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	Comentários sobre: Especial Educação Infantil (IV): Educação popular e formação de educadores	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Romário Silveira Machado		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Romário Silveira Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 18:00:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom. Sou professor de Ens. Fundamental. Vivo e milito no SEPE(Sindicato dos Profissionais da Educação) no município de Japeri/RJ, o mais pobre do RJ. Na busca de uma aliança com a Assoc. dos Trabalhadores Rurais de Pedra Lisa e Jaceruba (um assentamento) percebemos a potencialidade que o trabalho unificado tem (CAMPO/CIDADE). É neste lugar, excluído das políticas públicas, sem infraestrutura, escola, saúde, saneamento, ... que percebemos a natureza do Estado capitalista. Um Estado que só se faz presente para reprimir, oprimir e culpabilizar os trabalhadores. Na verdade não é a ausência do Estado mas um modelo de Estado adotado para concentrar o povo nas favelas e periferias semi-urbanizadas garantindo o campo, as áreas com potencial econômico, para quando o grande capital resolver investir - as CUTRALES da vida.  O SEPE Japeri resolveu desenvolver um trabalho articulado com os Trabalhadores Rurais. É hora do Sindicato avançar no sentido de romper com as lutas corporativas da categoria e pensar/agir de forma transformadora, política e libertária.  A Educação Popular cria a possibilidade de se &quot;repolitizar&quot; a educação do povo, socializando a política trazendo os trabalhadores para definirem que projeto de mundo, homem e educação querem.  Entraremos em contato com vocês.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom. Sou professor de Ens. Fundamental. Vivo e milito no SEPE(Sindicato dos Profissionais da Educação) no município de Japeri/RJ, o mais pobre do RJ. Na busca de uma aliança com a Assoc. dos Trabalhadores Rurais de Pedra Lisa e Jaceruba (um assentamento) percebemos a potencialidade que o trabalho unificado tem (CAMPO/CIDADE). É neste lugar, excluído das políticas públicas, sem infraestrutura, escola, saúde, saneamento, &#8230; que percebemos a natureza do Estado capitalista. Um Estado que só se faz presente para reprimir, oprimir e culpabilizar os trabalhadores. Na verdade não é a ausência do Estado mas um modelo de Estado adotado para concentrar o povo nas favelas e periferias semi-urbanizadas garantindo o campo, as áreas com potencial econômico, para quando o grande capital resolver investir &#8211; as CUTRALES da vida.  O SEPE Japeri resolveu desenvolver um trabalho articulado com os Trabalhadores Rurais. É hora do Sindicato avançar no sentido de romper com as lutas corporativas da categoria e pensar/agir de forma transformadora, política e libertária.  A Educação Popular cria a possibilidade de se &#8220;repolitizar&#8221; a educação do povo, socializando a política trazendo os trabalhadores para definirem que projeto de mundo, homem e educação querem.  Entraremos em contato com vocês.</p>
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		<title>
		Por: Xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/10/13633/#comment-6028</link>

		<dc:creator><![CDATA[Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 16:45:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá,

Em primeiro lugar, gostaria de parabenizar pela experiência narrado no relato acima apresentado. Uma tarefa que todos os coletivos populares e movimentos sociais devêm ter mais atenção.

Não há dúvidas de que, com todas as suas dificuldades e limitações, nossas atividades pré-figurativas ensaiam não só outras formas de pensar e organizar concretamente a sociedade, mas também percebem as potencialidades de arte e revolução já presentes.

Interessante, cabe destacar, a importância da rotatividade e divisão de coordenação nas decisões e tarefas. Realmente, uma das faces fundamentais do empoderamento. A questão do tempo, e da organização das atividades (a auto-crítica apresentada no texto), sem dúvida merece atenção especial - e parabéns pela reflexão sobre esse processo.

Por fim, gostaria de saber quais as etapas e encaminhamentos futuros que o Coletivo Candeeiro pretende, junto com esses movimentos populares e outros, seguir para consolidar e re-construir a interpretação de Educação Popular aqui apresentada?

Abraços]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Em primeiro lugar, gostaria de parabenizar pela experiência narrado no relato acima apresentado. Uma tarefa que todos os coletivos populares e movimentos sociais devêm ter mais atenção.</p>
<p>Não há dúvidas de que, com todas as suas dificuldades e limitações, nossas atividades pré-figurativas ensaiam não só outras formas de pensar e organizar concretamente a sociedade, mas também percebem as potencialidades de arte e revolução já presentes.</p>
<p>Interessante, cabe destacar, a importância da rotatividade e divisão de coordenação nas decisões e tarefas. Realmente, uma das faces fundamentais do empoderamento. A questão do tempo, e da organização das atividades (a auto-crítica apresentada no texto), sem dúvida merece atenção especial &#8211; e parabéns pela reflexão sobre esse processo.</p>
<p>Por fim, gostaria de saber quais as etapas e encaminhamentos futuros que o Coletivo Candeeiro pretende, junto com esses movimentos populares e outros, seguir para consolidar e re-construir a interpretação de Educação Popular aqui apresentada?</p>
<p>Abraços</p>
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