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	Comentários sobre: Os nacionalistas e as transnacionais (1ª parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/41823/#comment-893311</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jun 2023 23:18:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A invasão da Ucrânia (embora seja de fato uma invasão) não tem a mesma característica da invasão do Iraque pelos EUA ou a destruição da Iuguslávia e da Líbia pela OTAN. Neste sentido a guerra na Ucrânia é muito mais complexa, inclusive quanto às suas consequências.  

Mas deixemos as idiossincrasias de lado, o mais importante aqui é:
 
-&#062; &quot;Esta cisão entre grandes empresas transnacionais e economias nacionais é um dos principais factores que deve ter-se em conta se quiser entender-se o jogo dos imperialismos contemporâneos.&quot;

Eis a questão! Para buscar a resposta um dos caminhos é aplicar a teoria da &quot;classe capitalista dos gestores&quot;, sendo também uma forma de testar esta teoria num caso concreto.

A pesquisa comparada sobre China, Taiwan, Coréia do Sul e Brasil mostra como os interesses econômicos diretos, e geopolíticos indiretos, determinam o tipo, e os limites, do processo de desenvolvimento (mais exatamente de industrialização) dos países. 

Ao contrário de China, Taiwan e Coréia do Sul, os interesses econômicos no Brasil são focados, desde o período abertamente colonial, em produtos primários.

O alto grau de rentabilidade obtido pela burguesia no Brasil, seja a local ou o sócio majoritário transnacional, não exige a presença de gestores capazes de elevar a economia ao nível de produção com alto valor agregado.

O Brasil poderia ser exportador de equipamentos para café expresso, mas continua estacionado na venda do grão. Ao invés de produzir ração de alto teor nutritivo, exportamos soja in natura.

Todo este modelo entra agora numa fase instável, não só por conta da crise sistêmica do Capitalismo, como também, e principalmente, por causa das mudanças climáticas. O agro ficará insustentável, apesar de dos diversos subsídios e mesmo com seu amplo conjunto de negócios paralelos e ilegalizados.

A burguesia no Brasil encontrará seu beco sem saída, provocando a ascensão dos gestores. 

Este processo já hoje transcorre através da intensa, rápida e desenvolta política externa do governo Lula.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A invasão da Ucrânia (embora seja de fato uma invasão) não tem a mesma característica da invasão do Iraque pelos EUA ou a destruição da Iuguslávia e da Líbia pela OTAN. Neste sentido a guerra na Ucrânia é muito mais complexa, inclusive quanto às suas consequências.  </p>
<p>Mas deixemos as idiossincrasias de lado, o mais importante aqui é:</p>
<p>-&gt; &#8220;Esta cisão entre grandes empresas transnacionais e economias nacionais é um dos principais factores que deve ter-se em conta se quiser entender-se o jogo dos imperialismos contemporâneos.&#8221;</p>
<p>Eis a questão! Para buscar a resposta um dos caminhos é aplicar a teoria da &#8220;classe capitalista dos gestores&#8221;, sendo também uma forma de testar esta teoria num caso concreto.</p>
<p>A pesquisa comparada sobre China, Taiwan, Coréia do Sul e Brasil mostra como os interesses econômicos diretos, e geopolíticos indiretos, determinam o tipo, e os limites, do processo de desenvolvimento (mais exatamente de industrialização) dos países. </p>
<p>Ao contrário de China, Taiwan e Coréia do Sul, os interesses econômicos no Brasil são focados, desde o período abertamente colonial, em produtos primários.</p>
<p>O alto grau de rentabilidade obtido pela burguesia no Brasil, seja a local ou o sócio majoritário transnacional, não exige a presença de gestores capazes de elevar a economia ao nível de produção com alto valor agregado.</p>
<p>O Brasil poderia ser exportador de equipamentos para café expresso, mas continua estacionado na venda do grão. Ao invés de produzir ração de alto teor nutritivo, exportamos soja in natura.</p>
<p>Todo este modelo entra agora numa fase instável, não só por conta da crise sistêmica do Capitalismo, como também, e principalmente, por causa das mudanças climáticas. O agro ficará insustentável, apesar de dos diversos subsídios e mesmo com seu amplo conjunto de negócios paralelos e ilegalizados.</p>
<p>A burguesia no Brasil encontrará seu beco sem saída, provocando a ascensão dos gestores. </p>
<p>Este processo já hoje transcorre através da intensa, rápida e desenvolta política externa do governo Lula.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/41823/#comment-893279</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jun 2023 18:30:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aos últimos comentadores, vou tentar responder tão sinteticamente quanto possível.

