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	Comentários sobre: Anarquismo e 1º de Maio no Brasil (3ª Parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: fabio luz		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fabio luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2014 12:37:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como melhor expressão do reformismo-paralelista, o evento Colóquio Internacional de 2004, com Mintz e outros.
veja 
intitulado http://www.midialibertaria.jex.com.br/anarquia/coloquio+internacional+libertario+historia+do+movimento+operario+revolucionario]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como melhor expressão do reformismo-paralelista, o evento Colóquio Internacional de 2004, com Mintz e outros.<br />
veja<br />
intitulado <a href="http://www.midialibertaria.jex.com.br/anarquia/coloquio+internacional+libertario+historia+do+movimento+operario+revolucionario" rel="nofollow ugc">http://www.midialibertaria.jex.com.br/anarquia/coloquio+internacional+libertario+historia+do+movimento+operario+revolucionario</a></p>
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		<item>
		<title>
		Por: Fabio Luz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/09/11707/#comment-170197</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fabio Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2014 12:19:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rafael e Alvaro!

Lamento por vc que não conheça um pouco dos acordos e da história do movimento libertário brasileiro. Pois se assim o fosse, muitos mais poderíamos andar juntos. 
- Os remanescentes do movimento libertário e dos sindicatos livres da confederação operaria brasileira, nos seus ideais, acordes, congressos e aspirações não morreram nos anos das ditaduras militares, primeiro a de Getulio Vargas e segundo a do Castelo Branco.
- Os militantes se reuniam como podiam para permanecerem articulados e assim contribuíram para os acontecimentos históricos que se sucederam.
O Centro de estudos professor José Oiticica, com seus militantes, Ideal Peres, Edgar Rodrigues, Diamantino, Ester Redes e outros foram um esteio no Rio de Janeiro. Assim como o Cuberos e outros em São Paulo, o Manolo em outros no RS, o Antonio e outros na Bahia. Poderia citar o Domingos Stamatto e outros no Pará, ...
A retomada nas ruas da expressão anarkista, tem seus marcos também em alguns acontecimentos, como em 1967/68/69, contra o acôrdo Mec/usaid, onde poderiamos citar o Movimento Estudantil Libertario no Rio de Janeiro e o Jornal O Protesto no RS.
Como poderiamos citar a iniciativa dos militantes bancários do Jornal O protesto, de porto alegre, para a derrubada da intervenção no sindicato dos bancários da Capital e a sua denuncia, em 1969, em Brasília, durante o Congresso da Contag, do regime militar, do Fundo de Garantia FGTS como instrumento de Derrubada da estabilidade no emprego dos trabalhadores e da necessidade de recuperação da história do sindicalismo livre e da Conquista dos Direitos sociais dos trabalhadores no Brasil com a ação sindical da COB e dos anarkistas, destruída por Getúlio Vargas. 
Vamos citar também as iniciativas em São Paulo, da recuperação dos arquivos do movimento sindical e anarquista. Da transformação do jornal O Libertário, em O Dealbar para continuar atuando mesmo durante o AI5. 
No, RS, em Porto Alegre,nos anos de 1967 a 1971, o jornal mimeografado &quot;AUTOGESTÃO OPERÁRIA&quot; e as edições de livros, pelas Edições Proa da Gráfica Trevo (empasteladas pela repressão).
Todas essas iniciativas articulavam-se com solidariedade e expressões nacionais, através de acordos que dadas as  dificuldades vinham a acontecer anos após.
