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	Comentários sobre: Curtir or not curtir	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Solange Lima		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46696/#comment-46677</link>

		<dc:creator><![CDATA[Solange Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 17:01:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gente este texto da um curta. E ironicamente Lindo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gente este texto da um curta. E ironicamente Lindo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rafael V.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46696/#comment-44964</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rafael V.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 18:45:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Opor uma &quot;efervescência despolitizada do que uma politização autoritária&quot; é dum simplismo absurdo. Como se não houvesse possibilidade de haver um trabalho regular (politizado e libertário) que não utilizasse os paradigmas da esquerda autoritária.

Se os paradigmas da velha esquerda devem ser reinventados, não adianta nos iludirmos com arroubos deleuzianos de botequim que nos fazem acreditar que facebook é revolucionário, zona autônoma temporária é o supra sumo da insurreição, que software livre é quase uma expropriação dum banco e que flash-mobs e manifestações de internet vão derrubar o capitalismo!

É óbvio que o uso da internet é interessante para os movimentos sociais, isso não foi colocado em discussão no texto. O que foi colocado e sintetizado em uma das frases que ilustram o artigo é que 

&quot;Participar nas redes sociais não é resistir, não é organizar, não é libertar-se; é o contrário, é entregar-se ao sistema de maneira orwelliana. A Rede é um panóptico digital. E nós não somos os vigilantes, somos os vigiados”.&quot;

Iludir-se com essas breves e superficiais manifestações embarcando no discurso do efêmero é reduzir o trabalho social (que deve ser regular, constante e enraizado) à lógica do espetáculo pelo espetáculo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Opor uma &#8220;efervescência despolitizada do que uma politização autoritária&#8221; é dum simplismo absurdo. Como se não houvesse possibilidade de haver um trabalho regular (politizado e libertário) que não utilizasse os paradigmas da esquerda autoritária.</p>
<p>Se os paradigmas da velha esquerda devem ser reinventados, não adianta nos iludirmos com arroubos deleuzianos de botequim que nos fazem acreditar que facebook é revolucionário, zona autônoma temporária é o supra sumo da insurreição, que software livre é quase uma expropriação dum banco e que flash-mobs e manifestações de internet vão derrubar o capitalismo!</p>
<p>É óbvio que o uso da internet é interessante para os movimentos sociais, isso não foi colocado em discussão no texto. O que foi colocado e sintetizado em uma das frases que ilustram o artigo é que </p>
<p>&#8220;Participar nas redes sociais não é resistir, não é organizar, não é libertar-se; é o contrário, é entregar-se ao sistema de maneira orwelliana. A Rede é um panóptico digital. E nós não somos os vigilantes, somos os vigiados”.&#8221;</p>
<p>Iludir-se com essas breves e superficiais manifestações embarcando no discurso do efêmero é reduzir o trabalho social (que deve ser regular, constante e enraizado) à lógica do espetáculo pelo espetáculo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Wagner Pyter @MovPop		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46696/#comment-44792</link>

		<dc:creator><![CDATA[Wagner Pyter @MovPop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 12:51:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A rede pra mim era muito maior em 1999 do que agora. A diferença é que os movimentos eram breves e permanentes. agora os contramovimentos são permanentes e breves.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A rede pra mim era muito maior em 1999 do que agora. A diferença é que os movimentos eram breves e permanentes. agora os contramovimentos são permanentes e breves.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: @skarnio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46696/#comment-44791</link>

