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	Comentários sobre: A escravatura não acabou	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: maria robbins		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[maria robbins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 17:01:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[portugal tem redes de venda de criancas muito bem montada!qualquer enfermeira antiga sabe o que se passa nas maternidades e por ai fora!o elo de ligacao logico passa pelas chamadas proteccoes de menores, escolas e tribunais , onde elementos altamente corruptos trabalham para as mafias de la!mas as mafias ate ja ca estao , sobretudo com a abertura dos paises da ex uniao sovietica!ha pontos-chave para o trafico como o algarve, almada , cascais e fronteiras ja para nao falar nas ilhas!foram todos apanhados de surpresa com o meu caso, por isso a mafia (russa) mas tb calabresa quis apurar a verdade!os cowboys portugueses apareceram-me tipo :venho ajudar 1nunca tiraram os oculos escuros, mas apos perguntas de rasteira as quais respondi inocentemente , concluiram que nao fui vender ninguem e que era uma vitima inocente , mas que pronto estava no meu destino morrer por la!O tanas !fui sempre protegida por quem sabia/sabe destes porcos negocios de portugal, e por isso andei sempre perto de muitas organizacoes que com a sua capa me protegeram ate eu conseguir fugir to tal pais!devo muito ao EXERCITO DE SALVACAO e a muitos outros!fiquei conhecida como :the Fucking Portuguese who has guts!e pediram-me desculpa em nome dos honestos cidadaos desse pais!por ca estou a ser vitima de perseguicao de 2(dois) magistrados, um e uma, que tentaram a forca fazer passar tudo por 2maluquice&quot; minha!onde estou ha mafia instalada ha tempo!nao me admira comecar a receber ameacas !peco asilo politico ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>portugal tem redes de venda de criancas muito bem montada!qualquer enfermeira antiga sabe o que se passa nas maternidades e por ai fora!o elo de ligacao logico passa pelas chamadas proteccoes de menores, escolas e tribunais , onde elementos altamente corruptos trabalham para as mafias de la!mas as mafias ate ja ca estao , sobretudo com a abertura dos paises da ex uniao sovietica!ha pontos-chave para o trafico como o algarve, almada , cascais e fronteiras ja para nao falar nas ilhas!foram todos apanhados de surpresa com o meu caso, por isso a mafia (russa) mas tb calabresa quis apurar a verdade!os cowboys portugueses apareceram-me tipo :venho ajudar 1nunca tiraram os oculos escuros, mas apos perguntas de rasteira as quais respondi inocentemente , concluiram que nao fui vender ninguem e que era uma vitima inocente , mas que pronto estava no meu destino morrer por la!O tanas !fui sempre protegida por quem sabia/sabe destes porcos negocios de portugal, e por isso andei sempre perto de muitas organizacoes que com a sua capa me protegeram ate eu conseguir fugir to tal pais!devo muito ao EXERCITO DE SALVACAO e a muitos outros!fiquei conhecida como :the Fucking Portuguese who has guts!e pediram-me desculpa em nome dos honestos cidadaos desse pais!por ca estou a ser vitima de perseguicao de 2(dois) magistrados, um e uma, que tentaram a forca fazer passar tudo por 2maluquice&#8221; minha!onde estou ha mafia instalada ha tempo!nao me admira comecar a receber ameacas !peco asilo politico &#8230;</p>
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		<title>
		Por: Douglas Anfra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/12/16394/#comment-7836</link>

		<dc:creator><![CDATA[Douglas Anfra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 17:42:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Isto é recorrente no mundo de hoje. Além da venda e comércio de seres humanos podemos lembrar das ocorrências de trabalho escravo que estão vinculadas: 
 
&quot;Servidão por barracão&quot; - recorrente no Brasil e aumentado a partir do retorno do cultivo intensivo da cana de açucar. Consiste no fato do trabalhador, além de ser sub-assalariado, é obrigado a receber dinheiro ou outro valor de troca de utilidade local que só tem validade no armazém (barracão) do dono do plantio ou da usina, endividando o trabalhador que passa a ficar comprometido com o patrão e sob vigilância de jagunços (bandidos contratados). Estes são a imensa maioria dos casos de trabalhadores libertados por redes contra o trabalho escravo no Brasil. 

Não conhecemos casos de intercâmbio de trabalhadores sob servidão entre si, como mercadoria, logo, não se criou (ainda, ou não se sabe) mercado de trabalho escravo de trabalhadores na cana que passariam a ser controlados a partir da servidão. Mas nada impede que, sem controle, isto possa ocorrer.