&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; A Federação Russa invadiu militarmente um país independente, a Ucrânia, com o objectivo de o anexar. Os Estados Unidos invadiram um país independente, o Iraque, numa intervenção militar de relativamente curta duração, para mudar o regime (refiro-me aqui somente à segunda intervenção americana), sem nenhum intuito de anexação. O expansionismo arcaico russo contrasta com o imperialismo chinês, que usa as formas capitalistas modernas do investimento e do crédito, sem recorrer a intervenções militares nem se preocupar com as características políticas dos regimes dos países onde investe.

&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; A intervenção militar dos Estados Unidos no Iraque foi mal preparada e mal conduzida, tendo resultados contrários àqueles que os governantes americanos pretendiam. Creio que mesmo os historiadores do futuro, quando tiverem acesso à documentação, terão dificuldade em propor uma explicação lógica para aquele absurdo.
&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; O regime do Partido Ba’ath inseria-se na tradição fascista, muito forte nos países árabes. Sobre este assunto, remeto para o meu &lt;em&gt;Labirintos do Fascismo&lt;/em&gt;.
&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt; O Iraque tinha conduzido uma guerra contra o Irão, ao serviço dos interesses dos Estados Unidos.
&lt;strong&gt;c)&lt;/strong&gt; Os Estados Unidos pareciam — e sublinho &lt;em&gt;pareciam&lt;/em&gt; — dispor dos meios económicos para, através das suas empresas petrolíferas, controlarem o Iraque, sem para isso precisarem de recorrer a uma intervenção militar.
&lt;strong&gt;d)&lt;/strong&gt; Politicamente, a intervenção militar americana lançou o caos no Iraque e não conseguiu fomentar a criação de um regime com instituições estáveis.
&lt;strong&gt;e)&lt;/strong&gt; Economicamente, a intervenção militar americana perturbou enormemente a exploração petrolífera no Iraque, que baixou muitíssimo.
&lt;strong&gt;f)&lt;/strong&gt; Geopoliticamente, a intervenção militar americana obteve exactamente o contrário do que pretendia, porque deixou o Iraque sob a dependência directa do Irão.

&lt;strong&gt;3)&lt;/strong&gt; A aventura dos Estados Unidos no Iraque confirma uma grande lição, a de que no capitalismo os meios puramente políticos, e, portanto, militares, são incapazes de se opor às grandes tendências económicas.

&lt;strong&gt;4)&lt;/strong&gt; Assim, a guerra do Iraque confirmou o agravamento do declínio dos Estados Unidos como potência mundial, que se tornara já visível quando haviam sido derrotados na Guerra do Vietnam.

&lt;strong&gt;5)&lt;/strong&gt; Este declínio dos Estados Unidos agravou-se ainda mais na administração Trump, e agora na administração Biden, que recorrem a medidas de carácter político para se opor à expansão económica chinesa e à concorrência económica chinesa. Quando um país recorre a medidas políticas para se opor à concorrência económica de outro país, isto significa que a sua capacidade económica não é suficiente para enfrentar a concorrência e que, portanto, ele está em declínio económico.

