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	Comentários sobre: “Não podemos fazer WikiLeaks da história do Brasil”	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Ronan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/08/45428/#comment-40853</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ronan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 15:32:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esse texto me fez lembrar como os cadernos de política dos jornais nada informam das estratégias políticas dos Estados, ficando somente nas fofocas de gabinete, disputas partidárias e questões de corrupção. Pelos jornais não se consegue saber da política de relações internacionais, estratégias do exército, configuração das infra-estruturas, modelos de policiamento, planos de mobilização, enfim, os planos de atuação estatal para dentro e para fora do território.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto me fez lembrar como os cadernos de política dos jornais nada informam das estratégias políticas dos Estados, ficando somente nas fofocas de gabinete, disputas partidárias e questões de corrupção. Pelos jornais não se consegue saber da política de relações internacionais, estratégias do exército, configuração das infra-estruturas, modelos de policiamento, planos de mobilização, enfim, os planos de atuação estatal para dentro e para fora do território.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luiz Felipe Mundim		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/08/45428/#comment-40847</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe Mundim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 14:05:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Me referia ao início do seu texto mesmo, sobre como a ligação dos segredos de estado antigos (o tal fazer &quot;de Wikileaks da história do Brasil&quot;) com a política internacional atual, seria feita com a leitura do Golbery. A princípio a leitura por si só do Golbery já pode demonstrar isso, sim, porém me pareceu um pouco apressado o último ponto, que conclui essa ligação.

Mas tendo mais a pensar que vc está certo mesmo. Isso pode ter sido um conflito de expectativa minha na leitura. Fiquei no anseio por ver mais elementos da política internacional brasileira aparecerem com mais veemência à luz da leitura do Golbery em conexão com política internacional atual.

De toda forma é o que vc disse sobre o objetivo do seu texto, que é cumprido muito bem. Ainda mais poucos dias após resolverem &quot;monumentar&quot; o Golbery em uma praça na cidade de Rio Grande, dispensando toda a reverência [in]cabível ao filho [infame] ilustre, que fará companhia ao Marquês de Tamandaré, ao Napoleão e a ninguém menos do que o próprio Jesus Cristo: http://memoriasdochico.wordpress.com/2011/08/24/golbery-e-a-cidade-surreal/

Parabéns]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me referia ao início do seu texto mesmo, sobre como a ligação dos segredos de estado antigos (o tal fazer &#8220;de Wikileaks da história do Brasil&#8221;) com a política internacional atual, seria feita com a leitura do Golbery. A princípio a leitura por si só do Golbery já pode demonstrar isso, sim, porém me pareceu um pouco apressado o último ponto, que conclui essa ligação.</p>
<p>Mas tendo mais a pensar que vc está certo mesmo. Isso pode ter sido um conflito de expectativa minha na leitura. Fiquei no anseio por ver mais elementos da política internacional brasileira aparecerem com mais veemência à luz da leitura do Golbery em conexão com política internacional atual.</p>
<p>De toda forma é o que vc disse sobre o objetivo do seu texto, que é cumprido muito bem. Ainda mais poucos dias após resolverem &#8220;monumentar&#8221; o Golbery em uma praça na cidade de Rio Grande, dispensando toda a reverência [in]cabível ao filho [infame] ilustre, que fará companhia ao Marquês de Tamandaré, ao Napoleão e a ninguém menos do que o próprio Jesus Cristo: <a href="http://memoriasdochico.wordpress.com/2011/08/24/golbery-e-a-cidade-surreal/" rel="nofollow ugc">http://memoriasdochico.wordpress.com/2011/08/24/golbery-e-a-cidade-surreal/</a></p>
<p>Parabéns</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodrigo Araújo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/08/45428/#comment-40834</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Araújo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 11:31:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro, 

O objetivo do artigo era o de tão somente aproximar as fala de Sarney e Golbery, aparentemente sem ligação alguma.
Fiquei em dúvida se o início do artigo que você diz é a chamada da série &quot;Nunca Antes na História deste País...&quot; ou se seria a própria interrogação acerca do Wikileaks na história do Brasil... 
De qualquer forma, o que me pareceu interessante, e que me motivou a escrever este artigo, foi o modo como Golbery pensou as questões de segurança atreladas ao desenvolvimento, dando dimensão aos redesenhos na esfera política.

