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	Comentários sobre: O socialismo autogestionário é possível, necessário e urgente	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: afonsomanuelgonçalves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/46437/#comment-45359</link>

		<dc:creator><![CDATA[afonsomanuelgonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 15:18:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com esta explicação complementar passei a entender o artigo. Mas uma coisa é o texto original outra o complemento que não acompanhava o artigo. 
Obrigado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com esta explicação complementar passei a entender o artigo. Mas uma coisa é o texto original outra o complemento que não acompanhava o artigo.<br />
Obrigado</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/46437/#comment-45353</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 13:53:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Agora te entendi.
Sim, acho. Você têm razão. Não percebi antes tal precariedade do texto porque conheço a bibliografia que o autor está usando sem citar. 
Por exemplo, &quot;a autogestão é necessária enquanto resposta totalizante&quot;, e também a questão da relação entre &quot;lutas pontuais&quot; e &quot;lutas anti-capital&quot;, são todas questões que ele pega do Mészáros. 
Mészáros desenvolve a ideia de q o capital é um modo de controle totalizante e q só pode ser superado se a autogestão posta em prática pela classe trabalhadora ser abragente também, não se limitar a um país, p. ex, ou a determinada esfera produtiva, etc.; Também salienta que atualmente a esquerda não pode mais se contentar com lutas pontuais descoladas do objetivo mais abrangente de superar o capital, isso por uma série de motivos, entre eles até mesmo a constatação de q o capital (em &quot;crise estrutural&quot;) enfrenta sérias dificuldades para atender as demandas parciais da classe trabalhadora, estando cada vaz mais inclinado a não só não ceder, mas ainda a retomar as concessões materiais historicamente conquistadas pelos trabalhadores. Então Mészáros defende que as lutas &quot;parciais&quot;, quanto mais radicais forem (ou seja, quanto mais sua demanda parcial tocar em fundamentos inatacáveis do sistema do capital), mais são obrigadas a desde o início instituir os órgãos capazes de operar a restituição dos poderes socioprodutivos do trabalho que foram historicamente usurpados pelo capital (órgãos como sovietes, conselhos de bairro, etc, que ao mesmo tempo tornam possível o &quot;fenecimento do Estado&quot;). Ou seja, Mészáros defende que a revolução contra o capital não pode deixar pra &quot;depois&quot; a solução das questões &quot;específicas&quot;, e que tampouco pode haver &quot;revolução cotidiana&quot; que não tenha em vista os objetivos mais abrangentes, aqueles mais estratégicos q direcionam as ações contestatórias no sentido de superar o próprio sistema, ao invés de apenas almejar uma adequação ou inserção nele, em melhores condições.
Em todo caso, você têm razão, o texto ficou em slogans a mais e conteúdo a menos. A importância do tema exigia maiores aprofundamentos que ele não fez.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora te entendi.<br />
Sim, acho. Você têm razão. Não percebi antes tal precariedade do texto porque conheço a bibliografia que o autor está usando sem citar.<br />
Por exemplo, &#8220;a autogestão é necessária enquanto resposta totalizante&#8221;, e também a questão da relação entre &#8220;lutas pontuais&#8221; e &#8220;lutas anti-capital&#8221;, são todas questões que ele pega do Mészáros.<br />
Mészáros desenvolve a ideia de q o capital é um modo de controle totalizante e q só pode ser superado se a autogestão posta em prática pela classe trabalhadora ser abragente também, não se limitar a um país, p. ex, ou a determinada esfera produtiva, etc.; Também salienta que atualmente a esquerda não pode mais se contentar com lutas pontuais descoladas do objetivo mais abrangente de superar o capital, isso por uma série de motivos, entre eles até mesmo a constatação de q o capital (em &#8220;crise estrutural&#8221;) enfrenta sérias dificuldades para atender as demandas parciais da classe trabalhadora, estando cada vaz mais inclinado a não só não ceder, mas ainda a retomar as concessões materiais historicamente conquistadas pelos trabalhadores. Então Mészáros defende que as lutas &#8220;parciais&#8221;, quanto mais radicais forem (ou seja, quanto mais sua demanda parcial tocar em fundamentos inatacáveis do sistema do capital), mais são obrigadas a desde o início instituir os órgãos capazes de operar a restituição dos poderes socioprodutivos do trabalho que foram historicamente usurpados pelo capital (órgãos como sovietes, conselhos de bairro, etc, que ao mesmo tempo tornam possível o &#8220;fenecimento do Estado&#8221;). Ou seja, Mészáros defende que a revolução contra o capital não pode deixar pra &#8220;depois&#8221; a solução das questões &#8220;específicas&#8221;, e que tampouco pode haver &#8220;revolução cotidiana&#8221; que não tenha em vista os objetivos mais abrangentes, aqueles mais estratégicos q direcionam as ações contestatórias no sentido de superar o próprio sistema, ao invés de apenas almejar uma adequação ou inserção nele, em melhores condições.<br />
Em todo caso, você têm razão, o texto ficou em slogans a mais e conteúdo a menos. A importância do tema exigia maiores aprofundamentos que ele não fez.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: afonsomanuelgonçalves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/46437/#comment-45331</link>