É importante também a ação libertaria na derrubada da &quot;direita que controlava o dce da puc/rs nos anos de 1973/75. É importante citar a contribuição do Centro Acadêmico Visconde de Mauá/PUC RS (eco/adm/contabeis), na reconstrução da UNE e dos Primeiro Encontro Locais, Regionais e Nacionais de Estudantes de Administração, 1975/76/77, Porto Alegre, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Florianópolis, Curitiba. 
Assim como podemos falar da Reabertura do Centro de Cultura Social de São Paulo, o Jornal O Inimigo do Rei, com suas editorias autogestionárias, sustentadas por BAHIA, RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO, RIO GRANDE DO SUL (1977 a 1982), antes da infiltração do Morelli (1986).
O encontro anarkista, de 1982 em Florianópolis, noticiados no Jornal O Inimigo do Rei e que levaram a formulação da Primeira Jornada Libertária Brasileira de 1986, em Florianópolis.
(Os acordos pela reconstrução dos sindicatos livres, das organizações anarkistas, da pedagogia libertaria, da saúde mental, da ecologoia etc,).
A jornada dos 100 anos de luta pela redução da jornada de trabalho, que aconteceu em maio de 1986 na cidade de São Paulo.
Nesse meio tempo, em 1983/85 a fundação com estudantes da UCS do Centro de Estudos em Pesquisa Social na cidade de Caxias do Sul.
Os anarkistas com a proposta de uma CUT pela base, na fundação da CUT, através do Movimento de Oposição a Estrutura Sindical, no 1 CONCLAT, nos dias (23a26/agosto/1983) (veja o Inimigo do Rei).
E a decisão da primeira jornada libertaria de florianópolis, são paulo, porto alegre, brasilia, ante o fracasso da CUT e o seu atrelamento politico-partidário, na prioridade da reconstrução da Confederação Operária Brasileira e da posterior organização pública, específica, dos anarkistas, com elementos provados nas lutas sociais e sindicais, como forma de evitar as infiltrações reformistas-paralelistas dos agentes capitalistas que buscam dividir e desorientar a classe trabalhadora dos caminhos que levam à liberdade, à revolução social e a Autogestão Operária.
A criação, unilaterial da FARJ, no Rio de Janeiro, sem apoio do Movimento Libertario Brasileiro e do RJ, numa época (a década perdida) de intensas infiltrações suscitadas pelo assédio moral e  repressão (prisões e demissões) aos militantes históricos, gerando divisões e expulsões praticadas pelo Morelli e seus agentes (a partir na Secretaria nacional dos Núcleos pró-COB em SP). caracteriza-se como uma expressão local, do reformismo-paralelista, que invadem a Internacional dos trabalhadores (ait) e dos anarkistas (ifa).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael e Alvaro!</p>
<p>Lamento por vc que não conheça um pouco dos acordos e da história do movimento libertário brasileiro. Pois se assim o fosse, muitos mais poderíamos andar juntos.<br />
&#8211; Os remanescentes do movimento libertário e dos sindicatos livres da confederação operaria brasileira, nos seus ideais, acordes, congressos e aspirações não morreram nos anos das ditaduras militares, primeiro a de Getulio Vargas e segundo a do Castelo Branco.<br />
&#8211; Os militantes se reuniam como podiam para permanecerem articulados e assim contribuíram para os acontecimentos históricos que se sucederam.<br />
O Centro de estudos professor José Oiticica, com seus militantes, Ideal Peres, Edgar Rodrigues, Diamantino, Ester Redes e outros foram um esteio no Rio de Janeiro. Assim como o Cuberos e outros em São Paulo, o Manolo em outros no RS, o Antonio e outros na Bahia. Poderia citar o Domingos Stamatto e outros no Pará, &#8230;<br />
A retomada nas ruas da expressão anarkista, tem seus marcos também em alguns acontecimentos, como em 1967/68/69, contra o acôrdo Mec/usaid, onde poderiamos citar o Movimento Estudantil Libertario no Rio de Janeiro e o Jornal O Protesto no RS.<br />
