<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: E foi maior!	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2011/01/35271/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2011/01/35271/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 Feb 2011 12:44:56 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Fabio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/01/35271/#comment-19721</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fabio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 12:44:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=35271#comment-19721</guid>

					<description><![CDATA[Algumas considerações...

primeira coisa, o fato de o transporte ser um direito não implica na gratuidade do mesmo... concordo que o preço da passagem de ônibus e metrô em SP está atingindo níveis excessivos, mas a gratuidade, que é o núcleo das reinvidicações do MPL, não é uma consequencia necessária da garantia jurídica ao direito de locomoção e ao transporte.

segunda coisa.. sobre o ato, a manifestação em si.. 
uma coisa me irrita profundamente... o fato de o ato não transcorrer nem legalmente, nem ilegalmente... quero dizer com isso que ao meu ver dois tipos de protestos são interessantes... o protesto legal, nos termos da lei e o protesto ilegal, totalmente a margem da lei... 
Em sua maioria, os atos do MPL são semi-legais... ou seja, inciam-se de acordo com a lei e o combinado com as autoridades policiais, não ocupando vias públicas, não causando transtornos, mas logo se transforma numa zona..rs.. abrindo margem para a ação policial.. engraçado como depois de serem reprimidos, os membros de tais atos desatam a chorar como bebês através principalmente dos meios de informação virtual, como por ex o passa palavra.. rs


se se realiza um protesto legal, nos termos da lei, não há de ocorrer repressão policial, porém, se se pretende realizar um ato ilegal, a margem da lei, os manifestantes devem estar prontos para a repressão policial, que se dá, sendo assim, de forma legítima (resguardados os possíveis excessos).

Se o MPL não quer sofrer repressão, que aja legalmente... ou alguem aqui espera descumprir a lei em frente a autoridade policial e não sofrer repressão??

Acontece que as frentes de esquerda jamais realizarão um protesto totalmente a margem da lei, pois, se colocariam diretamente contra a autoridade policial, e seria inevitavel um confronto direto... e é óbvio que os estudantes-militantes não teriam coragem para tanto... rs...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas considerações&#8230;</p>
<p>primeira coisa, o fato de o transporte ser um direito não implica na gratuidade do mesmo&#8230; concordo que o preço da passagem de ônibus e metrô em SP está atingindo níveis excessivos, mas a gratuidade, que é o núcleo das reinvidicações do MPL, não é uma consequencia necessária da garantia jurídica ao direito de locomoção e ao transporte.</p>
<p>segunda coisa.. sobre o ato, a manifestação em si..<br />
uma coisa me irrita profundamente&#8230; o fato de o ato não transcorrer nem legalmente, nem ilegalmente&#8230; quero dizer com isso que ao meu ver dois tipos de protestos são interessantes&#8230; o protesto legal, nos termos da lei e o protesto ilegal, totalmente a margem da lei&#8230;<br />
Em sua maioria, os atos do MPL são semi-legais&#8230; ou seja, inciam-se de acordo com a lei e o combinado com as autoridades policiais, não ocupando vias públicas, não causando transtornos, mas logo se transforma numa zona..rs.. abrindo margem para a ação policial.. engraçado como depois de serem reprimidos, os membros de tais atos desatam a chorar como bebês através principalmente dos meios de informação virtual, como por ex o passa palavra.. rs</p>
<p>se se realiza um protesto legal, nos termos da lei, não há de ocorrer repressão policial, porém, se se pretende realizar um ato ilegal, a margem da lei, os manifestantes devem estar prontos para a repressão policial, que se dá, sendo assim, de forma legítima (resguardados os possíveis excessos).</p>
<p>Se o MPL não quer sofrer repressão, que aja legalmente&#8230; ou alguem aqui espera descumprir a lei em frente a autoridade policial e não sofrer repressão??</p>
<p>Acontece que as frentes de esquerda jamais realizarão um protesto totalmente a margem da lei, pois, se colocariam diretamente contra a autoridade policial, e seria inevitavel um confronto direto&#8230; e é óbvio que os estudantes-militantes não teriam coragem para tanto&#8230; rs&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Caio Felipe		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/01/35271/#comment-19539</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caio Felipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2011 13:39:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=35271#comment-19539</guid>

					<description><![CDATA[Vejam este rap a respeito da questão do transporte


http://www.youtube.com/vinaoalobrasil#p/u/2/cd0PcuHfeq4]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vejam este rap a respeito da questão do transporte</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/vinaoalobrasil#p/u/2/cd0PcuHfeq4" rel="nofollow ugc">http://www.youtube.com/vinaoalobrasil#p/u/2/cd0PcuHfeq4</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Giancarlo Sanguinetti		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/01/35271/#comment-19437</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo Sanguinetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 03:47:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=35271#comment-19437</guid>

