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	Comentários sobre: Fahrenheit 451 &#8211; a temperatura a que o livro arde	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Renata		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/07/8864/#comment-44269</link>

		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 15:54:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu juro que também não consigo entender como que alguém pode vender uma imagem que não é a tua.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu juro que também não consigo entender como que alguém pode vender uma imagem que não é a tua.</p>
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		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/07/8864/#comment-44265</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 14:54:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E eu cá fico a me perguntar, qual o valor da arte? Seja livros, fotos...
Curioso o pedido de $direitos autorais$ para um site que não tem fins comerciais, não possui propagandas, e que logo abaixo esclarece que funciona com Copyleft (livre reprodução para fins não comerciais)
E os fotógrafos pedem autorização para as coisas que fotografam? Sejam paisagens &quot;mortas&quot; ou &quot;vivas&quot;? Sejam árvores, montanhas ou pessoas?
Recordo-me de uma manifestação em que fui, umas dessas políticas (pela libertação de algum militante, contra a privatização de algo, pela diminuição do valor do transporte, pelo aumento de direitos, enfim, uma manifestação política em prol de um coletivo)... e me dirigi a um fotógrafo conhecido nestes meios (pois está sempre a clicar em manifestações políticas) pedindo-lhe se poderia repassar uma ou outra foto pois eu pretendia fazer um breve escrito e ajudaria a ilustrar a situação. 
A resposta do fotógrafo-militante (e aí o fotógrafo vai como substantivo e não adjetivo), era que neste caso não poderia, pois ele estava lá a trabalho e, portanto, havia direitos autoriais pelas fotografias, pagas por um grande portal da internet. 
Tentei argumentar que poderia ser as que ele não venderia e que daríamos os créditos pela fotografia mesmo assim (ou usaríamos pseudônimo se ele assim achasse melhor)... não adiantou. 
Numa última tentativa pedi o nome do site, pois, de repente, poderia pegar as fotos que já tivessem sido publicadas e devidamente daria os créditos pelas fotos e local que as pagou... mais uma negativa.
Curioso que o fotógrafo-militante não tenha pedido a autorização de nenhuma pessoa que lá estava para clicá-las e depois vender seus cliques.
Enfim, qual a função da arte?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E eu cá fico a me perguntar, qual o valor da arte? Seja livros, fotos&#8230;<br />
Curioso o pedido de $direitos autorais$ para um site que não tem fins comerciais, não possui propagandas, e que logo abaixo esclarece que funciona com Copyleft (livre reprodução para fins não comerciais)<br />
E os fotógrafos pedem autorização para as coisas que fotografam? Sejam paisagens &#8220;mortas&#8221; ou &#8220;vivas&#8221;? Sejam árvores, montanhas ou pessoas?<br />
Recordo-me de uma manifestação em que fui, umas dessas políticas (pela libertação de algum militante, contra a privatização de algo, pela diminuição do valor do transporte, pelo aumento de direitos, enfim, uma manifestação política em prol de um coletivo)&#8230; e me dirigi a um fotógrafo conhecido nestes meios (pois está sempre a clicar em manifestações políticas) pedindo-lhe se poderia repassar uma ou outra foto pois eu pretendia fazer um breve escrito e ajudaria a ilustrar a situação.<br />
A resposta do fotógrafo-militante (e aí o fotógrafo vai como substantivo e não adjetivo), era que neste caso não poderia, pois ele estava lá a trabalho e, portanto, havia direitos autoriais pelas fotografias, pagas por um grande portal da internet.<br />
Tentei argumentar que poderia ser as que ele não venderia e que daríamos os créditos pela fotografia mesmo assim (ou usaríamos pseudônimo se ele assim achasse melhor)&#8230; não adiantou.<br />
Numa última tentativa pedi o nome do site, pois, de repente, poderia pegar as fotos que já tivessem sido publicadas e devidamente daria os créditos pelas fotos e local que as pagou&#8230; mais uma negativa.<br />
Curioso que o fotógrafo-militante não tenha pedido a autorização de nenhuma pessoa que lá estava para clicá-las e depois vender seus cliques.<br />
Enfim, qual a função da arte?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Valter Jacinto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/07/8864/#comment-44213</link>

		<dc:creator><![CDATA[Valter Jacinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 11:31:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá,

Não autorizo o uso da minha foto no seu site de forma gratuita.

Se a quiser manter deve pagar os direitos de autor.

