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	Comentários sobre: Especial Futebol (III): Futebol de Várzea &#8211; caminhos de insubordinação	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Paulo Luiz Mendonça.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7054/#comment-16123</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Luiz Mendonça.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 11:23:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ONDE ESTÃO OS  GÊNIOS DO NOSSO  BRASIL.

Será que todos os gênios do nosso país se destacaram nas artes, nos esportes, na ciência, na literatura, na política, será?  Não acho, no futebol, quantos jogadores como Pelé, garrincha, tostão, Ronaldinho, e muitos outros.
       Quantos tenistas como Maria Ester Bueno, Guga, e tantos  outros que se perdem no anonimato, na literatura quantos escritores como Jorge amado, Paulo Coelho e tantos outros, na  poesia quantos  castro Alves, Guilherme de Almeida e muitos outros, enfim quantos brasileiros não tiveram nem sequer  a chance de mostrar a sua arte. No futebol o numero de gênios que ficam esquecidos é menor,  porque o mesmo é um  esporte muito popular no nosso país, quase todos têm a chance de tentar, desde os mais abastados até os mais humildes, isso, por exemplo, não acontecem no vôlei, basquete, tênis, e outros esportes mais praticados pela elite. A maioria esmagadora dos brasileiros não teve a chance de praticar estes esportes. Quantos brasileiros nunca tocaram as mãos em uma rede de vôlei quantos nunca entraram em uma quadra de tênis, quantos nunca entraram em uma piscina para  praticar  natação. Aqui eu faço uma observação, no basquetebol  há uma incoerência bem marcante, porque nos Estados Unidos  o basquete tem em sua maioria, negros que se destacam maravilhosamente bem e são ídolos das torcidas, e ainda são os mais bem pagos financeiramente falando, aqui no nosso país quase  não vemos negros nos times deste esporte, será porque negro não pertence à elite  ou será que os brancos têm medo de concorrência, ou ainda isso seria racismo? Eu acredito que não, ou pelo menos quero crer que não há este tipo de coisa em nosso país. Penso assim porque como somos um país com a maioria esmagadora de cristãos, descriminação racial, nunca deveria estar acontecendo.
       Porque  nos preceitos de Cristo, existe a igualdade entre todos os seres humanos. Fica aqui minha duvida porque os negros se destacam em todos os esportes populares e não se destacam nos esportes  considerados de elite?  Acho que os dirigentes destes clubes como diz o ditado estão dormindo no ponto, ou seja, estão perdendo muito em não aproveitar este grande contingente que daria sem sombra de duvida uma grande força para estes esportes, aumentando nas olimpíadas os números de medalhas para o nosso país.  Também chego a uma conclusão bastante otimista, e até com um pouco de ironia, se fosse destacados todos os gênios do nosso Brasil será que haveria pódio  para todos.

Esta crônica foi extraída do livro, Crônicas Indagações e Teorias, autor Paulo Luiz Mendonça. Editora Scortecci.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ONDE ESTÃO OS  GÊNIOS DO NOSSO  BRASIL.</p>
<p>Será que todos os gênios do nosso país se destacaram nas artes, nos esportes, na ciência, na literatura, na política, será?  Não acho, no futebol, quantos jogadores como Pelé, garrincha, tostão, Ronaldinho, e muitos outros.<br />
       Quantos tenistas como Maria Ester Bueno, Guga, e tantos  outros que se perdem no anonimato, na literatura quantos escritores como Jorge amado, Paulo Coelho e tantos outros, na  poesia quantos  castro Alves, Guilherme de Almeida e muitos outros, enfim quantos brasileiros não tiveram nem sequer  a chance de mostrar a sua arte. No futebol o numero de gênios que ficam esquecidos é menor,  porque o mesmo é um  esporte muito popular no nosso país, quase todos têm a chance de tentar, desde os mais abastados até os mais humildes, isso, por exemplo, não acontecem no vôlei, basquete, tênis, e outros esportes mais praticados pela elite. A maioria esmagadora dos brasileiros não teve a chance de praticar estes esportes. Quantos brasileiros nunca tocaram as mãos em uma rede de vôlei quantos nunca entraram em uma quadra de tênis, quantos nunca entraram em uma piscina para  praticar  natação. Aqui eu faço uma observação, no basquetebol  há uma incoerência bem marcante, porque nos Estados Unidos  o basquete tem em sua maioria, negros que se destacam maravilhosamente bem e são ídolos das torcidas, e ainda são os mais bem pagos financeiramente falando, aqui no nosso país quase  não vemos negros nos times deste esporte, será porque negro não pertence à elite  ou será que os brancos têm medo de concorrência, ou ainda isso seria racismo? Eu acredito que não, ou pelo menos quero crer que não há este tipo de coisa em nosso país. Penso assim porque como somos um país com a maioria esmagadora de cristãos, descriminação racial, nunca deveria estar acontecendo.<br />
       Porque  nos preceitos de Cristo, existe a igualdade entre todos os seres humanos. Fica aqui minha duvida porque os negros se destacam em todos os esportes populares e não se destacam nos esportes  considerados de elite?  Acho que os dirigentes destes clubes como diz o ditado estão dormindo no ponto, ou seja, estão perdendo muito em não aproveitar este grande contingente que daria sem sombra de duvida uma grande força para estes esportes, aumentando nas olimpíadas os números de medalhas para o nosso país.  Também chego a uma conclusão bastante otimista, e até com um pouco de ironia, se fosse destacados todos os gênios do nosso Brasil será que haveria pódio  para todos.</p>
<p>Esta crônica foi extraída do livro, Crônicas Indagações e Teorias, autor Paulo Luiz Mendonça. Editora Scortecci.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marco Antonio Caetano		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7054/#comment-12965</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Caetano]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 21:29:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Conheça o nosso Site:

