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	<title>
	Comentários sobre: Dessacralizar a crítica social	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Roni		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/11/14309/#comment-7516</link>

		<dc:creator><![CDATA[Roni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 22:54:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não sei pq mas tenho a impressão q somos meio-irmão, não por causa dos nossos amigos em comum, mas por mais pessimista que eu seje, vc naum atingio meu pessimismo por ele esta pautado em outra discussão que não esta colocada por vc. E nem eu consigo negar o que vc nos diz, por mais que eu tente entrar na &quot;onda da desconstrução da modernidade&quot;. O chão é nossa referência principal, contudo eu sinto a necessidade de te responder, não neste momento, mas tenho certos pressentimentos ruins com relação as expectativas, que em alguma medida, é decorrência clara de seus apontamentos sobre os movimentos sociais, mas sei-la, eu ainda tenho medo de um certo &quot;facismo do cotidiano&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei pq mas tenho a impressão q somos meio-irmão, não por causa dos nossos amigos em comum, mas por mais pessimista que eu seje, vc naum atingio meu pessimismo por ele esta pautado em outra discussão que não esta colocada por vc. E nem eu consigo negar o que vc nos diz, por mais que eu tente entrar na &#8220;onda da desconstrução da modernidade&#8221;. O chão é nossa referência principal, contudo eu sinto a necessidade de te responder, não neste momento, mas tenho certos pressentimentos ruins com relação as expectativas, que em alguma medida, é decorrência clara de seus apontamentos sobre os movimentos sociais, mas sei-la, eu ainda tenho medo de um certo &#8220;facismo do cotidiano&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luiz Henrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/11/14309/#comment-7260</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 12:10:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostei do texto, uma ótima reflexão sobre uma verdade evidente.
A esquerda pendendo-se, para uma direita. Pois, as grandes conquistas são atribuidas sobre as autoridades. Que aproveitam da memoria fraca da nossa boçal população.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do texto, uma ótima reflexão sobre uma verdade evidente.<br />
A esquerda pendendo-se, para uma direita. Pois, as grandes conquistas são atribuidas sobre as autoridades. Que aproveitam da memoria fraca da nossa boçal população.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ronan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/11/14309/#comment-7167</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ronan]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:24:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Letícia e Robson,

não tinha interesse em atingir nenhum grupo específico porque considero que esta romantização do passado está presente em amplos meios. No campo da esquerda ela acompanha o abandono das lutas e dos lutadores do presente. Em alguns casos, serve de base para a exploração de alunos e pessoas em situações várias. Também se tranforma numa espécie de capital simbólico, como se o fato de conhecer muito sobre lutas do passado fizesse de alguém melhor pessoa ou pessoa alheia às contradições sociais. O foco do texto é colocar que o aprendizado de alternativas se dá participando das lutas sociais e são os que fazem as lutas sociais que mantêm vivas as alternativas ao status quo. E nós não temos como saber quem serão e o que farão os que lutarão em 2015. Não temos como enquadrar em pré-requisitos estéticos, morais ou políticos toda uma gama de coisas que vão surgindo. É acompanhar os fatos. O olho tem que estar no futuro.


Quanto ao niilismo, devemos pensar que validade de crítica se constroí quando temos movimentos que surgem mais por ódio aos poderosos do que por amor aos excluídos, oprimidos e explorados. Fundamentar uma luta social somente no ódio é também condição para que não se veja os avanços e os feitos de muitos. 

Quanto ao modelo de texto acho que livros como Lutando na Espanha, do Orwell, ou Memórias de um Autodidata no Brasil, do Tragtenberg, deveriam inspirar outras produções mais. Há toda uma experiência acumulada por muitos movimentos que não foi devidamente exposta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Letícia e Robson,</p>
<p>não tinha interesse em atingir nenhum grupo específico porque considero que esta romantização do passado está presente em amplos meios. No campo da esquerda ela acompanha o abandono das lutas e dos lutadores do presente. Em alguns casos, serve de base para a exploração de alunos e pessoas em situações várias. Também se tranforma numa espécie de capital simbólico, como se o fato de conhecer muito sobre lutas do passado fizesse de alguém melhor pessoa ou pessoa alheia às contradições sociais. O foco do texto é colocar que o aprendizado de alternativas se dá participando das lutas sociais e são os que fazem as lutas sociais que mantêm vivas as alternativas ao status quo. E nós não temos como saber quem serão e o que farão os que lutarão em 2015. Não temos como enquadrar em pré-requisitos estéticos, morais ou políticos toda uma gama de coisas que vão surgindo. É acompanhar os fatos. O olho tem que estar no futuro.</p>
<p>Quanto ao niilismo, devemos pensar que validade de crítica se constroí quando temos movimentos que surgem mais por ódio aos poderosos do que por amor aos excluídos, oprimidos e explorados. Fundamentar uma luta social somente no ódio é também condição para que não se veja os avanços e os feitos de muitos. </p>
<p>Quanto ao modelo de texto acho que livros como Lutando na Espanha, do Orwell, ou Memórias de um Autodidata no Brasil, do Tragtenberg, deveriam inspirar outras produções mais. Há toda uma experiência acumulada por muitos movimentos que não foi devidamente exposta.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Tânia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/11/14309/#comment-7165</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tânia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:37:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito interessante sua reflexão Ronan. Tenho pensando muito sobre o
lugar da teoria, principalmente dos teóricos, nas existências
cotidianas das mulheres e homens que se movimentam, ou mesmo o papel
dos teóricos na transformação social.
O fato é que a reflexão sem movimento acaba sendo um elixir de muitos
intelectuais. Uma forma de sentar a bunda na cadeira, confortável é
claro,  e não sentir o peso do mundo, afinal suas existências muitas
vezes está garantida.
Já os sujeitos que se movimentam, tendo como respaldo suas
sobrevivências e que não precisam citar, Marx, Lênin, Bakunin etc,
para através de suas práticas cotidianas repelir a estrutura social do
capitalismo, esses sim são os responsáveis em manter a utopia, a
capacidade de transformação,  a revolução presente no imaginário de
muitos de nós.
abs]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante sua reflexão Ronan. Tenho pensando muito sobre o<br />
lugar da teoria, principalmente dos teóricos, nas existências<br />
cotidianas das mulheres e homens que se movimentam, ou mesmo o papel<br />
dos teóricos na transformação social.<br />
O fato é que a reflexão sem movimento acaba sendo um elixir de muitos<br />
intelectuais. Uma forma de sentar a bunda na cadeira, confortável é<br />
claro,  e não sentir o peso do mundo, afinal suas existências muitas<br />
vezes está garantida.<br />
Já os sujeitos que se movimentam, tendo como respaldo suas<br />
sobrevivências e que não precisam citar, Marx, Lênin, Bakunin etc,<br />
para através de suas práticas cotidianas repelir a estrutura social do<br />
capitalismo, esses sim são os responsáveis em manter a utopia, a<br />
capacidade de transformação,  a revolução presente no imaginário de<br />
muitos de nós.<br />
abs</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Robson		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/11/14309/#comment-7163</link>

