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	Comentários sobre: A educação paulista e a greve dos professores	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Lolita		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/03/20239/#comment-8989</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lolita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 15:16:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Achei o texto do professor Reinaldo Melo altamente plausível. É muito mais fácil ter posições revolucionárias quando há uma eminência de certeza de ameaça. Em época de eleição, assim como todo político fica mais bondoso, todo povo fica mais revolucionário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei o texto do professor Reinaldo Melo altamente plausível. É muito mais fácil ter posições revolucionárias quando há uma eminência de certeza de ameaça. Em época de eleição, assim como todo político fica mais bondoso, todo povo fica mais revolucionário.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Observador		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/03/20239/#comment-8914</link>

		<dc:creator><![CDATA[Observador]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 15:19:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O segundo artigo me reforçou a crença de que a extrema esquerda não se diferencia em nada da direita.
Vamos lá: luta por salário não é apenas interesse individual. É senso comum achar que existe uma distinção entre interesse inidividual e coletivo. A construção de nossas biografias, de  nossa inidivualidade, é um processo histórico e social. Nossas &quot;escolhas&quot; subjetivas são feitas diante das possibilidades objetivas. Logo, apenas um preconceito ultra-liberal poderia imaginar uma escolha individual isolada do mundo social. Isso se articula bem à ideologia da meritocracia tucana. 
Outra: essa idéia de que a greve è partidarizada pelo PT é o mesmo argumento da Folha de São Paulo e da gestão tucana. Sugerir que ela só seria autêntica se fosse contra o sindicato também... bom, isso merece ser premiado com um cargo na gestão tucana de educação. Sugerir que só é autêntico o que irrompe &quot;autenticamente&quot; das massas de individuos isolados é uma ingenuidade.
Ser contra a greve é um direito individual seu. Ao que parece os únicos que acredita.
Mes estranha alguém tão contrário à instituiçõa, às organizações ser professor estadual. Seria isso anarquismo?
Por fim, cuidado com o que define como fascismo. Ironizar e inferiorizar alguém por causa de atributos físicos (senhora Doutora Honoris Causa em Silicone no Quadril e PHD em botox na face..) é muito similar ao ideário fascista.
Bom, fui professor em SP, agora trabalho em outro estado. Vendo as posições deste site (em tese de esquerda) entendo porque o PSDB passeia com tanta facilidade pelo Estado. Com esta esquerda...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O segundo artigo me reforçou a crença de que a extrema esquerda não se diferencia em nada da direita.<br />
Vamos lá: luta por salário não é apenas interesse individual. É senso comum achar que existe uma distinção entre interesse inidividual e coletivo. A construção de nossas biografias, de  nossa inidivualidade, é um processo histórico e social. Nossas &#8220;escolhas&#8221; subjetivas são feitas diante das possibilidades objetivas. Logo, apenas um preconceito ultra-liberal poderia imaginar uma escolha individual isolada do mundo social. Isso se articula bem à ideologia da meritocracia tucana.<br />
Outra: essa idéia de que a greve è partidarizada pelo PT é o mesmo argumento da Folha de São Paulo e da gestão tucana. Sugerir que ela só seria autêntica se fosse contra o sindicato também&#8230; bom, isso merece ser premiado com um cargo na gestão tucana de educação. Sugerir que só é autêntico o que irrompe &#8220;autenticamente&#8221; das massas de individuos isolados é uma ingenuidade.<br />
Ser contra a greve é um direito individual seu. Ao que parece os únicos que acredita.<br />
Mes estranha alguém tão contrário à instituiçõa, às organizações ser professor estadual. Seria isso anarquismo?<br />
