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	Comentários sobre: As democracias e o genocídio dos judeus durante a segunda guerra mundial. 1ª parte	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: rafa		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rafa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2016 19:17:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[muita coisa para ler! quero resumo do resumo por favor de preferencia em áudio ou impresso desde já agradeço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>muita coisa para ler! quero resumo do resumo por favor de preferencia em áudio ou impresso desde já agradeço.</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46896/#comment-45049</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 23:20:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Renata,
Não foi por acaso nem por gosto pela ostentação que coloquei todas as fontes neste artigo, como no outro que se seguirá, como se se tratasse um texto académico e não de divulgação. Fi-lo porque sei que a questão é desconhecida do grande público a um tal ponto que deixa muita gente surpreendida. Mas fi-lo também para mostrar que a questão é inteiramente conhecida pela literatura académica, e desde há muito. A obra de Raul Hilberg sobre o genocídio, que é a primeira grande obra académica acerca da questão, e que ainda hoje é um monumento, expôs com toda a clareza a passividade dos governos dos Estados Unidos e do Reino Unido, como os leitores poderão ver no artigo seguinte. Assim, a grande questão é: por que motivo a hitoriografia académica, mesmo conservadora ou francamente de direita, expõe factos que a historiografia de &lt;em&gt;best seller&lt;/em&gt;, as revistas e os filmes de &lt;em&gt;shopping center&lt;/em&gt; não divulgam, ou distorcem? A guerra fria e o apoio maciço prestado pelos Estados Unidos ao Estado de Israel fez com que os sionistas ocultassem deliberadamente estes aspectos da história. E para entender esse ocultamente é indispensável recordar a diferença — quando não, por vezes, a oposição — entre sionismo e judaísmo, como eu tive já oportunidade de fazer noutro artigo publicado neste site. Mas a explicação não é assim tão simples, porque a mesma diferença entre a análise feita pela historiografia académica e a análise feita para o grande público ocorre relativamente a muitas outras questões, não só para esta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Renata,<br />
Não foi por acaso nem por gosto pela ostentação que coloquei todas as fontes neste artigo, como no outro que se seguirá, como se se tratasse um texto académico e não de divulgação. Fi-lo porque sei que a questão é desconhecida do grande público a um tal ponto que deixa muita gente surpreendida. Mas fi-lo também para mostrar que a questão é inteiramente conhecida pela literatura académica, e desde há muito. A obra de Raul Hilberg sobre o genocídio, que é a primeira grande obra académica acerca da questão, e que ainda hoje é um monumento, expôs com toda a clareza a passividade dos governos dos Estados Unidos e do Reino Unido, como os leitores poderão ver no artigo seguinte. Assim, a grande questão é: por que motivo a hitoriografia académica, mesmo conservadora ou francamente de direita, expõe factos que a historiografia de <em>best seller</em>, as revistas e os filmes de <em>shopping center</em> não divulgam, ou distorcem? A guerra fria e o apoio maciço prestado pelos Estados Unidos ao Estado de Israel fez com que os sionistas ocultassem deliberadamente estes aspectos da história. E para entender esse ocultamente é indispensável recordar a diferença — quando não, por vezes, a oposição — entre sionismo e judaísmo, como eu tive já oportunidade de fazer noutro artigo publicado neste site. Mas a explicação não é assim tão simples, porque a mesma diferença entre a análise feita pela historiografia académica e a análise feita para o grande público ocorre relativamente a muitas outras questões, não só para esta.</p>
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		<title>
		Por: Renata		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46896/#comment-45034</link>

		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 18:45:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tanto os filmes quanto os livros de história escolar, ao contrário, mostram os Estados Unidos como salvadores dos judeus, que sem eles teriam sido extintos. Ou seja, a história que chega ao grande público é outra. 

Se o quadro colocado pelo autor é exato, o que faz com que os judeus não denunciem com o mesmo fervor as democracias como cúmplices ou mesmo co-autoras do genocídio? Por que o desinteresse dos Estados unidos em ajudar os judeus não é denunciado nos livros de história para a população e nos filmes? Por que os judeus não fazem tal denúncia? Também eles desconhecem a real história?


Obs: temo que o Paulo Arantes tenha mais impacto no país pela quantidade de ministros, prefeitos e secretários que se formaram nos seus grupos de estudo do que pela difusão de sua obra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tanto os filmes quanto os livros de história escolar, ao contrário, mostram os Estados Unidos como salvadores dos judeus, que sem eles teriam sido extintos. Ou seja, a história que chega ao grande público é outra. </p>
<p>Se o quadro colocado pelo autor é exato, o que faz com que os judeus não denunciem com o mesmo fervor as democracias como cúmplices ou mesmo co-autoras do genocídio? Por que o desinteresse dos Estados unidos em ajudar os judeus não é denunciado nos livros de história para a população e nos filmes? Por que os judeus não fazem tal denúncia? Também eles desconhecem a real história?</p>
<p>Obs: temo que o Paulo Arantes tenha mais impacto no país pela quantidade de ministros, prefeitos e secretários que se formaram nos seus grupos de estudo do que pela difusão de sua obra.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46896/#comment-44981</link>

		<dc:creator><![CDATA[Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 22:59:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá,

Lógico que a partir de outra perspectiva - e com outra intenção e temática em vista -, acho interessante ler esse artigo aqui:

&quot;Sale boulot: uma janela sobre o mais colossal trabalho sujo da história (uma visão no laboratório francês do sofrimento social)&quot; - de Paulo Eduardo Arantes.