		<dc:creator><![CDATA[Robson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:31:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=14309#comment-7163</guid>

					<description><![CDATA[Ronan, parabéns pelo texto.
Tal sacralização se deve, muitas vezes, a uma abstração das reais condições concretas em que surgiram os nomes e as lutas. Quando não se consegue apreender isso, ignora-se que os cursinhos populares, os movimentos sociais, entre outros, são a própria concretude do processo. 
Gostei muito do texto.
Abraços]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ronan, parabéns pelo texto.<br />
Tal sacralização se deve, muitas vezes, a uma abstração das reais condições concretas em que surgiram os nomes e as lutas. Quando não se consegue apreender isso, ignora-se que os cursinhos populares, os movimentos sociais, entre outros, são a própria concretude do processo.<br />
Gostei muito do texto.<br />
Abraços</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leticia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/11/14309/#comment-7161</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leticia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:14:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=14309#comment-7161</guid>

					<description><![CDATA[Caro Ronan, 
muito boa sua reflexão, principalmente a julgar pela forma escolhida de narrar, que considero mais intimista, a partir das suas experiências pessoais. Aproveito para compartilhar certo incômodo que também me causa a reiteração de formas romantizadas do passado, &quot;centradas mais nos personagens que nos processos históricos&quot;. No entanto, de minha parte, o que me causa muitas vezes muita desmotivação não é, ao contrário do que dizes, fruto do &quot;paradoxo nostálgico (...) de somente dar atenção às lutas do passado&quot;, mas do quanto, ficando presos a esses modelos, muitos militantes não abrem espaço para criar novas formas de luta e agregação - ao contrário da série de movimentos que vc citou. Além disso, me incomoda, como vc diz, a idealização de certos personagens, o que leva muitos a agirem conforme aqueles velhos modelos, se des-caracterizando como pessoa para dar espaço à construção de uma persnoficação desaraigada da realidade atual ou de qq realidade concreta baseada em experiências vividas, atravancando assim a luta. Exemplos desse tipo vejo, por exemplo, em certas formações grupais, como a JR, MNN e LER-QI, que aliás, vc não comentou. Terá sido por isso? Obrigada e abraços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ronan,<br />
muito boa sua reflexão, principalmente a julgar pela forma escolhida de narrar, que considero mais intimista, a partir das suas experiências pessoais. Aproveito para compartilhar certo incômodo que também me causa a reiteração de formas romantizadas do passado, &#8220;centradas mais nos personagens que nos processos históricos&#8221;. No entanto, de minha parte, o que me causa muitas vezes muita desmotivação não é, ao contrário do que dizes, fruto do &#8220;paradoxo nostálgico (&#8230;) de somente dar atenção às lutas do passado&#8221;, mas do quanto, ficando presos a esses modelos, muitos militantes não abrem espaço para criar novas formas de luta e agregação &#8211; ao contrário da série de movimentos que vc citou. Além disso, me incomoda, como vc diz, a idealização de certos personagens, o que leva muitos a agirem conforme aqueles velhos modelos, se des-caracterizando como pessoa para dar espaço à construção de uma persnoficação desaraigada da realidade atual ou de qq realidade concreta baseada em experiências vividas, atravancando assim a luta. Exemplos desse tipo vejo, por exemplo, em certas formações grupais, como a JR, MNN e LER-QI, que aliás, vc não comentou. Terá sido por isso? Obrigada e abraços.</p>
]]></content:encoded>
		
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