Por fim, cuidado com o que define como fascismo. Ironizar e inferiorizar alguém por causa de atributos físicos (senhora Doutora Honoris Causa em Silicone no Quadril e PHD em botox na face..) é muito similar ao ideário fascista.<br />
Bom, fui professor em SP, agora trabalho em outro estado. Vendo as posições deste site (em tese de esquerda) entendo porque o PSDB passeia com tanta facilidade pelo Estado. Com esta esquerda&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Professora Rosiani		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/03/20239/#comment-8909</link>

		<dc:creator><![CDATA[Professora Rosiani]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 07:44:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente artigo, digno de arquivar e divulgar!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente artigo, digno de arquivar e divulgar!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/03/20239/#comment-8888</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 14:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Graça Aguiar
Obrigado pela proposta do Blog, vou tentar desenvolver um, entrei no seu blog e estou lendo os artigos. Qualquer coisa deixarei algum comentário. Obrigado pela dica. Boa sorte nessa sua labuta que sei não ser fácil. Abraços Solidarios...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Graça Aguiar<br />
Obrigado pela proposta do Blog, vou tentar desenvolver um, entrei no seu blog e estou lendo os artigos. Qualquer coisa deixarei algum comentário. Obrigado pela dica. Boa sorte nessa sua labuta que sei não ser fácil. Abraços Solidarios&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Graça Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/03/20239/#comment-8884</link>

		<dc:creator><![CDATA[Graça Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 06:25:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=20239#comment-8884</guid>

					<description><![CDATA[Caros Colegas

Infelizmente a categoria se transformou no bode expiatório das falhas do sistema. Há uma campanha explicita para desmoralizar a categoria, responsabilizando-a pelo caos que está a educação. A educação pública é “genérica”, a preocupação dos gestores é apenas com a quantidade, a qualidade parece não interessar. 
Assistimos à criação do “lupen-alunato”, a realidade descrita pelo Marcos é vivida por todos nós. Aqui no Rio, os alunos oriundos das escolas municipais em função do sistema da aprovação automática, chegam ao Ensino Médio totalmente sem base. Viciados pelo sistema, acreditam que basta estar presente na escola para ser promovido de série. Hoje, vivi em sala uma situação que ilustra bem esta realidade, no 3º ano do Ensino Médio, existem alunos que não sabem identificar o que é um capítulo e nem como encontrá-lo em um livro. Não tem nenhuma perspectiva, e não acreditam em suas possibilidades. Estamos diante de uma geração iludida, perdida e diplomada... 
O cenário é sombrio, mas não estou desmotivada nem desiludida, luto e vou continuar lutando para fazer estes jovens acreditarem em seu potencial. Precisamos com urgência, trazer a realidade das escolas para a rua, mostrar ao povo o que realmente acontece lá dentro. 
O baixo salário e as péssimas condições de trabalho são um reflexo do descaso com a educação de massa. Para os dirigentes a educação não é vista como um direito do cidadão que paga seus impostos é tida como um favor, uma esmola a mais dispensada pelo assistencialismo. Não basta só lutar pelo aumento do salário, temos que lutar pela melhoria da educação. A greve é utilizada pelo sistema para jogar a população contra a categoria, desviando a atenção da irresponsabilidade dos governantes para com a educação pública.
Marcos, vamos continuar repetindo para os alunos que eles são capazes é pouco, mas é o que temos no momento, entretanto podemos fazer mais, podemos escrever sobre isto e dar voz a esses jovens. Indignada com essa situação eu criei um blog, o S.O.S. Educação Pública : http://soseducaopblica.blogspot.com. Crie um também, vamos botar o nosso bloco na rua, isto é na Internet. Quanto mais profissionais da área de Educação estiver falando, uma hora vai cair no ouvido do povo.