Como poderiamos citar a iniciativa dos militantes bancários do Jornal O protesto, de porto alegre, para a derrubada da intervenção no sindicato dos bancários da Capital e a sua denuncia, em 1969, em Brasília, durante o Congresso da Contag, do regime militar, do Fundo de Garantia FGTS como instrumento de Derrubada da estabilidade no emprego dos trabalhadores e da necessidade de recuperação da história do sindicalismo livre e da Conquista dos Direitos sociais dos trabalhadores no Brasil com a ação sindical da COB e dos anarkistas, destruída por Getúlio Vargas.<br />
Vamos citar também as iniciativas em São Paulo, da recuperação dos arquivos do movimento sindical e anarquista. Da transformação do jornal O Libertário, em O Dealbar para continuar atuando mesmo durante o AI5.<br />
No, RS, em Porto Alegre,nos anos de 1967 a 1971, o jornal mimeografado &#8220;AUTOGESTÃO OPERÁRIA&#8221; e as edições de livros, pelas Edições Proa da Gráfica Trevo (empasteladas pela repressão).<br />
Todas essas iniciativas articulavam-se com solidariedade e expressões nacionais, através de acordos que dadas as  dificuldades vinham a acontecer anos após.<br />
É importante também a ação libertaria na derrubada da &#8220;direita que controlava o dce da puc/rs nos anos de 1973/75. É importante citar a contribuição do Centro Acadêmico Visconde de Mauá/PUC RS (eco/adm/contabeis), na reconstrução da UNE e dos Primeiro Encontro Locais, Regionais e Nacionais de Estudantes de Administração, 1975/76/77, Porto Alegre, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Florianópolis, Curitiba.<br />
Assim como podemos falar da Reabertura do Centro de Cultura Social de São Paulo, o Jornal O Inimigo do Rei, com suas editorias autogestionárias, sustentadas por BAHIA, RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO, RIO GRANDE DO SUL (1977 a 1982), antes da infiltração do Morelli (1986).<br />
O encontro anarkista, de 1982 em Florianópolis, noticiados no Jornal O Inimigo do Rei e que levaram a formulação da Primeira Jornada Libertária Brasileira de 1986, em Florianópolis.<br />
(Os acordos pela reconstrução dos sindicatos livres, das organizações anarkistas, da pedagogia libertaria, da saúde mental, da ecologoia etc,).<br />
A jornada dos 100 anos de luta pela redução da jornada de trabalho, que aconteceu em maio de 1986 na cidade de São Paulo.<br />
Nesse meio tempo, em 1983/85 a fundação com estudantes da UCS do Centro de Estudos em Pesquisa Social na cidade de Caxias do Sul.<br />
Os anarkistas com a proposta de uma CUT pela base, na fundação da CUT, através do Movimento de Oposição a Estrutura Sindical, no 1 CONCLAT, nos dias (23a26/agosto/1983) (veja o Inimigo do Rei).<br />
E a decisão da primeira jornada libertaria de florianópolis, são paulo, porto alegre, brasilia, ante o fracasso da CUT e o seu atrelamento politico-partidário, na prioridade da reconstrução da Confederação Operária Brasileira e da posterior organização pública, específica, dos anarkistas, com elementos provados nas lutas sociais e sindicais, como forma de evitar as infiltrações reformistas-paralelistas dos agentes capitalistas que buscam dividir e desorientar a classe trabalhadora dos caminhos que levam à liberdade, à revolução social e a Autogestão Operária.<br />
A criação, unilaterial da FARJ, no Rio de Janeiro, sem apoio do Movimento Libertario Brasileiro e do RJ, numa época (a década perdida) de intensas infiltrações suscitadas pelo assédio moral e  repressão (prisões e demissões) aos militantes históricos, gerando divisões e expulsões praticadas pelo Morelli e seus agentes (a partir na Secretaria nacional dos Núcleos pró-COB em SP). caracteriza-se como uma expressão local, do reformismo-paralelista, que invadem a Internacional dos trabalhadores (ait) e dos anarkistas (ifa).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Francisco Carlos Pardini		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/09/11707/#comment-14370</link>