		<dc:creator><![CDATA[afonsomanuelgonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 04:14:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Pablo
Não acha que escrever que o «Papa não tem cara de Papa» e que «Berlusconi faz festinhas» e afirmar mais à fente que acredita nas «lutas anti-sistémicas» ao contrário das «lutas pontuais»  contestarão os pilares do capital... etc. não são um emaranhado de frases desconexas e despropositadas? Não acha que o texto por ser demasiado longo se perde num discurso confuso e por vezes incompreensível?
O que significa a expressão «a auto-gestão é necessária enquanto resposta totalizante? O que é uma resposta totalizante no movimento social e político que está em permanente mutação? Não acha isto slogans a mais e inteligibilidade de conteúdo a menos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Pablo<br />
Não acha que escrever que o «Papa não tem cara de Papa» e que «Berlusconi faz festinhas» e afirmar mais à fente que acredita nas «lutas anti-sistémicas» ao contrário das «lutas pontuais»  contestarão os pilares do capital&#8230; etc. não são um emaranhado de frases desconexas e despropositadas? Não acha que o texto por ser demasiado longo se perde num discurso confuso e por vezes incompreensível?<br />
O que significa a expressão «a auto-gestão é necessária enquanto resposta totalizante? O que é uma resposta totalizante no movimento social e político que está em permanente mutação? Não acha isto slogans a mais e inteligibilidade de conteúdo a menos?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/46437/#comment-45308</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 20:53:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Afonso, gostaria que você me ajudasse então a perceber as inconsistências e contradições presentes no texto. E digo isso sem falsa humildade. 
O texto me parece simples, mas coerente. Sem dúvida é um texto bastante insuficiente pra fazer avançar a questão da autogestão, mas o propósito do autor me pareceu ser bastante simplório, apenas fazer um &quot;balanço&quot; da &quot;possibilidade e necessidade&quot; da autogestão, e, por isso, não percebi as tais deficiências que você aponta, mesmo porque faltou um aprofundamento maior em questões importantes pra problematizar a autogestão. Enfim, achei que o texto ficou no básico, mas fez isso bem feito.
Gostaria de saber se entendi direito o final de seu comentário: você quis dizer que o texto é tão ruim que está abaixo do nível &quot;acadêmico&quot;?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Afonso, gostaria que você me ajudasse então a perceber as inconsistências e contradições presentes no texto. E digo isso sem falsa humildade.<br />
O texto me parece simples, mas coerente. Sem dúvida é um texto bastante insuficiente pra fazer avançar a questão da autogestão, mas o propósito do autor me pareceu ser bastante simplório, apenas fazer um &#8220;balanço&#8221; da &#8220;possibilidade e necessidade&#8221; da autogestão, e, por isso, não percebi as tais deficiências que você aponta, mesmo porque faltou um aprofundamento maior em questões importantes pra problematizar a autogestão. Enfim, achei que o texto ficou no básico, mas fez isso bem feito.<br />
Gostaria de saber se entendi direito o final de seu comentário: você quis dizer que o texto é tão ruim que está abaixo do nível &#8220;acadêmico&#8221;?</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: afonsomanuelgonçalves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/46437/#comment-45294</link>

		<dc:creator><![CDATA[afonsomanuelgonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 14:58:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pablo agarra-se a clichés e não repara nas enormes inconsistências e contradições que o autor do texto de uma forma muito primária revela sem pestanejar. Considerar este texto próprio da Academia, das duas uma; ou nunca passou por ela ou então a Academia está a precisar de uma grande limpeza para que o conhecimento, a inteligência e a cultura não se misturem com o despropósito intelectual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pablo agarra-se a clichés e não repara nas enormes inconsistências e contradições que o autor do texto de uma forma muito primária revela sem pestanejar. Considerar este texto próprio da Academia, das duas uma; ou nunca passou por ela ou então a Academia está a precisar de uma grande limpeza para que o conhecimento, a inteligência e a cultura não se misturem com o despropósito intelectual.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/46437/#comment-45266</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 04:43:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Achei o texto bom, não acho que seja inútil nesse site, porque trata das questões num nível mais alto de abstração, o q é importante pra pôr uns pingos nos is e pra q a gent não se perca num excesso de &quot;empiria&quot; (em todo caso, concordo em parte com os comentários acima, mesmo porque os textos publicados nesse site sempre contém boas análises, nunca ficando na mera descrição).
Me parece q trata-se de um texto acadêmico que tenta romper um pouco com o corriqueiro peleguismo vestido de radicalismo da academia, o q embora seja &quot;pouco&quot; tem um lado positivo inegável. Por outro lado, talvez seja &quot;purismo&quot; da minha parte, mas considero um enorme desrespeito (e malandragem) por parte do autor colocar &quot;Para mim&quot; onde devia estar escrito &quot;Segundo Mészáros&quot;, pois as idéias são expostas até mesmo com os mesmos termos e na mesma ordem de argumentação feita pelo Mészáros. Não tem porquê fazer isso, a menos que ele espere realmente que alguém acredite q essas idéias por ele expostas são &quot;originais&quot; e &quot;dele&quot;, e não fruto de um pensamento acumulado historicamente e feito de forma coletiva.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei o texto bom, não acho que seja inútil nesse site, porque trata das questões num nível mais alto de abstração, o q é importante pra pôr uns pingos nos is e pra q a gent não se perca num excesso de &#8220;empiria&#8221; (em todo caso, concordo em parte com os comentários acima, mesmo porque os textos publicados nesse site sempre contém boas análises, nunca ficando na mera descrição).<br />
Me parece q trata-se de um texto acadêmico que tenta romper um pouco com o corriqueiro peleguismo vestido de radicalismo da academia, o q embora seja &#8220;pouco&#8221; tem um lado positivo inegável. Por outro lado, talvez seja &#8220;purismo&#8221; da minha parte, mas considero um enorme desrespeito (e malandragem) por parte do autor colocar &#8220;Para mim&#8221; onde devia estar escrito &#8220;Segundo Mészáros&#8221;, pois as idéias são expostas até mesmo com os mesmos termos e na mesma ordem de argumentação feita pelo Mészáros. Não tem porquê fazer isso, a menos que ele espere realmente que alguém acredite q essas idéias por ele expostas são &#8220;originais&#8221; e &#8220;dele&#8221;, e não fruto de um pensamento acumulado historicamente e feito de forma coletiva.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Renata		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/46437/#comment-45241</link>

