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	Comentários sobre: Balanço crítico acerca da Ação Global dos Povos no Brasil (2)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Augusto		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 18:29:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Concordo com quase tudo aí do relevante texto, mas o papo d &quot;festas em vz d lutas&quot; é d suma igrejeiro trotyskysta pré-perdào ao stalinisnismo
Acredito q a &quot;cultura da AGP&quot; se deu muito mais como um reflexo da crise das esquerdas após a queda do muro e o afastamento das ditaduras de países da América Latina do q uma simples alternativa política e cultural. 
Ressalto a importância da iniciativa, mas considero q o fluxo de ações das experiências envolvendo a &quot;AGP&quot; se torna mais útil do q entender q a única maneira d lutar é c prancheta na mão ou subestimando tudo q é trabalhadorx por n entender q consciência e perspectiva d classe são distanciadas pelo investimento repressivo q o chapa aí do comentário acima frisa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com quase tudo aí do relevante texto, mas o papo d &#8220;festas em vz d lutas&#8221; é d suma igrejeiro trotyskysta pré-perdào ao stalinisnismo<br />
Acredito q a &#8220;cultura da AGP&#8221; se deu muito mais como um reflexo da crise das esquerdas após a queda do muro e o afastamento das ditaduras de países da América Latina do q uma simples alternativa política e cultural.<br />
Ressalto a importância da iniciativa, mas considero q o fluxo de ações das experiências envolvendo a &#8220;AGP&#8221; se torna mais útil do q entender q a única maneira d lutar é c prancheta na mão ou subestimando tudo q é trabalhadorx por n entender q consciência e perspectiva d classe são distanciadas pelo investimento repressivo q o chapa aí do comentário acima frisa.</p>
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		Por: Alessandro (profi)		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandro (profi)]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 20:08:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Felipe, estou plenamente de acordo com seu texto, particularmente no que diz respeito a limitação de autocritica e planos a medio e longo prazos. A ação direta se esvaziou em parte porque acreditou-se que ela seria suficiente por si mesma. Mas acho que outro ponto importante a ser considerado foi a maneira que vários coletivos e individuos lidaram com a repressão e a criminalização, particularmente das manifestações. Depois do A20 muitas pessoas decidiram &quot;abandonar&quot; o barco... depois de 2001 e o 11 de setembro e sua guerra contra o terror esvaziou a coisa em muitos lugares do mundo. Parece-me que um elemento de temor, de riscos concretos de morte, de prisoes e etc produziu algo novo que até entao as pessoas pensavam e imaginavam, mas que nao tinham experimentado da forma que aconteceu. Outro problema que sempre apareceu foi a questão Publico/Privado. As vezes penso que muita gente acreditou que a AGP seria parte da solução da crise de sentido (e politica) que sentiam (sentem?). Evidente que um tanto de paixão e furia é fundamental para qualquer luta politica, e que acabamos por colocar muitos de nossos sonhos e desejos nisso, não acredito que possa ser diferente, mas enfim , um modo de se relacionar as vezes ingenuo que esquecia das contradições inerente a todos os seres humanos, e muitos conflitos subjetivos, assim como alguns compromissos estavam muito mais relacionados a uma vontade de pertencer a um coletivo novo, com novas promessas do que apenas a falta de disciplina. As vezes eram diferentes prioridades. Um forte fator psicologico esteve presente e que nunca foi considerado adequadamente: Ou as pessoas desconsideravam qualquer coisa nesse sentido ou justificavam o fato de não nos ocuparmos disso alegando pertencer ao campo privado, sem estar relacionado com o público. A politica subjetiva do privado e do publico não pode ser enfrentada nos momentos de medo e crise.
Bom texto meu velho!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Felipe, estou plenamente de acordo com seu texto, particularmente no que diz respeito a limitação de autocritica e planos a medio e longo prazos. A ação direta se esvaziou em parte porque acreditou-se que ela seria suficiente por si mesma. Mas acho que outro ponto importante a ser considerado foi a maneira que vários coletivos e individuos lidaram com a repressão e a criminalização, particularmente das manifestações. Depois do A20 muitas pessoas decidiram &#8220;abandonar&#8221; o barco&#8230; depois de 2001 e o 11 de setembro e sua guerra contra o terror esvaziou a coisa em muitos lugares do mundo. Parece-me que um elemento de temor, de riscos concretos de morte, de prisoes e etc produziu algo novo que até entao as pessoas pensavam e imaginavam, mas que nao tinham experimentado da forma que aconteceu. Outro problema que sempre apareceu foi a questão Publico/Privado. As vezes penso que muita gente acreditou que a AGP seria parte da solução da crise de sentido (e politica) que sentiam (sentem?). Evidente que um tanto de paixão e furia é fundamental para qualquer luta politica, e que acabamos por colocar muitos de nossos sonhos e desejos nisso, não acredito que possa ser diferente, mas enfim , um modo de se relacionar as vezes ingenuo que esquecia das contradições inerente a todos os seres humanos, e muitos conflitos subjetivos, assim como alguns compromissos estavam muito mais relacionados a uma vontade de pertencer a um coletivo novo, com novas promessas do que apenas a falta de disciplina. As vezes eram diferentes prioridades. Um forte fator psicologico esteve presente e que nunca foi considerado adequadamente: Ou as pessoas desconsideravam qualquer coisa nesse sentido ou justificavam o fato de não nos ocuparmos disso alegando pertencer ao campo privado, sem estar relacionado com o público. A politica subjetiva do privado e do publico não pode ser enfrentada nos momentos de medo e crise.<br />
Bom texto meu velho!</p>
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