www.futebolamadordeminas.com

Prestação de Serviços Gratuitos ao Futebol Amador de Minas Gerais

Um abraço do amigo,
Marco Antônio
Contagem - MG]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça o nosso Site:</p>
<p><a href="http://www.futebolamadordeminas.com" rel="nofollow ugc">http://www.futebolamadordeminas.com</a></p>
<p>Prestação de Serviços Gratuitos ao Futebol Amador de Minas Gerais</p>
<p>Um abraço do amigo,<br />
Marco Antônio<br />
Contagem &#8211; MG</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: lucas beletato		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7054/#comment-10007</link>

		<dc:creator><![CDATA[lucas beletato]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2010 20:30:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que é futebol de varzea?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é futebol de varzea?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Douglas Anfra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7054/#comment-903</link>

		<dc:creator><![CDATA[Douglas Anfra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:04:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=7054#comment-903</guid>

					<description><![CDATA[Caro
Faço uma recomendação, não sei se conhece uma peça de teatro do Vianinha chamada Chapetuba Futebol clube: http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=espetaculos_biografia&#038;cd_verbete=588
Das primeiras peças do teatro de arena, o teatro político paulista dos anos sessenta que trata da relação entre o futebol de várzea, as divisões menores e a divisão principal de futebol a partir da pensão e do vestiário dos jogadores com inspiraão numa crítica marxista.
É muito interessante e acho que vai bem no espírito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro<br />
Faço uma recomendação, não sei se conhece uma peça de teatro do Vianinha chamada Chapetuba Futebol clube: <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=espetaculos_biografia&#038;cd_verbete=588" rel="nofollow ugc">http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=espetaculos_biografia&#038;cd_verbete=588</a><br />
Das primeiras peças do teatro de arena, o teatro político paulista dos anos sessenta que trata da relação entre o futebol de várzea, as divisões menores e a divisão principal de futebol a partir da pensão e do vestiário dos jogadores com inspiraão numa crítica marxista.<br />
É muito interessante e acho que vai bem no espírito.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Francisco de Moura Pinheiro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7054/#comment-841</link>

		<dc:creator><![CDATA[Francisco de Moura Pinheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 17:30:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=7054#comment-841</guid>

					<description><![CDATA[Os textos postados são sensacionais. A fotografia do campo de várzea, então, é uma obra de arte. Aquela árvore plantada no meio do terreno de jogo poderia muito bem ser vista como uma espécie de zagueiro da natureza, defendendo o minifúndio que lhe resta numa desenfreada invasão humana, em busca de um lazer que a sociedade nega aos excluídos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os textos postados são sensacionais. A fotografia do campo de várzea, então, é uma obra de arte. Aquela árvore plantada no meio do terreno de jogo poderia muito bem ser vista como uma espécie de zagueiro da natureza, defendendo o minifúndio que lhe resta numa desenfreada invasão humana, em busca de um lazer que a sociedade nega aos excluídos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: D.Caribe		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7054/#comment-835</link>

		<dc:creator><![CDATA[D.Caribe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 01:35:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=7054#comment-835</guid>

					<description><![CDATA[Muito bom texto! Me fez lembrar várias coisas.

Uma delas é a mudança do “perfil” do jogador ao passar do tempo, promovida pela profissionalização do futebol. Antes o jogador de futebol era a figura do “malando” nos meios esportivos, aquele sujeito que negava o mundo do trabalho, ou pelo menos sua disciplina. Fazia isso por ter conhecimento da sua atividade além dos patrões. Hoje há uma “evangelização” do futebol, onde os jogadores são disciplinados desde a infância, muitas vezes com o uso da religião mesmo. Esse processo é mais brutal, por ser mais eficiente, do que o uso dos psicólogos.

Outra coisa que sempre me lembro nesses assuntos todos, é a existência de um time, chamando Ypiranga, um dos mais antigos de Salvador, hoje praticamente extinto, que ganhou quase tudo entre as décadas de 30 e 40 se não me engano, por aqui na Bahia. Seu apelido era “o mais querido” de tão popular que era. Foi um clube fundado por trabalhadores de Salvador, a maioria pescadores, com vinculo muito forte com os bairros populares. Seus jogadores eram, em sua grande maioria, negros, e o seu ídolo maior (dizem até que foi um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, vai lá saber!), era Popó. Em um certo momento os outros times, todos da elite, fundados entre os bairros da Graça e Barra, inclusive o meu Vitória, se recusaram a jogar o mesmo campeonato que o Ypiranga. Racismo, com certeza! Diferenciação entre as classes? Sem dúvidas! Mas desconfio que o maior motivo tenha sido a disparidade de qualidade. O Ypiranga naquele momento era muito mais time, porque era popular.