		<dc:creator><![CDATA[@skarnio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 12:43:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hahaha... Que bonitinho Emanuel! Usou a estrutura do meu comentário para escrever o seu! Criativo hein? Primeiro afirma que critico os &quot;escritores e os textos&quot;, depois, que os alvos são inexistentes (?!).  Até gostaria de criticar os escritores, mas eles vivem no anonimato, enquanto eu coloco meu nome e nick pessoal aqui para ser rastreado e ter que ouvir abobrinhas sobre o meu &quot;sustento&quot;. É, de fato, eu defendo as coisas que defendo a 10 anos por receber milhões por elas... Voltando ao que merece ser debatido, nunca achei ruim o fato de se criticar a cultura digital, muito pelo contrário até. O que chamo a atenção é pelo fato se estabelecer como única verdade absoluta a ligação entre fatos como a espontaneidade adolescente, a margem de lucros das empresas e a crise de representatividade da sociedade. Entre todos estes fatores existem outros que pode ser explorados de forma positiva, como a predisposição de uma geração inteira por mudar as coisas e ferramentas que ainda podem contribuir com isto. A direção equivocada de muitos integrantes e coletivos só ajudam a fortalecer iniciativas como o AI5 Digital e o ACTA ( http://xocensura.wordpress.com/ ). Creio que mais urgente do que falar de manifestações vazias de estudantes é a luta para que a internet seja mais livre e continue a dar o mesmo acesso que a Globo.com tem a sites como o Passa Palavra, por exemplo. Tudo isto que estamos discutindo está sob ameaça hoje.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hahaha&#8230; Que bonitinho Emanuel! Usou a estrutura do meu comentário para escrever o seu! Criativo hein? Primeiro afirma que critico os &#8220;escritores e os textos&#8221;, depois, que os alvos são inexistentes (?!).  Até gostaria de criticar os escritores, mas eles vivem no anonimato, enquanto eu coloco meu nome e nick pessoal aqui para ser rastreado e ter que ouvir abobrinhas sobre o meu &#8220;sustento&#8221;. É, de fato, eu defendo as coisas que defendo a 10 anos por receber milhões por elas&#8230; Voltando ao que merece ser debatido, nunca achei ruim o fato de se criticar a cultura digital, muito pelo contrário até. O que chamo a atenção é pelo fato se estabelecer como única verdade absoluta a ligação entre fatos como a espontaneidade adolescente, a margem de lucros das empresas e a crise de representatividade da sociedade. Entre todos estes fatores existem outros que pode ser explorados de forma positiva, como a predisposição de uma geração inteira por mudar as coisas e ferramentas que ainda podem contribuir com isto. A direção equivocada de muitos integrantes e coletivos só ajudam a fortalecer iniciativas como o AI5 Digital e o ACTA ( <a href="http://xocensura.wordpress.com/" rel="nofollow ugc">http://xocensura.wordpress.com/</a> ). Creio que mais urgente do que falar de manifestações vazias de estudantes é a luta para que a internet seja mais livre e continue a dar o mesmo acesso que a Globo.com tem a sites como o Passa Palavra, por exemplo. Tudo isto que estamos discutindo está sob ameaça hoje.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: afonsomanuelgonçalves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46696/#comment-44790</link>

		<dc:creator><![CDATA[afonsomanuelgonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 12:42:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É interessante ler o debate sobre a importãncia da comunicação digital e das suas repercursões nos movimentos sociais de contestação à ditadura do capital sobre os trabalhadores explorados e dos desempregados por explorar. Num comentário anterior, dá-se conta de que para Afonso Costa lhe bastou o telefone para conquistar o país. Não teve necessidade nenhuma das novas tecnologias para o conseguir. Hoje com tanta evolução tecnológica assiste-se ao descalabro da &quot;organização empreendodora&quot;. É claro que estes inovadores obreiros da luta contra o capital ignoram que sob a sustentação do movimento espontaneísta da contestação está garantida a vitória do inimigo. Por mais tecnologia que possuam a inteligência e o conhecimento saiem sempre vitoriosos, enquanto que a arrogante prosápia rocambolesca sai sempre vencida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É interessante ler o debate sobre a importãncia da comunicação digital e das suas repercursões nos movimentos sociais de contestação à ditadura do capital sobre os trabalhadores explorados e dos desempregados por explorar. Num comentário anterior, dá-se conta de que para Afonso Costa lhe bastou o telefone para conquistar o país. Não teve necessidade nenhuma das novas tecnologias para o conseguir. Hoje com tanta evolução tecnológica assiste-se ao descalabro da &#8220;organização empreendodora&#8221;. É claro que estes inovadores obreiros da luta contra o capital ignoram que sob a sustentação do movimento espontaneísta da contestação está garantida a vitória do inimigo. Por mais tecnologia que possuam a inteligência e o conhecimento saiem sempre vitoriosos, enquanto que a arrogante prosápia rocambolesca sai sempre vencida.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Emanoel Conceição		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46696/#comment-44786</link>

		<dc:creator><![CDATA[Emanoel Conceição]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 10:30:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Seguindo a lógica torta de @skarnio, os comentários e textos do PassaPalavra criticam o próprio uso da internet e das redes sociais, e não alguns -- alguns, repita-se -- processos sociais para os quais internet e redes sociais são veículo. O mais irônico nisso tudo é que toda esta crítica aos comentaristas e aos próprios escritores se dá contra alvos inexistentes. Tanto este comentário quanto outros em outros textos críticos da cultura digital (sim, pois se trata, por parte dele, da defesa acrítica da cultura digital na qual está plenamente inserido e da qual pode ser que tire seu sustento) acabam errando o foco ao dar mais atenção ao fato de haver uma crítica, essa coisa rancorosa, que às reais motivações ao se fazer tais críticas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo a lógica torta de @skarnio, os comentários e textos do PassaPalavra criticam o próprio uso da internet e das redes sociais, e não alguns &#8212; alguns, repita-se &#8212; processos sociais para os quais internet e redes sociais são veículo. O mais irônico nisso tudo é que toda esta crítica aos comentaristas e aos próprios escritores se dá contra alvos inexistentes. Tanto este comentário quanto outros em outros textos críticos da cultura digital (sim, pois se trata, por parte dele, da defesa acrítica da cultura digital na qual está plenamente inserido e da qual pode ser que tire seu sustento) acabam errando o foco ao dar mais atenção ao fato de haver uma crítica, essa coisa rancorosa, que às reais motivações ao se fazer tais críticas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: @skarnio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46696/#comment-44754</link>

