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	Comentários sobre: Tunísia: a queda do pequeno ditador amigo do Ocidente	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Baader		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Baader]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 16:46:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rodolfo, gerênciar própria luta já é um grande passo rumo à organização não burocrática da população do Oriente Médio. Apesar de muito se falar em negociações com partidos de oposição, a manobra tem, na verdade, o intuito de acalmar os opositores (que não necessariamente são partidários dos &quot;partidos de oposição&quot;)...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rodolfo, gerênciar própria luta já é um grande passo rumo à organização não burocrática da população do Oriente Médio. Apesar de muito se falar em negociações com partidos de oposição, a manobra tem, na verdade, o intuito de acalmar os opositores (que não necessariamente são partidários dos &#8220;partidos de oposição&#8221;)&#8230;</p>
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		Por: Rodolfo Martins		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodolfo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 15:36:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O artigo foca, centralmente, na questão internacional do Governo que caiu agora. Aquela mesma história de sempre: apoio das potências ocidentais desde que faça o jogo destas. Agora a situação mudou, e ele é reconhecido internacionalmente como um ditador... Mais do mesmo...
 
Mas o que mais me chamou a atenção foi a parte final, onde o autor analisa o que acontecerá, diz ele que:
 
&#039;&#039;No entanto o primeiro-ministro prometeu, no próprio dia em que Ben Ali fugiu do país, um governo de unidade nacional. Em poucos dias anunciou um governo onde se mantinha a maior parte dos ministros do governo anterior (incluindo as decisivas pastas da Defesa, dos Estrangeiros, do Interior e das Finanças), enquanto incluía três ministros da oposição e alguns independentes próximos dos sindicatos e das associações de advogados. Muitos outros partidos da oposição ou foram ignorados ou se recusaram a colaborar em protesto contra o passado do partido dominante.
Em menos de vinte e quatro horas, tiveram lugar enormes manifestações por todo o país, em 18 de Janeiro, protestando contra a inclusão do partido dominante. De imediato os quatro ministros representantes dos sindicatos e de um partido de oposição demitiram-se do novo governo até à formação de um verdadeiro governo de unidade nacional. Outro partido da oposição suspendeu a sua participação até que os ministros do partido dominante fossem demitidos ou se demitissem dos seus cargos.&#039;&#039;
 
Falou portanto do primeiro-ministro do partido do antigo &#039;&#039;ditador&#039;&#039; e de um &#039;&#039;governo de unidade nacional&#039;&#039;, e já cooptou, como não poderia deixar de ser, alguns partidos, sindicatos e organizações da &#039;&#039;posição&#039;&#039;.
O autor, de concepção liberal, diz:
&#039;&#039;O veredicto acerca do real sucesso da revolução tunisina ainda está por fazer. Irá ela abortar, seja por lutas internas seja pela introdução de mudanças ilusórias para absorver a cólera do povo? Ou haverá mudanças reais e duradouras, enquadradas por uma nova constituição baseada nos princípios democráticos, na liberdade política, nas liberdades de imprensa e de reunião, na independência da justiça, no respeito dos direitos humanos e no fim das ingerências estrangeiras?&#039;&#039;
 
Alguém tem alguma noticia de algum agrupamento anarquista, conselhista ou libertário da Tunísia? Ou mesmo de alguma forma de organização não burocrática de parte da população?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo foca, centralmente, na questão internacional do Governo que caiu agora. Aquela mesma história de sempre: apoio das potências ocidentais desde que faça o jogo destas. Agora a situação mudou, e ele é reconhecido internacionalmente como um ditador&#8230; Mais do mesmo&#8230;</p>
<p>Mas o que mais me chamou a atenção foi a parte final, onde o autor analisa o que acontecerá, diz ele que:</p>
<p>&#8221;No entanto o primeiro-ministro prometeu, no próprio dia em que Ben Ali fugiu do país, um governo de unidade nacional. Em poucos dias anunciou um governo onde se mantinha a maior parte dos ministros do governo anterior (incluindo as decisivas pastas da Defesa, dos Estrangeiros, do Interior e das Finanças), enquanto incluía três ministros da oposição e alguns independentes próximos dos sindicatos e das associações de advogados. Muitos outros partidos da oposição ou foram ignorados ou se recusaram a colaborar em protesto contra o passado do partido dominante.<br />
Em menos de vinte e quatro horas, tiveram lugar enormes manifestações por todo o país, em 18 de Janeiro, protestando contra a inclusão do partido dominante. De imediato os quatro ministros representantes dos sindicatos e de um partido de oposição demitiram-se do novo governo até à formação de um verdadeiro governo de unidade nacional. Outro partido da oposição suspendeu a sua participação até que os ministros do partido dominante fossem demitidos ou se demitissem dos seus cargos.&#8221;</p>
<p>Falou portanto do primeiro-ministro do partido do antigo &#8221;ditador&#8221; e de um &#8221;governo de unidade nacional&#8221;, e já cooptou, como não poderia deixar de ser, alguns partidos, sindicatos e organizações da &#8221;posição&#8221;.<br />
O autor, de concepção liberal, diz:<br />
&#8221;O veredicto acerca do real sucesso da revolução tunisina ainda está por fazer. Irá ela abortar, seja por lutas internas seja pela introdução de mudanças ilusórias para absorver a cólera do povo? Ou haverá mudanças reais e duradouras, enquadradas por uma nova constituição baseada nos princípios democráticos, na liberdade política, nas liberdades de imprensa e de reunião, na independência da justiça, no respeito dos direitos humanos e no fim das ingerências estrangeiras?&#8221;</p>
<p>Alguém tem alguma noticia de algum agrupamento anarquista, conselhista ou libertário da Tunísia? Ou mesmo de alguma forma de organização não burocrática de parte da população?</p>
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