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	Comentários sobre: Universidades paulistas (II): A UNIVESP e o PDI	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Amaral		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7128/#comment-245050</link>

		<dc:creator><![CDATA[Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Aug 2014 17:34:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Relato verdadeiro de uma sala de aula:

Todos se apresentam no curso de licenciatura e logo a maioria vai desfilando seus diplomas de graduação, pós, mestrado.

Alguns estão há anos dando aulas e APARECEM LÁ NA TURMA DE ALUNOS DA UNIVESP, para fazer o que?

Quer dizer o sujeito é tem mestrado, pós, dá aulas e NÃO CONSEGUE PAGAR UMA LICENCIATURA DE MATEMÁTICA?

Que custa 300,00 reais por mês?  Deduzível no imposto de renda.

Será que eles acham que nós o povo somos idiotas?

Dai vc vai conversando e os alunos são divididos em grupos: Dai aparecem os infiltrados, que se postam como condutores de uma tema e os alunos, QUE SACO, tem que aturar a baboseira deles de conduzir o projeto para a temática que eles acham que funciona. O ALUNO NÃO TEM LIBERDADE EDUCACIONAL. ESTÁ SENDO FORMADO COM IDEIAS POLÍTICAS DE UM SÓ PARTIDO.

Conclusão: Parece de graça o curso, mas o preço é aturar essas pessoas chatas que tentam fazer debate.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Relato verdadeiro de uma sala de aula:</p>
<p>Todos se apresentam no curso de licenciatura e logo a maioria vai desfilando seus diplomas de graduação, pós, mestrado.</p>
<p>Alguns estão há anos dando aulas e APARECEM LÁ NA TURMA DE ALUNOS DA UNIVESP, para fazer o que?</p>
<p>Quer dizer o sujeito é tem mestrado, pós, dá aulas e NÃO CONSEGUE PAGAR UMA LICENCIATURA DE MATEMÁTICA?</p>
<p>Que custa 300,00 reais por mês?  Deduzível no imposto de renda.</p>
<p>Será que eles acham que nós o povo somos idiotas?</p>
<p>Dai vc vai conversando e os alunos são divididos em grupos: Dai aparecem os infiltrados, que se postam como condutores de uma tema e os alunos, QUE SACO, tem que aturar a baboseira deles de conduzir o projeto para a temática que eles acham que funciona. O ALUNO NÃO TEM LIBERDADE EDUCACIONAL. ESTÁ SENDO FORMADO COM IDEIAS POLÍTICAS DE UM SÓ PARTIDO.</p>
<p>Conclusão: Parece de graça o curso, mas o preço é aturar essas pessoas chatas que tentam fazer debate.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Amaral		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7128/#comment-245047</link>

		<dc:creator><![CDATA[Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Aug 2014 17:27:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bom então, queridos, 

Estamos hoje na UNIVESP, que já é uma realidade.

Um vestibular que custa R$ 100,00 para afastar os pobres, porém entre os alunos há um grupo de infiltrados que são colocados como se fossem alunos, para gerar debate sobre os temas que eles querem impor aos alunos.

É tão rídiculo o tucaninho que ganhou cargo, infiltrado, no meio dos alunos, querendo ser o ditador ou condutor de temas, tirando a liberdade dos alunos. DEIXA O ALUNO SER ALUNO.

Só não percebe a manipulação quem não é politizado e mesmo assim os politizados são acusados de teoricos da conspiração, mas se o estado quer realmente criar uma universidade, que a crie e não a deixe se contaminar com uma só política.

