<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: O pior de dois mundos	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2010/07/26695/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2010/07/26695/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Tue, 01 Sep 2015 16:57:24 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Vinícius Diniz Rodrigues		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26695/#comment-298895</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vinícius Diniz Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 16:57:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=26695#comment-298895</guid>

					<description><![CDATA[Irresponsável essa reportagem e com muitas mentiras esdrúxulas. Um texto tendencioso e sensacionalista, obviamente escrito por alguém que nunca visitou uma planta da Jabil em qualquer lugar do mundo. 
Eu trabalhei 11 anos nesta empresa em Contagem e Betim, e, durante 6 meses na planta de Xangai e Guangzhou, na China. Fui Analista de Processos e Sistemas e Analista de Planejamento.
Vejamos:
A inspeção feita na planta de Betim é devido ao grande número de componentes pequenos e de alto valor usados como insumo nos processos de fabricação. O objetivo é coibir furtos, nada além disso, ação essa presente em qualquer grande corporação a qual movimenta componentes como memórias, circuitos integrados, cartuchos de impressora, etc. Fábricas tem essa prática em todos os continentes. Aliás, exatamente esta mesma ação de contenção de roubos é feita no comércio em geral de qualquer loja que visitamos.  Ilustrar essa reportagem dessa maneira mostra claramente a irresponsabilidade de quem a criou.
A colocação sobre moradia dos operários não procede, é totalmente distorcida, uma vez que os operários têm sim condições totalmente normais de moradia. Eu morei durante 6 semanas na planta de Guangzhou e visitei diversos apartamentos de operadores, em 2010. A informação sobre proibição de visita a outros apartamentos, a metragem dos quartos, quantidade de banheiros, tudo isso não procede. Em relação a alimentação a grande base de alimentação dos chineses são os vegetais, algo normal para eles, e não como colocado na reportagem. Enfim, diversos pontos foram colocados de maneira a criar uma má imagem e que não condiz com a realidade.
Os Sindicatos têm uma reputação prostituída e isso não é por acaso. Não confiamos em vocês pelo claro despreparo intelectual pela preguiça de vocês explorarem situações com mentiras e por vocês não fazerem nada real para os trabalhadores. O Brasil não está assim por acaso, não é só pelos corruptos em geral, e muito em função dessa liderança fraca que vocês exercem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Irresponsável essa reportagem e com muitas mentiras esdrúxulas. Um texto tendencioso e sensacionalista, obviamente escrito por alguém que nunca visitou uma planta da Jabil em qualquer lugar do mundo.<br />
Eu trabalhei 11 anos nesta empresa em Contagem e Betim, e, durante 6 meses na planta de Xangai e Guangzhou, na China. Fui Analista de Processos e Sistemas e Analista de Planejamento.<br />
Vejamos:<br />
A inspeção feita na planta de Betim é devido ao grande número de componentes pequenos e de alto valor usados como insumo nos processos de fabricação. O objetivo é coibir furtos, nada além disso, ação essa presente em qualquer grande corporação a qual movimenta componentes como memórias, circuitos integrados, cartuchos de impressora, etc. Fábricas tem essa prática em todos os continentes. Aliás, exatamente esta mesma ação de contenção de roubos é feita no comércio em geral de qualquer loja que visitamos.  Ilustrar essa reportagem dessa maneira mostra claramente a irresponsabilidade de quem a criou.<br />
A colocação sobre moradia dos operários não procede, é totalmente distorcida, uma vez que os operários têm sim condições totalmente normais de moradia. Eu morei durante 6 semanas na planta de Guangzhou e visitei diversos apartamentos de operadores, em 2010. A informação sobre proibição de visita a outros apartamentos, a metragem dos quartos, quantidade de banheiros, tudo isso não procede. Em relação a alimentação a grande base de alimentação dos chineses são os vegetais, algo normal para eles, e não como colocado na reportagem. Enfim, diversos pontos foram colocados de maneira a criar uma má imagem e que não condiz com a realidade.<br />
Os Sindicatos têm uma reputação prostituída e isso não é por acaso. Não confiamos em vocês pelo claro despreparo intelectual pela preguiça de vocês explorarem situações com mentiras e por vocês não fazerem nada real para os trabalhadores. O Brasil não está assim por acaso, não é só pelos corruptos em geral, e muito em função dessa liderança fraca que vocês exercem.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Carlos Pommer JR		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26695/#comment-61324</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Pommer JR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 13:48:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=26695#comment-61324</guid>

