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	Comentários sobre: Extrema-esquerda e desenvolvimentismo (4)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-68819</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2012 15:01:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Yure, muito obrigado pela observação. A série foi escrita com um pouco de pressa, então é normal encontrar gralhas no meio de tanto texto. Já corrigi o fim da nota 1, completando o que faltava.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Yure, muito obrigado pela observação. A série foi escrita com um pouco de pressa, então é normal encontrar gralhas no meio de tanto texto. Já corrigi o fim da nota 1, completando o que faltava.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Yure		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-67298</link>

		<dc:creator><![CDATA[Yure]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 May 2012 16:43:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Camarada Manolo: são dois pontos meus sobre a nota &quot;1&quot; da parte &quot;4&quot; deste teu ensaio. Dá para eu comentar mais, mas isto aqui é o que vejo agora.

Primeiro: excelente observação nessa nota a qual lembra muito bem que há mesmo “superestimação das forças inimigas” nas lutas sociais. É algo que deve mesmo ser lembrado – principalmente quando é de fato real.

Segundo: o fim dessa nota (“1”) está incompleto, onde consta “[...] se tropas russas.”. E – para eu frisar: parece que essa parte não digitada é bem bacana; fico curioso.

Abraço.

Yure.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Camarada Manolo: são dois pontos meus sobre a nota &#8220;1&#8221; da parte &#8220;4&#8221; deste teu ensaio. Dá para eu comentar mais, mas isto aqui é o que vejo agora.</p>
<p>Primeiro: excelente observação nessa nota a qual lembra muito bem que há mesmo “superestimação das forças inimigas” nas lutas sociais. É algo que deve mesmo ser lembrado – principalmente quando é de fato real.</p>
<p>Segundo: o fim dessa nota (“1”) está incompleto, onde consta “[&#8230;] se tropas russas.”. E – para eu frisar: parece que essa parte não digitada é bem bacana; fico curioso.</p>
<p>Abraço.</p>
<p>Yure.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-41015</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 20:11:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Arthur,
Me pareceu, pelos seus comentários, que houve da sua parte uma certa confusão quanto aos meus comentários. Eu postei os links só pra facilitar o acesso às obras q o autor do texto usa, para nos ajudar a entender o ponto de vista dele tendo acesso à bibliografia q ele usou, não foi de forma alguma uma indicação &quot;pra vc ler&quot;, etc., aliás, eu mesmo não li esse último ae dos &quot;soviets traídos&quot;. Tenho pouca leitura sobre o tema, por isso nem fiz comentários. Se eu fosse dizer algo sobre o tema em debate seria no sentido de q a visão do Mészáros sobre a URSS ser uma experiência pós-capitalista (que superou o capitalismo mas não o capital) me parece ser muito lúcida e me parece q ela ilumina caminhos pra entendermos o &quot;fracasso&quot; do Socialismo na URSS e a relação de tal fracasso com a questão da supressão dos soviets, o fortalecimento do Estado, a centralização política no Partido, etc.
Abraço
Pablo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Arthur,<br />
Me pareceu, pelos seus comentários, que houve da sua parte uma certa confusão quanto aos meus comentários. Eu postei os links só pra facilitar o acesso às obras q o autor do texto usa, para nos ajudar a entender o ponto de vista dele tendo acesso à bibliografia q ele usou, não foi de forma alguma uma indicação &#8220;pra vc ler&#8221;, etc., aliás, eu mesmo não li esse último ae dos &#8220;soviets traídos&#8221;. Tenho pouca leitura sobre o tema, por isso nem fiz comentários. Se eu fosse dizer algo sobre o tema em debate seria no sentido de q a visão do Mészáros sobre a URSS ser uma experiência pós-capitalista (que superou o capitalismo mas não o capital) me parece ser muito lúcida e me parece q ela ilumina caminhos pra entendermos o &#8220;fracasso&#8221; do Socialismo na URSS e a relação de tal fracasso com a questão da supressão dos soviets, o fortalecimento do Estado, a centralização política no Partido, etc.<br />
Abraço<br />
Pablo</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Tales		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-40993</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tales]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 17:32:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É curioso como qualquer crítica feita aos bolcheviques tendo como ponto de partida a gestão das fábricas pelos operários é tratada como anarquista. E mais curioso ainda é que os que defendem as posições bolcheviques não se dão ao trabalho de tentar estabelecer uma mínima relação entre o que Lenin propôs sobre a organização partidária no &quot;Que Fazer?&quot; e o papel a ele atribuído às organizações da classe operária surgida da luta por reivindicações econômicas. O partido social-democrata é o único capaz de levar as lutas aos patamares de luta pelo socialismo, as organizações da classe trabalhadora não ultrapassam os limites do capitalismo.
O que o livro do Brinton expõe é justamente como a ação bolchevique a partir de 1917 está de acordo com o exposto em &quot;Que Fazer?&quot;. Incentivaram um movimento de gestão da produção pelos operários surgido espontaneamente para, depois de utilizar sua força como apoio à tomada do poder, institucionalizar esses comitês de fábrica dentro das estruturas do estado recém tomado. O partido, após outubro, dominando os soviets e o estado iniciou o processo de subordinação dos comitês de fábrica às instâncias econômicas de decisão do estado, já com preponderância dos técnicos e especialistas capitalistas. O segundo passo foi colocar a administração das fábricas nas mãos de um única pessoa.
O ponto de vista bolchevique desse processo pode ser encontrado em um trabalho, citado por Brinton, de Anna Pankratova onde mostra o incentivo bolchevique aos comitês de fábrica e o posterior processo de institucioalização deles. Claro que com o argumento de que a ação dos comitês de fábrica era uma ação anarco-sindicalista, e não estava contribuindo com a edificação do socialismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É curioso como qualquer crítica feita aos bolcheviques tendo como ponto de partida a gestão das fábricas pelos operários é tratada como anarquista. E mais curioso ainda é que os que defendem as posições bolcheviques não se dão ao trabalho de tentar estabelecer uma mínima relação entre o que Lenin propôs sobre a organização partidária no &#8220;Que Fazer?&#8221; e o papel a ele atribuído às organizações da classe operária surgida da luta por reivindicações econômicas. O partido social-democrata é o único capaz de levar as lutas aos patamares de luta pelo socialismo, as organizações da classe trabalhadora não ultrapassam os limites do capitalismo.<br />
O que o livro do Brinton expõe é justamente como a ação bolchevique a partir de 1917 está de acordo com o exposto em &#8220;Que Fazer?&#8221;. Incentivaram um movimento de gestão da produção pelos operários surgido espontaneamente para, depois de utilizar sua força como apoio à tomada do poder, institucionalizar esses comitês de fábrica dentro das estruturas do estado recém tomado. O partido, após outubro, dominando os soviets e o estado iniciou o processo de subordinação dos comitês de fábrica às instâncias econômicas de decisão do estado, já com preponderância dos técnicos e especialistas capitalistas. O segundo passo foi colocar a administração das fábricas nas mãos de um única pessoa.<br />
O ponto de vista bolchevique desse processo pode ser encontrado em um trabalho, citado por Brinton, de Anna Pankratova onde mostra o incentivo bolchevique aos comitês de fábrica e o posterior processo de institucioalização deles. Claro que com o argumento de que a ação dos comitês de fábrica era uma ação anarco-sindicalista, e não estava contribuindo com a edificação do socialismo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Arthur Dunck Oliveira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-40922</link>

