<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Balanço crítico acerca da Ação Global dos Povos no Brasil (6)	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2011/09/42786/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2011/09/42786/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Sun, 08 Aug 2021 22:13:55 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: jose		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/42786/#comment-46410</link>

		<dc:creator><![CDATA[jose]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 19:31:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=42786#comment-46410</guid>

					<description><![CDATA[Muito bom essa analise historica. Sou de uma(s) geração depois, ela me ajuda a entender o presente, de como as pessoas se formaram, inclusive eu (pelas influencias), para chegarmos a ser o q somos hoje.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom essa analise historica. Sou de uma(s) geração depois, ela me ajuda a entender o presente, de como as pessoas se formaram, inclusive eu (pelas influencias), para chegarmos a ser o q somos hoje.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: janis		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/42786/#comment-41964</link>

		<dc:creator><![CDATA[janis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 19:05:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=42786#comment-41964</guid>

					<description><![CDATA[relembrar é viver: 
http://www.midiaindependente.org/eo/blue/2004/07/286886.shtml]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>relembrar é viver:<br />
<a href="http://www.midiaindependente.org/eo/blue/2004/07/286886.shtml" rel="nofollow ugc">http://www.midiaindependente.org/eo/blue/2004/07/286886.shtml</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/42786/#comment-41327</link>

		<dc:creator><![CDATA[João]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 13:11:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=42786#comment-41327</guid>

					<description><![CDATA[A respeito da deliberação por consenso: a primeira vez que ouvi falar da existência desse método foi numa palestra do Chico Whitaker, em 2005. Na ocasião, ele explicou sobre a forma como os organizadores do Fórum Social Mundial tomavam decisões em conjunto, e o método do consenso era um dos pilares centrais. O principal argumento, segundo Whitaker, era que deliberando por consenso, evitava-se os tão indesejados (e comuns) &quot;rachas&quot; dentro da esquerda - uma vez que em seguidas deliberações com diferenças apertadas de votos (por ex: 55% x 45%), a metade não contemplada se sentiria prejudicada e buscaria a ruptura e a formação de um novo agrupamento político, enfraquecendo a si próprios e aos antigos companheiros. Desta forma, o consenso preserva a unidade e ataca a tendência da fragmentação da esquerda. Confesso que senti falta da exposição deste ponto de vista nestes artigos.

Por outro lado, conforme já pontuado nos argumentos expostos no texto, trata-se de um método muito autoritário (do indíviduo sobre o coletivo) e extremamente desgastante.

Neste ano, o Comitê de Luta contra o Aumento da Passagem, em São Paulo, também funcionou dessa forma. E muito ao contrário dos argumentos de Chico Whitaker sobre os perigos das deliberações com uma pequena margem de votos, o que se viu foi o desejo de uma minoria (que ora era um determinado grupo, ora outro) sempre se impondo ao de uma maioria, gerando uma revolta incontida entre muitos dos que estavam ali.

Pensando sobre o caso, vislumbrei um método de decisão que seria mais ou menos o meio-termo entre deliberação por maioria e a deliberação por consenso: a deliberação por maioria qualificada. Neste caso, a deliberação, para ocorrer, precisaria de uma maioria significativa dos votantes. Poderia ser 75%, 80% ou 90%; o número ficaria à decisão da assembleia.

Trata-se de um método que, por exemplo já é usado em algumas situações dentro dos parlamentos e que, creio eu, contemplaria esses dois aspectos importantes envolvidos no processo de deliberação de um agrupamento político: 1) a preservação da unidade do grupo, uma vez que em caso de uma deliberação sem consenso, apenas uma minoria não se sentiria contemplada (20%, 15% ou 10%), e esta, como minoria, não se sentiria tão prejudicada como ocorreria em caso de ser uma parte significativa do agrupamento (45%, 40%); e 2) evitaria-se a tirania da minoria sobre a maioria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A respeito da deliberação por consenso: a primeira vez que ouvi falar da existência desse método foi numa palestra do Chico Whitaker, em 2005. Na ocasião, ele explicou sobre a forma como os organizadores do Fórum Social Mundial tomavam decisões em conjunto, e o método do consenso era um dos pilares centrais. O principal argumento, segundo Whitaker, era que deliberando por consenso, evitava-se os tão indesejados (e comuns) &#8220;rachas&#8221; dentro da esquerda &#8211; uma vez que em seguidas deliberações com diferenças apertadas de votos (por ex: 55% x 45%), a metade não contemplada se sentiria prejudicada e buscaria a ruptura e a formação de um novo agrupamento político, enfraquecendo a si próprios e aos antigos companheiros. Desta forma, o consenso preserva a unidade e ataca a tendência da fragmentação da esquerda. Confesso que senti falta da exposição deste ponto de vista nestes artigos.</p>
<p>Por outro lado, conforme já pontuado nos argumentos expostos no texto, trata-se de um método muito autoritário (do indíviduo sobre o coletivo) e extremamente desgastante.</p>
<p>Neste ano, o Comitê de Luta contra o Aumento da Passagem, em São Paulo, também funcionou dessa forma. E muito ao contrário dos argumentos de Chico Whitaker sobre os perigos das deliberações com uma pequena margem de votos, o que se viu foi o desejo de uma minoria (que ora era um determinado grupo, ora outro) sempre se impondo ao de uma maioria, gerando uma revolta incontida entre muitos dos que estavam ali.</p>
<p>Pensando sobre o caso, vislumbrei um método de decisão que seria mais ou menos o meio-termo entre deliberação por maioria e a deliberação por consenso: a deliberação por maioria qualificada. Neste caso, a deliberação, para ocorrer, precisaria de uma maioria significativa dos votantes. Poderia ser 75%, 80% ou 90%; o número ficaria à decisão da assembleia.</p>
<p>Trata-se de um método que, por exemplo já é usado em algumas situações dentro dos parlamentos e que, creio eu, contemplaria esses dois aspectos importantes envolvidos no processo de deliberação de um agrupamento político: 1) a preservação da unidade do grupo, uma vez que em caso de uma deliberação sem consenso, apenas uma minoria não se sentiria contemplada (20%, 15% ou 10%), e esta, como minoria, não se sentiria tão prejudicada como ocorreria em caso de ser uma parte significativa do agrupamento (45%, 40%); e 2) evitaria-se a tirania da minoria sobre a maioria.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Ezaquiel		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/42786/#comment-41313</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Ezaquiel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 11:18:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=42786#comment-41313</guid>

					<description><![CDATA[Tenho acompanhado a série de artigos e não poderia deixar de ressaltar a importância desta pequena reflexão sobre a prática. É sintomática a falta deste tipo de relato nas organizações de esquerda (que em tese deveriam estar comprometidas com as mudanças).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho acompanhado a série de artigos e não poderia deixar de ressaltar a importância desta pequena reflexão sobre a prática. É sintomática a falta deste tipo de relato nas organizações de esquerda (que em tese deveriam estar comprometidas com as mudanças).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