Por último, é nítido que nos bairros populares o futebol é o elemento que agrega mais a comunidade. Hoje as torcidas organizadas conseguem juntar a juventude com maior força e quando torcidas rivais tem “comandos” no mesmo bairro é um problema. Mas a unidade maior, que é realizada através do reforço dos laços de identidade, se dá muitas vezes pelos times amadores. As associações de bairro mais mobilizadoras são aquelas que mantêm os clubes de bairros. Os campos de futebol chegam a ser respeitados mesmo nas recentes ocupações de sem-teto, onde todos os espaços são ocupados, menos o campo de futebol, uma prova do poder de mobilização do esporte, que infelizmente nunca é utilizado para potencializar as lutas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom texto! Me fez lembrar várias coisas.</p>
<p>Uma delas é a mudança do “perfil” do jogador ao passar do tempo, promovida pela profissionalização do futebol. Antes o jogador de futebol era a figura do “malando” nos meios esportivos, aquele sujeito que negava o mundo do trabalho, ou pelo menos sua disciplina. Fazia isso por ter conhecimento da sua atividade além dos patrões. Hoje há uma “evangelização” do futebol, onde os jogadores são disciplinados desde a infância, muitas vezes com o uso da religião mesmo. Esse processo é mais brutal, por ser mais eficiente, do que o uso dos psicólogos.</p>
<p>Outra coisa que sempre me lembro nesses assuntos todos, é a existência de um time, chamando Ypiranga, um dos mais antigos de Salvador, hoje praticamente extinto, que ganhou quase tudo entre as décadas de 30 e 40 se não me engano, por aqui na Bahia. Seu apelido era “o mais querido” de tão popular que era. Foi um clube fundado por trabalhadores de Salvador, a maioria pescadores, com vinculo muito forte com os bairros populares. Seus jogadores eram, em sua grande maioria, negros, e o seu ídolo maior (dizem até que foi um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, vai lá saber!), era Popó. Em um certo momento os outros times, todos da elite, fundados entre os bairros da Graça e Barra, inclusive o meu Vitória, se recusaram a jogar o mesmo campeonato que o Ypiranga. Racismo, com certeza! Diferenciação entre as classes? Sem dúvidas! Mas desconfio que o maior motivo tenha sido a disparidade de qualidade. O Ypiranga naquele momento era muito mais time, porque era popular.</p>
<p>Por último, é nítido que nos bairros populares o futebol é o elemento que agrega mais a comunidade. Hoje as torcidas organizadas conseguem juntar a juventude com maior força e quando torcidas rivais tem “comandos” no mesmo bairro é um problema. Mas a unidade maior, que é realizada através do reforço dos laços de identidade, se dá muitas vezes pelos times amadores. As associações de bairro mais mobilizadoras são aquelas que mantêm os clubes de bairros. Os campos de futebol chegam a ser respeitados mesmo nas recentes ocupações de sem-teto, onde todos os espaços são ocupados, menos o campo de futebol, uma prova do poder de mobilização do esporte, que infelizmente nunca é utilizado para potencializar as lutas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: denise abramo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7054/#comment-795</link>

		<dc:creator><![CDATA[denise abramo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 17:53:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=7054#comment-795</guid>

					<description><![CDATA[as políticas de segregação, de &#039;exclusão&#039;, nunca impediram que os trabalhadores desenvolvessem suas próprias formas de sociabilidade, apontando para uma experiência que mostra sim ser possível a auto-organização dos &quot;de baixo&quot;, de uma forma igualitária e nova, diferente dos &quot;de cima&quot; (sempre preocupados em privatizar, separar e lucrar até com o lazer). 

eles trouxeram o &quot;foot-ball&quot; da gringa para cá - para eles jogarem, só entre eles, do jeito deles. muito antes disso os povos que já viviam por aqui jogavam &#039;jogos de bola&#039;, como relatam os registros da época. 

o futebol é do povo (apesar da nike, da fifa etc.)

viva nós, contra eles!

viva a insubordinação!

::]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>as políticas de segregação, de &#8216;exclusão&#8217;, nunca impediram que os trabalhadores desenvolvessem suas próprias formas de sociabilidade, apontando para uma experiência que mostra sim ser possível a auto-organização dos &#8220;de baixo&#8221;, de uma forma igualitária e nova, diferente dos &#8220;de cima&#8221; (sempre preocupados em privatizar, separar e lucrar até com o lazer). </p>
<p>eles trouxeram o &#8220;foot-ball&#8221; da gringa para cá &#8211; para eles jogarem, só entre eles, do jeito deles. muito antes disso os povos que já viviam por aqui jogavam &#8216;jogos de bola&#8217;, como relatam os registros da época. </p>
<p>o futebol é do povo (apesar da nike, da fifa etc.)</p>
<p>viva nós, contra eles!</p>
<p>viva a insubordinação!</p>
<p>::</p>
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