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	Comentários sobre: Guarda-chuvas políticos	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/10/29821/#comment-327490</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2018 18:41:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O link ainda funciona: http://www.dhnet.org.br/dados/livros/edh/br/pbunesco/iii_01_teoria.html. Para não perder o conteúdo em caso de pane no site citado: 

&lt;blockquote&gt;
Quando em visita a Porto Alegre, o filósofo Cornelius Castoriadis, surpreso com o ineditismo da experiência [&lt;i&gt;do orçamento participativo&lt;/i&gt;], exclamou: “Eu sempre vi organizações e lideranças populares mobilizando-se contra o Estado. Jamais vi mobilizar-se para orientá-lo. Foi a primeira vez que eu vi isto”. (Genro, Tarso. &lt;b&gt;A utopia possível.&lt;/b&gt; Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1995, p.165.)
&lt;/blockquote&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O link ainda funciona: <a href="http://www.dhnet.org.br/dados/livros/edh/br/pbunesco/iii_01_teoria.html" rel="nofollow ugc">http://www.dhnet.org.br/dados/livros/edh/br/pbunesco/iii_01_teoria.html</a>. Para não perder o conteúdo em caso de pane no site citado: </p>
<blockquote><p>
Quando em visita a Porto Alegre, o filósofo Cornelius Castoriadis, surpreso com o ineditismo da experiência [<i>do orçamento participativo</i>], exclamou: “Eu sempre vi organizações e lideranças populares mobilizando-se contra o Estado. Jamais vi mobilizar-se para orientá-lo. Foi a primeira vez que eu vi isto”. (Genro, Tarso. <b>A utopia possível.</b> Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1995, p.165.)
</p></blockquote>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Márcio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/10/29821/#comment-73052</link>

		<dc:creator><![CDATA[Márcio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jul 2012 16:33:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manolo o link da entrevista do Castoriadis não funciona mais vc pdia colocar ele inteiro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manolo o link da entrevista do Castoriadis não funciona mais vc pdia colocar ele inteiro?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/10/29821/#comment-14299</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 12:39:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2010/10/29821/#comment-14295&quot;&gt;Danilo Chaves Nakamura&lt;/a&gt;.

Estando em Salvador seria um pouco difícil para mim ter acesso à biblioteca da FFLCH-USP, mas agradeço a intenção de ajuda. Já consegui a coleção completa da revista e outras coisas do mesmo grupo, exceto as tais &lt;strong&gt;11 teses&lt;/strong&gt;. E as afirmações de Guattari sobre o PT podem ser encontradas no &lt;strong&gt;Micropolítica: cartografias do desejo&lt;/strong&gt; e no &lt;strong&gt;Guattari entrevista Lula&lt;/strong&gt;. Já a entrevista com Castoriadis (que não tive tempo de reler e citei de memória) pode ser encontrada &lt;a href=&quot;http://www.dhnet.org.br/dados/livros/edh/br/pbunesco/iii_01_teoria.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;clicando neste link&lt;/a&gt;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://passapalavra.info/2010/10/29821/#comment-14295">Danilo Chaves Nakamura</a>.</p>
<p>Estando em Salvador seria um pouco difícil para mim ter acesso à biblioteca da FFLCH-USP, mas agradeço a intenção de ajuda. Já consegui a coleção completa da revista e outras coisas do mesmo grupo, exceto as tais <strong>11 teses</strong>. E as afirmações de Guattari sobre o PT podem ser encontradas no <strong>Micropolítica: cartografias do desejo</strong> e no <strong>Guattari entrevista Lula</strong>. Já a entrevista com Castoriadis (que não tive tempo de reler e citei de memória) pode ser encontrada <a href="http://www.dhnet.org.br/dados/livros/edh/br/pbunesco/iii_01_teoria.html" rel="nofollow">clicando neste link</a>.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Danilo Chaves Nakamura		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/10/29821/#comment-14295</link>

