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	Comentários sobre: A insustentável engenharia do desejo	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Felipe Damasceno		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/08/10648/#comment-78075</link>

		<dc:creator><![CDATA[Felipe Damasceno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2012 09:07:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fiquei muito interessado nesse seu artigo. Sou bailarino e gostaria de iniciar um trabalho a partir desse assunto: a pornografia entre outras coisas, como seus desdobramentos.

Ficaria muito grato se tivesse algum desses livros em PDF que pudesse fornecer por email.

Não consegui acha-los.

Obrigado :)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei muito interessado nesse seu artigo. Sou bailarino e gostaria de iniciar um trabalho a partir desse assunto: a pornografia entre outras coisas, como seus desdobramentos.</p>
<p>Ficaria muito grato se tivesse algum desses livros em PDF que pudesse fornecer por email.</p>
<p>Não consegui acha-los.</p>
<p>Obrigado :)</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Douglas Anfra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/08/10648/#comment-7871</link>

		<dc:creator><![CDATA[Douglas Anfra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 17:59:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ei pensei em comentar o aspecto profissional do sexo, para além do intersubjetivo não profissional, mas acabei preso ao objeto particular do filme apenas.
Das relações sexuais para além da constelação de referências que o constitui, incita e acomoda, como as imagens da pornografia, nada disse, de fato.
Há quem seja radical como Lacan para se dizer que a relação sexual, de fato, não existe, existe o sexo de cada um projetado um sobre o outro inseridos em suas referências, o que ainda mais colocaria importância ao objeto audio-visual pornográfico num circuito muito facilmente preso a uma influência alienada.
De qualquer modo, sobre este aspecto, o do sexo dos sujeitos de fato o menos alienado e intersubjetivo de fato, no caminho de constituir um &quot;nós&quot;, a tentativa principal seja de fato criar a instância mais entregue e menos alienada possível, mas sobre isto, tenho medo que mesmo as investigações mais neutras insiram estas relações nos marcos do mesmo conflito de poder que vige fora das camas, disfarçado de neutralidade, então, por isso, prefiro sobre este ponto, como Foucault, guardar silêncio deixando a sua constituição realizar-se no acordo local em ato.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ei pensei em comentar o aspecto profissional do sexo, para além do intersubjetivo não profissional, mas acabei preso ao objeto particular do filme apenas.<br />
Das relações sexuais para além da constelação de referências que o constitui, incita e acomoda, como as imagens da pornografia, nada disse, de fato.<br />
Há quem seja radical como Lacan para se dizer que a relação sexual, de fato, não existe, existe o sexo de cada um projetado um sobre o outro inseridos em suas referências, o que ainda mais colocaria importância ao objeto audio-visual pornográfico num circuito muito facilmente preso a uma influência alienada.<br />
De qualquer modo, sobre este aspecto, o do sexo dos sujeitos de fato o menos alienado e intersubjetivo de fato, no caminho de constituir um &#8220;nós&#8221;, a tentativa principal seja de fato criar a instância mais entregue e menos alienada possível, mas sobre isto, tenho medo que mesmo as investigações mais neutras insiram estas relações nos marcos do mesmo conflito de poder que vige fora das camas, disfarçado de neutralidade, então, por isso, prefiro sobre este ponto, como Foucault, guardar silêncio deixando a sua constituição realizar-se no acordo local em ato.</p>
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		<title>
		Por: Lia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/08/10648/#comment-7863</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 18:44:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bom seu artigo, Douglas!
É uma pena que sexo ainda não possa ser praticado com a naturalidade que pode ser comentado. As meninas ainda não podem falar naturalmente o que sentem e como gozam. O que isso tem a ver com a industria do sexo? Ainda não sei, mas sei que fazemos sexo (amor?) com muito medo, medo de envolvimento, medo de engravidar, medo do que será dito. Talvez o prazer oferecido pelo filme pornô esconda este medo de alguma forma. O sexo deixa suas marcas, isso ninguém diz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom seu artigo, Douglas!<br />
É uma pena que sexo ainda não possa ser praticado com a naturalidade que pode ser comentado. As meninas ainda não podem falar naturalmente o que sentem e como gozam. O que isso tem a ver com a industria do sexo? Ainda não sei, mas sei que fazemos sexo (amor?) com muito medo, medo de envolvimento, medo de engravidar, medo do que será dito. Talvez o prazer oferecido pelo filme pornô esconda este medo de alguma forma. O sexo deixa suas marcas, isso ninguém diz.</p>
]]></content:encoded>
		
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