Cumprimentos,
Valter]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Não autorizo o uso da minha foto no seu site de forma gratuita.</p>
<p>Se a quiser manter deve pagar os direitos de autor.</p>
<p>Cumprimentos,<br />
Valter</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: angelica		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/07/8864/#comment-1438</link>

		<dc:creator><![CDATA[angelica]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 13:13:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[voi muito legal amei !!!!!!!!!!!!!!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>voi muito legal amei !!!!!!!!!!!!!!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Douglas Anfra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/07/8864/#comment-1145</link>

		<dc:creator><![CDATA[Douglas Anfra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 19:11:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Me lembrei de dois tópicos aparentemente equívocos de Marx, ou que teriam mudado. Ao pensar sobre a perca de bens culturais e sociais designados genericamente como desenvolvimento das forças produtivas adquiridas, Marx na &quot;Ideologia alemã&quot; e nos &quot;Grundrisse&quot; citava o exemplo dos cartagineses e da técnica do uso da prata no que era a espanha romana, para dar um exemplo da destruição, junto com uma cidade e um povo, das forças produtivas adquiridas (neste etapa inicial do seu pensamento, bem pragmático e simplista) junto o povo destruído pela guerra. 
Deste modo qualquer desenvolvimento poderia ser destruído pela guerra que seria, ao lado do comércio, uma forma de acumulação. No entanto, o comércio, ao expandir para além de um local determinado uma técnica ou um bem cultural, permitiria que este se preservasse. 
Veja que interessante reversão o caso apontado por vocês quando mostram que a lógica do capital pode neutralizar o valor de uso ou a capacidade de produção de bens culturais e sociais, pois em momento de crise, para preservar o valor de troca, destrói-se com muita facilidade o valor de uso. E, no caso, não de qualquer valor de uso, mas um que mantém o desenvolvimento de relações sociais.
Outra referência é Sloterdjink em &quot;Regras para o parque humano&quot; que diria que a filosofia quando consegue preservar graças à tradução, um acultura mesmo dominada como o caso da cultura grega pela romana, permitiria o primeiro entendimento do texto filosófio como cartas que seriam escrita para um leitor que não se sabe qual é. Este diálogo cresceria, e posteriormente entraria em crise junto com a idéia de criação da comunidade de leitores nacional, o ensino obrigatório, que seria o  outro lado do projeto nacional junto ocm o serviço militar obrigatório. 
Estando as instituições nacionais em crise, vemos junto com a crise da educação pública, a crise das organizações militares nacionais e, como vemos agora, do uso deste objeto aparentemente tão simples, o livro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me lembrei de dois tópicos aparentemente equívocos de Marx, ou que teriam mudado. Ao pensar sobre a perca de bens culturais e sociais designados genericamente como desenvolvimento das forças produtivas adquiridas, Marx na &#8220;Ideologia alemã&#8221; e nos &#8220;Grundrisse&#8221; citava o exemplo dos cartagineses e da técnica do uso da prata no que era a espanha romana, para dar um exemplo da destruição, junto com uma cidade e um povo, das forças produtivas adquiridas (neste etapa inicial do seu pensamento, bem pragmático e simplista) junto o povo destruído pela guerra.<br />
Deste modo qualquer desenvolvimento poderia ser destruído pela guerra que seria, ao lado do comércio, uma forma de acumulação. No entanto, o comércio, ao expandir para além de um local determinado uma técnica ou um bem cultural, permitiria que este se preservasse.<br />
Veja que interessante reversão o caso apontado por vocês quando mostram que a lógica do capital pode neutralizar o valor de uso ou a capacidade de produção de bens culturais e sociais, pois em momento de crise, para preservar o valor de troca, destrói-se com muita facilidade o valor de uso. E, no caso, não de qualquer valor de uso, mas um que mantém o desenvolvimento de relações sociais.<br />
Outra referência é Sloterdjink em &#8220;Regras para o parque humano&#8221; que diria que a filosofia quando consegue preservar graças à tradução, um acultura mesmo dominada como o caso da cultura grega pela romana, permitiria o primeiro entendimento do texto filosófio como cartas que seriam escrita para um leitor que não se sabe qual é. Este diálogo cresceria, e posteriormente entraria em crise junto com a idéia de criação da comunidade de leitores nacional, o ensino obrigatório, que seria o  outro lado do projeto nacional junto ocm o serviço militar obrigatório.<br />
Estando as instituições nacionais em crise, vemos junto com a crise da educação pública, a crise das organizações militares nacionais e, como vemos agora, do uso deste objeto aparentemente tão simples, o livro.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ronan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/07/8864/#comment-1109</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ronan]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 01:37:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Otto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/07/8864/#comment-1105</link>

		<dc:creator><![CDATA[Otto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 15:22:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Está aí, na crise, mais uma mostra da essência do processo capitalista - a conversão de tudo em mercadoria, a sumbissão da necessidade ao valor, a privação que disso decorre. Ou seja, nada nesse mundo pode ser de graça, nem um pão, nem nada.
Isso já indica muito bem qual é a primordial tarefa dos movimentos sociais anticapitalistas. Expropriem estes livros!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está aí, na crise, mais uma mostra da essência do processo capitalista &#8211; a conversão de tudo em mercadoria, a sumbissão da necessidade ao valor, a privação que disso decorre. Ou seja, nada nesse mundo pode ser de graça, nem um pão, nem nada.<br />
Isso já indica muito bem qual é a primordial tarefa dos movimentos sociais anticapitalistas. Expropriem estes livros!</p>
]]></content:encoded>
		
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