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	Comentários sobre: Resenha do livro de David Harvey &#8220;Condição Pós-Moderna&#8221;	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Gilka Xavier		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gilka Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2014 01:45:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom,mesmo!]]></description>
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		Por: Edjamessom Paulo Silva de Araujo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edjamessom Paulo Silva de Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2014 23:42:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[David Harvey um dos maiores geógrafo da história do mundo moderno...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>David Harvey um dos maiores geógrafo da história do mundo moderno&#8230;</p>
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		Por: Estevam Moreira		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Estevam Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 17:48:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Existe uma crítica sobre esse livro do Harvey feita pelo Franncisco Teixeira e Celso Frederico na obra &quot;Marx no século XXI&quot;: http://www.lojacortezeditora.com.br/cortez-916.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma crítica sobre esse livro do Harvey feita pelo Franncisco Teixeira e Celso Frederico na obra &#8220;Marx no século XXI&#8221;: <a href="http://www.lojacortezeditora.com.br/cortez-916.html" rel="nofollow ugc">http://www.lojacortezeditora.com.br/cortez-916.html</a></p>
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		Por: Ismar Curi		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ismar Curi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 01:37:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Li o Condição Pós Moderna, atualmente é uma de minhas bases para reflexão da sobre planejamento urbano. Ontem mesmo fiz uma conferência sobre o tema no curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp, onde abordei as questões da proletarização do profissional de arquitetura e urbanismo, sob o modo de produção flexível, que conjugado aos novos meios digitais, poderia conduzir o profissional a essa situação deletéria (Pedro Arantes,2010). Mas, escrevi particularmente, para fazer uma observação sobre a origem do termo acumulação flexível, que se opõe à acumulação fordista, e designam modos de acumulação capitalista, provindo das questões de produção, ou seja: ao reconhecido método de produção fordista, equivale uma acumulação fordista, e assim por diante; a questão da produção flexível, em verdade, origina-se de uma noção de engenharia de produção mecânica que concebe a célula flexível de produção, e se opõem à tradicional linha de produção, - automobilística, por exemplo, que imperou desde o fordismo. No caso das células flexíveis, a idéia era justamente solucionar problemas originários da rigidez das linhas de montagem, que tem de ser paralisadas sempre que elementos especiais na produção do produto, nelas são introduzidas, de tal forma que, com elas nunca era possível viabilizar variedades de uma produção personalizada, hoje tão comum entre os produtos industriais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li o Condição Pós Moderna, atualmente é uma de minhas bases para reflexão da sobre planejamento urbano. Ontem mesmo fiz uma conferência sobre o tema no curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp, onde abordei as questões da proletarização do profissional de arquitetura e urbanismo, sob o modo de produção flexível, que conjugado aos novos meios digitais, poderia conduzir o profissional a essa situação deletéria (Pedro Arantes,2010). Mas, escrevi particularmente, para fazer uma observação sobre a origem do termo acumulação flexível, que se opõe à acumulação fordista, e designam modos de acumulação capitalista, provindo das questões de produção, ou seja: ao reconhecido método de produção fordista, equivale uma acumulação fordista, e assim por diante; a questão da produção flexível, em verdade, origina-se de uma noção de engenharia de produção mecânica que concebe a célula flexível de produção, e se opõem à tradicional linha de produção, &#8211; automobilística, por exemplo, que imperou desde o fordismo. No caso das células flexíveis, a idéia era justamente solucionar problemas originários da rigidez das linhas de montagem, que tem de ser paralisadas sempre que elementos especiais na produção do produto, nelas são introduzidas, de tal forma que, com elas nunca era possível viabilizar variedades de uma produção personalizada, hoje tão comum entre os produtos industriais.</p>
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