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	Comentários sobre: Arrentela: violência policial em 15 de Outubro	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: João Bernardo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 16:31:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao ler uma interrogação no texto deste vídeo, «Perguntamos àqueles e àquelas que reclamavam por uma democracia real se continuarão a fechar os olhos a estes acontecimentos», lembrei-me de um trecho da descrição que uma amiga enviou da pequena concentração de 15 de Outubro em Goiânia. «Iniciada a Assembléia, em muitos momentos a redundância tomava conta da situação, e voltava-se às pautas previamente tiradas, até que uma mulher, com a filha recém-nascida, foi pedir ajuda, uma vez que tinha ido a Goiânia em busca de tratamento médico para a criança e estava sem abrigo. Não tinha mais como ignorar. A partir deste desconforto, uma pessoa propôs que a situação desta mulher fosse incluída na discussão, então começaram a surgir propostas de aproximação do movimento com a população». Nada mais natural do que este alheamento, enquanto as ruas forem ocupadas pelos &lt;em&gt;indignados&lt;/em&gt; e não pelos &lt;em&gt;explorados&lt;/em&gt;, quero dizer, ocupadas em nome da indignação e não por causa da exploração.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao ler uma interrogação no texto deste vídeo, «Perguntamos àqueles e àquelas que reclamavam por uma democracia real se continuarão a fechar os olhos a estes acontecimentos», lembrei-me de um trecho da descrição que uma amiga enviou da pequena concentração de 15 de Outubro em Goiânia. «Iniciada a Assembléia, em muitos momentos a redundância tomava conta da situação, e voltava-se às pautas previamente tiradas, até que uma mulher, com a filha recém-nascida, foi pedir ajuda, uma vez que tinha ido a Goiânia em busca de tratamento médico para a criança e estava sem abrigo. Não tinha mais como ignorar. A partir deste desconforto, uma pessoa propôs que a situação desta mulher fosse incluída na discussão, então começaram a surgir propostas de aproximação do movimento com a população». Nada mais natural do que este alheamento, enquanto as ruas forem ocupadas pelos <em>indignados</em> e não pelos <em>explorados</em>, quero dizer, ocupadas em nome da indignação e não por causa da exploração.</p>
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