Rosania não é o fato de serem apolíticos, o que torna alguns professores passivos diante das política educacionais, na verdade o que lhes falta é consciência crítica, falta de envolvimento com a questão social. Trabalhar para uma educação de qualidade para todos é um ato de amor ao próximo, de sentir que  o outro é um ser humano igual a nós. Concordo que temos que mostrar o nosso repúdio a essa política adotada para a educação, mostrar aos líderes, que na realidade são colocados no poder com o nosso voto, a nossa insatisfação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Colegas</p>
<p>Infelizmente a categoria se transformou no bode expiatório das falhas do sistema. Há uma campanha explicita para desmoralizar a categoria, responsabilizando-a pelo caos que está a educação. A educação pública é “genérica”, a preocupação dos gestores é apenas com a quantidade, a qualidade parece não interessar.<br />
Assistimos à criação do “lupen-alunato”, a realidade descrita pelo Marcos é vivida por todos nós. Aqui no Rio, os alunos oriundos das escolas municipais em função do sistema da aprovação automática, chegam ao Ensino Médio totalmente sem base. Viciados pelo sistema, acreditam que basta estar presente na escola para ser promovido de série. Hoje, vivi em sala uma situação que ilustra bem esta realidade, no 3º ano do Ensino Médio, existem alunos que não sabem identificar o que é um capítulo e nem como encontrá-lo em um livro. Não tem nenhuma perspectiva, e não acreditam em suas possibilidades. Estamos diante de uma geração iludida, perdida e diplomada&#8230;<br />
O cenário é sombrio, mas não estou desmotivada nem desiludida, luto e vou continuar lutando para fazer estes jovens acreditarem em seu potencial. Precisamos com urgência, trazer a realidade das escolas para a rua, mostrar ao povo o que realmente acontece lá dentro.<br />
O baixo salário e as péssimas condições de trabalho são um reflexo do descaso com a educação de massa. Para os dirigentes a educação não é vista como um direito do cidadão que paga seus impostos é tida como um favor, uma esmola a mais dispensada pelo assistencialismo. Não basta só lutar pelo aumento do salário, temos que lutar pela melhoria da educação. A greve é utilizada pelo sistema para jogar a população contra a categoria, desviando a atenção da irresponsabilidade dos governantes para com a educação pública.<br />
Marcos, vamos continuar repetindo para os alunos que eles são capazes é pouco, mas é o que temos no momento, entretanto podemos fazer mais, podemos escrever sobre isto e dar voz a esses jovens. Indignada com essa situação eu criei um blog, o S.O.S. Educação Pública : <a href="http://soseducaopblica.blogspot.com" rel="nofollow ugc">http://soseducaopblica.blogspot.com</a>. Crie um também, vamos botar o nosso bloco na rua, isto é na Internet. Quanto mais profissionais da área de Educação estiver falando, uma hora vai cair no ouvido do povo.<br />
Rosania não é o fato de serem apolíticos, o que torna alguns professores passivos diante das política educacionais, na verdade o que lhes falta é consciência crítica, falta de envolvimento com a questão social. Trabalhar para uma educação de qualidade para todos é um ato de amor ao próximo, de sentir que  o outro é um ser humano igual a nós. Concordo que temos que mostrar o nosso repúdio a essa política adotada para a educação, mostrar aos líderes, que na realidade são colocados no poder com o nosso voto, a nossa insatisfação.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rosania		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/03/20239/#comment-8834</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rosania]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 12:43:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acredito que nos professores em sua maioria somos apolíticos, concordamos com tudo que o governo nos impõe.... não fazemos nada para melhorar a educação, nem oferecemos ensino de qualidades para nossos alunos.... Eu como Coordenadora de Escola sei mto bem disso. HTPC é  muro das lamentações, professores só falam  mau da família dos alunos, dos alunos dos problemas que as mesmas apresentam. A solução só será  PROPOSTA POR ALGUNS PROFESSORES  QUE  AINDA LUTA, ACREDITA NA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE PARA TODOS....Meus caros reclamar para quem não merece ouvir não adianta,devermos ir a luta e mostrar a nossa insatisfação para os líderes...... Bônus Mérito alguém acredita??? eu não acredito, é puramente político o resultado é mostrado para o segmento onde o governo investe no caso Ensino mèdio que aomemos seria ridículo dizer a população que há investimentos em massa e a elhoria não acontece, Escolas que ficarão no ano anterior entre as 10 piores das Diretorias de Ensino, receberam apoio da Oficina Pedagógica e do pessoal de apoio de SP e seria ridículo tb dizer que não evoluiram não por causa dos professores, é claro mas sim por causa do pessoal de apoio...... estase scolas alcançaram 120% da meta ou seja os professores receberam de 4 a cinco mmil de Bônus, acredito que a aprendizagem é um processo longo as escolas em 1 ano jamais chegariam a perefeição....... ( politicagem barata), na minha escola por exemplo eixste o EF cicloII e E.M o bônus do E.F foi zero, ou seja todos os professores receberam 0 de bônus, já o E.M 120% os professores receberam de 4 a cinco mil tb...... acordem pessoal não acredito nesta politicagem de bônus o que eu quero e saléario decente sem enganação e que meus professores sejam valorizados pelo seu trabalho.......]