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	Comentários sobre: 05 NOVEMBRO 2010 (BR-BH) Manifesto em defesa das comunidades ameaçadas de despejo forçado	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Zé ninguém		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zé ninguém]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 14:39:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bueno, é importante pontuar algumas questões no que diz respeito à atual (?) política urbana adotada em Belo Horizonte e em várias outras metrópoles brasileiras. 

Há um movimento de tentativa de institucionalização e burocratização dos movimentos, seja através das imensas filas de espera da habitação com seus cursos de &quot;atualização&quot; para os requerentes, seja através do Fórum da Reforma Urbana. Em ambos, o horizonte de ação e intervenção é cooptado pelas estruturas do Estado. O que se percebe é que os movimentos tem sido em muito imobilizados e enfraquecidos por estas iniciativas, que colocam as pautas do Estado como prioridade para os movimentos, que acabam por se desmobilizar.

Saúdo a iniciativa dos ocupantes, daqueles que cansados das promessas, resolveram partir para a ação no espaço, para o questionamento da propriedade privada, para o enfrentamento contra os arranjos entre Estado-Capitais. Só ai, no horizonte da práxis, para além do Estado, é possível pensar uma outra cidade, uma outra política.

Salve o MTST! Salve as Brigadas Populares! Salve os movimentos de ocupação aqui e em todo o mundo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bueno, é importante pontuar algumas questões no que diz respeito à atual (?) política urbana adotada em Belo Horizonte e em várias outras metrópoles brasileiras. </p>
<p>Há um movimento de tentativa de institucionalização e burocratização dos movimentos, seja através das imensas filas de espera da habitação com seus cursos de &#8220;atualização&#8221; para os requerentes, seja através do Fórum da Reforma Urbana. Em ambos, o horizonte de ação e intervenção é cooptado pelas estruturas do Estado. O que se percebe é que os movimentos tem sido em muito imobilizados e enfraquecidos por estas iniciativas, que colocam as pautas do Estado como prioridade para os movimentos, que acabam por se desmobilizar.</p>
<p>Saúdo a iniciativa dos ocupantes, daqueles que cansados das promessas, resolveram partir para a ação no espaço, para o questionamento da propriedade privada, para o enfrentamento contra os arranjos entre Estado-Capitais. Só ai, no horizonte da práxis, para além do Estado, é possível pensar uma outra cidade, uma outra política.</p>
<p>Salve o MTST! Salve as Brigadas Populares! Salve os movimentos de ocupação aqui e em todo o mundo!</p>
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