		<dc:creator><![CDATA[@skarnio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 23:42:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Seguindo a lógica de alguns comentários aqui, seria mais coerente o Passa Palavra se tornar uma revista impressa, enviada somente para assinantes cadastrados e avaliados pelos editores... O mais irônico nisso tudo é que toda esta crítica ao uso da internet, com as suas redes sociais e blogs se dá praticamente na internet em suas redes sociais e blogs (cheguei até este texto via link postado no Facebook). Este texto, assim como outros publicados com o objetivo de refletir e criticar a cultura digital (sim, é disso que está se falando)também acaba errando o foco ao dar mais atenção o desbunde da garotada com o meio digital do que as suas reais motivações ao provocar manifestações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo a lógica de alguns comentários aqui, seria mais coerente o Passa Palavra se tornar uma revista impressa, enviada somente para assinantes cadastrados e avaliados pelos editores&#8230; O mais irônico nisso tudo é que toda esta crítica ao uso da internet, com as suas redes sociais e blogs se dá praticamente na internet em suas redes sociais e blogs (cheguei até este texto via link postado no Facebook). Este texto, assim como outros publicados com o objetivo de refletir e criticar a cultura digital (sim, é disso que está se falando)também acaba errando o foco ao dar mais atenção o desbunde da garotada com o meio digital do que as suas reais motivações ao provocar manifestações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Wagner Pyter @MovPop		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46696/#comment-44740</link>

		<dc:creator><![CDATA[Wagner Pyter @MovPop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 21:24:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E pq não olhar na perspectiva, que nós tambem podemos vigiar? wikileaks é o quê? (e nem acho que devemos nos limitar a redes sociais, que dali nunca saiu nada) mas devemos resistir, organizar e libertar

Quanto a vigilancia, é mais fácil rastrear esse pessoal que comenta aqui, que tem algum &#039;perigo&#039;, do que gente que não afeta em nada nas redes sociais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E pq não olhar na perspectiva, que nós tambem podemos vigiar? wikileaks é o quê? (e nem acho que devemos nos limitar a redes sociais, que dali nunca saiu nada) mas devemos resistir, organizar e libertar</p>
<p>Quanto a vigilancia, é mais fácil rastrear esse pessoal que comenta aqui, que tem algum &#8216;perigo&#8217;, do que gente que não afeta em nada nas redes sociais.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Andre C.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46696/#comment-44738</link>

		<dc:creator><![CDATA[Andre C.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 20:34:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Participar nas redes sociais não é resistir, não é organizar, não é libertar-se; é o contrário, é entregar-se ao sistema de maneira orwelliana. A Rede é um panóptico digital. E nós não somos os vigilantes, somos os vigiados”.

muito bom o texto. e coloquei esse trecho em destaque por ser um dos motivos pelos quais deixei de usar o orkut há anos e nunca entrei no facebook. Tem gente que pode achar meio conspiratório, mas não é a toa que uma rede que reúna 800 milhões de pessoas seja de um interesse gigante do governo dos Estados Unidos. Além do fator de acomodar os movimentos sociais, acho essa porra toda perigosa pra caramba no sentido da vigilância direta e voluntária que ocorre de quem adere a tais redes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Participar nas redes sociais não é resistir, não é organizar, não é libertar-se; é o contrário, é entregar-se ao sistema de maneira orwelliana. A Rede é um panóptico digital. E nós não somos os vigilantes, somos os vigiados”.</p>
<p>muito bom o texto. e coloquei esse trecho em destaque por ser um dos motivos pelos quais deixei de usar o orkut há anos e nunca entrei no facebook. Tem gente que pode achar meio conspiratório, mas não é a toa que uma rede que reúna 800 milhões de pessoas seja de um interesse gigante do governo dos Estados Unidos. Além do fator de acomodar os movimentos sociais, acho essa porra toda perigosa pra caramba no sentido da vigilância direta e voluntária que ocorre de quem adere a tais redes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodrigo Araújo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46696/#comment-44665</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Araújo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 18:10:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No que entendo, elitista é quem acredita que as pessoas não sejam capazes de se apropriarem do que está para além do rotineiro e não quem pauta a ruptura do estabelecido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No que entendo, elitista é quem acredita que as pessoas não sejam capazes de se apropriarem do que está para além do rotineiro e não quem pauta a ruptura do estabelecido.</p>
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