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	Comentários sobre: Anarquismo e 1º de Maio no Brasil (1ª Parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: cobforgs		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/09/11682/#comment-83744</link>

		<dc:creator><![CDATA[cobforgs]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2012 22:54:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[consideramos um absurdo, fazer esse resgate e desconhecer que Edgar Rodrigues, tratou o tema exaustivamente.
e o fez justamente por todas as distorções que foram incluidas para mascarar a existência dos anarquistas e da COB no Brasil.
Qual o problema do pesquisador com esse autor? Ou será que os livros não acadêmicos não chegaram na Universidade?
Podemos enviar...

fabio luz
secretariado COB/AIT
Biblioteca Minerva]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>consideramos um absurdo, fazer esse resgate e desconhecer que Edgar Rodrigues, tratou o tema exaustivamente.<br />
e o fez justamente por todas as distorções que foram incluidas para mascarar a existência dos anarquistas e da COB no Brasil.<br />
Qual o problema do pesquisador com esse autor? Ou será que os livros não acadêmicos não chegaram na Universidade?<br />
Podemos enviar&#8230;</p>
<p>fabio luz<br />
secretariado COB/AIT<br />
Biblioteca Minerva</p>
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		<title>
		Por: Rafael Viana		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/09/11682/#comment-5839</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rafael Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 15:38:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Manolo, dentro do núcleo de pesquisa Marques da Costa(ligado à FARJ) há grandes esforços envidados no resgate desse período posterior à década de 30. Atualmente estamos num projeto de resgate do periódico Ação Direta, que funcionou de 46 à 59. Portanto suas considerações justas, mas fora de tom, quando pronuncia-se pejorativamente sobre &quot;anarcadêmicos&quot;, estão sendo amplamente satisfeitas com um trabalho vigoroso que ocorre dentro do Núcleo.

Contudo, divididos entre nossa de militância, trabalho e pesquisa, nem sempre conseguimos avançar como gostaríamos na publicação de artigos e pesquisas do período que você relata. 

Não somos &quot;acadêmicos&quot; liberados que possuem todo o conforto de bolsas de pesquisa que fornecem alento e fôlego para as pesquisas empreendidas e portanto a coisa avança sempre mais lentamente.