Isto embora seja flagrante que não foram os militares a impulsionarem o Brasil rumo ao extravasamento de sua economia. A respeito disto recomendo a leitura dos outros &lt;a href=&quot;http://passapalavra.info/?tag=nunca_antes_na_historia_deste_pais&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;artigos da série&lt;/a&gt;.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro, </p>
<p>O objetivo do artigo era o de tão somente aproximar as fala de Sarney e Golbery, aparentemente sem ligação alguma.<br />
Fiquei em dúvida se o início do artigo que você diz é a chamada da série &#8220;Nunca Antes na História deste País&#8230;&#8221; ou se seria a própria interrogação acerca do Wikileaks na história do Brasil&#8230;<br />
De qualquer forma, o que me pareceu interessante, e que me motivou a escrever este artigo, foi o modo como Golbery pensou as questões de segurança atreladas ao desenvolvimento, dando dimensão aos redesenhos na esfera política.</p>
<p>Isto embora seja flagrante que não foram os militares a impulsionarem o Brasil rumo ao extravasamento de sua economia. A respeito disto recomendo a leitura dos outros <a href="http://passapalavra.info/?tag=nunca_antes_na_historia_deste_pais" rel="nofollow">artigos da série</a>.  </p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luiz Felipe Mundim		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/08/45428/#comment-40741</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe Mundim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 19:30:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=45428#comment-40741</guid>

					<description><![CDATA[Boa leitura de Golbery. Entretanto, senti falta de maior conexão, ou maior desenvolvimento para além de Golbery, entre o que foi proposto inicialmente pelo texto e essa leitura, e nesse sentido o último ponto me pareceu apontar apressadamente à conclusão.

Me parece que uma boa fonte para continuarmos uma pesquisa nesse sentido poderia ser até mesmo as relações atuais entre a ESG - que com poucas mudanças mantém a famosa &quot;Doutrina da SN&quot; e opera basicamente com os mesmos conceitos (atualizando-se o que se deve atualizar) desde seu surgimento - e o Estado. Ainda que, aparentemente, longe de ser considerada protagonista na elaboração de políticas de estado os diplomatas, políticos e &quot;bacharéis da lei&quot; frequentam regularmente a escola.

Outra questão que também pode iluminar o debate é o Itamaraty correr ao largo do governo em diversos momentos, sendo de fato uma das instituições mais fiéis ao que se pode entender como política de estado, com raízes históricas mais profundas. As autoridades, normalmente, chegam ao poder com &quot;profundo respeito&quot; em relação a fatores como esses.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa leitura de Golbery. Entretanto, senti falta de maior conexão, ou maior desenvolvimento para além de Golbery, entre o que foi proposto inicialmente pelo texto e essa leitura, e nesse sentido o último ponto me pareceu apontar apressadamente à conclusão.</p>
<p>Me parece que uma boa fonte para continuarmos uma pesquisa nesse sentido poderia ser até mesmo as relações atuais entre a ESG &#8211; que com poucas mudanças mantém a famosa &#8220;Doutrina da SN&#8221; e opera basicamente com os mesmos conceitos (atualizando-se o que se deve atualizar) desde seu surgimento &#8211; e o Estado. Ainda que, aparentemente, longe de ser considerada protagonista na elaboração de políticas de estado os diplomatas, políticos e &#8220;bacharéis da lei&#8221; frequentam regularmente a escola.</p>
<p>Outra questão que também pode iluminar o debate é o Itamaraty correr ao largo do governo em diversos momentos, sendo de fato uma das instituições mais fiéis ao que se pode entender como política de estado, com raízes históricas mais profundas. As autoridades, normalmente, chegam ao poder com &#8220;profundo respeito&#8221; em relação a fatores como esses.</p>
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