					<description><![CDATA[A China é um país comunista. 
Como é que um sistema tão maravilhoso como esse deixa capitalista de fora fazer sofrer tanto o seu povo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A China é um país comunista.<br />
Como é que um sistema tão maravilhoso como esse deixa capitalista de fora fazer sofrer tanto o seu povo?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Mariana Regis		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26695/#comment-19885</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mariana Regis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 04:44:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=26695#comment-19885</guid>

					<description><![CDATA[Li hoje um texto de autoria do David Antona González, intitulado: 
&quot;Otra cara oscura del capitalismo
Los suicidios en el trabajo.&quot; e me lembrei deste aqui, no que tange aos trabalhadores chineses:

&quot;El precio del milagro económico chino

Los suicidios en el trabajo no son, evidentemente, un fenómeno social que afecta solamente a un país en particular, sino la consecuencia extrema de las nuevas formas de organización del trabajo que adopta el capital transnacional para conquistar nuevos mercados y hacer frente a sus competidores, para maximizar sus beneficios, extorsionar a los trabajadores y arrebatarles su capacidad de resistencia.

Las grandes &quot;marcas&quot; que operan en el mundo entero, han adoptado y generalizado estos nuevos métodos. En particular las que operan en la que viene llamándose &quot;La gran fábrica del mundo&quot;, o sea China. Así, Appel, Dell, Sony, Havlett-Packard entre otras, operan y montan sus productos en territorio chino.Las plantas industriales que fabrican los componentes electrónicos destinados a estas empresas, pertenecen a un grupo taiwanés que emplea en Shenzhen,un inmenso centro industrial situado a 40 km de Hongkong, a 420.000 trabajadores.

Nadie hubiese hablado de este centro, ni la prensa china ni la occidental, si no hubiese sido por la ola de suicidios y de conflictos sociales que han afectado a sus trabajadores. ¿Las causas de estas muertes? : las condiciones de vida y los ritmos de trabajo impuestos por las multinacionales a los empleados de la firma taiwanesa que opera en China (fabricante, entre otros, del I-Pod de Apple). La mayoría de los empleados de Foxcom (todos con edades entre 18 y 24 años), trabajaban sometidos a una presión insoportable, seis días a la semana, en jornadas de 16 horas y cobraban salarios que inicialmente eran de 100 euros al mes. Tras el escándalo y las reacciones provocadas por esas muertes, los salarios fueron aumentados inicialmente en un 20% y más tarde, en un 66%, hasta alcanzar 245 euros al mes. 

Ni que decir tiene qu en China abunda este tipo de conflictos y de dramas. En todo caso, Shezhen es uno de los más claros exponentes de las condiciones en que se está desarrollando el &quot;milagro económico chino&quot;.&quot;

