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	Comentários sobre: Professores ou Proletários? A Escola como fábrica	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/04/2589/#comment-254371</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2014 12:50:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Molina,
Já que você se interessa pelo assunto, procurei ao longo de muitos anos desenvolver um modelo de análise do ensino enquanto trabalho produtivo, produtor de mais-valia; portanto, o professor enquanto proletário explorado. A primeira formulação encontra-se no artigo «&lt;a href=&quot;http://www.rep.org.br/PDF/19-5.PDF&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;O Proletariado como produtor e como produto&lt;/a&gt;», &lt;em&gt;Revista de Economia Política&lt;/em&gt;, vol. 5, nº3, Julho-Setembro de 1985. O modelo aparece numa forma mais elaborada num artigo posterior: «&lt;a href=&quot;http://educa.fcc.org.br/pdf/edur/n09/n09a02.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;A Produção de si mesmo&lt;/a&gt;», &lt;em&gt;Educação em Revista&lt;/em&gt; (UFMG), nº 9, Julho de 1989. Depois de outros aperfeiçoamentos, ou tentativas, apresentei o modelo numa forma definitiva nas págs. 90-113 do livro &lt;a href=&quot;http://www.afoiceeomartelo.com.br/posfsa/Autores/Bernardo,%20Jo%C3%A3o/Economia%20dos%20Conflitos%20Sociais.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;em&gt;Economia dos Conflitos Sociais&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1ª edição: 1991, 2ª edição: 2009).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Molina,<br />
Já que você se interessa pelo assunto, procurei ao longo de muitos anos desenvolver um modelo de análise do ensino enquanto trabalho produtivo, produtor de mais-valia; portanto, o professor enquanto proletário explorado. A primeira formulação encontra-se no artigo «<a href="http://www.rep.org.br/PDF/19-5.PDF" rel="nofollow">O Proletariado como produtor e como produto</a>», <em>Revista de Economia Política</em>, vol. 5, nº3, Julho-Setembro de 1985. O modelo aparece numa forma mais elaborada num artigo posterior: «<a href="http://educa.fcc.org.br/pdf/edur/n09/n09a02.pdf" rel="nofollow">A Produção de si mesmo</a>», <em>Educação em Revista</em> (UFMG), nº 9, Julho de 1989. Depois de outros aperfeiçoamentos, ou tentativas, apresentei o modelo numa forma definitiva nas págs. 90-113 do livro <a href="http://www.afoiceeomartelo.com.br/posfsa/Autores/Bernardo,%20Jo%C3%A3o/Economia%20dos%20Conflitos%20Sociais.pdf" rel="nofollow"><em>Economia dos Conflitos Sociais</em></a> (1ª edição: 1991, 2ª edição: 2009).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Molina Rodrigues		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/04/2589/#comment-254267</link>

		<dc:creator><![CDATA[Molina Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2014 05:22:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O texto já tem 5 anos e me soa extremamente atual. Apesar de não suscitar muitos comentários ou debates acalorados como outros textos publicados neste site ou de não repercutir em muitas discussões, suas propostas políticas são de grande lucidez. Teoricamente seria interessante aprofundamentos. Há uma resistência enorme por parte dos professores classistas em aceitar a tese de que somos &quot;trabalho produtivo&quot;, de que há &quot;mais-valia&quot; na educação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto já tem 5 anos e me soa extremamente atual. Apesar de não suscitar muitos comentários ou debates acalorados como outros textos publicados neste site ou de não repercutir em muitas discussões, suas propostas políticas são de grande lucidez. Teoricamente seria interessante aprofundamentos. Há uma resistência enorme por parte dos professores classistas em aceitar a tese de que somos &#8220;trabalho produtivo&#8221;, de que há &#8220;mais-valia&#8221; na educação.</p>
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		<title>
		Por: Carlos Moreira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/04/2589/#comment-134007</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2013 15:40:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um aluno me disse uma vez:

&quot;PROFESSOR, PARA QUE ESTUDAR? VOU ME FORMAR, TRABALHAR E NÃO GANHAR NADA. PREFIRO METER O LOUCO&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um aluno me disse uma vez:</p>
<p>&#8220;PROFESSOR, PARA QUE ESTUDAR? VOU ME FORMAR, TRABALHAR E NÃO GANHAR NADA. PREFIRO METER O LOUCO&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Paulo Ayres		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/04/2589/#comment-104810</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Ayres]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2013 12:53:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há vários equívocos no texto sobre proletários e trabalho produtivo. Só o trabalho do professor de instituição privada é trabalho (abstrato) produtivo - os professores do ensino público são trabalhadores improdutivos (não geram mais-valia).

