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	<title>
	Comentários sobre: A esquerda e a cultura	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Manuel Baptista		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/04/2703/#comment-220</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manuel Baptista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 10:09:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os conceitos de «povo», de «revolução» são diferentes consoante o projecto político; a prática social de um/a revolucionário/a é necessariamente anti-autoritária, quer explicite ou não uma posição ideológica próxima dum socialismo anti-autoritário ou de um comunismo libertário... 
«Consciencializar» o povo é um verbo muito conjugado por muitos auto-designados revolucionários; essas pessoas vivem nos/dos fumos da adulação do seu ego alienado. Que absurdo, pretender iluminar as «massas»! As pessoas, os indivíduos, nas múltiplas instâncias colectivas auto-organizadas, atingem colectivamente a compreensão possível das situações. Aliás, é completamente impossível um grupo, seja ele qual fôr, no calor da acção revolucionária, não se enganar; o erro é fatal para quem tem de agir; temos de agir com os dados do momento. Mesmo tentando dar o melhor de nós prórpios, erramos; não pode haver chefes, ou gurus, ou sábios (vanguardas...) a «iluminar» as pessoas, elas é que têm de se auto-empossar. 
Criemos as condições e sobretudo o desejo desse auto-empossamento, no que está ao alcance das nossas capacidades. Isso é a coisa mais importante para que um dia a revoluçlão triunfe. Por isso, este artigo é importante, na medida em que dá testemunho da enorme explosão social de 74-75: esta permitiu um início de auto-empossamento, mostrando que as pessoas são perfeitamente capazes de se auto-determinar, desde que percam o medo.
Solidariedade,
Manuel Baptista]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os conceitos de «povo», de «revolução» são diferentes consoante o projecto político; a prática social de um/a revolucionário/a é necessariamente anti-autoritária, quer explicite ou não uma posição ideológica próxima dum socialismo anti-autoritário ou de um comunismo libertário&#8230;<br />
«Consciencializar» o povo é um verbo muito conjugado por muitos auto-designados revolucionários; essas pessoas vivem nos/dos fumos da adulação do seu ego alienado. Que absurdo, pretender iluminar as «massas»! As pessoas, os indivíduos, nas múltiplas instâncias colectivas auto-organizadas, atingem colectivamente a compreensão possível das situações. Aliás, é completamente impossível um grupo, seja ele qual fôr, no calor da acção revolucionária, não se enganar; o erro é fatal para quem tem de agir; temos de agir com os dados do momento. Mesmo tentando dar o melhor de nós prórpios, erramos; não pode haver chefes, ou gurus, ou sábios (vanguardas&#8230;) a «iluminar» as pessoas, elas é que têm de se auto-empossar.<br />
Criemos as condições e sobretudo o desejo desse auto-empossamento, no que está ao alcance das nossas capacidades. Isso é a coisa mais importante para que um dia a revoluçlão triunfe. Por isso, este artigo é importante, na medida em que dá testemunho da enorme explosão social de 74-75: esta permitiu um início de auto-empossamento, mostrando que as pessoas são perfeitamente capazes de se auto-determinar, desde que percam o medo.<br />
Solidariedade,<br />
Manuel Baptista</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ricardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/04/2703/#comment-181</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 16:19:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De facto este testemunho é extremamente feliz e contribui bastante para compreender a dinâmica do PREC e a desmobilização que permitiu a «normalização» posterior ao 25 de Novembro. 
Espero que continues a trazer reflexões e testemunhos deste género. Até porque «a esquerda» parece nada ter aprendido e nada ter esquecido no que diz respeito ao paternalismo com que encara «as massas», «o povo» e toda a gente que não declama a cartilha do costume.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De facto este testemunho é extremamente feliz e contribui bastante para compreender a dinâmica do PREC e a desmobilização que permitiu a «normalização» posterior ao 25 de Novembro.<br />
Espero que continues a trazer reflexões e testemunhos deste género. Até porque «a esquerda» parece nada ter aprendido e nada ter esquecido no que diz respeito ao paternalismo com que encara «as massas», «o povo» e toda a gente que não declama a cartilha do costume.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: A.O.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/04/2703/#comment-179</link>

		<dc:creator><![CDATA[A.O.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 20:31:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito boa contribuição à crítica do &quot;limitantismo&quot;,o estádio supremo da alienação. Acho muito importante todos estes testemunhos, que dão logo outra vida à crítica mais teórica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boa contribuição à crítica do &#8220;limitantismo&#8221;,o estádio supremo da alienação. Acho muito importante todos estes testemunhos, que dão logo outra vida à crítica mais teórica.</p>
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