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que nos professores em sua maioria somos apolíticos, concordamos com tudo que o governo nos impõe&#8230;. não fazemos nada para melhorar a educação, nem oferecemos ensino de qualidades para nossos alunos&#8230;. Eu como Coordenadora de Escola sei mto bem disso. HTPC é  muro das lamentações, professores só falam  mau da família dos alunos, dos alunos dos problemas que as mesmas apresentam. A solução só será  PROPOSTA POR ALGUNS PROFESSORES  QUE  AINDA LUTA, ACREDITA NA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE PARA TODOS&#8230;.Meus caros reclamar para quem não merece ouvir não adianta,devermos ir a luta e mostrar a nossa insatisfação para os líderes&#8230;&#8230; Bônus Mérito alguém acredita??? eu não acredito, é puramente político o resultado é mostrado para o segmento onde o governo investe no caso Ensino mèdio que aomemos seria ridículo dizer a população que há investimentos em massa e a elhoria não acontece, Escolas que ficarão no ano anterior entre as 10 piores das Diretorias de Ensino, receberam apoio da Oficina Pedagógica e do pessoal de apoio de SP e seria ridículo tb dizer que não evoluiram não por causa dos professores, é claro mas sim por causa do pessoal de apoio&#8230;&#8230; estase scolas alcançaram 120% da meta ou seja os professores receberam de 4 a cinco mmil de Bônus, acredito que a aprendizagem é um processo longo as escolas em 1 ano jamais chegariam a perefeição&#8230;&#8230;. ( politicagem barata), na minha escola por exemplo eixste o EF cicloII e E.M o bônus do E.F foi zero, ou seja todos os professores receberam 0 de bônus, já o E.M 120% os professores receberam de 4 a cinco mil tb&#8230;&#8230; acordem pessoal não acredito nesta politicagem de bônus o que eu quero e saléario decente sem enganação e que meus professores sejam valorizados pelo seu trabalho&#8230;&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: A. Nonimo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/03/20239/#comment-8821</link>

		<dc:creator><![CDATA[A. Nonimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 10:32:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho que se resume muito nem nisso: nós professores temos que lutar APESAR da APEOESP. Mas não basta apenas culpar a APEOESP. O sindicato é o espelho mais fiel de sua base. Com uma base conservadora, e apassivada, o sindicato vira mesmo uma empresa prestadora de serviços e trampolim de ascensão social dos burocratas de plantão. Cujo sonho, como burocratas, é estarem lá no Palácio dos Bandeirantes, nos explorando como novos patrões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que se resume muito nem nisso: nós professores temos que lutar APESAR da APEOESP. Mas não basta apenas culpar a APEOESP. O sindicato é o espelho mais fiel de sua base. Com uma base conservadora, e apassivada, o sindicato vira mesmo uma empresa prestadora de serviços e trampolim de ascensão social dos burocratas de plantão. Cujo sonho, como burocratas, é estarem lá no Palácio dos Bandeirantes, nos explorando como novos patrões.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/03/20239/#comment-8772</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 01:00:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E é isso que eu não quero Baader, segura-los em silêncio. Quero que eles gritem, num coro que faça toda Campinas ouvi-los.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E é isso que eu não quero Baader, segura-los em silêncio. Quero que eles gritem, num coro que faça toda Campinas ouvi-los.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Baader		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/03/20239/#comment-8771</link>

		<dc:creator><![CDATA[Baader]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 00:01:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A greve, de fato, tem sido polêmica. Sou professor e não aderi a ela. Não concordo com o fato de a APEOESP e outros colegas de profissão levantarem a bandeira de melhora nas condições do ensino uma vez que -todos sabemos- basta um mínimo aumento salarial para que o movimento cesse. 
