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	Comentários sobre: Unidades de Polícia Pacificadora: O que são, a que anseios respondem e quais desafios colocam aos ativismos urbanos? &#8211; 1.ª Parte	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: FERNANDA SILVA		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/06/25554/#comment-114467</link>

		<dc:creator><![CDATA[FERNANDA SILVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 12:44:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Condeno o ato do policial ter feito o indivíduo ficar de cueca, lamentave!Adorei a maneira em que foi abordado o tema UPP, esclarecendo de forma simples e objetiva seu significado.
Parabéns aos responsáveis pelo site.Artigo esclarecedor. Por outro lado, acho que o texto poderia ser…um pouco mais “enxuto”, informar o que foi informado, mas um pouco mais resumido. Uma matéria realmente bem escrita e esclarecedor.

SE POSSIVEL GOSTARIA DE TER INFORMAÇÃO!
SOBRE VAGAS PARA A UPPS!
QUUAIS CURSOS DEVO FAZER?
ESPERO RESPOSTA!!!!!!!!!!!!



ABRAÇOS
ATT: FERNANDA SILVA]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Condeno o ato do policial ter feito o indivíduo ficar de cueca, lamentave!Adorei a maneira em que foi abordado o tema UPP, esclarecendo de forma simples e objetiva seu significado.<br />
Parabéns aos responsáveis pelo site.Artigo esclarecedor. Por outro lado, acho que o texto poderia ser…um pouco mais “enxuto”, informar o que foi informado, mas um pouco mais resumido. Uma matéria realmente bem escrita e esclarecedor.</p>
<p>SE POSSIVEL GOSTARIA DE TER INFORMAÇÃO!<br />
SOBRE VAGAS PARA A UPPS!<br />
QUUAIS CURSOS DEVO FAZER?<br />
ESPERO RESPOSTA!!!!!!!!!!!!</p>
<p>ABRAÇOS<br />
ATT: FERNANDA SILVA</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Eduardo Tomazine Teixeira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/06/25554/#comment-16378</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Tomazine Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 16:57:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre os atuais ataques feitos pelos narcotraficantes, eu diria o seguinte: é inegável a sua relação com a política das UPPs. As principais facções do tráfico de drogas no Rio, o Comando Vermelho e o Amigo dos Amigos, estão encurralados entre o controle territorial das UPPs nas zonas sul e norte da cidade, e das máfias (milícias) na zona oeste. Eles aprenderam alguma coisa com os ataques do PCC em São Paulo, e acharam que conseguiriam desestabilizar decisivamente o Governo do Rio com esses ataques. Ocorre que o Governo do Rio tem feito um trabalho sistemático de defesa e divulgação da sua nova política de segurança pública, e não é mero acaso que tantos leitores tenham tentado se informar sobre as UPPs justamente agora. Finalmente, diferentemente do PCC, que estava (e está) em plena expansão, os responsáveis pelos ataques no Rio estão perdendo espaço (literalmente). Ou seja, o Governo do Rio não tem motivos para fazer concessões aos agressores. Ao menos por enquanto.

O cenário que está se desenhando é o de concentração das forças das duas facções em dois pontos-chave, a Rocinha e o Complexo do Alemão. Não sei o que ocorrerá: se os traficantes darão combate quando chegar o momento de implementar as UPPs nestas áreas; se eles fugirão, como fizeram até agora (e para onde?), ou se a polícia (com a ajuda das Forças Armadas) fechará o cerco. O certo é que, de uma forma ou de outra, estas áreas serão controladas, o que desestabilizará decisivamente as facções do tráfico de drogas no Rio de Janeiro, pois eles terão perdido os seus enclaves operacionais e mercados mais importantes.  

No entanto, a situação estará longe de estabilizar-se, pois é provável que, ao menos por um tempo, as disputas territoriais em áreas fora do alcance das UPPs se intensifiquem, e que outras modalidades de negócios ilegais/criminais se desenvolvam. Além disso, haverá ainda o risco de outras ondas de ataques articuladas pelos líderes criminosos nos presídios, o que exigirá uma nova estratégia na política de segurança - dessa vez, em escala nacional. Será preciso investir na modernização da inteligência da polícia e do sistema carcerário brasileiro. Tendo em vista a atual conjuntura política e econômica no Brasil, não vejo grandes impedimentos para que isso aconteça (ao menos em parte) ao longo dos próximos quatro ou seis anos.

