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	Comentários sobre: O reino da empregabilidade: capital humano e empresas de trabalho temporário. 1) O «capital humano»	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: José Nuno Matos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42366/#comment-32026</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Nuno Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 09:28:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Antes de mais, obrigado por todos os comentários.
Existe de facto, uma ideia de «capital humano» antes do próprio conceito de «capital humano». Schultz e Becker, académicos próximos da universidade de Chicago, apenas vêm evidenciar algo que já era premente. Quando Henry Ford, nos EUA, e Alfredo da Silva, em Portugal, enviavam inspectores às casas dos operários (moradores dos bairros construídos pelas suas empresas), com vista a analisar a actividade sexual dos seus trabalhadores (ou, pelo menos, a dar ideia que podiam perceber, intimidando os inspeccionados), já haviam percebido a relação directa entre investimento no homem (neste caso, na sua saúde física) e nível de produtividade do mesmo. Tal estratégia, parte de um reportório empresarial de tipo paternalista, adquiria legitimidade, como é afirmado num dos comentários, à luz de uma ideia de família alargada, de uma comunidade em nome da qual o operário deve vestir a camisola.
A complexidade do actual sistema produtivo, dependente da aplicação de factores como a imaginação, a reflexão, o conhecimento, veio mudar alguns pressupostos do jogo. Sem que, contudo, o cerne do mesmo se alterasse. Importa obrigar menos e induzir mais («Tu é que sabes…eu achava melhor»), menos disciplina e mais controlo, dotar o trabalhador de mais autonomia e, ao mesmo tempo, dar-lhe a escolher uma só via (de facto, são poucos os trabalhadores obrigados, a título de exemplo, a cumprir horas extraordinárias; porém, são muitos os que são aconselhados a fazê-lo…com todas as consequências que uma recusa possa implicar - avaliação de desempenho, cumprimento de objectivos, renovação contratual). Mantendo sempre a ideia de que a empresa constitui uma comunidade, com os seus rituais próprios (o clássico jantar de Natal da empresa).
 Finalmente, pautar a lógica de produção pela ideia do capital humano não é «tirar do próprio capital o humano que o constitui», mas sim o contrário: potencializá-lo ao máximo. Fazer com o trabalho vivo seja o mais vivo possível. O que faz com que esferas da vida até agora encaradas como privada, se sujeitem à lei do valor. É, justamente, esta maximização das potencialidades do trabalho vivo que faz com que ele, por vezes, entre em curto-circuito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais, obrigado por todos os comentários.<br />
Existe de facto, uma ideia de «capital humano» antes do próprio conceito de «capital humano». Schultz e Becker, académicos próximos da universidade de Chicago, apenas vêm evidenciar algo que já era premente. Quando Henry Ford, nos EUA, e Alfredo da Silva, em Portugal, enviavam inspectores às casas dos operários (moradores dos bairros construídos pelas suas empresas), com vista a analisar a actividade sexual dos seus trabalhadores (ou, pelo menos, a dar ideia que podiam perceber, intimidando os inspeccionados), já haviam percebido a relação directa entre investimento no homem (neste caso, na sua saúde física) e nível de produtividade do mesmo. Tal estratégia, parte de um reportório empresarial de tipo paternalista, adquiria legitimidade, como é afirmado num dos comentários, à luz de uma ideia de família alargada, de uma comunidade em nome da qual o operário deve vestir a camisola.<br />
A complexidade do actual sistema produtivo, dependente da aplicação de factores como a imaginação, a reflexão, o conhecimento, veio mudar alguns pressupostos do jogo. Sem que, contudo, o cerne do mesmo se alterasse. Importa obrigar menos e induzir mais («Tu é que sabes…eu achava melhor»), menos disciplina e mais controlo, dotar o trabalhador de mais autonomia e, ao mesmo tempo, dar-lhe a escolher uma só via (de facto, são poucos os trabalhadores obrigados, a título de exemplo, a cumprir horas extraordinárias; porém, são muitos os que são aconselhados a fazê-lo…com todas as consequências que uma recusa possa implicar &#8211; avaliação de desempenho, cumprimento de objectivos, renovação contratual). Mantendo sempre a ideia de que a empresa constitui uma comunidade, com os seus rituais próprios (o clássico jantar de Natal da empresa).<br />
 Finalmente, pautar a lógica de produção pela ideia do capital humano não é «tirar do próprio capital o humano que o constitui», mas sim o contrário: potencializá-lo ao máximo. Fazer com o trabalho vivo seja o mais vivo possível. O que faz com que esferas da vida até agora encaradas como privada, se sujeitem à lei do valor. É, justamente, esta maximização das potencialidades do trabalho vivo que faz com que ele, por vezes, entre em curto-circuito.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Giancarlo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42366/#comment-31959</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 01:30:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ouvi dizer que o tal Zé vai, pelo menos duas vezes no mês, ao psicanalista. E que este, juntamente com outros psi receitaram alguns remédios tarja preta para melhorar a vida dele. Desta forma o tempo dele pirar, como diz o dac, é adiado, embora numa análise geral só amplie o problema!
Enfim, acho interessante como as discussões propostas por este site, e que expresam os problemas da revolução autogestionária, sempre retomam... e são os mesmos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ouvi dizer que o tal Zé vai, pelo menos duas vezes no mês, ao psicanalista. E que este, juntamente com outros psi receitaram alguns remédios tarja preta para melhorar a vida dele. Desta forma o tempo dele pirar, como diz o dac, é adiado, embora numa análise geral só amplie o problema!<br />
Enfim, acho interessante como as discussões propostas por este site, e que expresam os problemas da revolução autogestionária, sempre retomam&#8230; e são os mesmos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: dac		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42366/#comment-31937</link>