Eis o resumo desse escrito:

Este artigo é uma contribuição para a genealogia contemporânea do que se convencionou chamar trabalho sujo. Mais especificamente, é um comentário da noção de &quot;trabalho do mal&quot; elaborada por assim dizer a quatro mãos por Christophe Dejours e Joseph Torrente a partir de uma visão histórica do Holocausto, baseada na descoberta da experiência coletiva do &quot;trabalho atroz&quot; como chave explicativa da destruição dos judeus na Europa. Em resumo, a revelação de como o horror do Terceiro Reich deriva da imposição do genocídio como um trabalho de massa realizado por uma legião de colaboradores zelosos. Uma hipótese até então adormecida na melhor historiografia que precisou esperar a intensificação do sofrimento social pelo trabalho sujo do neoliberalismo hoje para enfim despertar e sugerir este curto-circuito explosivo num verdadeiro diagnóstico de época.

Palavras-chave: Christophe Dejours; Joseph Torrente; Trabalho sujo; Trabalho atroz; Zelo; Holocausto.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&#038;pid=S0103-20702011000100003&#038;lng=pt&#038;nrm=iso&#038;tlng=pt]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Lógico que a partir de outra perspectiva &#8211; e com outra intenção e temática em vista -, acho interessante ler esse artigo aqui:</p>
<p>&#8220;Sale boulot: uma janela sobre o mais colossal trabalho sujo da história (uma visão no laboratório francês do sofrimento social)&#8221; &#8211; de Paulo Eduardo Arantes.</p>
<p>Eis o resumo desse escrito:</p>
<p>Este artigo é uma contribuição para a genealogia contemporânea do que se convencionou chamar trabalho sujo. Mais especificamente, é um comentário da noção de &#8220;trabalho do mal&#8221; elaborada por assim dizer a quatro mãos por Christophe Dejours e Joseph Torrente a partir de uma visão histórica do Holocausto, baseada na descoberta da experiência coletiva do &#8220;trabalho atroz&#8221; como chave explicativa da destruição dos judeus na Europa. Em resumo, a revelação de como o horror do Terceiro Reich deriva da imposição do genocídio como um trabalho de massa realizado por uma legião de colaboradores zelosos. Uma hipótese até então adormecida na melhor historiografia que precisou esperar a intensificação do sofrimento social pelo trabalho sujo do neoliberalismo hoje para enfim despertar e sugerir este curto-circuito explosivo num verdadeiro diagnóstico de época.</p>
<p>Palavras-chave: Christophe Dejours; Joseph Torrente; Trabalho sujo; Trabalho atroz; Zelo; Holocausto.</p>
<p><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&#038;pid=S0103-20702011000100003&#038;lng=pt&#038;nrm=iso&#038;tlng=pt" rel="nofollow ugc">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&#038;pid=S0103-20702011000100003&#038;lng=pt&#038;nrm=iso&#038;tlng=pt</a></p>
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		<item>
		<title>
		Por: António		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/10/46896/#comment-44940</link>

		<dc:creator><![CDATA[António]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 11:23:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre essa questão do anti-semitismo, não estará a faltar analisar uma dimensão talvez bem mais importante, a do anti-semitismo como visão do mundo que se pretende anti-hegemónica e mesmo anti-capitalista, que concebe o mundo como manipulado secretamente por uma cabala de judeus através do suposto controlo  por estes, dos media, da finança internacional, do movimento comunista, etc? O judeu cosmopolita, estranho e não fiel à nação, introdutor dos males modernos e urbanos numa comunidade nacional tradicional reputada como sã. Parece-me que é esta dimensão que ainda é actual, mesmo em partidos de esquerda e no islamismo político, e sobretudo em várias teorias da conspiração que são cada vez mais populares e que fazem notar a sua presença fora da internet, como por exemplo, na recente ocupação de Wall Street.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre essa questão do anti-semitismo, não estará a faltar analisar uma dimensão talvez bem mais importante, a do anti-semitismo como visão do mundo que se pretende anti-hegemónica e mesmo anti-capitalista, que concebe o mundo como manipulado secretamente por uma cabala de judeus através do suposto controlo  por estes, dos media, da finança internacional, do movimento comunista, etc? O judeu cosmopolita, estranho e não fiel à nação, introdutor dos males modernos e urbanos numa comunidade nacional tradicional reputada como sã. Parece-me que é esta dimensão que ainda é actual, mesmo em partidos de esquerda e no islamismo político, e sobretudo em várias teorias da conspiração que são cada vez mais populares e que fazem notar a sua presença fora da internet, como por exemplo, na recente ocupação de Wall Street.</p>
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