		<dc:creator><![CDATA[Arthur Dunck Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 03:54:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bom, tenho duas obras então a ler.
A questão do comitê para mim ainda fica confusa. Pois os sovietes eram espaços representativos, no qual eram ocupados por delegados de acordo com uma proporção que representasse uma região, bairro, aldeia. 
Os comitês de fábrica eram associações de operários, conselhos de trabalhadores, que tomavam as rédeas de uma fábrica sem a presença de um patrão que os assalariasse.
Fica a pergunta, esses trabalhadores dos comitês não elegiam delegados aos sovietes? Eles não legitimavam os sovietes? Para essas perguntas eu não tenho dado ou acumulo para responder.
Sobre o texto deixado pelo Pablo, eu dei uma leitura dinâmica, mas reitero que vou lê-lo com mais calma. 
Não tenho acordo com a forma anarquista de conceber a revolução  socialista, mas tem muita crítica que é bem vinda, principalmente quando não se trata de um fratricídio entre revolucionários preocupados com a derrocada da sociedade de classes.
Mas pelo que pude ver um pouco, no livro que o Pablo traz, parece que a culpa de não ter se consolidado o socialismo, ou um grande salto para uma sociedade sem classes, foi de inteira responsabilidade dos bolcheviques (ainda na análise simplista de que eram tão somente iguais, como se a diversidade também não o atravessasse).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, tenho duas obras então a ler.<br />
A questão do comitê para mim ainda fica confusa. Pois os sovietes eram espaços representativos, no qual eram ocupados por delegados de acordo com uma proporção que representasse uma região, bairro, aldeia.<br />
Os comitês de fábrica eram associações de operários, conselhos de trabalhadores, que tomavam as rédeas de uma fábrica sem a presença de um patrão que os assalariasse.<br />
Fica a pergunta, esses trabalhadores dos comitês não elegiam delegados aos sovietes? Eles não legitimavam os sovietes? Para essas perguntas eu não tenho dado ou acumulo para responder.<br />
Sobre o texto deixado pelo Pablo, eu dei uma leitura dinâmica, mas reitero que vou lê-lo com mais calma.<br />
Não tenho acordo com a forma anarquista de conceber a revolução  socialista, mas tem muita crítica que é bem vinda, principalmente quando não se trata de um fratricídio entre revolucionários preocupados com a derrocada da sociedade de classes.<br />
Mas pelo que pude ver um pouco, no livro que o Pablo traz, parece que a culpa de não ter se consolidado o socialismo, ou um grande salto para uma sociedade sem classes, foi de inteira responsabilidade dos bolcheviques (ainda na análise simplista de que eram tão somente iguais, como se a diversidade também não o atravessasse).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-40434</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 00:36:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Achei mais um:
http://www.4shared.com/document/f2rZtFZU/Os_Soviets_Trados_Pelos_Bolche.htm]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei mais um:<br />
<a href="http://www.4shared.com/document/f2rZtFZU/Os_Soviets_Trados_Pelos_Bolche.htm" rel="nofollow ugc">http://www.4shared.com/document/f2rZtFZU/Os_Soviets_Trados_Pelos_Bolche.htm</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Giancarlo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-40426</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 23:49:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manolo, a prática dos bolcheviques foi de tentativa de esmagamento dos comitês de fábrica e também dos soviets . Até porque, e Brinton mostra isto com clareza, o segundo não pode sobreviver sem se deformar sem a força e autonomia do primeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manolo, a prática dos bolcheviques foi de tentativa de esmagamento dos comitês de fábrica e também dos soviets . Até porque, e Brinton mostra isto com clareza, o segundo não pode sobreviver sem se deformar sem a força e autonomia do primeiro.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-40393</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 18:12:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em português, o texto supracitado.

