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	Comentários sobre: A Apeoesp e os Exonerados na Greve de 2000	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: karto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/03/2033/#comment-870920</link>

		<dc:creator><![CDATA[karto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 23:12:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[pena a dificuldade de reunir esses processos históricos com paralelos dos últimos vinte anos, análises de conjuntas valiosas se perdem de um bloco pra outro.   Acampamento dos professores em 2013, ocupações 2016, a greve dos anos 2000. Da uma formação inteira muito interessante]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>pena a dificuldade de reunir esses processos históricos com paralelos dos últimos vinte anos, análises de conjuntas valiosas se perdem de um bloco pra outro.   Acampamento dos professores em 2013, ocupações 2016, a greve dos anos 2000. Da uma formação inteira muito interessante</p>
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		<title>
		Por: GEROLOMO, amilton. c.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/03/2033/#comment-468702</link>

		<dc:creator><![CDATA[GEROLOMO, amilton. c.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2019 20:06:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre o sindicato dos professores da rede de ensino de do Estado de São Paulo. &quot;Trabalhadores do ensino e APEOESP - Um relação de conflito (1978 - 1987)&quot; Há em pdf. (PUC - SP).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o sindicato dos professores da rede de ensino de do Estado de São Paulo. &#8220;Trabalhadores do ensino e APEOESP &#8211; Um relação de conflito (1978 &#8211; 1987)&#8221; Há em pdf. (PUC &#8211; SP).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Caio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/03/2033/#comment-46391</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 12:03:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pensando na quantidade de barulho que se consegue fazer quando se trata de estudantes universitários e, principalmente, quando se trata de alunos da USP acabei por pensar: por que não se consegue o mesmo barulho, mídia e solidariedade quando os envolvidos são os professores da rede pública? Será que também dentre os militantes se reproduziu a hierarquia da estrutura educacional oficial?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pensando na quantidade de barulho que se consegue fazer quando se trata de estudantes universitários e, principalmente, quando se trata de alunos da USP acabei por pensar: por que não se consegue o mesmo barulho, mídia e solidariedade quando os envolvidos são os professores da rede pública? Será que também dentre os militantes se reproduziu a hierarquia da estrutura educacional oficial?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: mano		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/03/2033/#comment-409</link>

		<dc:creator><![CDATA[mano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2009 13:28:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom o texto. Tal abandono apenas ocasiona o medo de outros professores em se envolver mais fervorosamente na luta da categoria. E a APEOSP? Só lamento...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o texto. Tal abandono apenas ocasiona o medo de outros professores em se envolver mais fervorosamente na luta da categoria. E a APEOSP? Só lamento&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Ronan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/03/2033/#comment-118</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ronan]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 14:25:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caros, faltou adicionar essas informações ao texto: 

Em certa altura, se discutia e se antevia a possibilidade de que se proliferassem os acampamentos por todo o Estado, inclusive, com ocupação das Diretorias de Ensino pelo interior e na capital. 

Iniciada em 2 de maio de 2000, a greve perdurou até 14 de junho, por 44 dias. Começou tendo 80% das escolas paradas e terminou com permanência de somente 11% delas parcialmente resistentes. Coincidindo com a greve das Universidades Estaduais Paulistas, notadamente a Unesp e mobilizações na Fatec, a greve conseguiu agitar o cenário ao ponto de o Governador do Estado de São Paulo, Mário Covas, se envolver pessoalmente, o Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, tomar parte nas discussões, opinarem líderes e membros destacados de partidos, se cogitar a intervenção da Polícia Federal e a mídia fazer um acompanhamento detalhado que beirou à investigação policial. Houve enfrentamentos com a tropa de choque da polícia. Por fim, com o recuo dos professores, isolados os mais ativos, o governo chamou a tropa de choque para pôr fim ao movimento, na madrugada do dia 12 de junho.

O sindicato da categoria, a APEOESP, é hoje presidido pela mesma Maria Izabel Azevedo Noronha que era presidente em 2000. Ela faz parte de um grupo que está há 30 anos no comando do sindicato.

Um pequeno grupo de professores se organizou para pressionar o sindicato a dar auxílio aos professores perseguidos e demitidos, mas foi combatido e processado pelo sindicato. 

Muito instrutivo é ler as reportagens saídas na imprensa no período: http://veja.abril.com.br/140600/p_044.html

http://veja.abril.com.br/070600/p_044.html

Há outras mais!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros, faltou adicionar essas informações ao texto: </p>
<p>Em certa altura, se discutia e se antevia a possibilidade de que se proliferassem os acampamentos por todo o Estado, inclusive, com ocupação das Diretorias de Ensino pelo interior e na capital. </p>
<p>Iniciada em 2 de maio de 2000, a greve perdurou até 14 de junho, por 44 dias. Começou tendo 80% das escolas paradas e terminou com permanência de somente 11% delas parcialmente resistentes. Coincidindo com a greve das Universidades Estaduais Paulistas, notadamente a Unesp e mobilizações na Fatec, a greve conseguiu agitar o cenário ao ponto de o Governador do Estado de São Paulo, Mário Covas, se envolver pessoalmente, o Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, tomar parte nas discussões, opinarem líderes e membros destacados de partidos, se cogitar a intervenção da Polícia Federal e a mídia fazer um acompanhamento detalhado que beirou à investigação policial. Houve enfrentamentos com a tropa de choque da polícia. Por fim, com o recuo dos professores, isolados os mais ativos, o governo chamou a tropa de choque para pôr fim ao movimento, na madrugada do dia 12 de junho.</p>
<p>O sindicato da categoria, a APEOESP, é hoje presidido pela mesma Maria Izabel Azevedo Noronha que era presidente em 2000. Ela faz parte de um grupo que está há 30 anos no comando do sindicato.</p>
<p>Um pequeno grupo de professores se organizou para pressionar o sindicato a dar auxílio aos professores perseguidos e demitidos, mas foi combatido e processado pelo sindicato. </p>
<p>Muito instrutivo é ler as reportagens saídas na imprensa no período: <a href="http://veja.abril.com.br/140600/p_044.html" rel="nofollow ugc">http://veja.abril.com.br/140600/p_044.html</a></p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/070600/p_044.html" rel="nofollow ugc">http://veja.abril.com.br/070600/p_044.html</a></p>
<p>Há outras mais!</p>
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