Resta, então, tentar responder a uma pergunta capital: o que será daquela parcela da população, sobretudo os jovens, das áreas &quot;pacificadas&quot; que antes tinham entre as suas estratégias de sobrevivência alguma forma de associação ao tráfico de drogas? Tenho ouvido muitos companheiros da esquerda dizerem que as UPPs estão sendo implementadas sem a menor contrapartida em investimentos sociais, o que é uma leitura simplista. É bem verdade que não há reformas como as que gostaríamos, mas há reformas, digamos, capitalistas. Dois elementos precisam ser considerados: primeiro, há toda uma rede formada pelo &quot;terceiro setor&quot; e pela iniciativa privada sendo tecida para substituir parcialmente o espaço deixado pelas quadrilhas de narcotraficantes. Não por serem bonzinhos, mas porque têm interesse nisso. Depois, há a conjunção de crescimento econômico e de políticas socioeconômicas do governo federal que fazem com que as perspectivas dos jovens das favelas &quot;pacificadas&quot; sejam muito menos sombrias do que aquelas dos anos 80 e 90, quando o tráfico de drogas se consolidou. Eu insisto em dizer que estes espaços serão espaços em disputa, e os movimentos sociais precisam adotar uma postura mais contundente e propositiva.       

Agora, o que acontecerá fora da área do tal &quot;corredor turístico&quot;, ou &quot;cinturão de segurança&quot;, e como estas áreas periféricas irão se relacionar com as áreas &quot;pacificadas&quot;, isso é uma grande incógnita.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre os atuais ataques feitos pelos narcotraficantes, eu diria o seguinte: é inegável a sua relação com a política das UPPs. As principais facções do tráfico de drogas no Rio, o Comando Vermelho e o Amigo dos Amigos, estão encurralados entre o controle territorial das UPPs nas zonas sul e norte da cidade, e das máfias (milícias) na zona oeste. Eles aprenderam alguma coisa com os ataques do PCC em São Paulo, e acharam que conseguiriam desestabilizar decisivamente o Governo do Rio com esses ataques. Ocorre que o Governo do Rio tem feito um trabalho sistemático de defesa e divulgação da sua nova política de segurança pública, e não é mero acaso que tantos leitores tenham tentado se informar sobre as UPPs justamente agora. Finalmente, diferentemente do PCC, que estava (e está) em plena expansão, os responsáveis pelos ataques no Rio estão perdendo espaço (literalmente). Ou seja, o Governo do Rio não tem motivos para fazer concessões aos agressores. Ao menos por enquanto.</p>
<p>O cenário que está se desenhando é o de concentração das forças das duas facções em dois pontos-chave, a Rocinha e o Complexo do Alemão. Não sei o que ocorrerá: se os traficantes darão combate quando chegar o momento de implementar as UPPs nestas áreas; se eles fugirão, como fizeram até agora (e para onde?), ou se a polícia (com a ajuda das Forças Armadas) fechará o cerco. O certo é que, de uma forma ou de outra, estas áreas serão controladas, o que desestabilizará decisivamente as facções do tráfico de drogas no Rio de Janeiro, pois eles terão perdido os seus enclaves operacionais e mercados mais importantes.  </p>
<p>No entanto, a situação estará longe de estabilizar-se, pois é provável que, ao menos por um tempo, as disputas territoriais em áreas fora do alcance das UPPs se intensifiquem, e que outras modalidades de negócios ilegais/criminais se desenvolvam. Além disso, haverá ainda o risco de outras ondas de ataques articuladas pelos líderes criminosos nos presídios, o que exigirá uma nova estratégia na política de segurança &#8211; dessa vez, em escala nacional. Será preciso investir na modernização da inteligência da polícia e do sistema carcerário brasileiro. Tendo em vista a atual conjuntura política e econômica no Brasil, não vejo grandes impedimentos para que isso aconteça (ao menos em parte) ao longo dos próximos quatro ou seis anos.</p>
<p>Resta, então, tentar responder a uma pergunta capital: o que será daquela parcela da população, sobretudo os jovens, das áreas &#8220;pacificadas&#8221; que antes tinham entre as suas estratégias de sobrevivência alguma forma de associação ao tráfico de drogas? Tenho ouvido muitos companheiros da esquerda dizerem que as UPPs estão sendo implementadas sem a menor contrapartida em investimentos sociais, o que é uma leitura simplista. É bem verdade que não há reformas como as que gostaríamos, mas há reformas, digamos, capitalistas. Dois elementos precisam ser considerados: primeiro, há toda uma rede formada pelo &#8220;terceiro setor&#8221; e pela iniciativa privada sendo tecida para substituir parcialmente o espaço deixado pelas quadrilhas de narcotraficantes. Não por serem bonzinhos, mas porque têm interesse nisso. Depois, há a conjunção de crescimento econômico e de políticas socioeconômicas do governo federal que fazem com que as perspectivas dos jovens das favelas &#8220;pacificadas&#8221; sejam muito menos sombrias do que aquelas dos anos 80 e 90, quando o tráfico de drogas se consolidou. Eu insisto em dizer que estes espaços serão espaços em disputa, e os movimentos sociais precisam adotar uma postura mais contundente e propositiva.       </p>
<p>Agora, o que acontecerá fora da área do tal &#8220;corredor turístico&#8221;, ou &#8220;cinturão de segurança&#8221;, e como estas áreas periféricas irão se relacionar com as áreas &#8220;pacificadas&#8221;, isso é uma grande incógnita.</p>
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		<title>
		Por: Eduardo Tomazine Teixeira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/06/25554/#comment-16377</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Tomazine Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 16:03:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dirijo-me, mais especificamente, aos leitores que deixaram comentários a partir do dia 24 de novembro, e que, provavelmente, procuraram informar-se sobre as UPPs após o início da recente onda de ataques no Rio de Janeiro. 

