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	Comentários sobre: GAOS. 2ª Parte: da &#8220;volta às fábricas&#8221; ao exílio	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Giancarlo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 20:18:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns ao autor por trazer novamente à discussão este período histórico de ampla repressão, as formas de resistência que aconteceram, bem como alguns documentos para a análise dos mesmos.
Sem dúvida alguma os movimentos sociais revolucionários em períodos de &quot;regime militar&quot; sofrem em demasia com as limitações de se agir sem liberdade de organização, de reunião, de imprensa, de expressão, etc.. No &quot;regime democrático&quot; estas liberdades não existem em sua plenitude, a liberdade de expressão é limitada pela conjuntura e pela diferença do poder aquisitivo da burguesia e das organizações que expressem e lutem pela emancipação do proletariado, e por assim em diante. Em ambos os casos há a &quot;ditadura do capital&quot;.
E justamente na luta contra esta &quot;ditadura do capital&quot;, a luta de classes, algumas instituições servem a uma ou a outra classe. Considerando a classe dos gestores como uma classe com interesses antagônicos ao do proletariado, e em consonância com a relação capital, os sindicatos devem, portanto, serem vistos como uma instituição capitalista ( regulam o valor da força de trabalho), e não como uma instituição revolucionária.  
Refaço aqui a &quot;provocação&quot; que fiz na primeira parte do artigo:
&quot;o socialismo autogestionário é consoante com os sindicatos e a estrutura sindical?&quot;.
Pelo sentido geral desta segunda parte, a atuação na base das fábricas, por fora dos sindicatos, foi escolhida por uma questão de conjuntura, já que «Os sindicatos estão ocupados, você não pode fazer nada. Os sindicatos mais consequentes tiveram uma intervenção de não sei quantos anos. Na cúpula sindical não se podia fazer mais nada. Vamos fazer o que, então? Vamos nos organizar nas empresas. Trabalho de paciência, devagar, porque o inimigo está atento». Nesta linha de raciocínio, tão logo as cúpulas destes sindicatos sejam desocupadas pelos militares, a vanguarda da classe deva ocupar estes espaços e guiar o processo revolucionário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns ao autor por trazer novamente à discussão este período histórico de ampla repressão, as formas de resistência que aconteceram, bem como alguns documentos para a análise dos mesmos.<br />
Sem dúvida alguma os movimentos sociais revolucionários em períodos de &#8220;regime militar&#8221; sofrem em demasia com as limitações de se agir sem liberdade de organização, de reunião, de imprensa, de expressão, etc.. No &#8220;regime democrático&#8221; estas liberdades não existem em sua plenitude, a liberdade de expressão é limitada pela conjuntura e pela diferença do poder aquisitivo da burguesia e das organizações que expressem e lutem pela emancipação do proletariado, e por assim em diante. Em ambos os casos há a &#8220;ditadura do capital&#8221;.<br />
E justamente na luta contra esta &#8220;ditadura do capital&#8221;, a luta de classes, algumas instituições servem a uma ou a outra classe. Considerando a classe dos gestores como uma classe com interesses antagônicos ao do proletariado, e em consonância com a relação capital, os sindicatos devem, portanto, serem vistos como uma instituição capitalista ( regulam o valor da força de trabalho), e não como uma instituição revolucionária.<br />
Refaço aqui a &#8220;provocação&#8221; que fiz na primeira parte do artigo:<br />
&#8220;o socialismo autogestionário é consoante com os sindicatos e a estrutura sindical?&#8221;.<br />
Pelo sentido geral desta segunda parte, a atuação na base das fábricas, por fora dos sindicatos, foi escolhida por uma questão de conjuntura, já que «Os sindicatos estão ocupados, você não pode fazer nada. Os sindicatos mais consequentes tiveram uma intervenção de não sei quantos anos. Na cúpula sindical não se podia fazer mais nada. Vamos fazer o que, então? Vamos nos organizar nas empresas. Trabalho de paciência, devagar, porque o inimigo está atento». Nesta linha de raciocínio, tão logo as cúpulas destes sindicatos sejam desocupadas pelos militares, a vanguarda da classe deva ocupar estes espaços e guiar o processo revolucionário.</p>
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