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	Comentários sobre: 1º DE MAIO &#8211; Uma cena de &#8220;A Mãe&#8221; pela Comuna, em 1978	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Gregório Curto		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gregório Curto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 00:38:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu vi esta peça e, ainda hoje, quando ouço as canções da peça revejo-a como se a tivesse visto ontem. Revivo também o período político da altura e continuo a emocionar-me. Pena que muitos encenadores, e também actores, entendam que hoje levar à cena peças deste tipo, marcadamente políticas e revolucionárias, já não tem cabimento. Como se enganam! dar relevo às lutas dos trabalhadores e do povo contra a tirania e a exploração, através do teatro, cinema, da canção ou seja lá de que forma for, nunca foi tão urgente como o é hoje! À medida que o sistema de exploração do homem pelo homem ganha maior agressividade e se torna mais brutal, maior é a necessidade da divulgação de actos de resistência à exploração e opressão!
Muitos dos que, no PREC, faziam ouvir a sua voz e as suas manifestações artísticas a favor da luta contra o capitalismo, deixaram-se adormecer pelas balelas da democracia burguesa e assumem uma posição de afastamento da luta política. Que pena!
Alguns, poucos, ainda mantém acesa a chama da liberdade a sério e, a esses, eu curvo-me em sinal de respeito pelo respeito que têm a si próprios e admiração! Olá Zé Mário, olá Helder Costa.
Gregório Curto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu vi esta peça e, ainda hoje, quando ouço as canções da peça revejo-a como se a tivesse visto ontem. Revivo também o período político da altura e continuo a emocionar-me. Pena que muitos encenadores, e também actores, entendam que hoje levar à cena peças deste tipo, marcadamente políticas e revolucionárias, já não tem cabimento. Como se enganam! dar relevo às lutas dos trabalhadores e do povo contra a tirania e a exploração, através do teatro, cinema, da canção ou seja lá de que forma for, nunca foi tão urgente como o é hoje! À medida que o sistema de exploração do homem pelo homem ganha maior agressividade e se torna mais brutal, maior é a necessidade da divulgação de actos de resistência à exploração e opressão!<br />
Muitos dos que, no PREC, faziam ouvir a sua voz e as suas manifestações artísticas a favor da luta contra o capitalismo, deixaram-se adormecer pelas balelas da democracia burguesa e assumem uma posição de afastamento da luta política. Que pena!<br />
Alguns, poucos, ainda mantém acesa a chama da liberdade a sério e, a esses, eu curvo-me em sinal de respeito pelo respeito que têm a si próprios e admiração! Olá Zé Mário, olá Helder Costa.<br />
Gregório Curto</p>
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