Esperamos que a univesp acabe com os tais projetos integradores, que na verdade são de fundos políticos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom então, queridos, </p>
<p>Estamos hoje na UNIVESP, que já é uma realidade.</p>
<p>Um vestibular que custa R$ 100,00 para afastar os pobres, porém entre os alunos há um grupo de infiltrados que são colocados como se fossem alunos, para gerar debate sobre os temas que eles querem impor aos alunos.</p>
<p>É tão rídiculo o tucaninho que ganhou cargo, infiltrado, no meio dos alunos, querendo ser o ditador ou condutor de temas, tirando a liberdade dos alunos. DEIXA O ALUNO SER ALUNO.</p>
<p>Só não percebe a manipulação quem não é politizado e mesmo assim os politizados são acusados de teoricos da conspiração, mas se o estado quer realmente criar uma universidade, que a crie e não a deixe se contaminar com uma só política.</p>
<p>Esperamos que a univesp acabe com os tais projetos integradores, que na verdade são de fundos políticos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Guma		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7128/#comment-800</link>

		<dc:creator><![CDATA[Guma]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 22:46:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[uma coisa que esqueci...cinco, é o número de atos que fizemos na cidade (fora da UNESP)...

Dentro da UNESP, fizemos três atos por mês, na média!!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>uma coisa que esqueci&#8230;cinco, é o número de atos que fizemos na cidade (fora da UNESP)&#8230;</p>
<p>Dentro da UNESP, fizemos três atos por mês, na média!!!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Guma		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7128/#comment-799</link>

		<dc:creator><![CDATA[Guma]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 22:36:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rodolfo,

uma de nossas preocupações centrais é ligarmo-nos às demandas da cidade.

Este ano em Marília fizemos cinco atos, construímos um Comitê de Luta Contra os Efeitos da Crise, entramos em contato com sindicatos, panfletamos junto aos trabalhadores e aos secundaristas, fomos à Câmara Municipal (onde tivemos acesso à tribuna, e os vereadores votaram moção de apoio a nossa greve).

Além disso,

nossa greve tinha atividades diárias: filmes, debates, oficinas, etc.

Não mais que cinco marilienses vieram participar destas!!!!

que a universidade é fechada aos pobre, é fato.

mas é bastante difícil abrir-se...

o proceso deve ser mais longo, constante e subterrâneo.

Os anos de liberalismos imprimiram nas mentes das pessoas que o público é ruim e o privado é bom. Em matéria de universidade, as referências são sempre àquelas particulares, por exemplo, em Marília, a UNIMAR...

desconstruir isto irá nos demandar muitas, muitas, muitas ações.......

Não é verdade, Rodolfo, que nós não discutimos a UNIVESP com um viés conceitual claro em relação ao que é ou não é educação e a seus impactos na formação dos filhos dos pobres.



Nosso movimento (estudantil e atual, de greve na UNESP-Marília) tem muito a melhorar, o que eu estou de pleno acordo.

Peço que suas críticas sejam  sempre feitas, mas com maior  entendimento do que está ou não a dar-se!

Valeu]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rodolfo,</p>
<p>uma de nossas preocupações centrais é ligarmo-nos às demandas da cidade.</p>
<p>Este ano em Marília fizemos cinco atos, construímos um Comitê de Luta Contra os Efeitos da Crise, entramos em contato com sindicatos, panfletamos junto aos trabalhadores e aos secundaristas, fomos à Câmara Municipal (onde tivemos acesso à tribuna, e os vereadores votaram moção de apoio a nossa greve).</p>
<p>Além disso,</p>
<p>nossa greve tinha atividades diárias: filmes, debates, oficinas, etc.</p>
<p>Não mais que cinco marilienses vieram participar destas!!!!</p>
<p>que a universidade é fechada aos pobre, é fato.</p>
<p>mas é bastante difícil abrir-se&#8230;</p>
<p>o proceso deve ser mais longo, constante e subterrâneo.</p>
<p>Os anos de liberalismos imprimiram nas mentes das pessoas que o público é ruim e o privado é bom. Em matéria de universidade, as referências são sempre àquelas particulares, por exemplo, em Marília, a UNIMAR&#8230;</p>
<p>desconstruir isto irá nos demandar muitas, muitas, muitas ações&#8230;&#8230;.</p>
<p>Não é verdade, Rodolfo, que nós não discutimos a UNIVESP com um viés conceitual claro em relação ao que é ou não é educação e a seus impactos na formação dos filhos dos pobres.</p>
<p>Nosso movimento (estudantil e atual, de greve na UNESP-Marília) tem muito a melhorar, o que eu estou de pleno acordo.</p>
<p>Peço que suas críticas sejam  sempre feitas, mas com maior  entendimento do que está ou não a dar-se!</p>
<p>Valeu</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodolfo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7128/#comment-796</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodolfo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 21:05:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=7128#comment-796</guid>

					<description><![CDATA[O que eu vejo nas atuais mudanças do Serra é a tentativa de se fazer de uma universidade que virou propriedade particular de seus gestores internos uma universidade mais rentável e funcional para o sistema mercantil. A questão está ai: há muitos descontentes com a universidade porque ela não serve adequadamente às empresas e não serve aos movimentos sociais. 