É interessante notar que alguns leitores me parabenizaram pela imparcialidade com a qual trato o tema; outros, ao contrário, notaram certa parcialidade ao relatar as reclamações de moradores vítimas de certos abusos da parte de policiais das UPPs. Ora, a minha análise teve como ponto de partida tentar entender o que são as UPPs, de maneira a saber quais são os seus desafios para a organização popular (dos ativismos sociais) nas áreas &quot;pacificadas&quot;. Há, portanto, parcialidade (como sempre haverá, com a diferença que alguns assumem isso, outros tentam camuflar), o que não significa que o assunto não seja tratado de maneira séria, sem distorções injustas e demagogia. Sobre a pergunta feita pela Fabí, eu acho difícil que moradores de favelas ocupadas por UPPs tenham agredido fisicamente os policiais. No entanto, se você quiser se inteirar sobre possíveis agressões morais, basta consultar os inquéritos das delegacias próximas às UPPs referentes às queixas por desacato feitas pelos próprios policiais (e as quais eu faço menção no texto).

Voltando ao tema da parcialidade, diria que, uma análise séria, mesmo que feita para o proveito dos ativismos (e não da PM, por exemplo), precisa analisar a coisa com o máximo de honestidade intelectual. Ora, as UPPs não são a solução para o problema da violência no Rio; elas têm limites sócio-espaciais, mas, onde elas estão instaladas, elas representam, ao mesmo tempo, um alívio e uma nova opressão na vida quotidiana da sua população. E mais: abrem brechas para a retomada de um trabalho de base amplo ali, o que era atravancado pela tirania dos chefetes do tráfico de drogas. 

O Governo do Estado não está implementando esta política porque é progressista, mas porque:

a) A opinião pública já não mais subscreve uma simples política de confrontação (embora tal política não tenha deixado, e não deixará de existir);

b) Há dinheiro e articulação política para a implementação de uma política como essa, que é de longa duração e custa caro;