		<dc:creator><![CDATA[Danilo Chaves Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 01:27:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Essas revistas do grupo Desvios estão disponíveis na biblioteca da FFLCH-USP. Salvo engano, tem dois números lá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essas revistas do grupo Desvios estão disponíveis na biblioteca da FFLCH-USP. Salvo engano, tem dois números lá.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Giancarlo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/10/29821/#comment-14294</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 00:37:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manolo,
Interessantíssima a sua pesquisa!
Fiz uma pesquisa rápida sobre estas &quot;11 teses sobre a autonomia&quot; e acabei caindo no seu artigo sobre o Mario Pedrosa (http://passapalavra.info/?p=14533).
Pergunto: você já encontrou este documento?
Eu soube deste comentário do Guattari sobre o PT, mas me disseram que ele alertava para os perigos da institucionalização, principalmente pela via eleitoral/parlamentar. Em qual livro eu encontro estas declarações dele?
Só mais uma coisa. Há edições desta revista &quot;Desvios&quot; a venda em sebos online (acho que você já deve saber disso...).
Aguardo, no tempo certo, a publicação deste trabalho.
Bom trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manolo,<br />
Interessantíssima a sua pesquisa!<br />
Fiz uma pesquisa rápida sobre estas &#8220;11 teses sobre a autonomia&#8221; e acabei caindo no seu artigo sobre o Mario Pedrosa (<a href="http://passapalavra.info/?p=14533" rel="ugc">http://passapalavra.info/?p=14533</a>).<br />
Pergunto: você já encontrou este documento?<br />
Eu soube deste comentário do Guattari sobre o PT, mas me disseram que ele alertava para os perigos da institucionalização, principalmente pela via eleitoral/parlamentar. Em qual livro eu encontro estas declarações dele?<br />
Só mais uma coisa. Há edições desta revista &#8220;Desvios&#8221; a venda em sebos online (acho que você já deve saber disso&#8230;).<br />
Aguardo, no tempo certo, a publicação deste trabalho.<br />
Bom trabalho.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/10/29821/#comment-14240</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 20:09:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma observação sobre a pergunta do Giancarlo. Dentre outras, estou preparando uma série de artigos acerca do debate e das lutas pela autonomia operária no Brasil nas décadas de 1960 a 1980. Sabe onde este debate tomou mais corpo? Nos movimentos que de alguma maneira estavam &quot;nas beiradas&quot; do PT. Tempos atrás mencionei umas &quot;11 teses sobre a autonomia&quot; publicadas entre 1978 e 1980 cuja existência conheci através de uma crítica a ela; ela foi um dos principais documentos deste período, porque causou certo &quot;furor&quot; no meio da esquerda ortodoxa. Seus autores depois fundaram a revista &quot;Desvios&quot;, que pretendia acender o debate autonomista dentro do PT. Algumas pessoas ligadas a esta corrente: Marco Aurélio Garcia, Amnéris Maroni, Marilena Chauí, Eder Sader (irmão do Emir Sader), Cleusa Saccardo, Augusto de Franco... Estes &quot;autonomistas do PT&quot; foram centrais na consolidação do &quot;Movimento dos 113&quot;, que deu origem à &quot;Articulação dos 113&quot; (1983-1994), que depois virou a tendência &quot;Articulação Unidade na Luta&quot; (1994 em diante), peça-chave na construção do &quot;Campo Majoritário&quot; do Diretório Nacional do partido e depois no campo &quot;Construindo um Novo Brasil&quot;, definido no 3º Congresso Nacional do partido em 2007.

Para piorar, gente endeusada por certos autonomistas impressionava-se muito facilmente com as lutas levadas adiante pelo PT. Fèlix Guattari achava o partido um interessantíssimo esforço de mobilização. Li tempos atrás uma entrevista onde Cornelius Castoriadis se dizia impressionado com o processo de mobilização em Porto Alegre que resultou no orçamento participativo, porque sempre via movimentos semelhantes mobilizarem-se &quot;contra&quot; o Estado, e não para impor-lhe suas pautas.

Daí dizer: até certo momento da história -- notadamente meados da década de 1990 -- a fronteira entre &quot;autonomismo&quot; e &quot;petismo&quot; era muito tênue, especialmente porque o &quot;autonomismo&quot; adotado por aqui diferia em diversos aspectos (base social, objetivos, métodos de mobilização, influências teóricas, experiências de luta etc.) do autonomismo na Itália, em Portugal, na França, na Alemanha, na Inglaterra, na Espanha etc. À primeira vista -- ainda estou lendo coisas e organizando o que já li -- este &quot;autonomismo&quot; era proposto como expressão ideológica de um processo de crítica à ação política trabalhista (PTB, PDT etc.) e comunista (PCB, PCdoB, MR-8 etc.). Neste campo prático, não me parece ter sido tão incomum que estes &quot;libertários num sentido amplo&quot; tenham militado em aliança com petistas, ou mesmo que hajam entrado no partido.

