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	Comentários sobre: Os nacionalistas e as transnacionais (3ª parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Matheus		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42285/#comment-35980</link>

		<dc:creator><![CDATA[Matheus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 09:57:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A realidade brasileira é muito mais dialética que os &quot;raciocínios&quot; do João Bernardo. Veja o caso da indústria automobilística no Brasil: 100% internacionalizada, ela é apoiada por fartos incentivos creditícios e fiscais e por um sindicalismo pelego, tudo justificado por frases de efeito nacionalistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A realidade brasileira é muito mais dialética que os &#8220;raciocínios&#8221; do João Bernardo. Veja o caso da indústria automobilística no Brasil: 100% internacionalizada, ela é apoiada por fartos incentivos creditícios e fiscais e por um sindicalismo pelego, tudo justificado por frases de efeito nacionalistas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42285/#comment-32852</link>

		<dc:creator><![CDATA[Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 07:21:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá,

Realmente muito interessante esse comentário do Leo Vinicius - que, inclusive, reforça os argumentos apresentados nesta série de artigos do João Bernardo.

Nesse contexto de Brasil-Imperialista e tudo mais, destaco abaixo uma notícia de hoje, terça 19 de julho, publicada no caderno Mercado da Folha de São Paulo:

***

Brasil vai perder benefícios nas suas exportações para a Europa

País será excluído de sistema que reduz tarifas em negócios com nações em desenvolvimento

&quot;Vocês não são um país pobre&quot;, diz comissário; 12% dos embarques para a União Europeia vão ser afetados

PATRÍCIA CAMPOS MELLO
ENVIADA ESPECIAL A BRUXELAS

O comissário europeu de comércio, Karel de Gucht, deixou claro ontem que o Brasil será excluído do SGP (Sistema Geral de Preferências) da União Europeia.

&quot;O SGP foi feito para países pobres, vocês não são um país pobre&quot;, disse ele.

&quot;Vocês são um país que ainda tem pessoas pobres, mas claramente o SGP não é feito para vocês.&quot;

Hoje, 12% das exportações do Brasil à UE são cobertas pelas reduções e isenções de tarifas de importação do SGP, em um valor total estimado em € 3,4 bilhões.

O programa beneficia principalmente máquinas e equipamentos, automóveis, produtos químicos, plásticos e têxteis.
De Gucht deixou claro que não será possível manter benefícios fiscais para nenhum dos produtos incluídos hoje no SGP, o que preocupa empresários brasileiros.

A Fiesp já disse que a medida iria afetar principalmente manufaturados -80% das exportações para a UE- e concentrar ainda mais a pauta em bens primários.

Outro medo é que a China tome o lugar do Brasil nessas exportações, já que o país, por ainda ser considerado de renda baixa, não será excluído do SGP.

Mas, segundo uma fonte da União Europeia relatou à Folha, a medida não deve beneficiar a China. Embora ela não vá ser excluída do SGP, deve ultrapassar o limite de 15% do total comprado pela UE em uma série de bens exportados para os europeus, o que elimina a isenção fiscal.

A fonte criticou o governo brasileiro, ao dizer que também não é justo quando o Brasil estabelece que algumas empresas nacionais vão poder ter preços até 25% maiores em licitações do governo -referência a medida que deve constar da nova política industrial.


MERCOSUL
De Gucht disse que a União Europeia espera ter um acordo de livre-comércio com o Mercosul antes que o Brasil seja completamente excluído do SGP, a partir de 2014. Mas, diante da falta de avanço nas negociações, ele culpou os argentinos.

&quot;A Argentina deixou claro que não quer fazer a troca de propostas de abertura de mercado antes da eleição presidencial deste ano.&quot;

Os Estados Unidos também têm seu SGP, que equivale a quase 10% das exportações brasileiras para o país (elas somaram US$ 2,1 bilhões em 2010).