Meu caro, vocês podem colocar no plano do discurso que são a favor disso ou daquilo, mas a luta prática tem sido somente contra o governo e em defesa da universidade existente. É isso que explica, por exemplo, que nos eventos dentro da universidade, segundo consta do blog, nenhum professor da rede pública, aluno ou pai tem sido chamado a dar a sua voz. Procedem a discussão sobre a UNIVESP somente no campo de um embate entre universidade/governo. Nem nos momentos de luta a universidade se abre aos movimentos sociais, à participação popular, permanece no culto ao doutorismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que eu vejo nas atuais mudanças do Serra é a tentativa de se fazer de uma universidade que virou propriedade particular de seus gestores internos uma universidade mais rentável e funcional para o sistema mercantil. A questão está ai: há muitos descontentes com a universidade porque ela não serve adequadamente às empresas e não serve aos movimentos sociais. </p>
<p>Meu caro, vocês podem colocar no plano do discurso que são a favor disso ou daquilo, mas a luta prática tem sido somente contra o governo e em defesa da universidade existente. É isso que explica, por exemplo, que nos eventos dentro da universidade, segundo consta do blog, nenhum professor da rede pública, aluno ou pai tem sido chamado a dar a sua voz. Procedem a discussão sobre a UNIVESP somente no campo de um embate entre universidade/governo. Nem nos momentos de luta a universidade se abre aos movimentos sociais, à participação popular, permanece no culto ao doutorismo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Guma		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7128/#comment-784</link>

		<dc:creator><![CDATA[Guma]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 13:44:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=7128#comment-784</guid>

					<description><![CDATA[Você está certo em algumas constatações, mas errado na análise dos motivos.

Se repetir iéias, ou antes, reforça-las é ruim, então paremos de conversar. Este texto foi elaborado para os calouros da UNESP-Marília; a repretição serve para que eles bem saibam o teor dos ataques...e parece que este texto contribuiu com a mobilização, não só em Marília, mas em outras UNESP&#039;s, se considerarmos os informes que tenho.

Quanto a mobilização, um setor da burocracia, de fato, sentiu-se agredido com os Decretos. Mas as coloções que você faz disto são equivocadas.

Os militantes mais ativos do M.E. são, em praticamente sua totalidade, comunistas ou anarquistas. E poucos dentre nós defendemos a universidade ou a sociedade tal qual ela é. 

Mas, ao contrário do que seu texto dá a entender, não temos vara de condão, tampouco nossas palavras são mel!

Temos assembléias, discussões, estudantes reacionários, etc. 

Não fazemos o que queremos.

 Em Marília, por exemplo, propunhamos a estatização das universidades particulares como forma de sanar os problemas de acesso à universidade.....perdemos e isto teve de sair de nossa pauta de reivindicações.

Você está certo: não é com bravatas que construimos uma universiade popular....tampouco é com criticas rasas.

Acho que você deveria ler novamente meu &quot;longo texto&quot;....são vários os momentos onde defendo a mudança da estrutura da universidade...

Obviamente, o texto não é perfeito. Mas lembremos seu objetivos: informar acerca das reformas universitárias em andamento.

Doutro lado, em referência à privatização....a universidade há tempos está privatizada na prática...mas isto não era institucional; o que Serra quer fazer é tornar isto institucional, &quot;política de estado&quot;; e há uma grande diferença entre um e outro. É preciso colocar claramente esta questão, mesmo porque a maior parte dos estudantes é democrata, no sentido legalista. Assim, quando colocamos nestes termos, isto enfurece a massa estudantil, que efende que, se a universidade é pública em acesso e financiamneto, também o deve ser em meios (democratizaçao da gestão) e fins (apropriação e objetivo o conhecimento produzido).


acho que é isto.

caso queira discutir mais profundamente, requisite meu mail.