As redes de prostituição internacional utilizam-se de tráfico de seres humanos. Algumas pessoas no Brasil se envolveram recorrentemente em conflitos contra grupos que se utilzavam de narco-dependentes em crack, no intercâmbio entre os países é recorrente utilizarem-se da ilegalidade dos trabalhadores migrantes para que estes sejam obrigados a realizar posteriormente trabalho servil em locais pré-definidos temporários(já negociados com agenciadores como os &quot;coyotes&quot; quando transportam imigrantes pelas fronteiras americanas, ou no caso da servidão entre coreanos nas colônias no Brasil até estabelecerem-se, ou ainda muitas atrizes e trabalhadores em geral do mercado pornográfico americano, especialmente o dito &quot;underground&quot; ou &quot;hardcore&quot;). 
Na prostituição européia a coisa é tão, ou ainda mais grave, pois a escravidão é fixa e se negociam as pessoas constantemente estabelecendo mercados permanente de pessoas no circuito da prostituição masculina (travestidos ou michês) e feminina. O caso dos e das orientais como noticiado é intenso igualmente no Japão.
No entanto há que se levar em conta como funcionam estas instâncias de trabalhado forçado, que nunca deixarão de existir enquanto houver uma sociedade injusta e a possibilidade do uso da força e o da constituição de um mercado de escravos, o que aponta, caso esteja estabelecido que volta a ser importante fronteira de acumulação do capitalismo ou nunca deixará de existir um sistema paralelo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isto é recorrente no mundo de hoje. Além da venda e comércio de seres humanos podemos lembrar das ocorrências de trabalho escravo que estão vinculadas: </p>
<p>&#8220;Servidão por barracão&#8221; &#8211; recorrente no Brasil e aumentado a partir do retorno do cultivo intensivo da cana de açucar. Consiste no fato do trabalhador, além de ser sub-assalariado, é obrigado a receber dinheiro ou outro valor de troca de utilidade local que só tem validade no armazém (barracão) do dono do plantio ou da usina, endividando o trabalhador que passa a ficar comprometido com o patrão e sob vigilância de jagunços (bandidos contratados). Estes são a imensa maioria dos casos de trabalhadores libertados por redes contra o trabalho escravo no Brasil. </p>
<p>Não conhecemos casos de intercâmbio de trabalhadores sob servidão entre si, como mercadoria, logo, não se criou (ainda, ou não se sabe) mercado de trabalho escravo de trabalhadores na cana que passariam a ser controlados a partir da servidão. Mas nada impede que, sem controle, isto possa ocorrer.</p>
<p>As redes de prostituição internacional utilizam-se de tráfico de seres humanos. Algumas pessoas no Brasil se envolveram recorrentemente em conflitos contra grupos que se utilzavam de narco-dependentes em crack, no intercâmbio entre os países é recorrente utilizarem-se da ilegalidade dos trabalhadores migrantes para que estes sejam obrigados a realizar posteriormente trabalho servil em locais pré-definidos temporários(já negociados com agenciadores como os &#8220;coyotes&#8221; quando transportam imigrantes pelas fronteiras americanas, ou no caso da servidão entre coreanos nas colônias no Brasil até estabelecerem-se, ou ainda muitas atrizes e trabalhadores em geral do mercado pornográfico americano, especialmente o dito &#8220;underground&#8221; ou &#8220;hardcore&#8221;).<br />
Na prostituição européia a coisa é tão, ou ainda mais grave, pois a escravidão é fixa e se negociam as pessoas constantemente estabelecendo mercados permanente de pessoas no circuito da prostituição masculina (travestidos ou michês) e feminina. O caso dos e das orientais como noticiado é intenso igualmente no Japão.<br />
No entanto há que se levar em conta como funcionam estas instâncias de trabalhado forçado, que nunca deixarão de existir enquanto houver uma sociedade injusta e a possibilidade do uso da força e o da constituição de um mercado de escravos, o que aponta, caso esteja estabelecido que volta a ser importante fronteira de acumulação do capitalismo ou nunca deixará de existir um sistema paralelo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ítalo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/12/16394/#comment-7698</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ítalo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 21:09:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E você acha que isto não é escravização?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E você acha que isto não é escravização?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pedro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2009/12/16394/#comment-7677</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 14:04:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não se tratava exatamente de escravidão. Conheci pessoalmente uma senhora que, empregada doméstica num apartamento em condomìnio fechado, ficava reclusa e só podia sair com a autorização dos patrões, um trabalho em cárcere privado. São Paulo, Brasil. Ao que parece, há outros casos desse tipo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não se tratava exatamente de escravidão. Conheci pessoalmente uma senhora que, empregada doméstica num apartamento em condomìnio fechado, ficava reclusa e só podia sair com a autorização dos patrões, um trabalho em cárcere privado. São Paulo, Brasil. Ao que parece, há outros casos desse tipo.</p>
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