Para quem quiser ler o resto:
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=122434]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li hoje um texto de autoria do David Antona González, intitulado:<br />
&#8220;Otra cara oscura del capitalismo<br />
Los suicidios en el trabajo.&#8221; e me lembrei deste aqui, no que tange aos trabalhadores chineses:</p>
<p>&#8220;El precio del milagro económico chino</p>
<p>Los suicidios en el trabajo no son, evidentemente, un fenómeno social que afecta solamente a un país en particular, sino la consecuencia extrema de las nuevas formas de organización del trabajo que adopta el capital transnacional para conquistar nuevos mercados y hacer frente a sus competidores, para maximizar sus beneficios, extorsionar a los trabajadores y arrebatarles su capacidad de resistencia.</p>
<p>Las grandes &#8220;marcas&#8221; que operan en el mundo entero, han adoptado y generalizado estos nuevos métodos. En particular las que operan en la que viene llamándose &#8220;La gran fábrica del mundo&#8221;, o sea China. Así, Appel, Dell, Sony, Havlett-Packard entre otras, operan y montan sus productos en territorio chino.Las plantas industriales que fabrican los componentes electrónicos destinados a estas empresas, pertenecen a un grupo taiwanés que emplea en Shenzhen,un inmenso centro industrial situado a 40 km de Hongkong, a 420.000 trabajadores.</p>
<p>Nadie hubiese hablado de este centro, ni la prensa china ni la occidental, si no hubiese sido por la ola de suicidios y de conflictos sociales que han afectado a sus trabajadores. ¿Las causas de estas muertes? : las condiciones de vida y los ritmos de trabajo impuestos por las multinacionales a los empleados de la firma taiwanesa que opera en China (fabricante, entre otros, del I-Pod de Apple). La mayoría de los empleados de Foxcom (todos con edades entre 18 y 24 años), trabajaban sometidos a una presión insoportable, seis días a la semana, en jornadas de 16 horas y cobraban salarios que inicialmente eran de 100 euros al mes. Tras el escándalo y las reacciones provocadas por esas muertes, los salarios fueron aumentados inicialmente en un 20% y más tarde, en un 66%, hasta alcanzar 245 euros al mes. </p>
<p>Ni que decir tiene qu en China abunda este tipo de conflictos y de dramas. En todo caso, Shezhen es uno de los más claros exponentes de las condiciones en que se está desarrollando el &#8220;milagro económico chino&#8221;.&#8221;</p>
<p>Para quem quiser ler o resto:<br />
<a href="http://www.rebelion.org/noticia.php?id=122434" rel="nofollow ugc">http://www.rebelion.org/noticia.php?id=122434</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: pedro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26695/#comment-15335</link>

		<dc:creator><![CDATA[pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 00:06:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=26695#comment-15335</guid>

					<description><![CDATA[È no Parana tem varios lugares que ainda os trabalhadores  faz 12 horas por dia, isso é um absurdo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>È no Parana tem varios lugares que ainda os trabalhadores  faz 12 horas por dia, isso é um absurdo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Danilo Chaves Nakamura		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26695/#comment-12353</link>

		<dc:creator><![CDATA[Danilo Chaves Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 16:59:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=26695#comment-12353</guid>

					<description><![CDATA[Primeiro é preciso dizer que apesar de desesperador, esse tipo de relatório (denúncia) não é raro. Tem saído muita publicação sobre o capitalismo chinês (condições de trabalho, trabalhadores temporários, crescimento industrial...).

Depois é preciso dizer que apesar da brutalidade da exploração que esse rico relatório nos trás, ainda não presenciamos ainda uma movimentação da classe trabalhadora chinesa no sentido de questionar esse sistema. Há greves, suicídios coletivos e levantes aos montes... Mais a ideologia da &quot;grande china&quot; se mantem entre os operários. E é ai que o Partido Comunista (que mantem funcionários em todas as empresas que se instalam na China) encontra sua força. 

Todavia, acredito eu, que é a opressão do Estado (Partido) que pode unificar as revoltas fragmentadas no campo, dos mingongs e do proletáriado urbano. Como e quando eu não sei: Uma crise economica? Ou algum evento político de maior profundidade? Não há como prever...

E é preciso saber pesar um pouco essa tal &quot;campanha anti-china&quot; (do Obama) e ainda por cima discutir internacionalismo proletário. A China é hoje a &quot;fábrica do mundo&quot; (do sistema capitalista). Tem os EUA como principal comprador de seus produtos. E mantem a maior reserva de dollares entre as nações.

