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	Comentários sobre: Luta em si	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Júlio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/11/31848/#comment-18126</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júlio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 19:29:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não tenho condições de discutir com propriedade o conteúdo do artigo, mas gostaria de parabenizar o autor e principalmente o Passa Palavra pelo excelente trabalho, até onde sei único na Internet brasileira. Quem dera nossas &quot;esquerdas&quot; (e suas fracas ferramentas de comunicação) tivessem a mesma preocupação de pensar e atuar sobre o cotidiano de forma tão aberta, séria, profunda e não dogmática quanto este sítio.

Sigo lendo,
e admirando]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho condições de discutir com propriedade o conteúdo do artigo, mas gostaria de parabenizar o autor e principalmente o Passa Palavra pelo excelente trabalho, até onde sei único na Internet brasileira. Quem dera nossas &#8220;esquerdas&#8221; (e suas fracas ferramentas de comunicação) tivessem a mesma preocupação de pensar e atuar sobre o cotidiano de forma tão aberta, séria, profunda e não dogmática quanto este sítio.</p>
<p>Sigo lendo,<br />
e admirando</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/11/31848/#comment-16109</link>

		<dc:creator><![CDATA[Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 04:58:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá,

Como uma possível contribuição concreta ao debate, divulgo aqui que alguns coletivos autônomos da Argentina irão promover a seguinte iniciativa:

&quot;Que la música no pareCategoría:

Con la excusa de festejar el Día de la Música, organizamos una jornada abierta para el próximo lunes 22 de noviembre en la cual nos proponemos encontrar respuestas a varios interrogantes relacionados con la idea de ser un músico independiente. ¿De qué depende ser independiente en el contexto actual? ¿Independiente de qué? ¿De las grandes compañías discográficas, de un manager inescrupuloso, de las distribuidoras, de no caer en la lógica del mercado? ¿Es ficción incompatible o un escenario posible si se obtienen las herramientas necesarias? ¿Qué cambia con la nueva ley de la música? ¿Por qué se persigue a los músicos que tocan en la calle? ¿Cuál es la política de estado en relación a la música y la cultura? ¿Se fomentan las expresiones que no son masivas desde los espacios públicos?&quot;

Vale a pena entrar no sítio que divulga esse evento - http://lavaca.org/notas/que-la-musica-no-pare/ - e escutar o aúdio de diferentes artistas e músicos sobre as questões colocadas acima. No mais, essas intervenções dialogam - e muito - com as questões desenvolvidas no texto acima publicado. Com efeito, são contribuições específicas da realidade argentina contemporânea.

Abraços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Como uma possível contribuição concreta ao debate, divulgo aqui que alguns coletivos autônomos da Argentina irão promover a seguinte iniciativa:</p>
<p>&#8220;Que la música no pareCategoría:</p>
<p>Con la excusa de festejar el Día de la Música, organizamos una jornada abierta para el próximo lunes 22 de noviembre en la cual nos proponemos encontrar respuestas a varios interrogantes relacionados con la idea de ser un músico independiente. ¿De qué depende ser independiente en el contexto actual? ¿Independiente de qué? ¿De las grandes compañías discográficas, de un manager inescrupuloso, de las distribuidoras, de no caer en la lógica del mercado? ¿Es ficción incompatible o un escenario posible si se obtienen las herramientas necesarias? ¿Qué cambia con la nueva ley de la música? ¿Por qué se persigue a los músicos que tocan en la calle? ¿Cuál es la política de estado en relación a la música y la cultura? ¿Se fomentan las expresiones que no son masivas desde los espacios públicos?&#8221;</p>
<p>Vale a pena entrar no sítio que divulga esse evento &#8211; <a href="http://lavaca.org/notas/que-la-musica-no-pare/" rel="nofollow ugc">http://lavaca.org/notas/que-la-musica-no-pare/</a> &#8211; e escutar o aúdio de diferentes artistas e músicos sobre as questões colocadas acima. No mais, essas intervenções dialogam &#8211; e muito &#8211; com as questões desenvolvidas no texto acima publicado. Com efeito, são contribuições específicas da realidade argentina contemporânea.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Dalton		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/11/31848/#comment-16085</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dalton]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 10:53:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A MPB não morreu e tampouco se encontra em estado de hibernação. Mudaram apenas os motivos para fazê-la, o que é bom, e a qualidade cultural de quem ainda tenta alguma coisa com ela, o que é ruim.

Toda Música que esteja voltada somente a um conceito de luta, idealística ou não, deixa de ser Música Popular e vira um hino.

Há muita confusão conceitual sobre a dita MPB dos anos dourados, cujo auge ocorreu nos anos 60 e 70 do século passado,onde se destacaram partes das obras de Chico Buarque e Geraldo Vandré, como música de protesto contra militar, engajamentos vários e rótulos outros.