Quanto às condições da escola, elas reproduzem a sociedade na qual vivemos. Alunos de perfiferia têm condições de vida piores e, por isso, têm que ser convencidos de que tudo no mundo é ruim. Se não, como segurá-los em silêncio?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A greve, de fato, tem sido polêmica. Sou professor e não aderi a ela. Não concordo com o fato de a APEOESP e outros colegas de profissão levantarem a bandeira de melhora nas condições do ensino uma vez que -todos sabemos- basta um mínimo aumento salarial para que o movimento cesse.<br />
Quanto às condições da escola, elas reproduzem a sociedade na qual vivemos. Alunos de perfiferia têm condições de vida piores e, por isso, têm que ser convencidos de que tudo no mundo é ruim. Se não, como segurá-los em silêncio?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/03/20239/#comment-8705</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 15:09:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=20239#comment-8705</guid>

					<description><![CDATA[Personas
Infelizmente tenho que concordar com os dois artigos, trabalho em uma escola no municipio de Campinas, que além da falta de infraestrutura urbana ser gritantemente alta (sem pavimentação, rede de esgoto deficitária, posto de saúde pequeno para o tamanho da população e com um atendimento médico demorado, altos índices de violência, nenhuma biblioteca, nenhuma área verde, enchentes periódicas, etc, etc, etc) também trabalhamos em uma escola sem funcionários tanto na secretaria como nos corredores da nossa escola. Meus alunos estão mais próximos do centro de Indaiatuba do que do centro de Campinas. Polícia só aparece ali para reprimi-los e/ou intimidá-los. Percebo em meus alunos uma falta de perspectiva muito alta, onde nós professores precisamos constantemente lembra-los que eles podem ser mais, que eles devem ser mais, que não é por serem pobres materialmente, que serão fadados a serem pobres de espirito, mas como essas poucas palavras podem fazer força frente a realidade vivida deles???
Em pouco mais de um mês nessa escola, me apeguei nela de tal forma, que não penso em sair de lá até ver as suas condições estruturais serem sanadas (pelo menos boa parte dela), mas quando comparo essa escola com a escola que trabalhei em Caierias, onde tinha muito subsidio por parte da direção, material didático conseguido de forma mais rápida do que aqui, sinto que essa luta será muito difícil. Na minha atual escola, tudo é tão precário, tão deficitário que leva muitos professores que lá chegam ao desestimulo, a ponto de pedirem remoção.
Ai temos uma grande parte de professores que todos os anos mudam, tendo que desenvolver suas aulas sem conhecer as virtudes e as deficiencias dos nossos alunos. Penso que um trabalho para dar bons frutos, tem de ser a longo prazo, por isso a necessidade dos professores ficarem na escola.
Mas isso só não acontece porque essa figura que está governador pouco se lixa para a escola pública. Esse individuo vê nossa categoria como inimiga. Esse Sr. tem os meios de comunicação de massa do seu lado. Os formadores de opinião (como esse ser chamado gilberto dimenstein) usam de seus espaços para nos caluniar, e quando se trata do nosso sindicado, ele é totalmente fragmentado, sem coesão, mais preocupado em disputas político/ideológicas do que resolver os problemas da categoria.