Quanto ao companheiro Milton, a resposta do Vitor já foi suficientemente clara.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Manolo, dentro do núcleo de pesquisa Marques da Costa(ligado à FARJ) há grandes esforços envidados no resgate desse período posterior à década de 30. Atualmente estamos num projeto de resgate do periódico Ação Direta, que funcionou de 46 à 59. Portanto suas considerações justas, mas fora de tom, quando pronuncia-se pejorativamente sobre &#8220;anarcadêmicos&#8221;, estão sendo amplamente satisfeitas com um trabalho vigoroso que ocorre dentro do Núcleo.</p>
<p>Contudo, divididos entre nossa de militância, trabalho e pesquisa, nem sempre conseguimos avançar como gostaríamos na publicação de artigos e pesquisas do período que você relata. </p>
<p>Não somos &#8220;acadêmicos&#8221; liberados que possuem todo o conforto de bolsas de pesquisa que fornecem alento e fôlego para as pesquisas empreendidas e portanto a coisa avança sempre mais lentamente.</p>
<p>Quanto ao companheiro Milton, a resposta do Vitor já foi suficientemente clara.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Vitor		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/09/11682/#comment-2325</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 13:34:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Concordando com o companheiro Manolo, acho que o artigo é de excelente qualidade e gostaria de levantar um ponto de vista referente a colocação do companheiro e de sua proposta.
Acho que resgatar essa &quot;memoria&quot; do pensamento-pratica-vida anarquista é fundamental para formamos justamente uma tradição de luta de cunho libertário. O artigo colabora nesse sentido, mas a angustia do companheiro Manolo é importante tb, pq pelo menos a meu ver falta esse periodo (decadas de 70/80 e ate 90). Sei que a ideia de &quot;vetor social&quot; foi perdida na decada de 30 com a cooptação dos sindicatos pelo governo Vargas, mas que os anarquistas continuaram a existir, continuaram e, em minha opinião, seria importante, para darmos continuidade às experiências anarquistas, falarmos desses episodios e dessas pessoas, que ainda estão presentes entre nós, do qual o companheiro Manolo ressaltou, mostrando que ainda sim influenciamos a base, ainda sim estamos na luta pela revolução Social. 
Penso tb que a produção intelectual não pode e não deve estar desvinculada com a luta na pratica, assim a referencia de &quot;anarcademicos&quot; não faz sentido, sendo que o companheiro Milton faz parte de uma organização (FARJ) que reconhecidamente atua na pratica. Essa posição do companheiro Milton, teoria e pratica, é louvavel e devemos respeita-la.
Claro que minha opinião é só mais um ponto de vista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordando com o companheiro Manolo, acho que o artigo é de excelente qualidade e gostaria de levantar um ponto de vista referente a colocação do companheiro e de sua proposta.<br />
Acho que resgatar essa &#8220;memoria&#8221; do pensamento-pratica-vida anarquista é fundamental para formamos justamente uma tradição de luta de cunho libertário. O artigo colabora nesse sentido, mas a angustia do companheiro Manolo é importante tb, pq pelo menos a meu ver falta esse periodo (decadas de 70/80 e ate 90). Sei que a ideia de &#8220;vetor social&#8221; foi perdida na decada de 30 com a cooptação dos sindicatos pelo governo Vargas, mas que os anarquistas continuaram a existir, continuaram e, em minha opinião, seria importante, para darmos continuidade às experiências anarquistas, falarmos desses episodios e dessas pessoas, que ainda estão presentes entre nós, do qual o companheiro Manolo ressaltou, mostrando que ainda sim influenciamos a base, ainda sim estamos na luta pela revolução Social.<br />
Penso tb que a produção intelectual não pode e não deve estar desvinculada com a luta na pratica, assim a referencia de &#8220;anarcademicos&#8221; não faz sentido, sendo que o companheiro Milton faz parte de uma organização (FARJ) que reconhecidamente atua na pratica. Essa posição do companheiro Milton, teoria e pratica, é louvavel e devemos respeita-la.<br />
Claro que minha opinião é só mais um ponto de vista.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/09/11682/#comment-1797</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 11:04:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O artigo é muito bom. Tenho apenas uma observação, quase um desabafo. A maior parte destes a quem chamo “anarcadêmicos”, apesar de serem responsáveis por resgatar e divulgar a memória do movimento operário e do movimento anarquista no começo do século XX, avança pouco além da década de 1940. Ora, nesta mesma onda de greves de 1978/1980, assim como no surgimento da CUT, houve participação de anarquistas; a corrente “CUT pela Base”, importante no desenvolvimento dos primeiros anos da CUT, também estava apinhada de anarquistas etc. Para todos estes momentos mais recentes há não apenas documentos, como também os próprios militantes desta época estão por aí, vivinhos da Silva. Por que, então, restringir-se ao começo do século XX? Isto representa uma falha tanto para a historiografia do movimento operário quanto também para a do movimento anarquista; no primeiro caso, porque justo quando a análise histórica aproxima-se de um período importante de retomada de lutas, os “anarcadêmicos” parece que “não encontram” as fontes e contentam-se com afirmações bastante genéricas, e no segundo caso, porque historiar o mais imediato serve justamente para evitar o apagamento da memória que ainda está viva e pulsante. Mas, enfim, como disse, é mais um desabafo que qualquer outra coisa. Nada que abale a excelente qualidade do artigo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo é muito bom. Tenho apenas uma observação, quase um desabafo. A maior parte destes a quem chamo “anarcadêmicos”, apesar de serem responsáveis por resgatar e divulgar a memória do movimento operário e do movimento anarquista no começo do século XX, avança pouco além da década de 1940. Ora, nesta mesma onda de greves de 1978/1980, assim como no surgimento da CUT, houve participação de anarquistas; a corrente “CUT pela Base”, importante no desenvolvimento dos primeiros anos da CUT, também estava apinhada de anarquistas etc. Para todos estes momentos mais recentes há não apenas documentos, como também os próprios militantes desta época estão por aí, vivinhos da Silva. Por que, então, restringir-se ao começo do século XX? Isto representa uma falha tanto para a historiografia do movimento operário quanto também para a do movimento anarquista; no primeiro caso, porque justo quando a análise histórica aproxima-se de um período importante de retomada de lutas, os “anarcadêmicos” parece que “não encontram” as fontes e contentam-se com afirmações bastante genéricas, e no segundo caso, porque historiar o mais imediato serve justamente para evitar o apagamento da memória que ainda está viva e pulsante. Mas, enfim, como disse, é mais um desabafo que qualquer outra coisa. Nada que abale a excelente qualidade do artigo.</p>
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