		<dc:creator><![CDATA[dac]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 22:37:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O josé da ironia não tem nada a ver com o autor do artigo. Minhas desculpas a José Nuno Matos pelo lapso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O josé da ironia não tem nada a ver com o autor do artigo. Minhas desculpas a José Nuno Matos pelo lapso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: dac		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42366/#comment-31775</link>

		<dc:creator><![CDATA[dac]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 04:16:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O problema é que José pode &quot;virar suco&quot; (filme de João Batista de Andrade). Digo isso porque, mesmo querendo vestir a camisa da empresa, há aqueles que não suportam a pressão de ter a sua vida tomada por completo, em todos os minutos, pela logica da produtividade. E piram! Pautar a lógica de produção pela idéia do capital humano é tirar do próprio capital o humano que o constitui enquanto tal. José passa a ser um sujeito sem tempo pra viver a sua própria vida, ou sem saber como é uma vida por fora do mundo do trabalho. E se a empresa não consegue acolhê-lo em todas as suas necessidades psico-sociais? E se a empresa também não conseguir tirar de José a vontade de ter essas necessidades? Onde é que José vai &quot;recarregar as baterias&quot; pra acordar no outro dia, se é que a insonia deixou que ele dormisse, e encarar mais um dia (provavelmente noite também) de trabalho? Esse papo de Capital Humano só me leva a perguntar se não estamos prestes a superar a fase de que o trabalhador vendia a sua própria força de trabalho e agora, pior, vai é ter que se comprar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O problema é que José pode &#8220;virar suco&#8221; (filme de João Batista de Andrade). Digo isso porque, mesmo querendo vestir a camisa da empresa, há aqueles que não suportam a pressão de ter a sua vida tomada por completo, em todos os minutos, pela logica da produtividade. E piram! Pautar a lógica de produção pela idéia do capital humano é tirar do próprio capital o humano que o constitui enquanto tal. José passa a ser um sujeito sem tempo pra viver a sua própria vida, ou sem saber como é uma vida por fora do mundo do trabalho. E se a empresa não consegue acolhê-lo em todas as suas necessidades psico-sociais? E se a empresa também não conseguir tirar de José a vontade de ter essas necessidades? Onde é que José vai &#8220;recarregar as baterias&#8221; pra acordar no outro dia, se é que a insonia deixou que ele dormisse, e encarar mais um dia (provavelmente noite também) de trabalho? Esse papo de Capital Humano só me leva a perguntar se não estamos prestes a superar a fase de que o trabalhador vendia a sua própria força de trabalho e agora, pior, vai é ter que se comprar.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: dany		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42366/#comment-31732</link>

		<dc:creator><![CDATA[dany]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 23:21:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Só pra provocar um debate, alguém aí, saberia dizer, por exemplo, se esse papo de investimento no &quot;capital humano&quot;, não guardaria algumas relações com a dinâmica do capital hoje está cada vez mais preocupada, segundo alguns autores, com as capacidades intelectuais dos trabalhadores, tais como, atenção, cognição, criatividade... será? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só pra provocar um debate, alguém aí, saberia dizer, por exemplo, se esse papo de investimento no &#8220;capital humano&#8221;, não guardaria algumas relações com a dinâmica do capital hoje está cada vez mais preocupada, segundo alguns autores, com as capacidades intelectuais dos trabalhadores, tais como, atenção, cognição, criatividade&#8230; será? </p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: dany		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42366/#comment-31730</link>