c) A atual conjuntura econômica é favorável ao Brasil e a algumas importantes cidades brasileiras, e o Rio, particularmente, é visado para uma onda de valorização imobiliária, desenvolvimento da indústria turística e de realização de negócios em função do crescimento da indústria petroquímica que necessitam, para a sua viabilização, de uma forma de controle social das áreas segregadas. Arriscaria dizer, portanto, que as UPPs são, junto com os megaeventos (Copa e Olimpíadas), uma das principais cartadas na configuração de uma nova hegemonia no Rio de Janeiro, a qual articula o grande capital imobiliário, grandes monopólios industriais e uma classe política com certa feição gestorial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dirijo-me, mais especificamente, aos leitores que deixaram comentários a partir do dia 24 de novembro, e que, provavelmente, procuraram informar-se sobre as UPPs após o início da recente onda de ataques no Rio de Janeiro. </p>
<p>É interessante notar que alguns leitores me parabenizaram pela imparcialidade com a qual trato o tema; outros, ao contrário, notaram certa parcialidade ao relatar as reclamações de moradores vítimas de certos abusos da parte de policiais das UPPs. Ora, a minha análise teve como ponto de partida tentar entender o que são as UPPs, de maneira a saber quais são os seus desafios para a organização popular (dos ativismos sociais) nas áreas &#8220;pacificadas&#8221;. Há, portanto, parcialidade (como sempre haverá, com a diferença que alguns assumem isso, outros tentam camuflar), o que não significa que o assunto não seja tratado de maneira séria, sem distorções injustas e demagogia. Sobre a pergunta feita pela Fabí, eu acho difícil que moradores de favelas ocupadas por UPPs tenham agredido fisicamente os policiais. No entanto, se você quiser se inteirar sobre possíveis agressões morais, basta consultar os inquéritos das delegacias próximas às UPPs referentes às queixas por desacato feitas pelos próprios policiais (e as quais eu faço menção no texto).</p>
<p>Voltando ao tema da parcialidade, diria que, uma análise séria, mesmo que feita para o proveito dos ativismos (e não da PM, por exemplo), precisa analisar a coisa com o máximo de honestidade intelectual. Ora, as UPPs não são a solução para o problema da violência no Rio; elas têm limites sócio-espaciais, mas, onde elas estão instaladas, elas representam, ao mesmo tempo, um alívio e uma nova opressão na vida quotidiana da sua população. E mais: abrem brechas para a retomada de um trabalho de base amplo ali, o que era atravancado pela tirania dos chefetes do tráfico de drogas. </p>
<p>O Governo do Estado não está implementando esta política porque é progressista, mas porque:</p>
<p>a) A opinião pública já não mais subscreve uma simples política de confrontação (embora tal política não tenha deixado, e não deixará de existir);</p>
<p>b) Há dinheiro e articulação política para a implementação de uma política como essa, que é de longa duração e custa caro;</p>
<p>c) A atual conjuntura econômica é favorável ao Brasil e a algumas importantes cidades brasileiras, e o Rio, particularmente, é visado para uma onda de valorização imobiliária, desenvolvimento da indústria turística e de realização de negócios em função do crescimento da indústria petroquímica que necessitam, para a sua viabilização, de uma forma de controle social das áreas segregadas. Arriscaria dizer, portanto, que as UPPs são, junto com os megaeventos (Copa e Olimpíadas), uma das principais cartadas na configuração de uma nova hegemonia no Rio de Janeiro, a qual articula o grande capital imobiliário, grandes monopólios industriais e uma classe política com certa feição gestorial.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Fernanda de Camargo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/06/25554/#comment-16353</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernanda de Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 16:44:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Achei interessante o comentário da Fabi e com certeza nós obteremos esta resposta, enquanto continuar o conflito, muitas coisas ainda ficaremos sabendo.
Espero que seja resolvido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei interessante o comentário da Fabi e com certeza nós obteremos esta resposta, enquanto continuar o conflito, muitas coisas ainda ficaremos sabendo.<br />
Espero que seja resolvido.</p>
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		<title>
		Por: Fernanda de Camargo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/06/25554/#comment-16352</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernanda de Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 16:41:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estou muito satisfeita com as informações que encontrei aqui Parabéns! Gosto de me inteirar nos assuntos importantes do nosso país e com este artigo tirou parte das minhas dúvidas sobre a causa do conflito no Rio de Janeiro. Criminosos X Polícia. Vamos torcer para que esta UPP esteja firme e do lado do bem sempre. E que Deus esteja a frente de tudo.
Somos todos cidadãos e queremos segurança, paz, proteção. 
Proteção que o poder público tem o dever de assegurar, a partir dos procedimentos do Estado democrático de direito.
Fernanda de Camargo-SP]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou muito satisfeita com as informações que encontrei aqui Parabéns! Gosto de me inteirar nos assuntos importantes do nosso país e com este artigo tirou parte das minhas dúvidas sobre a causa do conflito no Rio de Janeiro. Criminosos X Polícia. Vamos torcer para que esta UPP esteja firme e do lado do bem sempre. E que Deus esteja a frente de tudo.<br />