No ano passado, fui nas Assembléias como professor que acabara de ingressar como funcionário do estado de São Paulo, e o que vi foram apenas militantes, cada um defendendo sua visão, fechando-se em sua teoria, criticando aquele ser que estava no palanque Maria Izabel Azevedo Noronha, vulgo Bebel, que vivia para se defender das críticas dos outros partidos e pouquissimos professores que não estivessem ligados a algum partido político como eu. Somos um sindicato todo partido pelos partidos, onde as poucas pessoas que tentam agir de boa fé, são usados como massa de manobra como bem destaca o Professor Reinaldo Melo.
Gostaria que fosse diferente meus caros e caras, mas parte da realidade é essa...
Abraços Solidário ( de sólido mesmo)...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Personas<br />
Infelizmente tenho que concordar com os dois artigos, trabalho em uma escola no municipio de Campinas, que além da falta de infraestrutura urbana ser gritantemente alta (sem pavimentação, rede de esgoto deficitária, posto de saúde pequeno para o tamanho da população e com um atendimento médico demorado, altos índices de violência, nenhuma biblioteca, nenhuma área verde, enchentes periódicas, etc, etc, etc) também trabalhamos em uma escola sem funcionários tanto na secretaria como nos corredores da nossa escola. Meus alunos estão mais próximos do centro de Indaiatuba do que do centro de Campinas. Polícia só aparece ali para reprimi-los e/ou intimidá-los. Percebo em meus alunos uma falta de perspectiva muito alta, onde nós professores precisamos constantemente lembra-los que eles podem ser mais, que eles devem ser mais, que não é por serem pobres materialmente, que serão fadados a serem pobres de espirito, mas como essas poucas palavras podem fazer força frente a realidade vivida deles???<br />
Em pouco mais de um mês nessa escola, me apeguei nela de tal forma, que não penso em sair de lá até ver as suas condições estruturais serem sanadas (pelo menos boa parte dela), mas quando comparo essa escola com a escola que trabalhei em Caierias, onde tinha muito subsidio por parte da direção, material didático conseguido de forma mais rápida do que aqui, sinto que essa luta será muito difícil. Na minha atual escola, tudo é tão precário, tão deficitário que leva muitos professores que lá chegam ao desestimulo, a ponto de pedirem remoção.<br />
Ai temos uma grande parte de professores que todos os anos mudam, tendo que desenvolver suas aulas sem conhecer as virtudes e as deficiencias dos nossos alunos. Penso que um trabalho para dar bons frutos, tem de ser a longo prazo, por isso a necessidade dos professores ficarem na escola.<br />
Mas isso só não acontece porque essa figura que está governador pouco se lixa para a escola pública. Esse individuo vê nossa categoria como inimiga. Esse Sr. tem os meios de comunicação de massa do seu lado. Os formadores de opinião (como esse ser chamado gilberto dimenstein) usam de seus espaços para nos caluniar, e quando se trata do nosso sindicado, ele é totalmente fragmentado, sem coesão, mais preocupado em disputas político/ideológicas do que resolver os problemas da categoria.<br />
No ano passado, fui nas Assembléias como professor que acabara de ingressar como funcionário do estado de São Paulo, e o que vi foram apenas militantes, cada um defendendo sua visão, fechando-se em sua teoria, criticando aquele ser que estava no palanque Maria Izabel Azevedo Noronha, vulgo Bebel, que vivia para se defender das críticas dos outros partidos e pouquissimos professores que não estivessem ligados a algum partido político como eu. Somos um sindicato todo partido pelos partidos, onde as poucas pessoas que tentam agir de boa fé, são usados como massa de manobra como bem destaca o Professor Reinaldo Melo.<br />
Gostaria que fosse diferente meus caros e caras, mas parte da realidade é essa&#8230;<br />
Abraços Solidário ( de sólido mesmo)&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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