&lt;strong&gt;6)&lt;/strong&gt; Ora, como está localizada nos Estados Unidos grande parte das principais empresas transnacionais, isto significa que as empresas transnacionais podem prosperar e expandir-se sem que se reforce nas mesmas proporções a economia do país onde têm a sede. Esta cisão entre grandes empresas transnacionais e economias nacionais é um dos principais factores que deve ter-se em conta se quiser entender-se o jogo dos imperialismos contemporâneos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos últimos comentadores, vou tentar responder tão sinteticamente quanto possível.</p>
<p><strong>1)</strong> A Federação Russa invadiu militarmente um país independente, a Ucrânia, com o objectivo de o anexar. Os Estados Unidos invadiram um país independente, o Iraque, numa intervenção militar de relativamente curta duração, para mudar o regime (refiro-me aqui somente à segunda intervenção americana), sem nenhum intuito de anexação. O expansionismo arcaico russo contrasta com o imperialismo chinês, que usa as formas capitalistas modernas do investimento e do crédito, sem recorrer a intervenções militares nem se preocupar com as características políticas dos regimes dos países onde investe.</p>
<p><strong>2)</strong> A intervenção militar dos Estados Unidos no Iraque foi mal preparada e mal conduzida, tendo resultados contrários àqueles que os governantes americanos pretendiam. Creio que mesmo os historiadores do futuro, quando tiverem acesso à documentação, terão dificuldade em propor uma explicação lógica para aquele absurdo.<br />
<strong>a)</strong> O regime do Partido Ba’ath inseria-se na tradição fascista, muito forte nos países árabes. Sobre este assunto, remeto para o meu <em>Labirintos do Fascismo</em>.<br />
<strong>b)</strong> O Iraque tinha conduzido uma guerra contra o Irão, ao serviço dos interesses dos Estados Unidos.<br />
<strong>c)</strong> Os Estados Unidos pareciam — e sublinho <em>pareciam</em> — dispor dos meios económicos para, através das suas empresas petrolíferas, controlarem o Iraque, sem para isso precisarem de recorrer a uma intervenção militar.<br />
<strong>d)</strong> Politicamente, a intervenção militar americana lançou o caos no Iraque e não conseguiu fomentar a criação de um regime com instituições estáveis.<br />
<strong>e)</strong> Economicamente, a intervenção militar americana perturbou enormemente a exploração petrolífera no Iraque, que baixou muitíssimo.<br />
<strong>f)</strong> Geopoliticamente, a intervenção militar americana obteve exactamente o contrário do que pretendia, porque deixou o Iraque sob a dependência directa do Irão.</p>
<p><strong>3)</strong> A aventura dos Estados Unidos no Iraque confirma uma grande lição, a de que no capitalismo os meios puramente políticos, e, portanto, militares, são incapazes de se opor às grandes tendências económicas.</p>
<p><strong>4)</strong> Assim, a guerra do Iraque confirmou o agravamento do declínio dos Estados Unidos como potência mundial, que se tornara já visível quando haviam sido derrotados na Guerra do Vietnam.</p>
<p><strong>5)</strong> Este declínio dos Estados Unidos agravou-se ainda mais na administração Trump, e agora na administração Biden, que recorrem a medidas de carácter político para se opor à expansão económica chinesa e à concorrência económica chinesa. Quando um país recorre a medidas políticas para se opor à concorrência económica de outro país, isto significa que a sua capacidade económica não é suficiente para enfrentar a concorrência e que, portanto, ele está em declínio económico.</p>
<p><strong>6)</strong> Ora, como está localizada nos Estados Unidos grande parte das principais empresas transnacionais, isto significa que as empresas transnacionais podem prosperar e expandir-se sem que se reforce nas mesmas proporções a economia do país onde têm a sede. Esta cisão entre grandes empresas transnacionais e economias nacionais é um dos principais factores que deve ter-se em conta se quiser entender-se o jogo dos imperialismos contemporâneos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/41823/#comment-893264</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jun 2023 16:09:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PAPO RETO
sem bronca e sem caô

[tradução de 
VERBATIM
sine ira et studio]
para manos e minas das quebradas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PAPO RETO<br />
sem bronca e sem caô</p>
<p>[tradução de<br />
VERBATIM<br />
sine ira et studio]<br />
para manos e minas das quebradas</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Respondedor		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/41823/#comment-893252</link>