		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carlos Pardini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 02:19:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Historia, vida..., até amanhã Kiko Pardini.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Historia, vida&#8230;, até amanhã Kiko Pardini.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Álvaro Materrazzi		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/09/11707/#comment-11768</link>

		<dc:creator><![CDATA[Álvaro Materrazzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 13:20:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E parabéns ao Milton Lopes pelo excelente artigo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E parabéns ao Milton Lopes pelo excelente artigo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Álvaro Materrazzi		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/09/11707/#comment-11767</link>

		<dc:creator><![CDATA[Álvaro Materrazzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 13:18:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ALGUMAS QUESTÕES:

Traição da FARJ por não aderir às resoluções da Primeira Jornada Libertaria, em Florianópolis (1986) que lançou as bases para reorganização da COB e da organização dos anarquistas; e o Primeiro Congresso Anarquista pós ditadura, realizado no 1º de maio de 1986!?!?!?!

Por acaso é obrigatório que todas as organizações anarquistas sejam anarco-sindicalistas?????

Por acaso tudo que de bom existe e existiu na história do anarquismo está vinculado ao anarco-sindicalismo????

Tudo o que não é ou foi vinculado ao anarco-sindicalismo nao presta???

O que o &quot;Fábio Luz&quot; (coitado do Fábio Luz original) tem na cabeça?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ALGUMAS QUESTÕES:</p>
<p>Traição da FARJ por não aderir às resoluções da Primeira Jornada Libertaria, em Florianópolis (1986) que lançou as bases para reorganização da COB e da organização dos anarquistas; e o Primeiro Congresso Anarquista pós ditadura, realizado no 1º de maio de 1986!?!?!?!</p>
<p>Por acaso é obrigatório que todas as organizações anarquistas sejam anarco-sindicalistas?????</p>
<p>Por acaso tudo que de bom existe e existiu na história do anarquismo está vinculado ao anarco-sindicalismo????</p>
<p>Tudo o que não é ou foi vinculado ao anarco-sindicalismo nao presta???</p>
<p>O que o &#8220;Fábio Luz&#8221; (coitado do Fábio Luz original) tem na cabeça?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rafael V.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/09/11707/#comment-11685</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rafael V.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 14:57:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Primeiro: &quot;o uso distorcido das fontes, principalmente do material do historiador Edgar Rodrigues, o jornal a PLEBE, o jornal a Voz do Trabalhador, o Amigo do Povo, a Greve, a Revolta, a Luta Social, a Barricada&quot;

Os jornais que você cita não são PROPRIEDADE DO HISTORIADOR EDGAR RODRIGUES, mas sim jornais operários que podem ser encontrados em diversos arquivos públicos, de livre acesso (CEDEM, UNICAMP, AMORJ, BIBLIOTECA NACIONAL) e portanto são patrimônio da classe trabalhadora.

Segundo. Problema de anacronismo grave, talvez até PATOLÓGICO: A FARJ foi fundada em 2003, não há como trair determinadas resoluções em 1986 se a referida organização não existia (mero detalhe obviamente). &quot;justificar a traição da FARJ em não aderir às resoluções da Primeira Jornada Libertaria, em Florianópolis (1986)&quot; E outra pergunta capciosa, Traição a quem e ao que? 

Terceiro, coisa de historiador: &quot;modificando intencionalmente a realidade dos fatos.&quot; E quem diz o que é a realidade dos fatos? Os próprios fatos? Se for há um problema de interpretação histórica; os fatos por si só não dizem nada: toda fonte história requer interpretação. Não se modifica a realidade dos fatos, pois o passado é um objeto estrangeiro: o que se faz (sempre) no ofício histórico é interpretação dos fatos. Não há uma &quot;essência pura&quot; contida no documento histórico, isto é positivismo, se alguém pensa assim, deve reavaliar imediatamente seu ofício historiográfico.

Quarto: Parabéns ao Milton Lopes pelo artigo, que contribui imensamente para compreendermos a história dos trabalhadores. O artigo é extremamente verossímil e foi construído com um intenso e árduo trabalho de investigação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro: &#8220;o uso distorcido das fontes, principalmente do material do historiador Edgar Rodrigues, o jornal a PLEBE, o jornal a Voz do Trabalhador, o Amigo do Povo, a Greve, a Revolta, a Luta Social, a Barricada&#8221;</p>
<p>Os jornais que você cita não são PROPRIEDADE DO HISTORIADOR EDGAR RODRIGUES, mas sim jornais operários que podem ser encontrados em diversos arquivos públicos, de livre acesso (CEDEM, UNICAMP, AMORJ, BIBLIOTECA NACIONAL) e portanto são patrimônio da classe trabalhadora.</p>
<p>Segundo. Problema de anacronismo grave, talvez até PATOLÓGICO: A FARJ foi fundada em 2003, não há como trair determinadas resoluções em 1986 se a referida organização não existia (mero detalhe obviamente). &#8220;justificar a traição da FARJ em não aderir às resoluções da Primeira Jornada Libertaria, em Florianópolis (1986)&#8221; E outra pergunta capciosa, Traição a quem e ao que? </p>
<p>Terceiro, coisa de historiador: &#8220;modificando intencionalmente a realidade dos fatos.&#8221; E quem diz o que é a realidade dos fatos? Os próprios fatos? Se for há um problema de interpretação histórica; os fatos por si só não dizem nada: toda fonte história requer interpretação. Não se modifica a realidade dos fatos, pois o passado é um objeto estrangeiro: o que se faz (sempre) no ofício histórico é interpretação dos fatos. Não há uma &#8220;essência pura&#8221; contida no documento histórico, isto é positivismo, se alguém pensa assim, deve reavaliar imediatamente seu ofício historiográfico.</p>
<p>Quarto: Parabéns ao Milton Lopes pelo artigo, que contribui imensamente para compreendermos a história dos trabalhadores. O artigo é extremamente verossímil e foi construído com um intenso e árduo trabalho de investigação.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fabio Luz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/09/11707/#comment-11626</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fabio Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 04:48:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[CARTA À FARJ SOBRE A HISTÓRIA DO ANARQUISMO E DO 1º DE MAIO NO BRASIL.