O questionamento real virá dos de baixo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro é preciso dizer que apesar de desesperador, esse tipo de relatório (denúncia) não é raro. Tem saído muita publicação sobre o capitalismo chinês (condições de trabalho, trabalhadores temporários, crescimento industrial&#8230;).</p>
<p>Depois é preciso dizer que apesar da brutalidade da exploração que esse rico relatório nos trás, ainda não presenciamos ainda uma movimentação da classe trabalhadora chinesa no sentido de questionar esse sistema. Há greves, suicídios coletivos e levantes aos montes&#8230; Mais a ideologia da &#8220;grande china&#8221; se mantem entre os operários. E é ai que o Partido Comunista (que mantem funcionários em todas as empresas que se instalam na China) encontra sua força. </p>
<p>Todavia, acredito eu, que é a opressão do Estado (Partido) que pode unificar as revoltas fragmentadas no campo, dos mingongs e do proletáriado urbano. Como e quando eu não sei: Uma crise economica? Ou algum evento político de maior profundidade? Não há como prever&#8230;</p>
<p>E é preciso saber pesar um pouco essa tal &#8220;campanha anti-china&#8221; (do Obama) e ainda por cima discutir internacionalismo proletário. A China é hoje a &#8220;fábrica do mundo&#8221; (do sistema capitalista). Tem os EUA como principal comprador de seus produtos. E mantem a maior reserva de dollares entre as nações.</p>
<p>O questionamento real virá dos de baixo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26695/#comment-12233</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 13:51:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=26695#comment-12233</guid>

					<description><![CDATA[A observação de Maria Baeta é curiosa, porque neste artigo não se ataca a China, enquanto povo ou cultura, mas um dado regime de exploração da classe trabalhadora existente na China, que articula o capitalismo de Estado com o capitalismo privado. Este artigo não coincide com as campanhas que a administração Obama, ou qualquer outro governo, esteja a conduzir contra o governo chinês. Concide com a vaga de greves e outras formas de luta que os trabalhadores chineses estão a conduzir tanto contra os seus governantes como contra os capitalistas chineses ou estrangeiros instalados em território chinês. Não vejo outro conteúdo no internacionalismo proletário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A observação de Maria Baeta é curiosa, porque neste artigo não se ataca a China, enquanto povo ou cultura, mas um dado regime de exploração da classe trabalhadora existente na China, que articula o capitalismo de Estado com o capitalismo privado. Este artigo não coincide com as campanhas que a administração Obama, ou qualquer outro governo, esteja a conduzir contra o governo chinês. Concide com a vaga de greves e outras formas de luta que os trabalhadores chineses estão a conduzir tanto contra os seus governantes como contra os capitalistas chineses ou estrangeiros instalados em território chinês. Não vejo outro conteúdo no internacionalismo proletário.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Maria Baeta		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26695/#comment-12231</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maria Baeta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 12:26:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=26695#comment-12231</guid>

					<description><![CDATA[Vem mesmo a propósito esta reportagem... acompanha a campanha anti-china conduzida pela administração obama e os interesses do capital americano.
Então, então, não sabemos há mais de um século e meio que a divisão de trabalho é uma condição sine qua non de uma melhor exploração capitalista? 
Não rejeito a exploração desmesurada e capitalista a que os proletários chineses estão submetidos, assim como todos os trabalhadores deste planeta, mas considero mais apropriado uma política dirigida à unidade internacional de todos os trabalhadores.
Porque convenhamos, convenhamos que não é pela defesa dos direitos humanos que se combate o sistema capitalista, ou é? Pode ser que esteja desactualizada....já caminho neste planeta à uns anitos!
Viva o internacionalismo proletário!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vem mesmo a propósito esta reportagem&#8230; acompanha a campanha anti-china conduzida pela administração obama e os interesses do capital americano.<br />
Então, então, não sabemos há mais de um século e meio que a divisão de trabalho é uma condição sine qua non de uma melhor exploração capitalista?<br />
Não rejeito a exploração desmesurada e capitalista a que os proletários chineses estão submetidos, assim como todos os trabalhadores deste planeta, mas considero mais apropriado uma política dirigida à unidade internacional de todos os trabalhadores.<br />
Porque convenhamos, convenhamos que não é pela defesa dos direitos humanos que se combate o sistema capitalista, ou é? Pode ser que esteja desactualizada&#8230;.já caminho neste planeta à uns anitos!<br />
Viva o internacionalismo proletário!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Giancarlo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26695/#comment-12189</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 21:16:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=26695#comment-12189</guid>