E não se esqueça que o M.E. é, sobretudo, pequeno-burguês. Os estudantes classistas extraem o que conseguem dele. Mas nem tudo é possível, infelizmente!

&quot;Repetindo&quot;, o M.E. não é revolucionário, muito simplesmente porque o grosso dos estudantes também não o é. Nunca se esqueça disto. É impossível tirar leite de pedra, mas fazemos o que as coisas  nos permitem.

valeu!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você está certo em algumas constatações, mas errado na análise dos motivos.</p>
<p>Se repetir iéias, ou antes, reforça-las é ruim, então paremos de conversar. Este texto foi elaborado para os calouros da UNESP-Marília; a repretição serve para que eles bem saibam o teor dos ataques&#8230;e parece que este texto contribuiu com a mobilização, não só em Marília, mas em outras UNESP&#8217;s, se considerarmos os informes que tenho.</p>
<p>Quanto a mobilização, um setor da burocracia, de fato, sentiu-se agredido com os Decretos. Mas as coloções que você faz disto são equivocadas.</p>
<p>Os militantes mais ativos do M.E. são, em praticamente sua totalidade, comunistas ou anarquistas. E poucos dentre nós defendemos a universidade ou a sociedade tal qual ela é. </p>
<p>Mas, ao contrário do que seu texto dá a entender, não temos vara de condão, tampouco nossas palavras são mel!</p>
<p>Temos assembléias, discussões, estudantes reacionários, etc. </p>
<p>Não fazemos o que queremos.</p>
<p> Em Marília, por exemplo, propunhamos a estatização das universidades particulares como forma de sanar os problemas de acesso à universidade&#8230;..perdemos e isto teve de sair de nossa pauta de reivindicações.</p>
<p>Você está certo: não é com bravatas que construimos uma universiade popular&#8230;.tampouco é com criticas rasas.</p>
<p>Acho que você deveria ler novamente meu &#8220;longo texto&#8221;&#8230;.são vários os momentos onde defendo a mudança da estrutura da universidade&#8230;</p>
<p>Obviamente, o texto não é perfeito. Mas lembremos seu objetivos: informar acerca das reformas universitárias em andamento.</p>
<p>Doutro lado, em referência à privatização&#8230;.a universidade há tempos está privatizada na prática&#8230;mas isto não era institucional; o que Serra quer fazer é tornar isto institucional, &#8220;política de estado&#8221;; e há uma grande diferença entre um e outro. É preciso colocar claramente esta questão, mesmo porque a maior parte dos estudantes é democrata, no sentido legalista. Assim, quando colocamos nestes termos, isto enfurece a massa estudantil, que efende que, se a universidade é pública em acesso e financiamneto, também o deve ser em meios (democratizaçao da gestão) e fins (apropriação e objetivo o conhecimento produzido).</p>
<p>acho que é isto.</p>
<p>caso queira discutir mais profundamente, requisite meu mail.</p>
<p>E não se esqueça que o M.E. é, sobretudo, pequeno-burguês. Os estudantes classistas extraem o que conseguem dele. Mas nem tudo é possível, infelizmente!</p>
<p>&#8220;Repetindo&#8221;, o M.E. não é revolucionário, muito simplesmente porque o grosso dos estudantes também não o é. Nunca se esqueça disto. É impossível tirar leite de pedra, mas fazemos o que as coisas  nos permitem.</p>
<p>valeu!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodolfo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/06/7128/#comment-767</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodolfo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 19:34:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=7128#comment-767</guid>

					<description><![CDATA[Meu caro, li com toda a paciência o seu longo texto e ele é muito repetitivo. Repete a mesma idéia várias vezes dentro do texto e repete idéias que você publicou no texto anterior. 