		<dc:creator><![CDATA[dany]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 23:03:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A possibilidade de José trocar de carro no final do ano ou comprar outro é certa, pois, além do décimo terceiro, poderá contar também com a participação nos lucros! Vale a pena mesmo vestir a camisa da empresa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de José trocar de carro no final do ano ou comprar outro é certa, pois, além do décimo terceiro, poderá contar também com a participação nos lucros! Vale a pena mesmo vestir a camisa da empresa.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42366/#comment-31529</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 20:42:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E assim José &quot;veste a camisa&quot; da empresa, sem tira-la até a hora de dormir. Vale a pena para os gerentes das empresas incentivar José a jogar o jogo em equipe, a fazer parte da &quot;família&quot;, criando uma relação mais próxima, com mais carinho e menos chicotada. Assim ele se sente não só responsável pelo bom funcionamento do todo, como passa a se dedicar cada vez mais por aquilo de forma individual, visando reconhecimento e crescimento tanto pessoal quanto profissional. Sentir esse crescimento é uma das coisas que mais mantém José sob controle dos seus chefes e gerentes, pois ele passa a ceder muito mais, reconstruindo-se para adequar-se ao perfil desejado pela empresa, obedecendo muito mais, em troca de mais estabilidade ou melhores cargos. E isso faz José se sentir bem melhor, pois abre-se a possibilidade de José aumentar sua qualidade de vida, comprar mais coisas para si, para sua mulher e para seus filhos, podendo talvez trocar de carro no fim do ano, quando chegar o décimo terceiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E assim José &#8220;veste a camisa&#8221; da empresa, sem tira-la até a hora de dormir. Vale a pena para os gerentes das empresas incentivar José a jogar o jogo em equipe, a fazer parte da &#8220;família&#8221;, criando uma relação mais próxima, com mais carinho e menos chicotada. Assim ele se sente não só responsável pelo bom funcionamento do todo, como passa a se dedicar cada vez mais por aquilo de forma individual, visando reconhecimento e crescimento tanto pessoal quanto profissional. Sentir esse crescimento é uma das coisas que mais mantém José sob controle dos seus chefes e gerentes, pois ele passa a ceder muito mais, reconstruindo-se para adequar-se ao perfil desejado pela empresa, obedecendo muito mais, em troca de mais estabilidade ou melhores cargos. E isso faz José se sentir bem melhor, pois abre-se a possibilidade de José aumentar sua qualidade de vida, comprar mais coisas para si, para sua mulher e para seus filhos, podendo talvez trocar de carro no fim do ano, quando chegar o décimo terceiro.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Douglas Anfra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42366/#comment-31507</link>

		<dc:creator><![CDATA[Douglas Anfra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 18:47:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostei muito do artigo e, se houver continuação continuarei acompanhando, mas acho que tenho desacordo apenas com a diagnose da gênese do  conceito de capital humano.

Busquei isso acreditando que seria derivado da idéia de material humano, mas parece ter outra gênese paralela e está envolvida na discussão dos gestores sobre o que é educação, mas acredito anteceder já na tentativa de cálculo do valor da variável educação, já vista como treinamento, dentro dos grupos sociais. Que é o mesmo raciocínio da escola de Chicago.

No entanto, isto é quase indiferente, pois aparentemente, não mostrou-se uma gênese que influenciava outros ramos de teorias e práticas a partir de uma origem comum por contágio, mas múltiplas gêneses deduzidas ou descobertas independentemente devido a um pressuposto comum de racionalidade tecnicista redutora do homem à condição de mera variável programável que segue seu curso em vários campos e aplicações que se modificam. 

No mais, dentro das cabeças dos gestores, segue-se essa mesma gênese apresentada no artigo, justamente, uma das que vingaram com maior influência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito do artigo e, se houver continuação continuarei acompanhando, mas acho que tenho desacordo apenas com a diagnose da gênese do  conceito de capital humano.</p>
<p>Busquei isso acreditando que seria derivado da idéia de material humano, mas parece ter outra gênese paralela e está envolvida na discussão dos gestores sobre o que é educação, mas acredito anteceder já na tentativa de cálculo do valor da variável educação, já vista como treinamento, dentro dos grupos sociais. Que é o mesmo raciocínio da escola de Chicago.</p>
<p>No entanto, isto é quase indiferente, pois aparentemente, não mostrou-se uma gênese que influenciava outros ramos de teorias e práticas a partir de uma origem comum por contágio, mas múltiplas gêneses deduzidas ou descobertas independentemente devido a um pressuposto comum de racionalidade tecnicista redutora do homem à condição de mera variável programável que segue seu curso em vários campos e aplicações que se modificam. </p>
<p>No mais, dentro das cabeças dos gestores, segue-se essa mesma gênese apresentada no artigo, justamente, uma das que vingaram com maior influência.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: taiguara		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/07/42366/#comment-31487</link>

		<dc:creator><![CDATA[taiguara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 17:17:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=42366#comment-31487</guid>

					<description><![CDATA[Acho muito interessante e pertinente a discussão que começa a ser feita com este artigo.
Apenas uma curiosidade. Existia, ou existe ainda, uma revista aqui no Brasil cujo nome conseguiu sintetizar de forma brilhante essa noção de empreendedorismo individual, a &quot;Você S.A.&quot;. Mais direto, impossível!
Abraços]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho muito interessante e pertinente a discussão que começa a ser feita com este artigo.<br />
Apenas uma curiosidade. Existia, ou existe ainda, uma revista aqui no Brasil cujo nome conseguiu sintetizar de forma brilhante essa noção de empreendedorismo individual, a &#8220;Você S.A.&#8221;. Mais direto, impossível!<br />
Abraços</p>
]]></content:encoded>
		
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