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	Comentários sobre: Anticapitalismo e experiência piquetera (2): Federação de Organizações de Base	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: valdemar Oliveira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26375/#comment-13085</link>

		<dc:creator><![CDATA[valdemar Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 16:22:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ola compas

temos que partir do pressuposto que todas as forma de luta e legal, mas temos que nos unir para derrotar o imperialimos e o capitalismo.

Saudações revolucionarias

Valdemar Oliveira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ola compas</p>
<p>temos que partir do pressuposto que todas as forma de luta e legal, mas temos que nos unir para derrotar o imperialimos e o capitalismo.</p>
<p>Saudações revolucionarias</p>
<p>Valdemar Oliveira</p>
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		<title>
		Por: alex		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26375/#comment-11983</link>

		<dc:creator><![CDATA[alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 01:52:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Khaled, 

No caso específico da FOB, ela é uma organização relativamente bem nova. De toda forma, para além de um grupo de militantes mais politizados, foi interessante notar que uma boa parte dos militantes me disse que entrou na FOB porque acreditou ser algo novo, com uma outra forma de política, visto que passaram por outras organizações e estavam um tanto descrentes com movimentos sociais, notadamente hierárquicos.

Numa assembléia que presenciei, havia uma mulher do bairro que estava indo pela primeira vez, para conhecer como era, como se dava a participação, como era a partilha das conquistas etc. E o que disseram para ela foi: &quot;venha, participe, veja como é e se gosta ou não, se fica ou não, mas aqui não há punteros, você não necessita obrigatoriamente participar de x reuniões, de ir a y mobilizações, mas vamos dividindo e decidindo com os que estão na luta&quot;.

Obviamente uma grande parcela dos seus membros é composta por pessoas que estão a procura de satisfazer necessidades materiais básicas, contudo, por estar organizada nos bairros, também foi possível observar que ali se dava uma politização, a criação de laços e companheirismo, que criava-se uma cultura de resistência.

Ainda que me pareça que na Argentina, em decorrência de diversos fatores, o terreno é mais propício para tentativas de politização e organização por questões básicas e reivindicativas, o que faz com que boa parte da população, sobretudo após a última crise, tenha participado de algum tipo de mobilização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Khaled, </p>
<p>No caso específico da FOB, ela é uma organização relativamente bem nova. De toda forma, para além de um grupo de militantes mais politizados, foi interessante notar que uma boa parte dos militantes me disse que entrou na FOB porque acreditou ser algo novo, com uma outra forma de política, visto que passaram por outras organizações e estavam um tanto descrentes com movimentos sociais, notadamente hierárquicos.</p>
<p>Numa assembléia que presenciei, havia uma mulher do bairro que estava indo pela primeira vez, para conhecer como era, como se dava a participação, como era a partilha das conquistas etc. E o que disseram para ela foi: &#8220;venha, participe, veja como é e se gosta ou não, se fica ou não, mas aqui não há punteros, você não necessita obrigatoriamente participar de x reuniões, de ir a y mobilizações, mas vamos dividindo e decidindo com os que estão na luta&#8221;.</p>
<p>Obviamente uma grande parcela dos seus membros é composta por pessoas que estão a procura de satisfazer necessidades materiais básicas, contudo, por estar organizada nos bairros, também foi possível observar que ali se dava uma politização, a criação de laços e companheirismo, que criava-se uma cultura de resistência.</p>
<p>Ainda que me pareça que na Argentina, em decorrência de diversos fatores, o terreno é mais propício para tentativas de politização e organização por questões básicas e reivindicativas, o que faz com que boa parte da população, sobretudo após a última crise, tenha participado de algum tipo de mobilização.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Pacheco		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26375/#comment-11945</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pacheco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 23:03:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estimado Khaled la participação nos movimentos se da de dois formas (meu portuguese es muy malo): 
Hay companheiros de forma transitória e pontual que no tem  parte expressiva da militância. Companheiros que nao interesa a militancia sino sou obtener mejoras materiais. 
Tambem hay companheiros da militância que apuestan a longo prazo, apuestan a cambiar tudo. Pero nao e estatico esos interesses. Pode ser que algum companheiro depois de un tempo comienze a estar ineteresado na militancia e na cambio social real. 
Saludos fraternales
Arriba lxs que luchan!!
Pacheco]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estimado Khaled la participação nos movimentos se da de dois formas (meu portuguese es muy malo):<br />
Hay companheiros de forma transitória e pontual que no tem  parte expressiva da militância. Companheiros que nao interesa a militancia sino sou obtener mejoras materiais.<br />
Tambem hay companheiros da militância que apuestan a longo prazo, apuestan a cambiar tudo. Pero nao e estatico esos interesses. Pode ser que algum companheiro depois de un tempo comienze a estar ineteresado na militancia e na cambio social real.<br />
Saludos fraternales<br />
Arriba lxs que luchan!!<br />
Pacheco</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: khaled		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26375/#comment-11896</link>

		<dc:creator><![CDATA[khaled]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 18:45:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O artigo é excelente, traçando as possibilidades e limitações da experiência piquetera argentina.

A dúvida que tenho é a seguinte: devido as dificuldades comuns da luta, sobretudo com bases materiais tão frágeis, como se dá a participação nos movimentos, de forma transitória e pontual ou uma parte expressiva da militância é formada por pessoas que participam da luta por vários anos?

Pergunto isso para tentar entender como se constrói dentro deste contexto perspectivas de luta de médio/longo prazo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo é excelente, traçando as possibilidades e limitações da experiência piquetera argentina.</p>
<p>A dúvida que tenho é a seguinte: devido as dificuldades comuns da luta, sobretudo com bases materiais tão frágeis, como se dá a participação nos movimentos, de forma transitória e pontual ou uma parte expressiva da militância é formada por pessoas que participam da luta por vários anos?</p>
<p>Pergunto isso para tentar entender como se constrói dentro deste contexto perspectivas de luta de médio/longo prazo.</p>
]]></content:encoded>
		
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