Também nos EUA o SGP está ameaçado. Ele expirou em 31 de dezembro de 2010. O projeto de lei de implementação do acordo comercial dos EUA com a Colômbia contém a renovação do SGP, retroativa a 1º de janeiro de 2011, até julho de 2013.

A Casa Branca precisa enviar o projeto (com os de implementação dos acordos com Panamá e Coreia do Sul) ao Congresso. Não há garantia de que passará.

&quot;O futuro está ligado aos acordos com Colômbia, Panamá e Coreia do Sul&quot;, afirma Diego Bonomo, diretor para políticas públicas da Seção Americana do Conselho Empresarial Brasil-EUA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Realmente muito interessante esse comentário do Leo Vinicius &#8211; que, inclusive, reforça os argumentos apresentados nesta série de artigos do João Bernardo.</p>
<p>Nesse contexto de Brasil-Imperialista e tudo mais, destaco abaixo uma notícia de hoje, terça 19 de julho, publicada no caderno Mercado da Folha de São Paulo:</p>
<p>***</p>
<p>Brasil vai perder benefícios nas suas exportações para a Europa</p>
<p>País será excluído de sistema que reduz tarifas em negócios com nações em desenvolvimento</p>
<p>&#8220;Vocês não são um país pobre&#8221;, diz comissário; 12% dos embarques para a União Europeia vão ser afetados</p>
<p>PATRÍCIA CAMPOS MELLO<br />
ENVIADA ESPECIAL A BRUXELAS</p>
<p>O comissário europeu de comércio, Karel de Gucht, deixou claro ontem que o Brasil será excluído do SGP (Sistema Geral de Preferências) da União Europeia.</p>
<p>&#8220;O SGP foi feito para países pobres, vocês não são um país pobre&#8221;, disse ele.</p>
<p>&#8220;Vocês são um país que ainda tem pessoas pobres, mas claramente o SGP não é feito para vocês.&#8221;</p>
<p>Hoje, 12% das exportações do Brasil à UE são cobertas pelas reduções e isenções de tarifas de importação do SGP, em um valor total estimado em € 3,4 bilhões.</p>
<p>O programa beneficia principalmente máquinas e equipamentos, automóveis, produtos químicos, plásticos e têxteis.<br />
De Gucht deixou claro que não será possível manter benefícios fiscais para nenhum dos produtos incluídos hoje no SGP, o que preocupa empresários brasileiros.</p>
<p>A Fiesp já disse que a medida iria afetar principalmente manufaturados -80% das exportações para a UE- e concentrar ainda mais a pauta em bens primários.</p>
<p>Outro medo é que a China tome o lugar do Brasil nessas exportações, já que o país, por ainda ser considerado de renda baixa, não será excluído do SGP.</p>
<p>Mas, segundo uma fonte da União Europeia relatou à Folha, a medida não deve beneficiar a China. Embora ela não vá ser excluída do SGP, deve ultrapassar o limite de 15% do total comprado pela UE em uma série de bens exportados para os europeus, o que elimina a isenção fiscal.</p>
<p>A fonte criticou o governo brasileiro, ao dizer que também não é justo quando o Brasil estabelece que algumas empresas nacionais vão poder ter preços até 25% maiores em licitações do governo -referência a medida que deve constar da nova política industrial.</p>
<p>MERCOSUL<br />
De Gucht disse que a União Europeia espera ter um acordo de livre-comércio com o Mercosul antes que o Brasil seja completamente excluído do SGP, a partir de 2014. Mas, diante da falta de avanço nas negociações, ele culpou os argentinos.</p>
<p>&#8220;A Argentina deixou claro que não quer fazer a troca de propostas de abertura de mercado antes da eleição presidencial deste ano.&#8221;</p>
<p>Os Estados Unidos também têm seu SGP, que equivale a quase 10% das exportações brasileiras para o país (elas somaram US$ 2,1 bilhões em 2010).</p>
<p>Também nos EUA o SGP está ameaçado. Ele expirou em 31 de dezembro de 2010. O projeto de lei de implementação do acordo comercial dos EUA com a Colômbia contém a renovação do SGP, retroativa a 1º de janeiro de 2011, até julho de 2013.</p>
<p>A Casa Branca precisa enviar o projeto (com os de implementação dos acordos com Panamá e Coreia do Sul) ao Congresso. Não há garantia de que passará.</p>