Qualquer texto se baseia em algo observado pelo redator que, subjetivamente, descreve o observado em prosa ou, no caso dos dois, em versos.

Dois fotógrafos do nosso comportamento social viram, de repente, suas músicas virarem hinos de boiadas, engajadas pela imprensa, que propagava tais associações no entendimento popular, mesmo tendo tentado, como Vandré o fez em Disparada, alertar-nos dessas possíveis manipulações.

Ambos sabiam que aquela &quot;Troca de Tutores&quot;, ocorrida na década de 50, quando sairam os europeus do D. Pedro I e entraram os americanos do JK; era extremamente maléfica para as nossas raízes culturais, já que os anteriores eram apenas agiotas, mas os novos já chegaram entusiasmados com o Machado atuando na nossa Árvore Cultural.

Chico até tentou, em 1968, dar-nos uma idéia do que acontecia com ele nos bastidores da fama, com a peça Roda Viva, mas o Vandré, preferindo ficar na dele, apenas usou o final da peça, onde Chico nos ofereceu &quot;flores, flores e flores&quot;, para dar um recado ao colega: &quot;Prá Não Dizer Que Não Falei Das Flores&quot;.

Os novos Anjos e Capetas do Chico Silver mandaram-no para a Europa, no que foi apelidado de auto exílio na Itália, previsto, inclusive, na própria peça, onde pôde oficializar a troca de patrões: Largava a RGE do marinho americano e voltava ao seio europeu ancestral da Philips holandesa.

O Machado continuou agindo, de forma cada vez mais eficaz na Idiotização Dirigida, até chegarmos à MPB atual, que continua sendo música, popular e brasileira; já que apresenta alguns acordes melódicos.

Todavia, aquela troca de gravadoras, serviu como uma espécie de referencial histórico para a MPB, pois coincidiu com a vontade dos europeus recuperarem o Brasil como &quot;praça comercial&quot;, ou Kahal; fica ao gosto do usuário.

O histórico de tal recuperação é cheio de lances românticos, como o ressurgimento de um partido dos trabalhadores, iniciado nos anos 40 pelo pai do Chico, na figura de um metalúrgico do ABC nos anos 80.

Tal romance durou até que, finalmente, os figurinistas europeus conseguiram vestir e revestir uma camisa de sua grife no Cabide Brasília, que, pelo visto, e para a sorte da nossa cultura, continuará seguindo as tendências da moda européia.

Tenho um site onde tento, de alguma forma, além de manter acesa a chama histórica da MPB, mostrar as bases da Ciência Poética, que a idiotização dirigida subtraíu dos conteúdos escolares da disciplina Língua Portuguesa.

A grande procura dos jovens me permite dormir tranquilo. O bastante para sonhar que, em algum lugar do Futuro, a MPB bem escrita renasça pelos mesmos, já compositores.

Basta que cada um faça a sua parte. E o MPB Sapiens agradece por não falar sozinho, já que esta porta escancarou honestamente. Não a fechem.

