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	Comentários sobre: O agronegócio incendiário e racista	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Romualdo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/09/12083/#comment-2331</link>

		<dc:creator><![CDATA[Romualdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 14:55:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há muito o que fazer! O texto refere-se a apenas duas, entre dezenas de comunidades Guarani-Kaiowa que estão envolvidas no processo de demarcação de terras que está em pleno curso, travado por pressões políticas do governo do estado (PMDB).

Esse tipo de episódio ganha visibilidade e é lamentável, de fato, mas é só a ponta do iceberg. Há um processo enorme, e muito importante, em curso, que tem origem num TAC assinado pela Funai em 2007, assumindo que ia dar fim ao atraso nas demarcações de uma vez por todas. Em meados de 2008, 7 portarias lançaram GTs de identificação e delimitação para terras em 26 municípios do Sul de MS. Como essa portarias anunciaram a resolução da situação como um todo (são mais de 45 mil índios Guarani-Kaiowa, divididos em dezenas de comunidades, e nos últimos 20 anos as reivinidicações deles vinham sendo sempre tratadas no varejo, promovendo-se &quot;demarcações em ilhas&quot; - lembram-se de Roraima?????), também ensejaram uma união do lado contrário: os fazendeiros se  organizaram, conseguiram o apoio massivo dos políticos da região, de quase todas as tendências, e vêm fazendo um lobby violento em Brasília, junto ao MJ.

Até agora, mesmo quando a Funai negocia e atende  reivindicações dos fazendeiros no sentido de possibilitar participação do governo do estado junto aos GTs, eles vêm recuando e fazendo um jogo de empurrar com a barriga - tudo indica que o objetivo é barganhar apoio político para as  eleições de 2010 e inviabilizar o proceso como um todo.

Todos que tenham possibilidade de difundir informaçoes sobre esse processo podem ajudar! É muito importante a repercussão nacional e internacional dessas pressões contra os índios. O MS é um estado que se financia, hoje, com o agronegócio, e a soja, a carne e a cana que saem de lá bancam advogados e políticos para defender os fazendeiros.

Abraços,
Romualdo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito o que fazer! O texto refere-se a apenas duas, entre dezenas de comunidades Guarani-Kaiowa que estão envolvidas no processo de demarcação de terras que está em pleno curso, travado por pressões políticas do governo do estado (PMDB).</p>
<p>Esse tipo de episódio ganha visibilidade e é lamentável, de fato, mas é só a ponta do iceberg. Há um processo enorme, e muito importante, em curso, que tem origem num TAC assinado pela Funai em 2007, assumindo que ia dar fim ao atraso nas demarcações de uma vez por todas. Em meados de 2008, 7 portarias lançaram GTs de identificação e delimitação para terras em 26 municípios do Sul de MS. Como essa portarias anunciaram a resolução da situação como um todo (são mais de 45 mil índios Guarani-Kaiowa, divididos em dezenas de comunidades, e nos últimos 20 anos as reivinidicações deles vinham sendo sempre tratadas no varejo, promovendo-se &#8220;demarcações em ilhas&#8221; &#8211; lembram-se de Roraima?????), também ensejaram uma união do lado contrário: os fazendeiros se  organizaram, conseguiram o apoio massivo dos políticos da região, de quase todas as tendências, e vêm fazendo um lobby violento em Brasília, junto ao MJ.</p>
<p>Até agora, mesmo quando a Funai negocia e atende  reivindicações dos fazendeiros no sentido de possibilitar participação do governo do estado junto aos GTs, eles vêm recuando e fazendo um jogo de empurrar com a barriga &#8211; tudo indica que o objetivo é barganhar apoio político para as  eleições de 2010 e inviabilizar o proceso como um todo.</p>
<p>Todos que tenham possibilidade de difundir informaçoes sobre esse processo podem ajudar! É muito importante a repercussão nacional e internacional dessas pressões contra os índios. O MS é um estado que se financia, hoje, com o agronegócio, e a soja, a carne e a cana que saem de lá bancam advogados e políticos para defender os fazendeiros.</p>
<p>Abraços,<br />
Romualdo</p>
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