<p>&#8220;O futuro está ligado aos acordos com Colômbia, Panamá e Coreia do Sul&#8221;, afirma Diego Bonomo, diretor para políticas públicas da Seção Americana do Conselho Empresarial Brasil-EUA.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42285/#comment-32801</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 01:36:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foi interessante o falatório que houve quanto à recente e abortada decisão do governo de ajudar na fusão entre o Pão de Açucar e o Carrefour através do BNDES. Falou-se muito que o governo estaria financiando o monopólio (como se já não vivêssemos no capitalismo monopolista, independente se são uma, duas, três ou cinco empresas que atuam num setor). Ora, mas o governo brasileiro se mantinha coerente com sua política desde o primeiro mandato do Lula: financiar a transnacionalização das empresas brasileiras. Tinha ele muito claro que se elas não se transnacionalizarem, elas serão engolidas pelas transnacionais.
Precisou então sair nos jornais a notícia de que o Wal-Mart pretendia entrar no lugar do Pão de Açucar para se juntar à parte brasileira do Carrefour para o pessoal da &#039;esquerda&#039; se dar conta de que se não for o monopólio transnacional &#039;tupiniquim&#039; será o monopólio transnacional &#039;yankee&#039;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi interessante o falatório que houve quanto à recente e abortada decisão do governo de ajudar na fusão entre o Pão de Açucar e o Carrefour através do BNDES. Falou-se muito que o governo estaria financiando o monopólio (como se já não vivêssemos no capitalismo monopolista, independente se são uma, duas, três ou cinco empresas que atuam num setor). Ora, mas o governo brasileiro se mantinha coerente com sua política desde o primeiro mandato do Lula: financiar a transnacionalização das empresas brasileiras. Tinha ele muito claro que se elas não se transnacionalizarem, elas serão engolidas pelas transnacionais.<br />
Precisou então sair nos jornais a notícia de que o Wal-Mart pretendia entrar no lugar do Pão de Açucar para se juntar à parte brasileira do Carrefour para o pessoal da &#8216;esquerda&#8217; se dar conta de que se não for o monopólio transnacional &#8216;tupiniquim&#8217; será o monopólio transnacional &#8216;yankee&#8217;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42285/#comment-32737</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 18:29:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Paulo,
Não concordo.
Numa economia integrada mundialmente, em que as cadeias produtivas estão em dependência recíproca, a actividade económica num país repercute-se sobre todos os outros. Repercute-se directamente em graus diferentes, consoante os produtos e as empresas. Mas além disto existe uma repercussão indirecta, na medida em que a aceleração ou o declínio da actividade económica num país exercem efeitos generalizados sobre todos os outros.
Abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo,<br />
Não concordo.<br />
Numa economia integrada mundialmente, em que as cadeias produtivas estão em dependência recíproca, a actividade económica num país repercute-se sobre todos os outros. Repercute-se directamente em graus diferentes, consoante os produtos e as empresas. Mas além disto existe uma repercussão indirecta, na medida em que a aceleração ou o declínio da actividade económica num país exercem efeitos generalizados sobre todos os outros.<br />
Abraço.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo Piza		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42285/#comment-32730</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Piza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 17:51:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=42285#comment-32730</guid>

					<description><![CDATA[Prezado João Bernardo
Se me permite levantar uma questão paralela, concorda com a afirmação de que cada produto fabricado no exterior que eu compro, para usar de força de expressão, é um emprego a menos em meu país?
Abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado João Bernardo<br />
Se me permite levantar uma questão paralela, concorda com a afirmação de que cada produto fabricado no exterior que eu compro, para usar de força de expressão, é um emprego a menos em meu país?<br />
Abraço</p>
]]></content:encoded>
		
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