ler o artigo. Aqui venho deixar o registo da minha desilusão, a par da minha resoluta discordância com as &#8220;teses&#8221; do autor. Um amalgamado de opiniões, dados que não correspondem à realidade, ausência de proposições que correspondessem a tanta avaliação &#8220;crítica&#8221;, silêncio quanto à brutal envergadura do ataque do governo de serviço contra os direitos dos portugueses &#8211; combate ao pacote laboral, à ofensiva patronal dos despedimentos e da redução de direitos contratuais, luta por aumento nos salários, pela revogação da legislação contra os trabalhadores da Função Pública,etc. &#8211; e, ao invés disto, afinal, uma preocupação permanente, da primeira à última linha, com indisfarçável contrariedade, a saber: a influência, social e política, na composição numérica dos orgãos de direcção dos sindicatos, dos militantes do PCP &#8211; obviamente, o iniludível resultado directo da confiança que neles depositam os trabalhadores.<br />
Pobre, muito vácuo, anti-PCP e pró-radicais (o que será isso?!), com um arremedo informativo &#8220;internacional&#8221; no final, para se dar ares de pessoa informada. Nos tempos turbulentos que vivemos, um texto destes chega mesmo a ser triste, sobretudo vindo de um sindicalista.<br />
Saudações pró-sindicalistas.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Lisboa		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/02/807/#comment-32</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lisboa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 22:11:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Boas,

Li o texto com atenção. Estou de acordo com algumas conclusões e outras nem por isso. Sou activista (dirigente sindical) num sindicato na área das telecomunicações. Muito do que aqui foi escrito também se passa na estrutura sindical a que &#039;pertenço&#039;. O reformismo, o imobilismo e a falta de perspectivas minimamente radicais estão a &#039;afundar&#039; o sindicalismo. Tenho falado com uma série de companheiros sindicalizados (metro, telecomunicações, serviços de recolha de lixo, jornalismo, desenho gráfico, trabalhadores de armazéns, desempregados...) e todos nós estamos cada vez mais inclinados para começar a formar pequenos grupos de trabalho, estudo e propaganda realacionados com o sindicalismo de base, autónomo, libertário e democrático. Temas que nos interesam: Organização democrática, autogestão, assemblearismo, autonomia, federalismo, cooperativismo... Por enquanto, não pretendemos abandonar os sindicatos onde estamos. Pretendemos &#039;educar-nos&#039; e aprofundarmos o estudo e prática das ideias de organização autónoma e de base. Ao mesmo tempo pretendemos intoduzir essas ideias nos sindicatos onde estamos inscritos. A médio prazo gostaríamos de criar uma organização (ainda não sabemos em que parâmetros) que aglutinasse trabalhadores e desempregados que se identificassem com estas ideias (Católicos de base, libertários, assemblearistas, apoiantes de um sindicalismo de base e autónomo...). Sei que tudo isto ainda é uma ideia muito vaga... mas temos de começar por algum lado. Gostava de saber a opinião do Francisco Raposo acerca do que aqui disse.

Saudações sindicalistas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boas,</p>
<p>Li o texto com atenção. Estou de acordo com algumas conclusões e outras nem por isso. Sou activista (dirigente sindical) num sindicato na área das telecomunicações. Muito do que aqui foi escrito também se passa na estrutura sindical a que &#8216;pertenço&#8217;. O reformismo, o imobilismo e a falta de perspectivas minimamente radicais estão a &#8216;afundar&#8217; o sindicalismo. Tenho falado com uma série de companheiros sindicalizados (metro, telecomunicações, serviços de recolha de lixo, jornalismo, desenho gráfico, trabalhadores de armazéns, desempregados&#8230;) e todos nós estamos cada vez mais inclinados para começar a formar pequenos grupos de trabalho, estudo e propaganda realacionados com o sindicalismo de base, autónomo, libertário e democrático. Temas que nos interesam: Organização democrática, autogestão, assemblearismo, autonomia, federalismo, cooperativismo&#8230; Por enquanto, não pretendemos abandonar os sindicatos onde estamos. Pretendemos &#8216;educar-nos&#8217; e aprofundarmos o estudo e prática das ideias de organização autónoma e de base. Ao mesmo tempo pretendemos intoduzir essas ideias nos sindicatos onde estamos inscritos. A médio prazo gostaríamos de criar uma organização (ainda não sabemos em que parâmetros) que aglutinasse trabalhadores e desempregados que se identificassem com estas ideias (Católicos de base, libertários, assemblearistas, apoiantes de um sindicalismo de base e autónomo&#8230;). Sei que tudo isto ainda é uma ideia muito vaga&#8230; mas temos de começar por algum lado. Gostava de saber a opinião do Francisco Raposo acerca do que aqui disse.</p>
<p>Saudações sindicalistas</p>
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