http://www.marxists.org/portugues/reed/1918/10/estrutura.htm


Manolo, obrigado pelos excelentes textos e pelas indicações bibliográficas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em português, o texto supracitado.</p>
<p><a href="http://www.marxists.org/portugues/reed/1918/10/estrutura.htm" rel="nofollow ugc">http://www.marxists.org/portugues/reed/1918/10/estrutura.htm</a></p>
<p>Manolo, obrigado pelos excelentes textos e pelas indicações bibliográficas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-40350</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 11:00:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-40300&quot;&gt;Arthur Dunck Oliveira&lt;/a&gt;.

E antes que me esqueça: o único escrito de John Reed em que ele trata com razoável nível de detalhe dos comitês de fábrica é &lt;a href=&quot;http://www.marxists.org/archive/reed/1918/state.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;The Structure of the Soviet State (clique aqui para acessar)&lt;/a&gt;. Sei que há uma versão em português dele porque li capítulos dela fotocopiados há mais de uma década, mas só consigo localizar esta versão eletrônica em inglês.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-40300">Arthur Dunck Oliveira</a>.</p>
<p>E antes que me esqueça: o único escrito de John Reed em que ele trata com razoável nível de detalhe dos comitês de fábrica é <a href="http://www.marxists.org/archive/reed/1918/state.htm" rel="nofollow">The Structure of the Soviet State (clique aqui para acessar)</a>. Sei que há uma versão em português dele porque li capítulos dela fotocopiados há mais de uma década, mas só consigo localizar esta versão eletrônica em inglês.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-40349</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 10:47:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=40339#comment-40349</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-40300&quot;&gt;Arthur Dunck Oliveira&lt;/a&gt;.

Pois bem, aí eu questiono o John Reed e ficamos no empate. Será preciso ir aos recém-abertos arquivos do Kremlin para sanar nossas dúvidas? E note uma coisa importante: &quot;comitê de fábrica&quot; não é igual a &quot;soviete&quot;. Os comitês de fábrica é que foram hostilizados pelos bolcheviques, não os sovietes. E sobre eles, os comitês de fábrica, John Reed falou pouco ou nada, e inclusive em alguns momentos confundiu-os com os próprios sovietes quando os russos sabiam bem a diferença entre um e outro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://passapalavra.info/2011/06/40339/#comment-40300">Arthur Dunck Oliveira</a>.</p>
<p>Pois bem, aí eu questiono o John Reed e ficamos no empate. Será preciso ir aos recém-abertos arquivos do Kremlin para sanar nossas dúvidas? E note uma coisa importante: &#8220;comitê de fábrica&#8221; não é igual a &#8220;soviete&#8221;. Os comitês de fábrica é que foram hostilizados pelos bolcheviques, não os sovietes. E sobre eles, os comitês de fábrica, John Reed falou pouco ou nada, e inclusive em alguns momentos confundiu-os com os próprios sovietes quando os russos sabiam bem a diferença entre um e outro.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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