Dalton.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A MPB não morreu e tampouco se encontra em estado de hibernação. Mudaram apenas os motivos para fazê-la, o que é bom, e a qualidade cultural de quem ainda tenta alguma coisa com ela, o que é ruim.</p>
<p>Toda Música que esteja voltada somente a um conceito de luta, idealística ou não, deixa de ser Música Popular e vira um hino.</p>
<p>Há muita confusão conceitual sobre a dita MPB dos anos dourados, cujo auge ocorreu nos anos 60 e 70 do século passado,onde se destacaram partes das obras de Chico Buarque e Geraldo Vandré, como música de protesto contra militar, engajamentos vários e rótulos outros.</p>
<p>Qualquer texto se baseia em algo observado pelo redator que, subjetivamente, descreve o observado em prosa ou, no caso dos dois, em versos.</p>
<p>Dois fotógrafos do nosso comportamento social viram, de repente, suas músicas virarem hinos de boiadas, engajadas pela imprensa, que propagava tais associações no entendimento popular, mesmo tendo tentado, como Vandré o fez em Disparada, alertar-nos dessas possíveis manipulações.</p>
<p>Ambos sabiam que aquela &#8220;Troca de Tutores&#8221;, ocorrida na década de 50, quando sairam os europeus do D. Pedro I e entraram os americanos do JK; era extremamente maléfica para as nossas raízes culturais, já que os anteriores eram apenas agiotas, mas os novos já chegaram entusiasmados com o Machado atuando na nossa Árvore Cultural.</p>
<p>Chico até tentou, em 1968, dar-nos uma idéia do que acontecia com ele nos bastidores da fama, com a peça Roda Viva, mas o Vandré, preferindo ficar na dele, apenas usou o final da peça, onde Chico nos ofereceu &#8220;flores, flores e flores&#8221;, para dar um recado ao colega: &#8220;Prá Não Dizer Que Não Falei Das Flores&#8221;.</p>
<p>Os novos Anjos e Capetas do Chico Silver mandaram-no para a Europa, no que foi apelidado de auto exílio na Itália, previsto, inclusive, na própria peça, onde pôde oficializar a troca de patrões: Largava a RGE do marinho americano e voltava ao seio europeu ancestral da Philips holandesa.</p>
<p>O Machado continuou agindo, de forma cada vez mais eficaz na Idiotização Dirigida, até chegarmos à MPB atual, que continua sendo música, popular e brasileira; já que apresenta alguns acordes melódicos.</p>
<p>Todavia, aquela troca de gravadoras, serviu como uma espécie de referencial histórico para a MPB, pois coincidiu com a vontade dos europeus recuperarem o Brasil como &#8220;praça comercial&#8221;, ou Kahal; fica ao gosto do usuário.</p>
<p>O histórico de tal recuperação é cheio de lances românticos, como o ressurgimento de um partido dos trabalhadores, iniciado nos anos 40 pelo pai do Chico, na figura de um metalúrgico do ABC nos anos 80.</p>
<p>Tal romance durou até que, finalmente, os figurinistas europeus conseguiram vestir e revestir uma camisa de sua grife no Cabide Brasília, que, pelo visto, e para a sorte da nossa cultura, continuará seguindo as tendências da moda européia.</p>
<p>Tenho um site onde tento, de alguma forma, além de manter acesa a chama histórica da MPB, mostrar as bases da Ciência Poética, que a idiotização dirigida subtraíu dos conteúdos escolares da disciplina Língua Portuguesa.</p>
<p>A grande procura dos jovens me permite dormir tranquilo. O bastante para sonhar que, em algum lugar do Futuro, a MPB bem escrita renasça pelos mesmos, já compositores.</p>
<p>Basta que cada um faça a sua parte. E o MPB Sapiens agradece por não falar sozinho, já que esta porta escancarou honestamente. Não a fechem.</p>
<p>Dalton.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ROA		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2010/11/31848/#comment-16069</link>

		<dc:creator><![CDATA[ROA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 17:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[(quem fez samba não morreu de banzo)
Morreu de tanto sucesso,
e com isso já não servia mais pra andar
queria viver nas nuvens
e se arrastando foi pro lado de lá

como os pesquisadores da academia,
como os revolucionários nos partidos,
como os bohemios sem rebeldia,
os músicos também estão pra lá de bagdá.

O reencontro precisa de um ponto,
nossa luta não é só de rua,
um espaço para tramar os fios
da nossa presente urdidura.

Salve Salve meus queridos,
fico feliz de por aqui andar
batendo minha cabeça dura
abrindo fendas na muralha crua
com meus olhos ancorados no agora
e o coração no que há pra conquistar.

De tão simples o remédio
mais de um século demorou a curar
perceber que a luta começa consigo
e não se sabe onde vai parar.

Deixai as nuvens no canto delas
que no fim servirão pra chorar
a derrota das elites
que tanto custaram a se integrar

E então é por isso que digo
precisamos nos coçar
organizando por nós mesmos
o agora é nossa hora de lutar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(quem fez samba não morreu de banzo)<br />
Morreu de tanto sucesso,<br />
e com isso já não servia mais pra andar<br />
queria viver nas nuvens<br />
e se arrastando foi pro lado de lá</p>
<p>como os pesquisadores da academia,<br />
como os revolucionários nos partidos,<br />
como os bohemios sem rebeldia,<br />
os músicos também estão pra lá de bagdá.</p>
<p>O reencontro precisa de um ponto,<br />
nossa luta não é só de rua,<br />
um espaço para tramar os fios<br />
da nossa presente urdidura.</p>
<p>Salve Salve meus queridos,<br />
fico feliz de por aqui andar<br />
batendo minha cabeça dura<br />
abrindo fendas na muralha crua<br />
com meus olhos ancorados no agora<br />
e o coração no que há pra conquistar.</p>
<p>De tão simples o remédio<br />
mais de um século demorou a curar<br />
perceber que a luta começa consigo<br />
e não se sabe onde vai parar.</p>
<p>Deixai as nuvens no canto delas<br />
que no fim servirão pra chorar<br />
a derrota das elites<br />
que tanto custaram a se integrar</p>
<p>E então é por isso que digo<br />
precisamos nos coçar<br />
organizando por nós mesmos<br />
o agora é nossa hora de lutar.</p>
]]></content:encoded>
		
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