					<description><![CDATA[Uma denúncia e tanto da situação dos operários na China. A riqueza do documento está mais em sua raridade, devido ao estado policial chinês, do que em seu conteúdo, já que o &quot;despotismo fabril&quot; é típico do capitalismo, embora varie em contextos e conjunturas diversas. Neste caso, como nos casos de capitalismo de estado tende a ser mais autoritário. Curioso é o fato de que a ONG que fez o relatório consegue criticar e denunciar a situação dos trabalhadores citando casos em que esta vai contra a legislação do país, mostrando que lá, assim como cá e no capitalismo em geral, a legislação é feita pela classe dominante e para a classe dominante, e quando beneficia de alguma forma os dominados e explorados, simplesmente vira letra morta!
Sugiro como leitura complementar a este artigo o livro de Robert Linhart: &quot;Greve na Fábrica&quot;, no qual o autor relata a sua experiência de quando trabalhou numa fábrica na França na década de 60. Ele narra de forma fluente e crítica todo o aparelho de dominação que existe nas fábricas, para separar e atomizar o trabalhador (hierarquia, sindicatos amarelos, salários diferenciados, policiamento, etc...).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma denúncia e tanto da situação dos operários na China. A riqueza do documento está mais em sua raridade, devido ao estado policial chinês, do que em seu conteúdo, já que o &#8220;despotismo fabril&#8221; é típico do capitalismo, embora varie em contextos e conjunturas diversas. Neste caso, como nos casos de capitalismo de estado tende a ser mais autoritário. Curioso é o fato de que a ONG que fez o relatório consegue criticar e denunciar a situação dos trabalhadores citando casos em que esta vai contra a legislação do país, mostrando que lá, assim como cá e no capitalismo em geral, a legislação é feita pela classe dominante e para a classe dominante, e quando beneficia de alguma forma os dominados e explorados, simplesmente vira letra morta!<br />
Sugiro como leitura complementar a este artigo o livro de Robert Linhart: &#8220;Greve na Fábrica&#8221;, no qual o autor relata a sua experiência de quando trabalhou numa fábrica na França na década de 60. Ele narra de forma fluente e crítica todo o aparelho de dominação que existe nas fábricas, para separar e atomizar o trabalhador (hierarquia, sindicatos amarelos, salários diferenciados, policiamento, etc&#8230;).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Márcio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26695/#comment-12178</link>

		<dc:creator><![CDATA[Márcio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 16:03:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=26695#comment-12178</guid>

					<description><![CDATA[Vergonhoso e Nojento...eu sinto vergonha. E não precisa ir pra China pra constatar essas putarias. Tenho parentes que trabalham em shoppings em SP (não fábricas, shoppings!!) E que vivem coisa bem semelhante. É asqueroso!

Tentei mandar essa matéria para a Whirlpool Brasil, pro setor de relações públicas e de responsabilidade social...nem isso consegui, o em-amil volta.

Revoltante!! Uma coisa resta: Destruição! Temos que botar fogo em TUDO.

Desculpem-me pelo palavreado baixo...mas e se tratando desse tema, não consigo me conter!

Saúde e Anarquia pra todos!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vergonhoso e Nojento&#8230;eu sinto vergonha. E não precisa ir pra China pra constatar essas putarias. Tenho parentes que trabalham em shoppings em SP (não fábricas, shoppings!!) E que vivem coisa bem semelhante. É asqueroso!</p>
<p>Tentei mandar essa matéria para a Whirlpool Brasil, pro setor de relações públicas e de responsabilidade social&#8230;nem isso consegui, o em-amil volta.</p>
<p>Revoltante!! Uma coisa resta: Destruição! Temos que botar fogo em TUDO.</p>
<p>Desculpem-me pelo palavreado baixo&#8230;mas e se tratando desse tema, não consigo me conter!</p>
<p>Saúde e Anarquia pra todos!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/07/26695/#comment-12133</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 08:38:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=26695#comment-12133</guid>

					<description><![CDATA[O mundo só será livre no dia em que o ultimo capitalista for enforcado nas tripas do ultimo gestor...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo só será livre no dia em que o ultimo capitalista for enforcado nas tripas do ultimo gestor&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