		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 20:16:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Passapalavra, basicamente, é acompanhado por gente que é militante, participou ativamente de lutas em algum período da vida ou, de todo modo, já possui uma posição anticapitalista e está convencido da justeza de outra ordem social. Assim, aqui, este texto soou inútil. Não acrescenta nada.

Pode até ser algo na academia. Mas de nada adianta ler tal texto no anfiteatro enquanto as terceirizadas trazem a água e o café e alguns alunos se sujeitam a trabalhar de graça nos eventos marxistas onde brilham os cardeais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Passapalavra, basicamente, é acompanhado por gente que é militante, participou ativamente de lutas em algum período da vida ou, de todo modo, já possui uma posição anticapitalista e está convencido da justeza de outra ordem social. Assim, aqui, este texto soou inútil. Não acrescenta nada.</p>
<p>Pode até ser algo na academia. Mas de nada adianta ler tal texto no anfiteatro enquanto as terceirizadas trazem a água e o café e alguns alunos se sujeitam a trabalhar de graça nos eventos marxistas onde brilham os cardeais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Le Miserable		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/46437/#comment-45230</link>

		<dc:creator><![CDATA[Le Miserable]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 17:57:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que decepção ver esse texto publicado no Passa Palavra. Citações descontextualizadas e uma ausẽncia quase total de qualquer pensamento que seja provocativo.

Quem sabe na Academia esse texto é um escândalo, né.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que decepção ver esse texto publicado no Passa Palavra. Citações descontextualizadas e uma ausẽncia quase total de qualquer pensamento que seja provocativo.</p>
<p>Quem sabe na Academia esse texto é um escândalo, né.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: afonsomanuelgonçalves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/46437/#comment-44308</link>

		<dc:creator><![CDATA[afonsomanuelgonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 14:39:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um texto confuso e excessivamente categórico nas afirmações que sustenta. É o &quot;magister dixit&quot; na sua cátedra incontestável.Veja-se um ou outro exemplo: considera dez quilos de força igual a cinquenta, um litro de água igual a cinco.
Marx e Engels estão certos quando afirmaram no Manifesto do Partido Comunista o seguinte: &quot;De cada um segundo as suas possibilidades, a cada um segundo as suas necessidades&quot;. Não se trata de igualdade nenhuma, mas sim da satisfação das diversas formas de necessidade que cada indivíduo precisa para se realizar como tal. Marx e Engels destacam a individualidade como uma afirmação diferente e distinta em cada sujeito sem que isso perturbe, minimamente, a liberdade e os direitos de todos os outros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um texto confuso e excessivamente categórico nas afirmações que sustenta. É o &#8220;magister dixit&#8221; na sua cátedra incontestável.Veja-se um ou outro exemplo: considera dez quilos de força igual a cinquenta, um litro de água igual a cinco.<br />
Marx e Engels estão certos quando afirmaram no Manifesto do Partido Comunista o seguinte: &#8220;De cada um segundo as suas possibilidades, a cada um segundo as suas necessidades&#8221;. Não se trata de igualdade nenhuma, mas sim da satisfação das diversas formas de necessidade que cada indivíduo precisa para se realizar como tal. Marx e Engels destacam a individualidade como uma afirmação diferente e distinta em cada sujeito sem que isso perturbe, minimamente, a liberdade e os direitos de todos os outros.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/09/46437/#comment-44219</link>

		<dc:creator><![CDATA[João]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 14:33:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bom texto! Difícil ver tal posição na academia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom texto! Difícil ver tal posição na academia.</p>
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