Uma universidade ligada aos interesses populares não surge somente com a publicação de textos e proclamações verbais. Quando um movimento estudantil fica mais de 50 dias em ocupação para, dentre outros, defender interesses de reitores, de diretores, professores e toda uma burocracia interna da universidade, mas não se mobiliza contra a exploração de trabalhadores precarizados/terceirizados na USP, contra a exploração da prostituição nos portôes da USP, contra o fato de a USP não fornecer educação para seus funcionários e para seus filhos etc devemos raciocinar melhor.   

Interessante comparar que houve 15 mil em 2007 mas poucos se mobilizam hoje contra demissão do sindicalista Brandão. A razão é que o decreto de Serra ia contra o interesse de toda uma burocracia universitária, que defende a ferro e fogo a bandeira da autonomia porque essa permite a essa mesma burocracia se apropriar da universidade a seu bel prazer. Deixa dessa besteira de privatização da universidade pois ela já é privada faz muito tempo e dela não se apropria somente as empresas que não querem.

Quase não há indicativos populares em todo o seu texto. O prisma adotado ai e que o texto defende ardorosamente é o da universidade existente. Uma defesa descarada porque assistir tv em grupo é, com certeza, melhor do que muitas da aulas e cursos ofertados pela Unesp atualmente. Voce acaba se enleando na briga que há entre as tecnocracias internas. Vai contra a turma de Serra mas dando apoio aos tecnocratas atuais e empossados na universidade. 

Ser contra a universidade elitista e contra a universidade tecnicista pode significar somente a defesa de uma universidade voltada toda ela para sí própria, para suas burocracias internas. A universidade que existe hoje, se não trabalha para as empresas e para o governo, forma somente pessoas para a própria universidade. Poucos indicativos populares há ai, prioritariamente, o movimento estudantil que luta pela manutenção social dos pobres na universidade. Não dá pra falar de universidade popular e, ao mesmo tempo, ficar fazendo a apologia intelectual e prática da tecnocracia que se apropriou da universidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro, li com toda a paciência o seu longo texto e ele é muito repetitivo. Repete a mesma idéia várias vezes dentro do texto e repete idéias que você publicou no texto anterior. </p>
<p>Uma universidade ligada aos interesses populares não surge somente com a publicação de textos e proclamações verbais. Quando um movimento estudantil fica mais de 50 dias em ocupação para, dentre outros, defender interesses de reitores, de diretores, professores e toda uma burocracia interna da universidade, mas não se mobiliza contra a exploração de trabalhadores precarizados/terceirizados na USP, contra a exploração da prostituição nos portôes da USP, contra o fato de a USP não fornecer educação para seus funcionários e para seus filhos etc devemos raciocinar melhor.   </p>
<p>Interessante comparar que houve 15 mil em 2007 mas poucos se mobilizam hoje contra demissão do sindicalista Brandão. A razão é que o decreto de Serra ia contra o interesse de toda uma burocracia universitária, que defende a ferro e fogo a bandeira da autonomia porque essa permite a essa mesma burocracia se apropriar da universidade a seu bel prazer. Deixa dessa besteira de privatização da universidade pois ela já é privada faz muito tempo e dela não se apropria somente as empresas que não querem.</p>
<p>Quase não há indicativos populares em todo o seu texto. O prisma adotado ai e que o texto defende ardorosamente é o da universidade existente. Uma defesa descarada porque assistir tv em grupo é, com certeza, melhor do que muitas da aulas e cursos ofertados pela Unesp atualmente. Voce acaba se enleando na briga que há entre as tecnocracias internas. Vai contra a turma de Serra mas dando apoio aos tecnocratas atuais e empossados na universidade. </p>
<p>Ser contra a universidade elitista e contra a universidade tecnicista pode significar somente a defesa de uma universidade voltada toda ela para sí própria, para suas burocracias internas. A universidade que existe hoje, se não trabalha para as empresas e para o governo, forma somente pessoas para a própria universidade. Poucos indicativos populares há ai, prioritariamente, o movimento estudantil que luta pela manutenção social dos pobres na universidade. Não dá pra falar de universidade popular e, ao mesmo tempo, ficar fazendo a apologia intelectual e prática da tecnocracia que se apropriou da universidade.</p>
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