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	Comentários sobre: 22 JUNHO 2011 (MÉXICO) Solidariedade com o Conselho Autônomo em Chiapas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Coruja Vermelha		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Coruja Vermelha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 18:53:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“PERIGOSO” DEFENDER OS DIREITOS HUMANOS NO MÉXICO, DENUNCIA O CENTRO DIGNA OCHOA. Hermann Bellinghausen. La Jornada 21/06/2011
            
San Cristóbal de las Casas, Chiapas, 20 de junho. Em nosso país, a defesa dos direitos humanos é “um trabalho perigoso”, afirma o Centro de Direitos Humanos Digna Ochoa (CDHDO). “Os que trabalham em questões relacionadas com o meio ambiente, os direitos das mulheres, camponeses, jornalistas, migrantes e indígenas, recebem, diariamente, ameaças contra sua integridade física psicológica e a de suas famílias”. A situação “vai piorando dia após dia”.

O centro, que atua na cidade costeira de Tonalá, anunciou hoje uma “campanha nacional e internacional contra a perseguição judicial e a criminalização de defensores e lutadores sociais no México”, que iniciará na próxima quinta-feira, dia 23. Reivindicou também o fim da perseguição contra o seu diretor, Nataniel Hernández Núñez, devida principalmente ao acompanhamento dos protestos do Conselho Regional Autônomo da Região Costeira, membro da Outra Campanha.

No México – acrescenta o Centro – “há uma guerra”, não só “desastrosa” contra o crime organizado, mas também “contra o povo e suas lutas por uma vida digna; pessoas que não concordam em serem seguidamente pisoteadas e tratadas como mercadoria ou como delinqüente”. Repetem-se, então, as histórias de injustiça e impunidade. “A perseguição e a repressão são a forma pela qual o governo enfrenta os povos que se organizam para defender suas terras e recursos”.

E acrescenta: “Há uma disputa para vender e possuir os recursos. O que estorva em seus planos pelo poder e o dinheiro são os povos que defendem a própria forma de vida e o seu trabalho, que vivem e cuidam dos recursos, terras e água”.

Estratégia de perseguição contra Nataniel Hernández.

Em Chiapas é o caso, “entre muitos outros”, de Nataniel Hernández, diretor do centro que tem acompanhado “os trabalhos e a luta do Conselho Autônomo Regional da Região Costeira”. Ele tem sido detido em duas ocasiões, “uma por acusações em nível estadual e a segunda por acusações em nível federal”. Isso revela “a estratégia de perseguição do companheiro e a repressão contra quem se organiza e luta”. Hernández Núñez enfrenta “mais de cinco processos penais todos manhosamente preparados sob ordens reservadas e contrárias ao direito, mais uma amostra de que no México a justiça não existe, o que prevalece é a impunidade”.

Para demonstrar que “não está sozinho, assim como ninguém que levanta a voz e a organização na defesa de seu povo e de seus direitos”, junto a “companheiros e companheiras do país inteiro e do mundo”, o centro anuncia sua campanha nacional e internacional.

Esta pedirá “o cancelamento da ameaça jurídica contra os lutadores sociais e os defensores comunitários de direitos humanos”, em particular o cancelamento dos processos jurídicos “que o governo mexicano tem contra o companheiro Nataniel, parte de uma estratégia para deter o trabalho de observação e acompanhamento do CDHDO”. Do mesmo modo, se pronunciará pelo respeito às garantias individuais e coletivas no México.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“PERIGOSO” DEFENDER OS DIREITOS HUMANOS NO MÉXICO, DENUNCIA O CENTRO DIGNA OCHOA. Hermann Bellinghausen. La Jornada 21/06/2011</p>
<p>San Cristóbal de las Casas, Chiapas, 20 de junho. Em nosso país, a defesa dos direitos humanos é “um trabalho perigoso”, afirma o Centro de Direitos Humanos Digna Ochoa (CDHDO). “Os que trabalham em questões relacionadas com o meio ambiente, os direitos das mulheres, camponeses, jornalistas, migrantes e indígenas, recebem, diariamente, ameaças contra sua integridade física psicológica e a de suas famílias”. A situação “vai piorando dia após dia”.</p>
<p>O centro, que atua na cidade costeira de Tonalá, anunciou hoje uma “campanha nacional e internacional contra a perseguição judicial e a criminalização de defensores e lutadores sociais no México”, que iniciará na próxima quinta-feira, dia 23. Reivindicou também o fim da perseguição contra o seu diretor, Nataniel Hernández Núñez, devida principalmente ao acompanhamento dos protestos do Conselho Regional Autônomo da Região Costeira, membro da Outra Campanha.</p>
<p>No México – acrescenta o Centro – “há uma guerra”, não só “desastrosa” contra o crime organizado, mas também “contra o povo e suas lutas por uma vida digna; pessoas que não concordam em serem seguidamente pisoteadas e tratadas como mercadoria ou como delinqüente”. Repetem-se, então, as histórias de injustiça e impunidade. “A perseguição e a repressão são a forma pela qual o governo enfrenta os povos que se organizam para defender suas terras e recursos”.</p>
<p>E acrescenta: “Há uma disputa para vender e possuir os recursos. O que estorva em seus planos pelo poder e o dinheiro são os povos que defendem a própria forma de vida e o seu trabalho, que vivem e cuidam dos recursos, terras e água”.</p>
<p>Estratégia de perseguição contra Nataniel Hernández.</p>
<p>Em Chiapas é o caso, “entre muitos outros”, de Nataniel Hernández, diretor do centro que tem acompanhado “os trabalhos e a luta do Conselho Autônomo Regional da Região Costeira”. Ele tem sido detido em duas ocasiões, “uma por acusações em nível estadual e a segunda por acusações em nível federal”. Isso revela “a estratégia de perseguição do companheiro e a repressão contra quem se organiza e luta”. Hernández Núñez enfrenta “mais de cinco processos penais todos manhosamente preparados sob ordens reservadas e contrárias ao direito, mais uma amostra de que no México a justiça não existe, o que prevalece é a impunidade”.</p>
<p>Para demonstrar que “não está sozinho, assim como ninguém que levanta a voz e a organização na defesa de seu povo e de seus direitos”, junto a “companheiros e companheiras do país inteiro e do mundo”, o centro anuncia sua campanha nacional e internacional.</p>
<p>Esta pedirá “o cancelamento da ameaça jurídica contra os lutadores sociais e os defensores comunitários de direitos humanos”, em particular o cancelamento dos processos jurídicos “que o governo mexicano tem contra o companheiro Nataniel, parte de uma estratégia para deter o trabalho de observação e acompanhamento do CDHDO”. Do mesmo modo, se pronunciará pelo respeito às garantias individuais e coletivas no México.</p>
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