São só impressões ainda. Como estou elaborando os argumentos da série, revisando leituras já feitas e lendo coisas novas, pode ser que estas impressões sejam mudadas daqui até lá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma observação sobre a pergunta do Giancarlo. Dentre outras, estou preparando uma série de artigos acerca do debate e das lutas pela autonomia operária no Brasil nas décadas de 1960 a 1980. Sabe onde este debate tomou mais corpo? Nos movimentos que de alguma maneira estavam &#8220;nas beiradas&#8221; do PT. Tempos atrás mencionei umas &#8220;11 teses sobre a autonomia&#8221; publicadas entre 1978 e 1980 cuja existência conheci através de uma crítica a ela; ela foi um dos principais documentos deste período, porque causou certo &#8220;furor&#8221; no meio da esquerda ortodoxa. Seus autores depois fundaram a revista &#8220;Desvios&#8221;, que pretendia acender o debate autonomista dentro do PT. Algumas pessoas ligadas a esta corrente: Marco Aurélio Garcia, Amnéris Maroni, Marilena Chauí, Eder Sader (irmão do Emir Sader), Cleusa Saccardo, Augusto de Franco&#8230; Estes &#8220;autonomistas do PT&#8221; foram centrais na consolidação do &#8220;Movimento dos 113&#8221;, que deu origem à &#8220;Articulação dos 113&#8221; (1983-1994), que depois virou a tendência &#8220;Articulação Unidade na Luta&#8221; (1994 em diante), peça-chave na construção do &#8220;Campo Majoritário&#8221; do Diretório Nacional do partido e depois no campo &#8220;Construindo um Novo Brasil&#8221;, definido no 3º Congresso Nacional do partido em 2007.</p>
<p>Para piorar, gente endeusada por certos autonomistas impressionava-se muito facilmente com as lutas levadas adiante pelo PT. Fèlix Guattari achava o partido um interessantíssimo esforço de mobilização. Li tempos atrás uma entrevista onde Cornelius Castoriadis se dizia impressionado com o processo de mobilização em Porto Alegre que resultou no orçamento participativo, porque sempre via movimentos semelhantes mobilizarem-se &#8220;contra&#8221; o Estado, e não para impor-lhe suas pautas.</p>
<p>Daí dizer: até certo momento da história &#8212; notadamente meados da década de 1990 &#8212; a fronteira entre &#8220;autonomismo&#8221; e &#8220;petismo&#8221; era muito tênue, especialmente porque o &#8220;autonomismo&#8221; adotado por aqui diferia em diversos aspectos (base social, objetivos, métodos de mobilização, influências teóricas, experiências de luta etc.) do autonomismo na Itália, em Portugal, na França, na Alemanha, na Inglaterra, na Espanha etc. À primeira vista &#8212; ainda estou lendo coisas e organizando o que já li &#8212; este &#8220;autonomismo&#8221; era proposto como expressão ideológica de um processo de crítica à ação política trabalhista (PTB, PDT etc.) e comunista (PCB, PCdoB, MR-8 etc.). Neste campo prático, não me parece ter sido tão incomum que estes &#8220;libertários num sentido amplo&#8221; tenham militado em aliança com petistas, ou mesmo que hajam entrado no partido.</p>
<p>São só impressões ainda. Como estou elaborando os argumentos da série, revisando leituras já feitas e lendo coisas novas, pode ser que estas impressões sejam mudadas daqui até lá.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Giancarlo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/10/29821/#comment-14219</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Oct 2010 23:19:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu ouço muitos relatos de anarquistas (ou libertários num sentido amplo) que militaram no PT. Alguém mais tem um relato parecido pra dar, sobre este tópico? 
O PSTU está em todas as lutas mesmo, só não está esclarecido de qual lado da &quot;trincheira&quot;.
É difícil falar de juventude num sentido amplo. Existe a juventude do PMDB, do DEM, do PT, anarquita, etc. É certo que a juventude de hoje, como um todo, está muito mais apática do que a da década de 80 e 90, que se formou num ambiente de lutas mais intensas. No entanto, a juventude enquanto grupo social tende para o inconformismo, já que está sendo preparada (família, escola, etc..) para reproduzir a sociedade dominadora e exploradora como é a sociedade capitalista. Hoje de fato não existe uma organização ou movimento combativo para que a juventude se espelhe, mas é melhor que não haja do que esta seja o PT ou o &quot;socialismo realmente existente&quot;...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu ouço muitos relatos de anarquistas (ou libertários num sentido amplo) que militaram no PT. Alguém mais tem um relato parecido pra dar, sobre este tópico?<br />
O PSTU está em todas as lutas mesmo, só não está esclarecido de qual lado da &#8220;trincheira&#8221;.<br />
É difícil falar de juventude num sentido amplo. Existe a juventude do PMDB, do DEM, do PT, anarquita, etc. É certo que a juventude de hoje, como um todo, está muito mais apática do que a da década de 80 e 90, que se formou num ambiente de lutas mais intensas. No entanto, a juventude enquanto grupo social tende para o inconformismo, já que está sendo preparada (família, escola, etc..) para reproduzir a sociedade dominadora e exploradora como é a sociedade capitalista. Hoje de fato não existe uma organização ou movimento combativo para que a juventude se espelhe, mas é melhor que não haja do que esta seja o PT ou o &#8220;socialismo realmente existente&#8221;&#8230;</p>
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