Outro equívoco gigantesco é colocar um sinal de igual entre proletários e assalariados. Todo proletário é assalariado, mas nem todo assalariado é proletário (e nem todo trabalhador produtivo é proletário). Assim sendo, nenhum professor é proletário. Nem mesmo os do ensino privado, pois a classe proletária é a classe dos produtores do conteúdo material da riqueza social e, simultaneamente, do valor econômico que circula no mundo (o valor que o professor privado, por exemplo, converteu em mais-valia para um capital individual já existia, não surgiu do nada, é oriundo da esfera de produção e estava apenas na forma de dinheiro antes de pagar as mensalidade da escola/faculdade).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há vários equívocos no texto sobre proletários e trabalho produtivo. Só o trabalho do professor de instituição privada é trabalho (abstrato) produtivo &#8211; os professores do ensino público são trabalhadores improdutivos (não geram mais-valia).</p>
<p>Outro equívoco gigantesco é colocar um sinal de igual entre proletários e assalariados. Todo proletário é assalariado, mas nem todo assalariado é proletário (e nem todo trabalhador produtivo é proletário). Assim sendo, nenhum professor é proletário. Nem mesmo os do ensino privado, pois a classe proletária é a classe dos produtores do conteúdo material da riqueza social e, simultaneamente, do valor econômico que circula no mundo (o valor que o professor privado, por exemplo, converteu em mais-valia para um capital individual já existia, não surgiu do nada, é oriundo da esfera de produção e estava apenas na forma de dinheiro antes de pagar as mensalidade da escola/faculdade).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manuel Baptista		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/04/2589/#comment-221</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manuel Baptista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 10:33:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os iww (INTERNATIONAL WORKERS OF THE WORD) e o sindicalismo revolucionário em geral, já desde os alvores do século passado tinham resolvido a aparente contradição e tinham-se auto-organizado em sindicatos por ramo de indústria. Assim, temos sindicatos de trabalhadores da educação onde se filiam todos os trabalhadores do ramo educação (incluíndo estudantes, desde que adultos, pois eles são futuros produtores e cada vez mais frequentemente, proletários precarizados, já no decurso dos estudos).
A chamada «esquerda» desaprendeu muita coisa, regrediu muito com o enquistamento de uma visão dos sindicatos como «correia de transmissão» (típica das correntes autoritárias), que ainda perdura (pelo menos em portugal). Essa visão do sindicalismo, foi instrumentalizar o sindicato vindo do século XIX, o sindicato por «ofícios», o sindicato «corporativo». O sindicalismo em portugal, infelizmente é largamente corporativo (está organizado por profissões na administração pública; sindicato dos professores, dos médicos, dos enfermeiros, etc...) É preciso fazer a crítica da «classe coordenadora» que controla as instâncias que teoricamente deveriam pertencer aos trabalhadores.
De resto, o artigo tem muitos pontos positivos e li-o com bastante prazer.
Solidareidade,
Manuel Baptista]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os iww (INTERNATIONAL WORKERS OF THE WORD) e o sindicalismo revolucionário em geral, já desde os alvores do século passado tinham resolvido a aparente contradição e tinham-se auto-organizado em sindicatos por ramo de indústria. Assim, temos sindicatos de trabalhadores da educação onde se filiam todos os trabalhadores do ramo educação (incluíndo estudantes, desde que adultos, pois eles são futuros produtores e cada vez mais frequentemente, proletários precarizados, já no decurso dos estudos).<br />
A chamada «esquerda» desaprendeu muita coisa, regrediu muito com o enquistamento de uma visão dos sindicatos como «correia de transmissão» (típica das correntes autoritárias), que ainda perdura (pelo menos em portugal). Essa visão do sindicalismo, foi instrumentalizar o sindicato vindo do século XIX, o sindicato por «ofícios», o sindicato «corporativo». O sindicalismo em portugal, infelizmente é largamente corporativo (está organizado por profissões na administração pública; sindicato dos professores, dos médicos, dos enfermeiros, etc&#8230;) É preciso fazer a crítica da «classe coordenadora» que controla as instâncias que teoricamente deveriam pertencer aos trabalhadores.<br />
De resto, o artigo tem muitos pontos positivos e li-o com bastante prazer.<br />
Solidareidade,<br />
Manuel Baptista</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Rodrigo Araújo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/04/2589/#comment-175</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Araújo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 22:53:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta forma de lutar, buscando a contrução de laços solidários, deve se expandir além dos limites do estado de São Paulo. 
Temos que ter em mente também que os que se beneficiam com essa política gestorial nos sindicatos farão de tudo para barrar iniciativas que estejam além de seu âmbito de atuação classista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta forma de lutar, buscando a contrução de laços solidários, deve se expandir além dos limites do estado de São Paulo.<br />
Temos que ter em mente também que os que se beneficiam com essa política gestorial nos sindicatos farão de tudo para barrar iniciativas que estejam além de seu âmbito de atuação classista.</p>
]]></content:encoded>
		
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