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	Comentários sobre: Em que pé está a luta dos professores? (2ª parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Carlos Monteiro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/08/10629/#comment-1376</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 16:06:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É confrangedor verificar a indigência política da generalidade das respostas a esta entrevista, incluindo as que estão na primeira parte publicada.
Contrariamente aos inúmeros artigos publicados a partir do Brasil, que questionam o sistema de ensino e o próprio papel dos professores e que relatam experiências inovadoras e anticapitalistas nesse campo, assusta ver os supostos dirigentes de um movimento que mobilizou dois terços dessa classe profissional completamente alheados de tudo o que não sejam os interesses corporativos do professorado.
Não admira que a luta esteja, agora, totalmente hipotecada ao calendário eleitoral, nem admira que os sindicatos burocráticos tenham - como sempre tiveram - toda a margem para negociar com o poder as vantagens de carreira sem pôr em causa um sistema configurado à medida das necessidades do aparelho produtivo capitalista.
Radicalidade: zero. Autocrítica e autoquestionamento: zero. Abertura para as experiências e lutas em outros países, incluindo o Brasil: zero.
Uma amostra da apatia e do atraso em que se encontram os trabalhadores portugueses, incluindo a classe operária.
De toda esta série de artigos e declarações, ficam algumas afirmações de Sérgio Niza na mesa-redonda que o vosso site organizou em Abril, e um artigo - que bem merece ser lembrado - assinado por Pedro Branco na mesma altura.
&quot;Que caminho tão longo, que deserto tão comprido!&quot;
Carlos Monteiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É confrangedor verificar a indigência política da generalidade das respostas a esta entrevista, incluindo as que estão na primeira parte publicada.<br />
Contrariamente aos inúmeros artigos publicados a partir do Brasil, que questionam o sistema de ensino e o próprio papel dos professores e que relatam experiências inovadoras e anticapitalistas nesse campo, assusta ver os supostos dirigentes de um movimento que mobilizou dois terços dessa classe profissional completamente alheados de tudo o que não sejam os interesses corporativos do professorado.<br />
Não admira que a luta esteja, agora, totalmente hipotecada ao calendário eleitoral, nem admira que os sindicatos burocráticos tenham &#8211; como sempre tiveram &#8211; toda a margem para negociar com o poder as vantagens de carreira sem pôr em causa um sistema configurado à medida das necessidades do aparelho produtivo capitalista.<br />
Radicalidade: zero. Autocrítica e autoquestionamento: zero. Abertura para as experiências e lutas em outros países, incluindo o Brasil: zero.<br />
Uma amostra da apatia e do atraso em que se encontram os trabalhadores portugueses, incluindo a classe operária.<br />
De toda esta série de artigos e declarações, ficam algumas afirmações de Sérgio Niza na mesa-redonda que o vosso site organizou em Abril, e um artigo &#8211; que bem merece ser lembrado &#8211; assinado por Pedro Branco na mesma altura.<br />
&#8220;Que caminho tão longo, que deserto tão comprido!&#8221;<br />
Carlos Monteiro.</p>
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