		<dc:creator><![CDATA[Respondedor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jun 2023 13:37:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[EUA e Rússia não estão no mesmo estágio econômico. Mas, a Rússia invadiu a Ucrânia, o assunto é outro. Quando os EUA invadem um país, estão sendo expansionistas, idem para a Rússia, isso independe do &quot;estágio&quot; econômico... Iraque invadiu o Kuwait, mesmo sem estar no &quot;estágio&quot; econômico dos EUA. Alhos e bugalhos nada tem a ver um com o outro...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EUA e Rússia não estão no mesmo estágio econômico. Mas, a Rússia invadiu a Ucrânia, o assunto é outro. Quando os EUA invadem um país, estão sendo expansionistas, idem para a Rússia, isso independe do &#8220;estágio&#8221; econômico&#8230; Iraque invadiu o Kuwait, mesmo sem estar no &#8220;estágio&#8221; econômico dos EUA. Alhos e bugalhos nada tem a ver um com o outro&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leitura Empática		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/41823/#comment-893195</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leitura Empática]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jun 2023 02:41:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A lição que se tira de toda a troca de conhecimento que rola nas conversas com o &quot;outro&quot;: Enquanto a gente não &quot;se&quot; e &quot;o&quot; entende o capitalismo (&quot;heterogestão&quot;) continua vencendo e a revolução fica mais longe. Aprendemos com a experiência histórica ou nada virá de novo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A lição que se tira de toda a troca de conhecimento que rola nas conversas com o &#8220;outro&#8221;: Enquanto a gente não &#8220;se&#8221; e &#8220;o&#8221; entende o capitalismo (&#8220;heterogestão&#8221;) continua vencendo e a revolução fica mais longe. Aprendemos com a experiência histórica ou nada virá de novo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Perguntador		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/41823/#comment-893172</link>

		<dc:creator><![CDATA[Perguntador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 23:27:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#039;Como Putin não tem possibilidade económica de imitar a China e lançar uma teia estritamente baseada em investimentos e créditos, recorre à velha conquista.&#039;

Se é da mesma forma, tambem devemos considerar que os EUA não teriam condições de lançar uma teia de IED&#039;s sobre os territórios invadidos? EUA e Russia não aparentam estar no mesmo estágio econômico..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8216;Como Putin não tem possibilidade económica de imitar a China e lançar uma teia estritamente baseada em investimentos e créditos, recorre à velha conquista.&#8217;</p>
<p>Se é da mesma forma, tambem devemos considerar que os EUA não teriam condições de lançar uma teia de IED&#8217;s sobre os territórios invadidos? EUA e Russia não aparentam estar no mesmo estágio econômico..</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Respondedor		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/41823/#comment-893157</link>

		<dc:creator><![CDATA[Respondedor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 20:31:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Da mesma forma.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da mesma forma.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Perguntador		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/41823/#comment-893143</link>

		<dc:creator><![CDATA[Perguntador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 17:48:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João, vc cita a invasão russa à Ucrania como exercício de um expansionismo capitalista retrógrado.
Bem, e a invasão americana ao iraque? Como encaixar nesse contexto?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João, vc cita a invasão russa à Ucrania como exercício de um expansionismo capitalista retrógrado.<br />
Bem, e a invasão americana ao iraque? Como encaixar nesse contexto?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/41823/#comment-893120</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 14:44:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[VERBATIM
sine ira et studio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>VERBATIM<br />
sine ira et studio</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Irado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/41823/#comment-893096</link>

		<dc:creator><![CDATA[Irado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 11:33:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ulisses, posologia : assitir 3 x ao dia...
https://youtu.be/LBZiqoPojSQ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ulisses, posologia : assitir 3 x ao dia&#8230;<br />
<a href="https://youtu.be/LBZiqoPojSQ" rel="nofollow ugc">https://youtu.be/LBZiqoPojSQ</a></p>
]]></content:encoded>
		
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