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	Comentários sobre: Anticapitalismo e experiência piquetera (1): Genealogia e recuperação das lutas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26205/#comment-12798</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 18:13:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Rodrigues e Xavier,

Para mim essa capacidade do capitalismo de impor uma forma de sociabilidade é extremamente importante para pensarmos em formas de resistência. A construção de um mundo novo, não capitalista, passa necessariamente, também, por novas relações sociais, antagônicas as de opressão, dominação e exploração atuais. A, praticamente, total falta de espaços alternativos a sociabilidade capitalista indicam muito bem em que pé estamos.
E reparem como a capacidade de recuperação do sistema capitalista - das formas de sociabilidade criadas desde baixo - se dá, inclusive, nas periferias. Não à toa, enquanto a esquerda torce o nariz para fazer trabalho de base e organizativo na periferia e favelas (com o &quot;lumpen&quot;) é lá que se encontram diversas ONGs e projetos sociais e culturais das distintas instâncias governamentais. Por outro lado, quando estas políticas de contenção das margens não se fazem suficientes, o poder lança mão de medidas diretamente mais repressivas, como o anúncio do partido do governo francês de retirar a cidadania de imigrantes e também de filhos de imigrantes nascidos em França, que tenham sido condenados judicialmente a mais de 5 anos de prisão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rodrigues e Xavier,</p>
<p>Para mim essa capacidade do capitalismo de impor uma forma de sociabilidade é extremamente importante para pensarmos em formas de resistência. A construção de um mundo novo, não capitalista, passa necessariamente, também, por novas relações sociais, antagônicas as de opressão, dominação e exploração atuais. A, praticamente, total falta de espaços alternativos a sociabilidade capitalista indicam muito bem em que pé estamos.<br />
E reparem como a capacidade de recuperação do sistema capitalista &#8211; das formas de sociabilidade criadas desde baixo &#8211; se dá, inclusive, nas periferias. Não à toa, enquanto a esquerda torce o nariz para fazer trabalho de base e organizativo na periferia e favelas (com o &#8220;lumpen&#8221;) é lá que se encontram diversas ONGs e projetos sociais e culturais das distintas instâncias governamentais. Por outro lado, quando estas políticas de contenção das margens não se fazem suficientes, o poder lança mão de medidas diretamente mais repressivas, como o anúncio do partido do governo francês de retirar a cidadania de imigrantes e também de filhos de imigrantes nascidos em França, que tenham sido condenados judicialmente a mais de 5 anos de prisão.</p>
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		<title>
		Por: Rodrigues		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26205/#comment-12705</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 16:29:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;a delicada relação dialética entre a assimilação via assistencialismo e cooptação, e a capacidade de organização e construção de algo novo&quot;

Importante os apontamentos sobre as estratégias do capital para a cooptação das lutas. A transformação das lutas sociais  em uma questão  de planejamento e gestão, de &quot;engenharia social&quot;, visa o esfacelamento de relações sociais que, no caso das lutas citadas e de tantas outras, notadamente se contrapõem a tão sufocante e angustiante vivência passiva que o capital busca nos impor güela à baixo. O capital  busca a manutenção de uma condição de sociabilidade a fim de reproduzir-se. Que sigam as lutas, à contraponto!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;a delicada relação dialética entre a assimilação via assistencialismo e cooptação, e a capacidade de organização e construção de algo novo&#8221;</p>
<p>Importante os apontamentos sobre as estratégias do capital para a cooptação das lutas. A transformação das lutas sociais  em uma questão  de planejamento e gestão, de &#8220;engenharia social&#8221;, visa o esfacelamento de relações sociais que, no caso das lutas citadas e de tantas outras, notadamente se contrapõem a tão sufocante e angustiante vivência passiva que o capital busca nos impor güela à baixo. O capital  busca a manutenção de uma condição de sociabilidade a fim de reproduzir-se. Que sigam as lutas, à contraponto!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26205/#comment-11559</link>

		<dc:creator><![CDATA[Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 18:35:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá,

Excelente contibuição e contextualização das lutas que acontecem na Argentina hoje.

O artigo em questão evidencia dilemas, armadilhas, trajetórias e potencialidades fundamentais das lutas que movimentos e coletivos autônomos ousam empreender pela América Latina. A discussão sobre o Estado (e sua relação com os movimentos populares) deve sim ser retomada - em toda a sua complexidade.

No mais, e como destaque, fundamental a discussão levantada pelos autores - como provocação para a esquerda em geral - na nota de número 4 (sobre a questão da &quot;radicalidade da juventude periférica&quot;). Vale a pena continuarmos o debate por esses, e outros, pontos em destaque no artigo.

Parabéns pelo excelente escrito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Excelente contibuição e contextualização das lutas que acontecem na Argentina hoje.</p>
<p>O artigo em questão evidencia dilemas, armadilhas, trajetórias e potencialidades fundamentais das lutas que movimentos e coletivos autônomos ousam empreender pela América Latina. A discussão sobre o Estado (e sua relação com os movimentos populares) deve sim ser retomada &#8211; em toda a sua complexidade.</p>
<p>No mais, e como destaque, fundamental a discussão levantada pelos autores &#8211; como provocação para a esquerda em geral &#8211; na nota de número 4 (sobre a questão da &#8220;radicalidade da juventude periférica&#8221;). Vale a pena continuarmos o debate por esses, e outros, pontos em destaque no artigo.</p>
<p>Parabéns pelo excelente escrito.</p>
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