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	Comentários sobre: Bolívia: o paradoxo como contexto e chave de interpretação	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: bruno		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[bruno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 15:25:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bom resumo do ocorrido e do ocorrendo! Evo Morales argumenta que o movimento tem sido financiado e ideologizado por ONG´s entre elas a USAID. É bom lembrar que o próprio movimento cocaleiro do Chapare teve financiamento desse organismo durante anos.  O “oenegismo” e as fundações pluri-multi-interculturais na Bolívia injetam altos recursos no país sob o lema do desenvolvimento e do combate à pobreza há anos, sempre auspiciadas pelo Banco Mundial. Além disso, esse processo é uma excelente oportunidade para denunciar o chamado “Estado Plurinacional” (defendido entre outros por Boaventura de Sousa Santos) como nova ferramenta liberal que procura tutelar e limitar a autonomia indígena, principalmente no altiplano da Bolívia. Nesse país, a formação de uma Assembleia Constituinte e a aprovação de uma nova constituição em 2009 e 2010 no final das contas o que fez foi oficializar os latifúndios da oligarquia de Santa Cruz. É o governo “meia-boca”: reforma agrária “meia-boca”, autonomia indígena “meia-boca”, ...dias após a repressão contra a marcha indígena, o novo garoto-propaganda do capital brasileiro, Lula, esteve na Bolívia patrocinado pela própria OAS para “apaziguar” a situação e garantir a retomada das obras num futuro não muito distante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom resumo do ocorrido e do ocorrendo! Evo Morales argumenta que o movimento tem sido financiado e ideologizado por ONG´s entre elas a USAID. É bom lembrar que o próprio movimento cocaleiro do Chapare teve financiamento desse organismo durante anos.  O “oenegismo” e as fundações pluri-multi-interculturais na Bolívia injetam altos recursos no país sob o lema do desenvolvimento e do combate à pobreza há anos, sempre auspiciadas pelo Banco Mundial. Além disso, esse processo é uma excelente oportunidade para denunciar o chamado “Estado Plurinacional” (defendido entre outros por Boaventura de Sousa Santos) como nova ferramenta liberal que procura tutelar e limitar a autonomia indígena, principalmente no altiplano da Bolívia. Nesse país, a formação de uma Assembleia Constituinte e a aprovação de uma nova constituição em 2009 e 2010 no final das contas o que fez foi oficializar os latifúndios da oligarquia de Santa Cruz. É o governo “meia-boca”: reforma agrária “meia-boca”, autonomia indígena “meia-boca”, &#8230;dias após a repressão contra a marcha indígena, o novo garoto-propaganda do capital brasileiro, Lula, esteve na Bolívia patrocinado pela própria OAS para “apaziguar” a situação e garantir a retomada das obras num futuro não muito distante.</p>
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