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	Comentários sobre: A luta dos professores portugueses (IV): entrevista com Carmelinda Pereira (CDEP)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Ronan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/03/2291/#comment-147</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ronan]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 16:13:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pela leitura desta entrevista e de outras mais, assim como, pela existência de publicações como o &lt;em&gt;A Página da Educação&lt;/em&gt;, percebe-se que em Portugal há uma organização de base por educação inexistente no Brasil. Aqui, são empresários, governos e igrejas que estão a fundar movimentos sociais pela educação, o que evidencia a ausência dos sindicatos e do professorado em geral, assim como de pais e alunos no que diz respeito à construção de um projeto e/ou discussões próprias sobre a educação. 

A exceção fica por conta do surgimento dos cursinhos populares, tocados por movimentos vários, ongs e etc. e o trabalho educativo que outros movimentos desenvolvem, como o MST, as Posses de Hip-HOP. Entretanto, todos dispersos e sem buscarem a consolidação de um movimento mais amplo. 

A situação chegou a tal patamar que nem das discussões teóricas o professorado toma conta. Sendo uma ONG, a Ação Educativa, a única a enfrentar com qualidade o debate que é tocado pelo governo e pelos empresários, que hegemonizaram hoje a agenda e as publicações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela leitura desta entrevista e de outras mais, assim como, pela existência de publicações como o <em>A Página da Educação</em>, percebe-se que em Portugal há uma organização de base por educação inexistente no Brasil. Aqui, são empresários, governos e igrejas que estão a fundar movimentos sociais pela educação, o que evidencia a ausência dos sindicatos e do professorado em geral, assim como de pais e alunos no que diz respeito à construção de um projeto e/ou discussões próprias sobre a educação. </p>
<p>A exceção fica por conta do surgimento dos cursinhos populares, tocados por movimentos vários, ongs e etc. e o trabalho educativo que outros movimentos desenvolvem, como o MST, as Posses de Hip-HOP. Entretanto, todos dispersos e sem buscarem a consolidação de um movimento mais amplo. </p>
<p>A situação chegou a tal patamar que nem das discussões teóricas o professorado toma conta. Sendo uma ONG, a Ação Educativa, a única a enfrentar com qualidade o debate que é tocado pelo governo e pelos empresários, que hegemonizaram hoje a agenda e as publicações.</p>
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