Lamentável que tenhamos que apontar o uso distorcido das fontes, principalmente do material do historiador Edgar Rodrigues, o jornal a PLEBE, o jornal a Voz do Trabalhador, o Amigo do Povo, a Greve, a Revolta, a Luta Social, a Barricada, num ato intencional de ataque a memória do movimento operário no Brasil.

1- O texto tem um viés ideológico muito grande que muda o conteúdo da interpretação dos fatos históricos. 
Existe uma visão equivocadamente especifista como forma de justificar a traição da FARJ em não aderir às resoluções da Primeira Jornada Libertaria, em Florianópolis (1986) que lançou as bases para reorganização da COB e da organização dos anarquistas; e o  Primeiro Congresso Anarquista pós ditadura, realizado no 1º de maio de 1986, nas sede do Centro de Cultura Social, à Rua Rubino de Oliveira, 85 - Brás, São Paulo. 
A resolução primeira foi a da Reorganização da COB no Brasil.
 
Prende-se mais a necessidade de afirmar-se no campo ideológico, modificando intencionalmente a realidade dos fatos.

A CONFEDERAÇÃO OPERÁRIA BRASILEIRA, NUNCA FOI ANARCO-SINDICALISTA!

Foi criada, dentro de uma visão anarquista, como um instrumento aglutinador do movimento operário e não para atender segmentos ideológicos do movimento.

Como comprovam as bases de acordo da COB.

BASES DE ACORDO
1º Congresso Operário Brasileiro, 1906, Rio de Janeiro.

&quot;a) A Confederação Operária Brasileira organizada sobre as presentes bases de acordo tem por fim promover a união dos trabalhadores assalariados para a defesa dos seus interesses morais e materiais, econômicos e profissionais.

b) Estreitar os laços de solidariedade entre o proletariado organizado, dando mais força e coesão aos seus esforços e reivindicações, tanto moral como material.

c) Estudar e propagar os meios de emancipação do proletariado e defender em público as reivindicações econômicas dos trabalhadores, servindo-se para isso de todos os meios de propaganda conhecidos. Nomeadamente de um jornal que se intitulará A Voz do Trabalhador.

d) Reunir e publicar dados estatísticos e informações exatas sobre o movimento operário e as condições de trabalho em todo país.&quot;

2 - Apontamos também o esquecimento, entre outros, do importante fato histórico que foi o Decreto do Estado de sítio, que suprimiu os direitos civis no país, para reprimir o movimento operário em detrimento as amplas Conquistas Sociais alcançadas pelos trabalhadores organizados. 

Salientamos também o desconhecimento da legislação que tornou obrigatório o uso da Carteira Profissional de Trabalho, onde o Estado e a ditadura através do seu aliado o Partido Comunista do Brasil, agindo como interventores do movimento, se valem da sua implantação com a finalidade de: a) fichar os trabalhadores, b) fechar sindicatos e a COB,  c) perseguir os anarquistas e desarticular o sindicalismo livre. Impedindo sua sobrevivência enquanto proposta sindical nos &quot;novos&quot; sindicatos, criados pela Revolução burguesa de 1930. Com base na Organização Internacional do Trabalho-OIT (1919) regulamentada pela ideologia fascista na Carta do Trabalho (1927) adotada por Vargas. 
Decreto nº 21.175, de 21 de março de 1932 e regulamentada pelo Decreto nº. 22.035, de 29 de outubro de 1932