Somos todos cidadãos e queremos segurança, paz, proteção.<br />
Proteção que o poder público tem o dever de assegurar, a partir dos procedimentos do Estado democrático de direito.<br />
Fernanda de Camargo-SP</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodrigo Castro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/06/25554/#comment-16288</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 17:10:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ótimo texto, sobretudo a intenção de imparcialidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto, sobretudo a intenção de imparcialidade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fabí		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/06/25554/#comment-16287</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fabí]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 17:06:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Artigo esclarecedor. Por outro lado, acho que o texto poderia ser...um pouco mais &quot;enxuto&quot;, informar o que foi informado, mas um pouco mais resumido. Além disso, um pouco tendencioso. Quando se coloca exemplos de pessoas agredidas pelos políciais a grande maioria dos leitores irá se senbilizar com a pessoa agredida sem se importar com a versão da que agrediu. Entendo que o objetivo foi, mostrar os lados positivo e negativo da implantação das UPPs, mas por outro lado despertou minha curiosidade em saber: &quot;Será que todos os moradores receberam bem os policiais das UPPs? Será que algum sofreu até mesmo uma agressão física por parte de algum morador?&quot;
Gostaria de saber, mas enfim...fica para uma outra oportunidade!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo esclarecedor. Por outro lado, acho que o texto poderia ser&#8230;um pouco mais &#8220;enxuto&#8221;, informar o que foi informado, mas um pouco mais resumido. Além disso, um pouco tendencioso. Quando se coloca exemplos de pessoas agredidas pelos políciais a grande maioria dos leitores irá se senbilizar com a pessoa agredida sem se importar com a versão da que agrediu. Entendo que o objetivo foi, mostrar os lados positivo e negativo da implantação das UPPs, mas por outro lado despertou minha curiosidade em saber: &#8220;Será que todos os moradores receberam bem os policiais das UPPs? Será que algum sofreu até mesmo uma agressão física por parte de algum morador?&#8221;<br />
Gostaria de saber, mas enfim&#8230;fica para uma outra oportunidade!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marco Villa		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/06/25554/#comment-16284</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marco Villa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 16:32:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Condeno o ato do policial ter feito o indivíduo ficar de cueca, lamentavel. Mas, as UPPs estão realizando um ótimo trabalho no RJ. Lógico que os abusos devem ser investigados, mas a ação do policias é louvavel. Parabéns a todos esses heróis. Creio eu que existe muita gente ruim querendo parar o trabalho dos bons, o que não acontecerá!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Condeno o ato do policial ter feito o indivíduo ficar de cueca, lamentavel. Mas, as UPPs estão realizando um ótimo trabalho no RJ. Lógico que os abusos devem ser investigados, mas a ação do policias é louvavel. Parabéns a todos esses heróis. Creio eu que existe muita gente ruim querendo parar o trabalho dos bons, o que não acontecerá!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Carina		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/06/25554/#comment-14710</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 08:28:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma matéria realmente bem escrita e esclarecedora. Gostaria apenas de sugerir, caso seja possível, que desenvolvam um texto que nos tragam elementos sobre a concepção original das UPPs: como, por qual motivo, por quem, em que país foi idealizada inicialmente, um confronto de ideias entre a concepção que embasa aqueles que afirmam a necessidade da manutenção do status quo (modelo que, em séculos de trabalho social em relação ao vigiar e ao punir, tem demonstrado estar totalmente errado) e a concepção idealista e humanista que permeia um trabalho como o das UPPs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma matéria realmente bem escrita e esclarecedora. Gostaria apenas de sugerir, caso seja possível, que desenvolvam um texto que nos tragam elementos sobre a concepção original das UPPs: como, por qual motivo, por quem, em que país foi idealizada inicialmente, um confronto de ideias entre a concepção que embasa aqueles que afirmam a necessidade da manutenção do status quo (modelo que, em séculos de trabalho social em relação ao vigiar e ao punir, tem demonstrado estar totalmente errado) e a concepção idealista e humanista que permeia um trabalho como o das UPPs.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ana carolina		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/06/25554/#comment-14014</link>

		<dc:creator><![CDATA[ana carolina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 18:28:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=25554#comment-14014</guid>

					<description><![CDATA[muito bom! este texto dá para tirar todas as duvidas que as pessoas tem sobre upp. parabens]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>muito bom! este texto dá para tirar todas as duvidas que as pessoas tem sobre upp. parabens</p>
]]></content:encoded>
		
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