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	Comentários sobre: Anotações para uma reflexão sobre o conformismo do “novo” trabalhador (1ª Parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Antonio Ozaí da Silva		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/04/38899/#comment-26484</link>

		<dc:creator><![CDATA[Antonio Ozaí da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 19:37:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Emilio,

boa tarde.
Fico contente em reencontrá-lo por aqui.
Sinceros parabéns pelo texto e por se manter firme.
Por favor, vc poderia enviar o texto em formato Word (anexo), na íntegra para o meu email?

Muito obrigado.
abraços e tudo de bom,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Emilio,</p>
<p>boa tarde.<br />
Fico contente em reencontrá-lo por aqui.<br />
Sinceros parabéns pelo texto e por se manter firme.<br />
Por favor, vc poderia enviar o texto em formato Word (anexo), na íntegra para o meu email?</p>
<p>Muito obrigado.<br />
abraços e tudo de bom,</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Guilherme Verde		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/04/38899/#comment-24241</link>

		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Verde]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 17:13:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns ao autor pelo ótimo texto. 
Essa reflexão sobre o conformismo do &quot;novo&quot; trabalhador remete diretamente à prática nos movimentos sociais. Vivemos um momento de total apatia e desmobilização da base dos movimentos e, inclusive, a falta de um objetivo comum que una e dê identidade ao trabalhador organizado. 
A &quot;individualização&quot; é um grande mal de nossa época e deve ser enfrentada por aqueles que pretendam contribuir para a transformação dessa sociedade. 
Entretanto, até que ponto esse debate é uma nova questão e não uma releitura das condições encontradas pelos trabalhadores desde o início dos movimentos operários? Me refiro a burocratização dos movimentos sociais que, deliberadamente, quebraram as estreitas relações entre a base e os &quot;dirigentes sindicais&quot; que passaram a ter objetivos muitas vezes divergentes e que contribuiram para a perca da identidade do trabalhador. 
Historicamente viemos combatendo as relações de exploração através da organização dos explorados em busca de um objetivo comum que seria a sociedade socialista, porém, o desmantelamento do tecido social fruto, em parte, da burocratização dos movimentos fez com que o indivíduo perdesse seu senso de coletividade, de fazer parte de algo maior do que si mesmo. Os exemplos passados nos empurraram para um afastamento das ações coletivas e jogam os trabalhadores a um isolamento, através de uma relação clientelista com o movimento e com toda a sociedade.
Esses são elementos que trago para a reflexão desse novo movimento de &quot;conformismo&quot;. Acredito que mudar as práticas no que ainda existe de mobilização dos movimentos ajudará a retomada do senso comum, da união dos explorados e da ação coletiva em busca do poder popular.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns ao autor pelo ótimo texto.<br />
Essa reflexão sobre o conformismo do &#8220;novo&#8221; trabalhador remete diretamente à prática nos movimentos sociais. Vivemos um momento de total apatia e desmobilização da base dos movimentos e, inclusive, a falta de um objetivo comum que una e dê identidade ao trabalhador organizado.<br />
A &#8220;individualização&#8221; é um grande mal de nossa época e deve ser enfrentada por aqueles que pretendam contribuir para a transformação dessa sociedade.<br />
Entretanto, até que ponto esse debate é uma nova questão e não uma releitura das condições encontradas pelos trabalhadores desde o início dos movimentos operários? Me refiro a burocratização dos movimentos sociais que, deliberadamente, quebraram as estreitas relações entre a base e os &#8220;dirigentes sindicais&#8221; que passaram a ter objetivos muitas vezes divergentes e que contribuiram para a perca da identidade do trabalhador.<br />
Historicamente viemos combatendo as relações de exploração através da organização dos explorados em busca de um objetivo comum que seria a sociedade socialista, porém, o desmantelamento do tecido social fruto, em parte, da burocratização dos movimentos fez com que o indivíduo perdesse seu senso de coletividade, de fazer parte de algo maior do que si mesmo. Os exemplos passados nos empurraram para um afastamento das ações coletivas e jogam os trabalhadores a um isolamento, através de uma relação clientelista com o movimento e com toda a sociedade.<br />
Esses são elementos que trago para a reflexão desse novo movimento de &#8220;conformismo&#8221;. Acredito que mudar as práticas no que ainda existe de mobilização dos movimentos ajudará a retomada do senso comum, da união dos explorados e da ação coletiva em busca do poder popular.</p>
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