					<description><![CDATA[Dito,
Que os partidos façam isso não é de surpreender. Quanto mais visibilidade tiver o partido mais pessoas acabam se aproximando dele, conhecendo, achando que é de luta, que contribui para a organização do ato e da pauta (além de baterem fotos com um ângulo onde saia bem as bandeiras para publicar nos seus jornais...), quando na verdade só pensam em si mesmos, no seu crescimento e influência sobre as massas. 
Uma solução ruim também é que se limite às bandeiras a mensagens pontuais. Seria despolitizador impedir uma bandeira que ligue o aumento das tarifas à sociedade de classes, capitalista. Assim como não teria problemas em um faixa dizer que a solução para estes problema só viria de fato com a autogestão social. E poderia até ser assinada por uma organização que esteja participando. Aqui neste exemplo o fundamental não é o nome da organização, nem sua propaganda, e sim a mensagem que liga a luta específica com a luta geral.
Mas para os partidos saí mais barato tremular a faixa com somente o nome do partido. Ainda serve para qualquer ato.
Para finalizar, sei de atos onde a organização do evento conversa com os grupos políticos para impedir bandeiras com o nome somente do partido. Outra atitude possível para inibir atos como este é debatê-lo, tentando entender os motivos, razões e circunstâncias do fenômeno... Ah, isso vai incomodar a burocracia...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dito,<br />
Que os partidos façam isso não é de surpreender. Quanto mais visibilidade tiver o partido mais pessoas acabam se aproximando dele, conhecendo, achando que é de luta, que contribui para a organização do ato e da pauta (além de baterem fotos com um ângulo onde saia bem as bandeiras para publicar nos seus jornais&#8230;), quando na verdade só pensam em si mesmos, no seu crescimento e influência sobre as massas.<br />
Uma solução ruim também é que se limite às bandeiras a mensagens pontuais. Seria despolitizador impedir uma bandeira que ligue o aumento das tarifas à sociedade de classes, capitalista. Assim como não teria problemas em um faixa dizer que a solução para estes problema só viria de fato com a autogestão social. E poderia até ser assinada por uma organização que esteja participando. Aqui neste exemplo o fundamental não é o nome da organização, nem sua propaganda, e sim a mensagem que liga a luta específica com a luta geral.<br />
Mas para os partidos saí mais barato tremular a faixa com somente o nome do partido. Ainda serve para qualquer ato.<br />
Para finalizar, sei de atos onde a organização do evento conversa com os grupos políticos para impedir bandeiras com o nome somente do partido. Outra atitude possível para inibir atos como este é debatê-lo, tentando entender os motivos, razões e circunstâncias do fenômeno&#8230; Ah, isso vai incomodar a burocracia&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Dito		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/01/35271/#comment-19393</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dito]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 02:59:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=35271#comment-19393</guid>

					<description><![CDATA[Estive no ato e me impressionei com o numero de bandeiras de partidos. Parece que o comitê central delibera que x (mais do que um, claro) militantes/pau-mandados têm de ir à manifestação. Cada um leva a sua bandeira. Se estiver cinco pessoas de partidos, todos estarão com uma bandeira. Aí dá a entender que os atos são &#039;puxados&#039; pelos partidos. Se é inviável proibir as bandeiras, que nós (autônomos, anarquistas, livres...) levemos nossas bandeiras também. A única bandeira que tinha uma significação além das coisas pontuais (como &#039;diga não ao aumento&#039;, &#039;kassab isso&#039;, &#039;kassab aquilo&#039;...)era a bandeira do Autônomos futebol clube, enquanto que as do PSOL, PSTU, PCB..., tremulavam o tempo todo na manifestação. Façamos nossas bandeiras, e comecemos logo, pois as nossas são feitas com apoio mútuo, horiontalidade...a dos partidos, as emprersas fazem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive no ato e me impressionei com o numero de bandeiras de partidos. Parece que o comitê central delibera que x (mais do que um, claro) militantes/pau-mandados têm de ir à manifestação. Cada um leva a sua bandeira. Se estiver cinco pessoas de partidos, todos estarão com uma bandeira. Aí dá a entender que os atos são &#8216;puxados&#8217; pelos partidos. Se é inviável proibir as bandeiras, que nós (autônomos, anarquistas, livres&#8230;) levemos nossas bandeiras também. A única bandeira que tinha uma significação além das coisas pontuais (como &#8216;diga não ao aumento&#8217;, &#8216;kassab isso&#8217;, &#8216;kassab aquilo&#8217;&#8230;)era a bandeira do Autônomos futebol clube, enquanto que as do PSOL, PSTU, PCB&#8230;, tremulavam o tempo todo na manifestação. Façamos nossas bandeiras, e comecemos logo, pois as nossas são feitas com apoio mútuo, horiontalidade&#8230;a dos partidos, as emprersas fazem.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Giancarlo Sanguinetti		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/01/35271/#comment-19328</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo Sanguinetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 20:37:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=35271#comment-19328</guid>