CONFEDERAÇÃO OPERÁRIA BRASILEIRA
SEÇÃO DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CARTA À FARJ SOBRE A HISTÓRIA DO ANARQUISMO E DO 1º DE MAIO NO BRASIL.</p>
<p>Lamentável que tenhamos que apontar o uso distorcido das fontes, principalmente do material do historiador Edgar Rodrigues, o jornal a PLEBE, o jornal a Voz do Trabalhador, o Amigo do Povo, a Greve, a Revolta, a Luta Social, a Barricada, num ato intencional de ataque a memória do movimento operário no Brasil.</p>
<p>1- O texto tem um viés ideológico muito grande que muda o conteúdo da interpretação dos fatos históricos.<br />
Existe uma visão equivocadamente especifista como forma de justificar a traição da FARJ em não aderir às resoluções da Primeira Jornada Libertaria, em Florianópolis (1986) que lançou as bases para reorganização da COB e da organização dos anarquistas; e o  Primeiro Congresso Anarquista pós ditadura, realizado no 1º de maio de 1986, nas sede do Centro de Cultura Social, à Rua Rubino de Oliveira, 85 &#8211; Brás, São Paulo.<br />
A resolução primeira foi a da Reorganização da COB no Brasil.</p>
<p>Prende-se mais a necessidade de afirmar-se no campo ideológico, modificando intencionalmente a realidade dos fatos.</p>
<p>A CONFEDERAÇÃO OPERÁRIA BRASILEIRA, NUNCA FOI ANARCO-SINDICALISTA!</p>
<p>Foi criada, dentro de uma visão anarquista, como um instrumento aglutinador do movimento operário e não para atender segmentos ideológicos do movimento.</p>
<p>Como comprovam as bases de acordo da COB.</p>
<p>BASES DE ACORDO<br />
1º Congresso Operário Brasileiro, 1906, Rio de Janeiro.</p>
<p>&#8220;a) A Confederação Operária Brasileira organizada sobre as presentes bases de acordo tem por fim promover a união dos trabalhadores assalariados para a defesa dos seus interesses morais e materiais, econômicos e profissionais.</p>
<p>b) Estreitar os laços de solidariedade entre o proletariado organizado, dando mais força e coesão aos seus esforços e reivindicações, tanto moral como material.</p>
<p>c) Estudar e propagar os meios de emancipação do proletariado e defender em público as reivindicações econômicas dos trabalhadores, servindo-se para isso de todos os meios de propaganda conhecidos. Nomeadamente de um jornal que se intitulará A Voz do Trabalhador.</p>
<p>d) Reunir e publicar dados estatísticos e informações exatas sobre o movimento operário e as condições de trabalho em todo país.&#8221;</p>
<p>2 &#8211; Apontamos também o esquecimento, entre outros, do importante fato histórico que foi o Decreto do Estado de sítio, que suprimiu os direitos civis no país, para reprimir o movimento operário em detrimento as amplas Conquistas Sociais alcançadas pelos trabalhadores organizados. </p>
<p>Salientamos também o desconhecimento da legislação que tornou obrigatório o uso da Carteira Profissional de Trabalho, onde o Estado e a ditadura através do seu aliado o Partido Comunista do Brasil, agindo como interventores do movimento, se valem da sua implantação com a finalidade de: a) fichar os trabalhadores, b) fechar sindicatos e a COB,  c) perseguir os anarquistas e desarticular o sindicalismo livre. Impedindo sua sobrevivência enquanto proposta sindical nos &#8220;novos&#8221; sindicatos, criados pela Revolução burguesa de 1930. Com base na Organização Internacional do Trabalho-OIT (1919) regulamentada pela ideologia fascista na Carta do Trabalho (1927) adotada por Vargas.<br />
Decreto nº 21.175, de 21 de março de 1932 e regulamentada pelo Decreto nº. 22.035, de 29 de outubro de 1932</p>
<p>CONFEDERAÇÃO OPERÁRIA BRASILEIRA<br />
SEÇÃO DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Inês Armez Nunes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/09/11707/#comment-7826</link>

		<dc:creator><![CDATA[Inês Armez Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 15:09:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=11707#comment-7826</guid>

					<description><![CDATA[Não diz nada do porquê do nome 1º de Maio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não diz nada do porquê do nome 1º de Maio.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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