					<description><![CDATA[Um esboço sobre a fisiologia do MPL:

Infelizmente a luta em torno da melhoria dos &#039;&#039;transportes públicos&#039;&#039;(melhoria de qualidade do sistema privado, não aumento dos preços, municipalização do transporte, gestão dos transportes públicos pela própria população, ou seja, autogestão) é uma luta onde a ação direta é bastante limitada, pela própria estrutura do setor. Não é possível uma ocupação de um prédio como faz o movimento dos sem-teto, nem da terra, como o movimento dos sem-terra. Há a possibilidade de ações de solidariedade para fugir da máfia das empresas de transporte, tais como carona. Ou soluções individuais tal como o uso de bicicletas e outros meios de locomoção, mas estas opções são bastante limitadas.
Coletivamente, resta a ação através de atos para pressionar o legislativo e o executivo a não concederem aumentos abusivos para os lucros empresariais, trata-se portanto de uma ação de pressão sobre o Estado e de fiscalização do estado e das empresas privadas que prestam este serviço. O Estado aguentará o quanto puder e se não der pra evitar marcará uma audiência pública, onde tentará mentir e enganar a população. Tem coisas que não podem ser ditas: corrupção, desvio de dinheiro para campanhas, enfim, o dia a dia da máfia dos transportes.
Neste caminho de atos e audiências públicas o movimento pode ir se enfraquecendo, perdendo em número de militantes e apoiadores, e aí o movimento entra em &#039;stand by&#039; até o próximo aumento goela abaixo da população. Ou pode ir se fortalecendo, ganhando em número e em coesão, e colocando o Estado e as empresas contra a parede. Neste caso, crescerá a repressão aos militantes e novamente o movimento pode entrar em uma espiral de apatia ou de crescimento.
Infelizmente o movimento como um todo é limitado pela conjuntura política, de extrema apatia frente a qualquer manifestação. Mas o movimento se movimentando contribui para superar esta apatia, e contribuir para uma mudança, até porque se organiza de forma horizontal, sem hierarquias, dificultando o aparelhamento do movimento e sua morte por asfixia por partidos políticos, sindicatos, etc.
A sua bandeira só se realizará em outra sociedade, nunca na capitalista. Mas o que nos resta a fazer senão lutar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um esboço sobre a fisiologia do MPL:</p>
<p>Infelizmente a luta em torno da melhoria dos &#8221;transportes públicos&#8221;(melhoria de qualidade do sistema privado, não aumento dos preços, municipalização do transporte, gestão dos transportes públicos pela própria população, ou seja, autogestão) é uma luta onde a ação direta é bastante limitada, pela própria estrutura do setor. Não é possível uma ocupação de um prédio como faz o movimento dos sem-teto, nem da terra, como o movimento dos sem-terra. Há a possibilidade de ações de solidariedade para fugir da máfia das empresas de transporte, tais como carona. Ou soluções individuais tal como o uso de bicicletas e outros meios de locomoção, mas estas opções são bastante limitadas.<br />
Coletivamente, resta a ação através de atos para pressionar o legislativo e o executivo a não concederem aumentos abusivos para os lucros empresariais, trata-se portanto de uma ação de pressão sobre o Estado e de fiscalização do estado e das empresas privadas que prestam este serviço. O Estado aguentará o quanto puder e se não der pra evitar marcará uma audiência pública, onde tentará mentir e enganar a população. Tem coisas que não podem ser ditas: corrupção, desvio de dinheiro para campanhas, enfim, o dia a dia da máfia dos transportes.<br />
Neste caminho de atos e audiências públicas o movimento pode ir se enfraquecendo, perdendo em número de militantes e apoiadores, e aí o movimento entra em &#8216;stand by&#8217; até o próximo aumento goela abaixo da população. Ou pode ir se fortalecendo, ganhando em número e em coesão, e colocando o Estado e as empresas contra a parede. Neste caso, crescerá a repressão aos militantes e novamente o movimento pode entrar em uma espiral de apatia ou de crescimento.<br />
Infelizmente o movimento como um todo é limitado pela conjuntura política, de extrema apatia frente a qualquer manifestação. Mas o movimento se movimentando contribui para superar esta apatia, e contribuir para uma mudança, até porque se organiza de forma horizontal, sem hierarquias, dificultando o aparelhamento do movimento e sua morte por asfixia por partidos políticos, sindicatos, etc.<br />
A sua bandeira só se realizará em outra sociedade, nunca na capitalista. Mas o que nos resta a fazer senão lutar?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
